quarta-feira, março 15, 2023

Ações de bancos europeus desabam, devido ao Credit Suisse, e ameaçam a economia global


Fachada do banco suíço Credit Suisse em frente a uma filial em Berna, Suíça, em 29 de novembro de 2022. — Foto: REUTERS/Arnd Wiegmann/File Photo

Arábia suspende apoio e o Credit Suisse entra em parafuso

Noele Illien
UOL (Reuters)

O Credit Suisse despencou nesta quarta-feira (15) na Bolsa, renovando mínimas históricas, depois que seu maior investidor afirmou que não poderia fornecer ao banco suíço mais assistência financeira por questões regulatórias.

“Não podemos, porque iríamos acima de 10%. É uma questão regulatória”, disse o presidente do conselho de administração do Saudi National Bank, Ammar Al Khudairy, nesta quarta-feira.

SUPERQUEDA – As ações do Credit Suisse fecharam a 1,70 franco suíço, em queda de 24,2%, vindas de uma sequência de perdas. No pior momento, chegaram a cair quase 30%, a 1,57 franco suíço.

O banco saudita adquiriu uma fatia de quase 10% no ano passado depois de participar do aumento de capital do Credit Suisse e se comprometeu a investir até 1,5 bilhão de francos suíços (1,5 bilhão de dólares) na instituição.

O tombo das ações do Credit Suisse pressionava os mercados de ações de forma geral, uma vez que reacende parte do nervosismo entre os investidores sobre a resiliência do sistema bancário global após o colapso do norte-americano Silicon Valley Bank no final de semana.

HÁ QUEM GANHE? – Falando em uma conferência do Morgan Stanley nesta quarta-feira, Ralph Hamers, presidente-executivo do rival suíço UBS, disse que o banco se beneficiou da recente turbulência do mercado e viu entradas de dinheiro.

“Nos últimos dias, como você pode esperar, vimos fluxos de entrada”, disse Hamers. “É claramente uma fuga para a segurança, mas acho que três dias não são uma tendência.”

O Credit Suisse publicou na terça-feira seu relatório anual de 2022 dizendo que o banco identificou “fraquezas materiais” nos controles sobre relatórios financeiros e que as saídas de clientes ainda não acabaram.

SÉRIE DE ESCÂNDALOS – O segundo maior banco da Suíça está tentando se recuperar de uma série de escândalos que minaram a confiança de investidores e clientes. As saídas de clientes no quarto trimestre aumentaram para mais de 110 bilhões de francos suíços (120 bilhões de dólares).

O custo de garantir os títulos do banco contra a inadimplência disparou. Os CDS de cinco anos sobre a dívida do Credit Suisse aumentaram para 574 pontos-base, de 549 bps no último fechamento, de acordo com dados da S&P Global Market Intelligence, marcando um novo recorde.

No início desta semana, o presidente-executivo do Credit Suisse, Ulrich Koerner, disse em uma conferência que o índice de cobertura de liquidez do banco foi em média de 150% no primeiro trimestre deste ano – bem acima dos requisitos regulatórios. Mas isso não foi suficiente.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Enquanto a tempestade financeira açoita os países desenvolvidos, os bancos brasileiros não estão nem aí, porque seus lucros estão garantidos no capitalismo sem risco criado aqui do lado debaixo do Equador. Enquanto houver “operações compromissadas” e “overnight” no sistema financeiros da filial Brazil, os bancos são inatingíveis pelas crises, enquanto o país fica cada vez mais endividado. Mas quem se interessa? (C.N.)


Bolsonaro diz que TSE pode torná-lo inelegível, mas não acredita na possibilidade de prisão


Bolsonaro diz que pode voltar dia 29, mas ainda não confirma

Matheus Tupina
Folha

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (14) que pode voltar ao Brasil no dia 29 de março, mas que estudará a situação do país uma semana antes para tornar definitivo ou não o seu retorno.

Questionado se tentará concorrer ao Planalto em 2026, Bolsonaro respondeu afirmando que não é alvo de acusações de corrupção e mencionou a hipótese de se tornar inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por causa de reunião com embaixadores promovida no ano passado na qual criticou, sem provas, o sistema de votação. “Existe essa possibilidade de inelegibilidade, sim. A questão de prisão, só se for uma arbitrariedade”, disse.

MICHELLE CANDIDATA? – Em evento com brasileiros nos EUA, ele ainda disse que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não é candidata a nenhum cargo do Executivo, apesar de tê-lo ajudado na campanha eleitoral e, segundo ele, ter habilidades políticas.

