sábado, outubro 28, 2023

PGR abre investigação contra pastor Isidório por falas transfóbicas a Erika Hilton

PGR abre investigação contra pastor Isidório por falas transfóbicas a Erika Hilton
Foto: Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma investigação contra o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante) por falas transfóbicas verbalizadas no último mês, durante reunião da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara. Na ocasião,  era pautado o projeto de lei que proíbe o casamento LGBT.


Em fala, o parlamentar declarou que “homem mesmo cortando a binga não vai ser mulher. Mulher cortando a cocota se for possível não será homem. Todo mundo sabe”.


Além disso, o pastor também se referiu a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) como “amigo” e a parlamentar, que é uma mulher trans, pontuou que a fala foi transfóbica. A situação acabou gerando uma briga generalizada e a sessão chegou a ficar suspensa por cinco minutos.

 

O Bahia Notícias entrou em contato com a assessoria do parlamentar, mas até o fechamento desta matéria não obteve.

 

Confira o vídeo:

 

 

Prefeito de São José do Jacuípe é alvo de representação por ato de improbidade administrativa

 

Prefeito de São José do Jacuípe é alvo de representação por ato de improbidade administrativa
Foto: Reprodução

O Prefeito de São José do Jacuípe, Peris Cunha (PP), está sendo alvo de representação por ato de improbidade administrativa consubstanciados na realização direta do serviço de conservação e manutenção de prédios públicos e limpeza de rede de esgoto ao revés de uma empresa fantasma.

 

Em documento que o Bahia Notícias obteve acesso, indica que o gestor municipal está sendo investigado por supostas irregularidades na contratação de empresa fantasma, que seria responsável pela prestação de serviços de conservação e manutenção de prédios públicos, mas nenhum trabalho teria sido entregue pela instituição.

 

De acordo com a denúncia, a empresa teria sido aberta na cidade Quixabeira, onde reside o Secretário de Administração, Magno Lomes, que também está sendo denunciado, para “cometer desvios de recursos e finalidade no município”.

 

Além disso, existem outros indícios sinalizando uma possível fraude por parte dos contratantes, a exemplo do endereço do CNPJ que não foi localizado.

 

As sanções civis contra o ato de improbidade administrativa podem incluir perda de bens, de função pública, suspensão temporária dos direitos políticos, o pagamento de multa civil, ressarcimento do dano, a proibição de contratação com o Poder Público ou de recebimento de benefícios, entre outros.

Decisão do STF a favor de bancos retomarem imóveis em débito não viola contratos de financiamento, diz advogado

 

Decisão do STF a favor de bancos retomarem imóveis em débito não viola contratos de financiamento, diz advogado
Foto: Reprodução/Instragram

O reconhecimento por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrido nesta quinta-feira (26), acerca da constitucionalidade da lei nº 9.514/97 que criou a alienação fiduciária de imóveis, não viola os contratos de financiamentos acordados entre credores e devedores. A avaliação é do advogado especialista em direito civil e processo civil, Ivan Pires.

 

Com mais de sete milhões de financiamentos em andamento nesse modelo, a alienação fiduciária permite que o próprio imóvel que é comprado seja usado como garantia para o financiamento e, caso as parcelas não sejam quitadas, o bem pode ser tomado pelo agente financeiro como forma de cobrança pelo débito.

 

Basicamente, o bem fica no nome da instituição financeira até a quitação da dívida. O comprador, até o fim do financiamento, ganha direito de uso. Após liquidar o débito, o beneficiário precisa ir ao cartório para registrar o imóvel em seu nome.

 

Ao Bahia Notícias, o advogado Ivan Pires destacou que a cláusula de alienação fiduciária, que não é uma novidade, é usada desde 1997 para balancear os contratos e viabilizar o financiamento por pessoas que, possivelmente, não teriam condições de fazê-lo por conta dos juros.

 

“Praticamente todos os contratos de financiamento, hoje em dia, têm essas cláusulas de alienação fiduciária de imóvel em caso de débitos. É justamente para balancear esses contratos e viabilizar até o financiamento por pessoas que, se não fossem essa garantia, possivelmente não teriam condições de fazer o financiamento por conta dos juros, que possivelmente seriam mais altos, os valores iam ficar maiores e não teriam condições de arcar com isso”, pontuou o especialista.

