sexta-feira, junho 30, 2023

Voto de Cármen Lúcia forma maioria e torna Bolsonaro inelegível, com placar de 4 a 1


Futuro de Bolsonaro deve ser selado nesta sexta-feira (30) | Política

Cármen Lúcia acompanhou o voto de Benedito Gonçalves

Fernanda Vivas, Márcio Falcão e Pedro Alves Neto
TV Globo e g1 — Brasília

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria pela condenação e consequente inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (30). O julgamento foi retomado com o voto da ministra Cármen Lúcia.

Antes mesmo da leitura de uma síntese do voto, a ministra adiantou que se manifestaria pela condenação de Bolsonaro. Dessa forma, o placar ficou em 4 a 1 contra o ex-presidente. Esta é a quarta sessão para análise do caso. Ainda faltam os votos dos ministros Nunes Marques e Alexandre de Moraes, presidente da Corte.

A ACUSAÇÃO – Bolsonaro é julgado pela reunião com embaixadores estrangeiros, no Palácio da Alvorada, na qual difamou sem provas o sistema eleitoral brasileiro. O encontro foi transmitido pela TV oficial do governo. Na reunião — realizada às vésperas do início do período eleitoral — o ex-presidente fez ataques às urnas e ao sistema eleitoral, repetindo alegações já desmentidas de fraudes.

No julgamento no TSE, a defesa alegou que o sistema eletrônico de votação não pode ser considerado um tema tabu na democracia, e que a reunião foi um evento diplomático.

O vice na chapa de Bolsonaro, Braga Netto, que também é julgado, recebeu cinco votos pela absolvição. Portanto, já tem maioria a favor de si.

DIZ CÁRMEN LÚCIA – Primeira a votar nesta sexta-feira, a ministra Cármen Lúcia, vice-presidente do TSE, afirmou que Bolsonaro cometeu ataques graves e contundentes a ministros do STF e do TSE, com informações já refutadas.

Segundo a ministra, é possível haver críticas ao Judiciário, mas não pode um servidor público, em um espaço público, fazer “achaques” contra ministros, como se não estivesse atingindo a própria instituição. “Não há democracia sem Poder Judiciário independente”, afirmou.

Cármen Lúcia também assinalou que a reunião com embaixadores teve caráter eleitoreiro, e que o requisito da gravidade, ou seja, o impacto do ato no processo eleitoral, foi preenchido. Segundo a ministra, os embaixadores não eram eleitores, mas “reverberam”.

O QUE JÁ ACONTECEU –  Na terça-feira (27), o relator, ministro Benedito Gonçalves, concluiu que Bolsonaro deve ser condenado por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Qualquer ministro podia pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o processo, o que levaria a conclusão do julgamento para daqui a 90 dias. Mas não houve o pedido.

Nesta quinta-feira (29), um ministro votou pela absolvição, Raul Araújo, mas dois ministros concordaram com o relator: Floriano Marques e André Tavares.

Com a maioria dos ministros concordando com o relator, Bolsonaro sai do julgamento inelegível até 2030. Ele não poderia, portanto, nem disputar as próximas eleições municipais nem as estaduais e federais. No entanto, o ex-presidente não seria preso, porque essa ação no TSE não é do âmbito penal.

EXISTEM RECURSOS – Mesmo sendo condenado no Tribunal Superior Eleitoral, Bolsonaro pode recorrer ao próprio TSE ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do ex-presidente já sinalizou que pretende recorrer de uma eventual condenação. Há duas possibilidades de recursos:

1) Embargos de declaração, recurso que seria enviado ao próprio TSE. Nesse instrumento, a defesa aponta obscuridades e contradições, na tentativa de reverter um eventual resultado pela inelegibilidade e preparar terreno para outro recurso ao STF;

2) Recurso extraordinário, a ser enviado ao Supremo. O documento precisa apontar que uma eventual decisão do TSE pela inelegibilidade feriu princípios constitucionais.

VAI RECORRER – O advogado de Bolsonaro, Tarcísio Vieira, afirmou que já vê elementos para esse recurso, seguindo na linha à restrição do direito de defesa.

Os dois recursos têm prazo de três dias. Mas, se for apresentado primeiro o embargo de declaração, o prazo para o recurso extraordinário deixa de contar.