Sobre o retorno ao Brasil, afirmou: “Eu sempre marco uma data para voltar, a data agora marcada é dia 29 deste mês. Quando falta uma semana, a gente estuda a situação, como é que tá o Brasil, como estão os contatos aqui.”

O ex-mandatário afirmou que Michelle possui habilidades políticas, boa oratória e o ajudou na sua frustrada candidatura à reeleição. Disse também que ela chegou a “ser lançada” à Presidência para 2026, mas que “ficou revoltada”. “Não é candidata para o Executivo”, disse Bolsonaro.

CÂMARA OU SENADO – Ele, porém, não negou a possibilidade de ela disputar outros cargos, referindo-se ao Legislativo. “Ela pode realmente aí disputar um cargo eletivo”, disse, citando depois os cargos de deputada federal e senadora. A ex-primeira-dama também compareceu ao evento. Ela viajou nesta terça-feira para os Estados Unidos.

O ex-presidente aproveitou para defender os presos após os ataques golpistas de 8 de janeiro em Brasília, afirmando que eles não se enquadram em nenhum dos crimes imputados. “O objetivo, no meu entender, disso tudo, é tentar sepultar a direita que mal nasceu”, afirmou.

A fala sobre uma possível volta ao Brasil ocorre após Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho e senador, anunciar a volta do pai para o dia 15 deste mês, mas recuar poucos minutos depois.

ESCREVEU FLÁVIO – “Acabou a espera! Bolsonaro vem aí! No dia 15 de março, o nosso Johnny Bravo volta para o Brasil. Já pode pendurar a bandeira verde e amarela e vestir as cores do nosso País. Juntos, vamos fazer uma oposição forte e responsável, pelo bem do nosso Brasil. Deus, pátria e família!”, escreveu o primogênito de Bolsonaro.

O ex-presidente viajou para os EUA em 30 de dezembro de 2022, um dia antes de deixar a Presidência, e, rompendo uma tradição democrática, não passou a faixa presidencial para seu sucessor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Agora, nesta terça-feira, ele e a ex-primeira dama se reencontraram pela primeira vez após o surgimento do escândalo das joias da arábia, apreendidas pela Receita Federal e que supostamente seriam para Michelle.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Bolsonaro responde a 16 processos eleitorais. Pode se tornar inelegível, é claro, mas não há possibilidade de prendê-lo, porque ainda nem existe processo criminal contra ele, que responde a vários inquéritos em andamento, mas ainda não houve denúncia formal(C.N.)

As Organizações do Terceiro Setor e a Previdência Social .Professor Dout...

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José Eduardo Sabo Paes é procurador de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Instituição que integra desde 1989, onde atuou como Promotor de Justiça, Curador de Fundações, Diretor-Geral e Procurador–Geral de Justiça. Doutor em Direito Constitucional pela Universidade Complutense de Madri, Espanha. É Professor do Programa de Mestrado da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Brasília e Coordenador do NEPATS – Núcleo de Estudos e Pesquisa Avançada do Terceiro Setor.

Natural de Ijuí (RS), Sabo morou em diferentes cidades e regiões do país durante parte da infância.

https://www.anasps.org.br/conheca-a-historia-de-jose-eduardo-sabo-paes/

1º SeDiS: "As Organizações do Terceiro Setor e a Previdência Social"

Moro ataca Zanin e candidatos ao STF temem ajuda indireta a advogado

Terça-Feira, 14/03/2023 - 15h20

Por Mônica Bergamo | Folhapress

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apoiadores de candidatos à vaga de Ricardo Lewandowski no Supremo Tribunal Federal (STF) ficaram tensos com as críticas que o senador Sergio Moro (União Brasil) fez ao advogado Cristiano Zanin, que defendeu Lula (PT) na Operação Lava Jato e é tido como um dos preferidos para ocupar o cargo.
 

Eles acreditam que os ataques de Moro a Zanin reavivam em Lula a memória do que definem como perseguição sofrida por ele na Justiça. E reforça ainda mais a preferência pelo defensor, já enaltecido pelo presidente publicamente.
 

Moro estaria, assim, reforçando, na prática, a campanha para que o advogado seja indicado — ainda que não perceba.
 

Zanin foi, durante os anos da Lava Jato, um dos principais contrapontos à atuação de Moro, e personificou a resistência de Lula na prisão. Quanto mais apanhar do ex-juiz, portanto, ainda mais bem posicionado ficaria para a indicação.

Ministério da Saúde deixou vencer 39 milhões de vacinas contra Covid avaliadas em R$ 2 bilhões

Terça-Feira, 14/03/2023 - 20h40

Por Mateus Vargas, Raquel Lopes e Constança Rezende | Folhapress

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Foto: Camila Souza / GOVBA

O Ministério da Saúde perdeu ao menos 38,9 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, avaliadas em cerca de R$ 2 bilhões.
 