 

O processo é de repercussão geral e, por isso, a tese do Supremo deverá ser aplicada em todos os processos semelhantes pelo país. Hoje, 98% dos financiamentos de imóveis são feitos dessa forma. Os recursos para o crédito imobiliário bateram recorde neste ano, chegando aos R$ 2 trilhões, o que representa uma alta de 25% no período (julho de 2021 a julho de 2023), de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

 

Vale lembrar que colocar o imóvel objeto do financiamento como garantia do contrato em caso de débitos é um procedimento que ocorre desde 1997, e que o julgamento do STF desta quinta apenas reconheceu a constitucionalidade do mecanismo.

 

VOTAÇÃO

O julgamento sobre alienação fiduciária no STF teve como processo de referência o recurso de um devedor de São Paulo contra a Caixa Econômica Federal. Ele alega que a permissão para que o credor retomar o patrimônio sem a participação do Judiciário viola processo legal e que essa possibilidade deve ser "repudiada pelo Estado democrático de Direito" e, portanto, deveria ser considerada inconstitucional. 

 

Durante a discussão no STF foram oito votos a favor da constitucionalidade do mecanismo e dois contrários. Um dos votos favoráveis foi do ministro Luiz Fux, que alegou que o procedimento não é aleatório ou unilateral dos credores, porque os contratos tiveram anuência de ambas partes, ou seja, não há uma violação do que fora acordado.

 

A tese firmada pelo Supremo, com esse caso, foi que "é constitucional o procedimento da lei 9.514/97 para execução da cláusula de alienação fiduciária e garantia, haja vista compatibilidade com as garantias previstas na Constituição Federal."

 

Plenário do STF durante sessão de julgamento | Foto: Carlos Moura/STF

 

Ao Bahia Notícias, Ivan Pires destacou que concorda com a opinião do ministro, principalmente porque o procedimento de retomada do bem não ocorre de maneira imediata, uma vez que o beneficiário é notificado para poder efetuar o pagamento do débito em até 15 dias. Além disso, caso haja uma irregularidade no procedimento de alienação fiduciária, isso pode ser discutido judicialmente e, se necessário, uma anulação seria tramitada.

 

“Em regra, eu concordo com ele [Luiz Fux], até mesmo porque é um procedimento extrajudicial no cartório que havendo qualquer irregularidade, pode ser discutido judicialmente. Pode-se haver uma anulação desse procedimento por parte do Judiciário, caso exista alguma irregularidade. E também é facultado ao consumidor a ampla defesa. Ele é notificado antes e não é um procedimento imediato de retomada desse bem. Tem o prazo de 15 dias para ele pagar esse débito junto ao banco e caso não haja o pagamento, o banco assim procede com o requerimento de consolidação desse bem para a sua propriedade”, afirmou Ivan Pires.

 

O voto do ministro Luiz Fux foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.

 

Edson Fachin e Cármen Lúcia discordaram. Segundo Fachin, a medida "confere poderes excepcionais a uma das partes do negócio jurídico, restringe de forma desproporcional o âmbito de proteção do direito fundamental à moradia".

 

Ivan Pires discordou da alegação feita pelo ministro. Na opinião do advogado, não existe falta de proteção porque, em caso de irregularidade, o judiciário pode intervir.

 

“Ele [Edson Fachin] fala como se o consumidor não tivesse protegido no procedimento e fosse uma ação unilateral das instituições credoras. Mas não existe essa ausência de proteção, porque se houver qualquer irregularidade, vai haver um controle do Judiciário, porque o consumidor é notificado desse procedimento para que ele faça a apuração da mora [débito]. Ele tem a possibilidade de efetuar esse pagamento e de discutir o procedimento se houver alguma irregularidade. Eu não vejo nenhuma irregularidade neste procedimento e também não entendo como algo unilateral, já que o consumidor também participa. Não é o banco que vai chegar lá e tomar o imóvel dele. O devedor é notificado de que o procedimento foi iniciado e também lhe é facultado a possibilidade de efetuar o pagamento e também discutir este procedimento caso haja alguma irregularidade”, destacou Ivan Pires.

 

Os contratos que são alvos da legislação fazem parte do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), em que se negociam propriedades com valores que podem passar de R$ 1,5 milhão.

Concurso da UFS oferta 91 vagas; veja a distribuição dos cargos

  em 27 out, 2023 14:45

Concurso da Universidade Federal de Sergipe oferta 91 vagas (Foto: Adilson Andrade/UFS)

A Universidade Federal de Sergipe está com inscrições abertas para o Concurso Público para a carreira de Técnico Administrativo em Educação (TAE), para nível médio e superior, sob regime estatutário. As inscrições estão abertas até as 23h59 do dia 26/11/2023. No total, são ofertadas 91 vagas para 29 cargos.