Antes de chegar ao Supremo Tribunal Federal, o recurso é apresentado ao próprio TSE, onde caberá o presidente Alexandre de Moraes verificar se os requisitos formais foram preenchidos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Foi um julgamento político. O advogado de Bolsonaro vai recorrer, não faltam argumentos para reverter a condenação, mas os ministros do TSE receberão os argumentos com ouvidos de mercador e olhar de paisagem.

Se Bolsonaro merece ser condenado, teria de ser por outros motivos,  jamais por haver reunido os embaixadores, que um mês antes tinham sido convocados pelo então presidente do TSE, Edson Fachin, para serem informados sobre as urnas eletrônicas, que são ilegais nos países deles.

Bem, tudo isso significa que o próprio TSE montou uma armadilha contra Bolsonaro, muito bem arquitetada. E é muito triste ver a Justiça se metendo em política, como está acontecendo desde a libertação do presidiário Lula da Silva, em 2019. Decisões políticas são medievais e não existem em países democráticos. A não ser no Brasil, é claro. (C.N.) 

Bolsonaro é condenado em julgamento político e sem bases jurídicas robustas

Publicado em 30 de junho de 2023 por Tribuna da Internet

Moraes rejeita ação do PL, aplica multa de R$ 22,9 milhões e bloqueia fundo partidário

Moraes até ironizou: “A justiça é cega, mas não é tola”

Matheus Teixeira, José Marques e Marcelo Rocha
Folha

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta sexta-feira (30) por 5 votos a 2 tornar Jair Messias Bolsonaro (PL) inelegível por oito anos. O ex-presidente, 68 anos, somente estará apto a se candidatar novamente em 2030, aos 75 anos, ficando afastado portanto de três eleições até lá (sendo uma delas a nacional de 2026).

Os ministros Benedito Gonçalves, Floriano de Azevedo Marques Neto, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes votaram para reconhecer o abuso de poder político e o uso indevido dos meios de comunicação por parte do ex-presidente.

Raul Araújo e Kassio Nunes Marques se manifestaram para livrá-lo da acusação.

REUNIÃO COM EMBAIXADORES – A ação julgada teve como foco a reunião em julho do ano passado com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

Na ocasião, a menos de três meses da eleição, Bolsonaro fez afirmações falsas e distorcidas sobre o processo eleitoral, alegando estar se baseando em dados oficiais, além de buscar desacreditar ministros do TSE.

A sessão desta sexta-feira foi aberta com o voto de Cármen. “De pronto, com todas as vênias do ministro Raul Araújo, estou anunciando à vossa excelência que estou acompanhando o ministro relator”, afirmou.

NUNES RECUSOU – Depois de Cármen Lúcia, votou o ministro Nunes Marques, que disse não ver gravidade suficiente para condenar Bolsonaro, mas defendeu o sistema de votação.

Em seguida, Alexandre de Moraes, presidente do tribunal, também acompanhou o relator, Benedito Gonçalves. O ministro classificou a reunião com embaixadores em que o ex-presidente desacreditou, sem provas, o sistema de votação como um “monólogo eleitoreiro”.

Além de ter declarado Bolsonaro inelegível, o TSE decidiu que o caso será encaminhado ao TCU (Tribunal de Contas da União) e a inquéritos criminais em curso no STF (Supremo Tribunal Federal) para apurar se cabem investigações contra Bolsonaro além da seara eleitoral. A corte de contas pode analisar, por exemplo, se houve uso indevido de prédio público, no caso o Palácio da Alvorada, para realização da reunião com os embaixadores.

FORA DO PÁREO – A inelegibilidade tira do páreo o hoje principal adversário do presidente Lula (PT) e obriga a direita a construir um nome para herdar o capital eleitoral de Bolsonaro no pleito de 2026.

Nesta sexta, Bolsonaro disse ter levado uma facada nas costas com a decisão do TSE. “Hoje vivemos aqui uma inelegibilidade. Não gostaria de me tornar inelegível. Na política, essa frase não é minha, ninguém mata, ninguém morre.”

O julgamento ocorre seis meses após a saída de Bolsonaro do cargo e tem como foco uma ação movida pelo PDT contra a chapa devido a reunião com os embaixadores. Ao longo de seu mandato, Bolsonaro, que foi a 42ª pessoa a exercer a Presidência, buscou desestabilizar o sistema eleitoral em vários momentos, inflamando apoiadores e contestando a confiabilidade da votação sem apresentar indícios nem provas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O placar já esperado em 6 a 1, por se tratar de um julgamento político. Mas houve dissenção de Raul Araújo, que assim se refez de sua omissão no julgamento de Deltan Dallagnol, quando permitiu que o relator Benedito Gonçalves invertesse a jurisprudência do TSE para cassar o deputado, distorcendo o resultado de acórdão anterior, redigido pelo próprio Araújo, cujo teor livraria Dallagnol da condenação.