Desse total, cerca de 2 milhões de unidades foram descartadas e 31 milhões estão encaminhadas para incineração. Os 5,9 milhões restantes ainda serão encaminhados para descarte, de acordo com o Ministério da Saúde.
 

Em seu site, a pasta afirma que 399 milhões de doses contra a Covid foram aplicadas até hoje no país.
 

Integrantes da Saúde culpam o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo acúmulo de doses. Afirmam ainda que estudam doar vacinas a outros países como uma das formas de evitar novas perdas.
 

A pasta diz, ainda, que 5 milhões de unidades vencem nos próximos 90 dias. E que mais 15 milhões de imunizantes podem ser descartados nos próximos seis meses.
 

Estados e municípios ainda costumam rejeitar lotes com validade curta. Justamente pelo risco de o produto vencer.
 

Atual secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel disse que a gestão Bolsonaro nem sequer compartilhou dados sobre os estoques com a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a transição de governo.
 

"A gente pegou um governo com estoque de vacinas vencidas e para vencer, enquanto aquelas que precisávamos não tinham estoque. Não havia nem contrato [encomendando as doses] no caso das vacinas pediátricas e bivalentes", disse.
 

"Se não fosse o negacionismo, essas doses não estariam nos estoques. Se tivesse acontecido um esforço, como estamos fazendo agora, com campanhas educativas, alinhamento com gestores municipais e estaduais, essas vacinas não teriam vencido", acrescentou a secretária.
 

Segundo o ministério, cerca de 2 milhões de doses perderam a validade ainda em 2021. São lotes doados pelos Estados Unidos, já incinerados.
 

Outros 9,9 milhões de vacinas expiraram em 2022. A partir de janeiro de 2023, perderam a validade mais 27,1 milhões de imunizantes para a Covid.
 

Procurado, o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse que seus secretários eram os responsáveis pelo controle dos estoques.
 

"As vacinas foram adquiridas em função da população brasileira, como sabemos, a adesão às vacinas diminuiu depois do controle sanitário da doença em todo o mundo. Pelo que fui informado, a maior parte das vacinas vencidas são da Fiocruz", afirmou Queiroga.
 

Em nota, a Saúde afirma que "a atual gestão do Ministério da Saúde se deparou [ao assumir o governo] com um cenário de 27,1 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 sem tempo hábil para distribuição e uso".
 

A reportagem pediu, via Lei de Acesso à Informação (LAI), dados sobre vacinas perdidas e recebeu a resposta de que 33 milhões de doses já foram descartadas ou enviadas para incineração. Depois, ao questionar o Ministério da Saúde, a assessoria de imprensa da pasta informou que há outras 5,9 milhões de doses vencidas, que ainda serão encaminhadas para incineração.
 

Desse grupo, cerca de 13 milhões de imunizantes, avaliados em R$ 415 milhões, perderam a validade até o fim de 2022. O resto, mais de 20 milhões de unidades, compradas por R$ 740 milhões, venceram em 2023.
 

A tabela enviada pelo Ministério da Saúde não detalha se todas as vacinas foram perdidas por causa do fim da validade ou se, por exemplo, algum lote foi reprovado em testes de qualidade.
 

Os dados enviados pela pasta não confirmam o modelo de vacina que perdeu a validade. A partir dos números de lote, é possível verificar que ao menos doses da Coronavac e da AstraZeneca/Fiocruz foram ou serão descartadas.
 

A equipe de Saúde do governo de transição tratou o estoque de vacinas prestes a vencer como uma espécie de herança maldita. No relatório final, o grupo disse que havia "grande quantidade de vacinas com prazo de vencimento muito curto, por falha no planejamento, monitoramento e gerenciamento dos estoques".
 

Desde 2018 as informações sobre estoques do Ministério da Saúde, inclusive de produtos vencidos, estão sob sigilo. A Folha de S.Paulo fez diversos pedidos de acesso durante a gestão Bolsonaro, todos negados.
 

A equipe de Lula decidiu compartilhar, por enquanto, os estoques perdidos.
 

A secretária Ethel Maciel complementa que a pasta se preocupa com as doses que vencem nos próximos três meses. "As outras têm prazo de um ano, seis meses, e não temos preocupação com elas porque a gente está nesse movimento nacional pela vacinação e várias ações estão sendo pactuadas", disse.
 

Bolsonaro estimulou a desinformação sobre as vacinas da Covid-19. Ele chegou a ameaçar expor servidores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que participaram da liberação da aplicação de doses em crianças.
 