“A publicação do concurso público é uma ação de planejamento da instituição. Tínhamos um quantitativo de vagas fruto do desligamento de servidores e para que pudéssemos consolidar as ações da Universidade, precisamos construir esse novo concurso, mais amplo do que o anterior, realizado em 2017. Com isso, a gestão busca atender as demandas da nossa comunidade, qualificar ainda mais o nosso serviço, o nosso ensino e consolidar todas as ações da UFS”, ressalta do profº Valter Santana, reitor da UFS.

Além das vagas de ampla concorrência, o edital prevê vagas reservadas para pessoa com deficiência (PcD) e aos candidatos negros. A taxa de inscrição varia de R$ 70,00 a R$150,00, a depender do tipo de cargo. Já a remuneração bruta inicial varia de R$2.120,13 a R$4.556,92.

“O concurso é fundamental para assegurar que a UFS continue oferecendo educação de alta qualidade. É uma ferramenta necessária na seleção dos profissionais mais qualificados para desempenhar funções essenciais na formação de futuros profissionais e no avanço do conhecimento científico.”, afirma a profª Thais Ettinger, Pró-reitora de Gestão de Pessoas da UFS.

As provas são de questões objetivas de língua portuguesa, raciocínio lógico, informática, legislação e conhecimentos específicos. A prova está prevista para o dia 28 de janeiro de 2024, nas cidades de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão. O concurso tem prazo de validade de 2 anos, a contar da data de homologação do resultado, podendo ser prorrogado por igual período. O edital completo e as inscrições estão disponíveis através do endereço eletrônico www.institutoaocp.org.br.

As provas são de questões objetivas de língua portuguesa, raciocínio lógico, informática, legislação e conhecimentos específicos. A prova está prevista para o dia 28 de janeiro de 2024, nas cidades de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão. O concurso tem prazo de validade de 2 anos, a contar da data de homologação do resultado, podendo ser prorrogado por igual período. O edital completo e as inscrições estão disponíveis através do endereço eletrônico www.institutoaocp.org.br.

Veja a distribuição das vagas

(Foto: divulgação/UFS)

por João Paulo Schneider

Com informações da UFS

INFONET

Sergipe tem 94.388 mulheres a mais do que homens, aponta IBGE

 em 27 out, 2023 15:10

A cada 100 mulheres, há pelo menos 91,81 homens no estado de Sergipe (Foto: Freepik)

A população feminina em Sergipe continua maior do que a população masculina, segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado na manhã desta sexta-feira, 27.

De acordo com os dados, são pelo menos 94.388 mulheres a mais do que homens, ou seja, a cada 100 mulheres, há pelo menos 91,81 homens no estado de Sergipe.

A diferença relativa no número de homens e mulheres vêm aumentando no estado desde o Censo de 2000 com intensificação entre o Censo de 2010 e o Censo de 2022.

Os municípios da região do São Francisco costumam ter razões de sexo mais elevadas, havendo mais homens em locais como Canhoba, Gararu, Itabi, Brejo Grande e Poço Redondo.

Capital sergipana 

Em Aracaju, a diferença é menor. São cerca de 50 mil mulheres a mais do que homens. Em Nossa Senhora do Socorro, havia cerca de 10 mil mulheres a mais do que homens.

Esse padrão se repete nos demais municípios da região metropolitana de Aracaju, com menos intensidade.

por Beatriz Fernandes e João Paulo Schneider 

INFONET

Poder público não tem chance de vencer o combate contra milicianos e traficantes


4 coisas para diminuir a criminalidade ao invés de reduzir a maioridade  penal

Crime e castigo se repetem, sem haver expectativa de solução

Roberto Nascimento

As favelas, que o politicamente correto exige sejam chamadas de comunidades, não têm nenhuma relação de causa e efeito com o aumento do poderio do narcotráfico e das milícias. Um belo exemplo foi a apreensão pelos agentes da Polícia Federal, semana passada, de 47 fuzis numa mansão da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

É no luxo dos bairros nobres que devem ser procurados e presos os maiores chefões do tráfico de drogas e do comércio de armas.

TUDO DOMINADO – Antes, o grande problema eram os narcotraficantes. Agora, as milícias já passaram ao primeiro plano e são muito mais maléficas. Na verdade, tomaram conta de muitas comunidades no Rio de Janeiro.

E os políticos são os maiores responsáveis. Lembro de um prefeito que confessou sua simpatia aos milicianos, sob o argumento de que não se metiam com drogas.

E hoje as milícias se tornaram um poder paralelo, sem controle algum e que têm representantes eleitos para o Congresso, Assembleia Legislativa e Câmaras de Vereadores.