Raul Araújo deu um voto sereno e equilibrado, sem os excessos pirotécnicos do relator e dos ministros que acompanharam o voto dele, inclusive Moraes, que fez até ironia: “A Justiça é cega, mas não é tola”, disse, acrescentando que a decisão tem efeito didático “para que pré-candidatos e candidatos não se utilizem de seus cargos públicos para disseminar notícias fraudulentas sobre o sistema eleitoral”. E complementou, em sua eterna posição de dono da verdade: “Liberdade de expressão não é liberdade de agressão, não é a consagração da desinformação”,

Assim, conforme previmos, prevaleceu a condenação pelo “conjunto da obra”, uma decisão verdadeiramente antijurídica, que envergonha a Justiça perante a jurisprudência do próprio TSE, que sempre exigiu mais rigor nas provas de abuso de poder, sem argumentos meramente políticos. O assunto é apaixonante e voltaremos a ele. (C.N.)

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Ministério Público ajuíza Ação Civil Pública pedindo o afastamento de familiares de prefeito

 

MP Sergipe

O Ministério Público de Sergipe, por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Neópolis, com abrangência do Município de Japoatã, ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) pedindo o afastamento de dois parentes do Prefeito de Japoatã, nomeados como Secretários Municipais.

GACC / SE (arquivo)

O pedido ao Poder Judiciário também inclui que os cargos sejam ocupados por profissionais com qualificação técnica para as funções, sob pena de afastamento do gestor maior (Prefeito) e de proibição de o Município realizar atos administrativos e de ordem financeira, a exemplo de contratos, licitações, empenhos, eventos artísticos e culturais, entre outras atividades da gestão pública.

Importa destacar que a Promotoria de Justiça já havia recomendado ao Prefeito do Município o afastamento dos parentes, por se configurar a prática de improbidade administrativa, especificando que os atos “contrariam os princípios da administração pública, violando os deveres de honestidade, de imparcialidade e de legalidade, caracterizados pela conduta de nomear cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, […] para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta”, mas o Município não cumpriu a Recomendação do MPSE.

No pedido final ao Poder Judiciário, o MPSE requer as condenações dos requeridos às sanções descritas no artigo 12, inciso III, da Lei de Improbidade Administrativa.

https://www.nenoticias.com.br/mp-ajuiza-acao-civil-publica-pedindo-o-afastamento-de-familiares-de-prefeito/

Nota da redação deste Blog  - Viva o prefeito de Jeremoabo que loteou as secertárias empregrando a " famiglia" através do nepotismo, desrespeita a Constituição Federall, tudo isso amparado na impunidade.

É o imperador de Jeremoabo  que tem carta branca  para praticar improbidade devido a omossão das autoridades responsáveis.

quinta-feira, junho 29, 2023

MEDO E RESISTÊNCIA EM ADMITIR QUE ERROU OU ESTÁ AGINDO ERRADO.

Por`José Mário Varjão

 Qualquer crítica feita a uma pessoa pública, especialmente se detentora de cargo eletivo, de imediato salta aos olhos dos seus correligionários como sendo narrativas de pessoas da oposição, sem sequer, fazerem uma simples análise daquilo que foi dito e ou escrito, isto é fato, presente e corriqueiro em nosso dia a dia. Enquanto isso, o infrator se vê cercado de elogios e de afirmações de que os antecessores que fizeram pior, nada aconteceu até o momento, então, por que com ele agora irá dar alguma coisa. 

O infrator que não tem ouvidos para críticas, envaide-se com os elogios que ouve e deixa seu EGO transbordar de idiotices e hipocrisias, ancoradas em afirmações de quem não sabe o que diz, já que fala por ouvir dizer.

O infrator que só ouve o que lhe interessa, tende a distorcer a realidade dos fatos, buscando culpados ou afirmando desconhecer qualquer fato agravante contra sua pessoa, assim, esconde-se em seu falso manto legalidades por julgamento próprio, enquanto teima de forma a não aceitar que errou e ou continua errando, já que acredita, que aceitando o erro oriundo da crítica feita, estará admitindo ser um tolo, ou ainda, não dispor de inteligência o bastante para ser o que ela (pessoa), imagina ser perante o seu meio social, desta forma, engana a si, imaginando estar ludibriando a verdade que todos já conhecem.