Ao tomar posse, a atual ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que houve um "período de obscurantismo de negação da ciência" durante a gestão anterior.
 

Órgãos de controle, além de gestores do SUS, fizeram diversos alertas na gestão Bolsonaro sobre o risco de as vacinas perderem a validade.
 

Como mostrou a Folha de S.Paulo em junho de 2021, documentos de auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apontavam o risco de a Saúde perder cerca de 28 milhões de doses até agosto daquele ano.
 

A Saúde já havia deixado vencer um estoque avaliado em R$ 243 milhões de vacinas, além de testes e outros itens, como também revelou a Folha de S.Paulo, em 2021. Quase todos os produtos perderam a validade na gestão Bolsonaro.
 

O TCU confirmou, no começo de março, que cerca de 2 milhões de doses de vacinas da Covid doadas pelos Estados Unidos foram descartadas.
 

Os ministros do tribunal decidiram aplicar multa de R$ 1 milhão ao general da reserva Ridauto Ribeiro, ex-diretor de logística da Saúde, e a Rosana Leite, ex-secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, sob argumento de que faltou planejamento ao aceitar uma doação de doses com validade curta.
 

Os lotes doados chegaram ao Brasil cerca de um mês antes do fim da vida útil.
 

Procurado, Ridauto disse que todas as doses recebidas durante sua gestão foram mantidas em "perfeitas condições de armazenagem", "não tendo havido qualquer perda de vacinas de Covid por dano ou armazenagem inadequada".
 

"Quanto à decisão de se adquirir ou receber vacinas (e das quantidades a serem adquiridas), ou a utilização desse material, ou seja, a decisão de enviá-lo ou não aos estados e DF, isso não competia ao órgão que eu dirigia, o Dlog", afirmou ainda. Ele declarou que os "gestores competentes" devem responder pelas compras e pelo período em que as doses ficaram estocadas.
 

Rosana Leite foi procurada, mas não se manifestou.
 

DOSES CONTRA A COVID-19 VENCIDAS POR ANO:
 

2021: 1.904.140
 

2022: 9.922.430
 

2023 (até 28/02): 27.125.070
 

Total: 38.951.640

SAJ: Ex-vice-prefeita, vereador e suplente podem ser expulsos de partido por infidelidade em eleição

Quarta-Feira, 15/03/2023 - 08h20

Por Redação

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Foto: Reprodução / Blog do Valente

Dois vereadores – incluindo uma ex-vice-prefeita – e um suplente da Câmara podem ser expulsos do PSB de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo. Os vereadores são Dalva Mercês, que já foi vice-prefeita, Délcio Mascarenhas e o suplente Dui Souza.

 

Segundo o Blog do Valente, parceiro do Bahia Notícias, a situação se deve ao posicionamento dos três nas eleições do ano passado, que seria entendido como infidelidade partidária. Mesmo o PSB sendo aliado do PT na Bahia [e no Brasil], Dalva Mercês apoiou ACM Neto (União) para governador do estado, Alan Sanches (União) para deputado estadual e Roberta Roma (PL) para deputada federal.  

 

Délcio Mascarenhas, por sua vez, fez campanha para Rogério Andrade (MDB) e Otto Filho (PSD) para deputados estadual e federal, respectivamente, o que não seria casos de infidelidade, mas nos bastidores, o vereador Mascarenhas foi visto como eleitor de Bolsonaro (PL) para a presidência da República.

 

Já Dui Souza, que não se elegeu em 2020, apoiou Alan Sanches para estadual e Bolsonaro para presidente, além de fazer parte da gestão atual da prefeitura (PSDB). Fotos com o ex-candidato ao governo João Roma (PL) foram vistas no perfil nas redes sociais. 

Cícero Dantas: Chuva provoca alagamentos e danifica estradas vicinais

Quarta-Feira, 15/03/2023 - 09h30

Por Redação

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Foto: Reprodução / Cícero Dantas Acontece

Ruas de Cícero Dantas, no Nordeste baiano, ficaram alagadas devido às chuvas desta terça-feira (14). Imagens feitas por moradores mostraram a força da água, que atingiu veículos estacionados. Após o alagamento, o asfalto de algumas vias ficou destruído. Estradas vicinais da zona rural também ficaram danificadas e precisaram ser interditadas.

 

Ao G1, o prefeito do município, Ricardo Almeida Nunes da Silva (PP), informou que redes de esgotos estouraram por conta da força da água. Ainda não há registros de feridos, nem de desalojados.

 

Foto: Reprodução / Cícero Dantas Acontece

 

A previsão desta quarta-feira (15) é de muitas nuvens com chuvas isoladas, com mínima de 19°C e máxima de 31°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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