SOB CONTROLE – Sem repressão pelas autoridades, as milícias controlam bairros inteiros, onde assumiram a venda de produtos essenciais, como água, gás, energia, gatonet, construção de prédios, compra e venda de imóveis etc. Controlam praticamente tudo nas favelas, cobrando taxas de segurança a moradores e comerciantes.

Há alguns anos as milícias vêm se expandindo, invadindo as áreas de proteção ambiental que ainda resistem na cidade, sem que o prefeito Eduardo Paes e o governador Cláudio Castro movam uma palha para impedir o avanço contra as florestas.

Esses políticos, que são dois zeros à esquerda, ainda pretendem nos incomodar por muito tempo. Cláudio Castro quer ser senador em 2026 e Eduardo Paes tem quase certeza de que será reeleito prefeito em 2024 para chegar a ser governador em 2026.

VOTA-SE MAL – Castro e Paes deveriam ser banidos da política, mas os eleitores têm votado tão mal ultimamente, numa vocação para o desastre, que é bem capaz de ambos serem eleitos, para acabar de vez com o Rio de Janeiro.

Governador e prefeito fazem vista grossa para as milícias e o narcotráfico, que marcam cada vez maior presença na política estadual, financiando as campanhas políticas de candidatos comprometidos com a causa do crime. Portanto, o Executivo e o Legislativo estão contra os interesses da população, e o Judiciário não tem como mudar esse quadro.

Sinceramente, não há como resolver o problema da criminalidade no Brasil de hoje. É triste chegar a essa conclusão, mas não há vontade política. E a situação não é nada diferente na maioria das capitais dos outros estados.

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Entregar ao Centrão os cofres da Caixa Econômica foi uma atitude deplorável

Publicado em 28 de outubro de 2023 por Tribuna da Internet

Notícias sobre Caixa Econômica Federal | VEJA

Charge do JCaesar (Veja)

Vicente Limongi Netto

Manchete sombria, que humilha e desmoraliza a ética e a isenção política, além de jogar no lixo o interesse público: “Lula demite presidente da Caixa Econômica e nomeia indicado do Centrão”. Melancólico e deplorável a atitude de Lula, véspera de completar 78 anos de idade. 

Sempre o maldito Centrão, o finório, guloso, privilegiado e poderoso esquema político do sinistro semipresidencialismo brasileiro. O Centrão dá as cartas. Manda, desmanda e ameaça. Próximos alvos do insaciável Centrão serão a Casa da Moeda, o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste.

O Centrão tem fortes influência e digitais nos três Poderes da nação. Sempre com ardor cívico. Em nome do Brasil.  Coitado do Palácio do Planalto se não atender as exigências nada republicanas dos caras lambidas do Centrão. É uma esmerada e azeitada milicia de engravatados. Unha encravada de Lula sem data para sarar. Comandada pelo ardiloso presidente da Câmara dos deputados, Arthur Lira.

REFORMA TRIBUTÁRIA -A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) avalia que o relatório da reforma tributária, apresentado pelo senador Eduardo Braga na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, traz diversos avanços em relação ao texto aprovado na Câmara dos Deputados.

A ampliação de segmentos em regimes especiais e com redução de alíquota, por exemplo, traz grande benefício para comércio, serviços e turismo.

MEDIDAS ACERTADAS – A ampliação, que inclui empresas de saneamento e transporte urbano de passageiros (rodoviário e metroviário), profissionais liberais e comunicação institucional, além de produtos da cesta básica estendida, fortalece esses segmentos e promove um ambiente mais favorável para o crescimento econômico.

No entanto, alguns pontos merecem atenção. A CNC destaca a importância de garantir que a carga tributária não aumente no Brasil, mas mostra preocupação de que a atual proposta concentre a arrecadação em setores como comércio, serviços e turismo, que já são significativamente onerados.

Isso pode ter reflexos negativos sobre índices de desigualdade e outros indicadores sociais, uma vez que muitos trabalhadores desses setores pertencem a grupos socialmente vulneráveis.

BERNARDO CABRAL – Depois de premiar grandes e pequenas figuras, pela passagem dos 35 anos da Constituição, com a estatueta de Rui Barbosa, o presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, faria bem indo ao Rio, evitando colossal ingratidão, para  entregar a estatueta a Bernardo Cabral, democrata e patriota que realmente trabalhou, com desassombro, na elaboração da Carta Magna.

Sobretudo. porque Bernardo foi presidente da OAB Nacional, função que também exerceu com inegável espirito público. Afixe-se e registre-se.

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