Segundo os estudiosos do assunto, o medo faz parte do nosso processo evolutivo e é muito presente no nosso ambiente de trabalho, entretanto, a maioria prefere não reconhecer esta realidade, enquanto continua a praticar erros em seu cotidiano, e assim os repete de forma constante, sem que haja reconhecimento dessa prática, realidade que psicólogos entendem coimo sendo uma prática inconsciente.

Segundo a psicoterapeuta Clarice Barbosa: “Existem pessoas que não assumem erros, sempre têm respostas prontas e colocam o erro nos outros. Elas lidam com o erro se justificando. Normalmente, são pessoas resistentes a mudanças e que têm dificuldade em assumir falhas. Na infância, eram muito protegidas pela família”.

A verdade é que aceitar erros é ferir o próprio Ego, pois a pessoa que se habitua a prática de erros e se recusa a aceitar tal fato, vê no erro apenas fraqueza e ignorância sobre a coisa praticada, conceito que não converge para a sua linha de pensar e agir, considerando que se assim admitir, estará dizendo para os demais seguidores, que ele não é o Líder forte e capaz, que tanto busca fazerem acreditar. Pode até chorar sozinho no banheiro, mas jamais na presença daqueles que o veem como sendo uma pessoa forte e infalível.

Pessoas com esse comportamento não admitem fazer a autocrítica, esquecendo que tal ato serve para reconhecer suas qualidades, assim como, também os seus defeitos, tendo em vista que ao identificar seus pontos falhos (erros), estará contribuindo diretamente para melhorar os seus acertos nos diversos contextos do seu meio social.

Precedi esta argumentação para falar da matéria publicada no Blog dedemontalvao, na data de hoje, 29/06/2023, que traz como título: DENÚNCIA CRIMINAL OFERECIDA CONTRA PREFEITO DE JEREMOABO. PLENO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA, QUE POR UNANIMIDADE, TORNA RÉU A PESSOA DO PREFEITO...

Mais uma vez ratifico o que disse a esse cidadão, pouco dias após ser declarado Prefeito eleito do município de Jeremoabo, em 3 de junho de 2018. Não sei precisar se no dia 16 ou 17 do citado mês, após ser convidado para sua festa(Alvorada), no posto de Combustível de sua propriedade, agradeci pelo convite e disse: a partir de hoje não conte mais com o meu apoio, pois para mim, você já começou errado, o cidadão sequer perguntou a razão da minha afirmação, apenas enviou um áudio dizendo: não admito que alguém diga que eu comecei errado. Nada respondi, pois o Senhor Tempo me ensinou a esperar, eis que tantas respostas tem chegado, mas, enquanto isso, os tradicionais “Chupins da Vida”, preferem alimentar o Ego desse Senhor, que consciente nesta data ou mesmo inconsciente da sua realidade, caminha hoje a passos largos para o cadafalso, de forma irreversível.

Diante desta realidade inquestionável, resta-me dizer: coitado do povo jeremoabense que depende da Prefeitura, pois dias negros já despontam no horizonte próximo.

Nota da redação deste Blog -  A respeito desse artigo de José Mário quero mais uma vez informar que:

Com a decisão,do TJBA foi instaurada uma ação penal contra o prefeito Deri do Paloma que agora se torna réu.

Já que o prefeito Deri do Paloma gosta de Puxa-sacos, reproduzo a seguinte matéria:

Os Políticos e os puxa-sacos















O PUXA SAQUISMO...
A história da humanidade está cheia
 de puxa-sacos. Eles são parasitas
 que florescem a sombra de quem
 tem poder.
 “O puxa-saco não nasce, ele brota”. 
Você convive com pelo menos um 
deles em seu trabalho, porque qualquer
 órgão tem um puxa-saco de plantão. 

O legítimo puxa-saco transforma respeito em veneração. O que o chefe pedir, o puxa-saco faz. E quando chefe não pede, ele se oferece para fazer. O puxa-saco chega antes do chefe e não vai embora enquanto o chefe não for. E gosta de mostrar uma intimidade que não existe. Na festinha de aniversário do chefe, é ele quem puxa o coro do pique-pique. Ele até tem uma frase reveladora: "Chefe, sem querer ser puxa-saco!”. Se for desprezado ou criticado, o puxa-saco não se encolhe e nem desiste. Pelo contrário, ele aumenta a dose de puxa-saquismo.

Infelizmente, a grande maioria dos políticos, principalmente os detentores de mandatos, adora a companhia de um assessor puxa-saco, a tradicional figura do bajulador.

Os políticos (salvo raríssimas exceções) adoram os puxa-sacos por serem adeptos da pratica da bajulação. Esta figura desprezível, dentro de sua versatilidade, consegue interpretar e conviver com a maior tranqüilidade. Ele é servil, dedicado, submisso, esforça-se ao máximo para agradar, submete-se a qualquer sacrifício, não tem preconceito nem partido político, não torce por nenhum time de futebol, está sempre disposto, é inimigo do mau-humor, não guarda rancor e ainda trata seu ídolo de doutor. 

Detentores de mandato não buscam na grande maioria das vezes, verificar estas figuras. Altas autoridades têm sido também vítimas passivas de informações distorcidas, induzido-as ao erro ou a injustiça. Muitas decisões infelizmente têm sido tomadas com base unicamente em fofocas ou em pareceres medíocres.

O profissional de bajulação torna-se tão versátil que, mesmo em ocasiões de troca de poder, facilmente consegue inverter a situação a seu favor. Não importa o vencedor do pleito. Situação ou oposição, o importante é o poder, sua área sagrada de atuação, esteja constituído, o resto ele sabe interpretar. Tipo camaleão transforma-se rapidamente em fervoroso defensor da bandeira de quem esteja comandando.

Analisando as ocorrências políticas e os fatos históricos, podemos chegar efetivamente a triste conclusão de que este mal está vencendo os "espaços" para o bom profissional, a valorização de servidores, o respeito para com o cidadão simples, perde para aqueles inescrupulosos que por pressão, chantagem ou através da fofoca acabam mesmo assumindo posições e posições. No campo político-administrativo, parece até que quanto mais safadeza tiver no currículo, mas chance tem de galgar altos cargos ou altos salários.

O certo é que o mal está vencendo, porque os filhos das trevas são habilidosos em suas artimanhas e armações. Enquanto presenciamos de forma angustiante, o mal proliferando. A fofoca e o puxa-saquismo são os grandes males. Sem dúvida algumas desta “doenças” permeiam a administração pública e ganham notável ênfase no âmbito do parlamento. A cada dia novas ocorrências de lamentáveis casos de prejuízos em decorrência da ação de uma fofoca, da falta de escrúpulo de um espertalhão.

O puxa-saco, também conhecido por lambe-botas, baba-ovo, cheira-cheira, ou qualquer outro nome que se queira dar é aquele elemento (homem ou mulher) que conserva o incontrolável hábito de não medir esforços para agradar alguém, de preferência superior na hierarquia. Seu vício é pior que a droga é capaz de moldar o corpo e a alma. Os danos em alguns casos são irreparáveis. Funcionários são colocados em funções marginais por conta da fofoca ou da falta de escrúpulo de um maldito puxa-saco. 

Para o puxa-saco vale tudo, o que importar é agradar o chefe. Alguns conseguem se sobressair de tal forma que viram até mesmo autoridade. Outros são tão apelativos que quase sempre deixam seus superiores em situação comprometedora ou constrangedora. O preocupante é que o puxa-saco na ânsia de ganhar a estima e atenção do chefe acaba prejudicando seus companheiros de trabalho.

É preciso então atenção redobrada para diagnosticar prematuramente um vírus desta estirpe. Um puxa-saco profissional pode ser detectado à distância. Suas características principais: acentuada flexibilidade na coluna, pronta para concordar com tudo em forma de complemento oriental; o excessivo derramamento de elogios, sugestões (mesmo descabidas); sorrisos e ternura com o ser protegido, podendo ainda, em situações de contrariedade, tornar-se agressivo na defesa de seus ídolos.

A figura do puxa-saco não é um vírus exclusivo do Executivo. O maldito tem uma carreira mais rápida no âmbito da área política. Inventam até pareceres ou normas, que via de regra não passa mesmo de quem quer vender uma imagem de austeridade, competência e zelo pela coisa pública. Tudo balela, geralmente são amadores, querendo "vender" sabedoria, mas infelizmente, tem quem "compre".

Senhor Nosso Deus de infinita bondade. Neste momento de grande turbulência, abençoais os nossos Políticos, e ao povo que convive com os puxa saco, queremos justiça, pedimos a tua proteção e a tua benção e a tua graças, aos mais humildes, perseguidos e injustiçados.

Autor: Dejair Soares
http://www.blogdocolares.com/

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