terça-feira, novembro 15, 2022

ABI repudia apoio do general Villas Bôas a golpistas

 

O twitter do general da reserva Eduardo Villas Bôas, em defesa

das manifestações golpistas que estão sendo realizadas por

apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, é um atentado à

democracia, um estímulo ao golpe e merece nosso veemente

repúdio.

O general também criticou a imprensa por "ignorar" essas

manifestações. Mas a mídia está certa em não dar espaço para

golpistas, que insistem em não aceitar democraticamente o

resultado das urnas. Na verdade, o general omitiu que os

poucos veículos de comunicação que cobriram esses atos

antidemocráticos tiveram seus profissionais agredidos pelos

manifestantes golpistas.

Como disse o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que tem

sido atacado por bolsonaristas: “A democracia comporta

manifestações pacíficas de inconformismo, mas impõe a todos

os cidadãos o respeito ao resultado das urnas. O desrespeito às

instituições e às pessoas, assim como as ameaças de violência,

não fazem bem a nenhuma causa e atrasam o país, que precisa

de ordem e paz para progredir”.

O resultado das eleições é reflexo da vontade do povo

brasileiro. A ABI endossa as palavras do ministro Barroso:

“Supremo é o povo. E o povo já se pronunciou. A eleição

terminou. Só cabe agora respeitar o resultado. A vida

democrática é simples assim. O resto é intolerância e espírito

antidemocrático, quando não selvageria”.


Rio de Janeiro, 15 de novembro de 2022


Associação Brasileira de Imprensa


O twitter do general da reserva Eduardo Villas Bôas, em defesa das manifestações golpistas que estão sendo realizadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, é um atentado à democracia, um estímulo ao golpe e merece nosso veemente repúdio.

O general também criticou a imprensa por “ignorar” essas manifestações.  Mas a mídia está certa em não dar espaço para golpistas, que insistem em não aceitar democraticamente o resultado das urnas. Na verdade, o general omitiu que os poucos veículos de comunicação que cobriram esses atos antidemocráticos tiveram seus profissionais agredidos pelos manifestantes golpistas.

Como disse o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que tem sido atacado por bolsonaristas: “A democracia comporta manifestações pacíficas de inconformismo, mas impõe a todos os cidadãos o respeito ao resultado das urnas. O desrespeito às instituições e às pessoas, assim como as ameaças de violência, não fazem bem a nenhuma causa e atrasam o país, que precisa de ordem e paz para progredir”.

O resultado das eleições é reflexo da vontade do povo brasileiro. A ABI endossa as palavras do ministro Barroso: “Supremo é o povo. E o povo já se pronunciou. A eleição terminou. Só cabe agora respeitar o resultado. A vida democrática é simples assim. O resto é intolerância e espírito antidemocrático, quando não selvageria”.

 Rio de Janeiro, 15 de novembro de 2022

Associação Brasileira de Imprensa

Villas Bôas adota tom golpista e diz que atos antidemocráticos são contra atentados à democracia

MATEUS VARGAS

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O general da reserva Eduardo Villas Bôas defendeu nesta terça-feira (15) as manifestações antidemocráticas promovidas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que rejeitam a vitória eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em publicação feita no Twitter, o militar disse que os atos são contra "atentados à democracia" e que também tratam das "dúvidas sobre o processo eleitoral", repetindo um tom golpista adotado por parte dos apoiadores de Bolsonaro.

Em 2018, quando era comandante do Exército, Villas Bôas usou as redes sociais para ameaçar o STF (Supremo Tribunal Federal) na véspera da votação de pedido para evitar a prisão de Lula. Esse episódio se tornou um marco da intromissão de militares em assuntos civis desde a redemocratização de 1985.

Apoiadores de Bolsonaro realizam manifestações em diversas cidades pedindo que as Forças Armadas impeçam a posse de Lula. Em Brasília, o ato com pedido de golpe ocorre em frente ao quartel-general do Exército. Os ministros do STF e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) também são alvos frequentes dos manifestantes.

Villas Bôas disse na publicação desta terça-feira (15) que esses apoiadores de Bolsonaro estão aglomerados nas portas de quartéis "pedindo socorro às Forças Armadas".

"Com incrível persistência, mas com ânimo absolutamente pacífico, pessoas de todas as idades, identificadas com o verde e o amarelo que orgulhosamente ostentam, protestam contra os atentados à democracia, à independência dos Poderes, ameaças à liberdade e as dúvidas sobre o processo eleitoral", afirmou o militar no Twitter.

O general também elogiou a fiscalização feita pelos militares no processo eleitoral. Apesar de não ter encontrado nenhum indício de fraude nas eleições, o Ministério da Defesa afirmou que não descarta a possibilidade de fraudes no pleito.

Villas Bôas disse que os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica ainda demonstraram "apego aos princípios e valores militares, bem como ao texto constitucional" ao assinarem uma nota conjunta que apresenta recados indiretos ao Judiciário em meio aos protestos antidemocráticos.

"Não pode deixar de ser destacada a liderança, o equilíbrio, a serenidade e a autoridade dos atuais comandantes e do Ministro, condições com as quais asseguram a disciplina e a coesão de seus subordinados", afirmou ainda Villas Bôas nessa terça.

O general foi comandante do Exército de 2015 ao começo de 2019. Bolsonaro chegou a afirmar, em 2019, que ele foi "um dos responsáveis" pela sua chegada ao Palácio do Planalto.

Villas Bôas também ocupou cargo no governo Bolsonaro até junho de 2022, quando deixou o posto de assessor especial do ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Na publicação desta terça, o general também disse que a imprensa tenta esconder as manifestações bolsonaristas.

"Talvez nossos jornalistas acreditem que ignorando a movimentação de milhões de pessoas elas desaparecerão", escreveu Villas Bôas. No protesto feito em Brasília nesta terça, uma equipe da rádio Jovem Pan precisou ser escoltada por soldados depois de ser hostilizada e ameaçada por bolsonaristas.

Os atos antidemocráticos em Brasília chegaram nesta terça ao 15º dia. Caravanas gratuitas de pelo menos oito cidades foram anunciadas pelas redes sociais.

As manifestações na capital federal têm contado com caminhoneiros convocados por empresários do agronegócio para permanecerem em Brasília.

Nesta sexta-feira (11), o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e as Polícias Militares dos estados adotem medidas imediatas para a desobstrução de vias públicas bloqueadas por manifestantes bolsonaristas em protestos antidemocráticos. 

YAHOO

Advogado defende que Lula use o jatinho de empresário corrupto e ofende Mourão


Jato usado por Lula para ir à COP27

Lula adora o jatinho do corrupto José Seripieri Júnior

Bela Megale
O Globo

Luiz Carlos Rocha, um dos advogados de Lula, saiu em defesa do presidente eleito sobre o uso do jatinho do empresário José Seripieri Filho para ir à COP 27, no Egito. Rocha rebateu no Twitter o vice-presidente, Hamilton Mourão, que afirmou que, com a carona, “a ‘futura administração’ já compromete os princípios da “impessoalidade e da moralidade”.

— General, vice-presidente da República, eleito senador pelo Rio Grande do Sul e tão ignorante em matéria de Direito Público? Velho ainda aprende? Vá estudar, General Mourão. Os princípios que você maltrata são para função e cargo público. Você está dizendo que Lula já é presidente? — escreveu Rocha em resposta a Mourão.

AVIÃO DE AMIGO – A viagem de Lula para o Egito a bordo do jato de Seripieri Filho, amigo do presidente eleito e doador de sua campanha, gerou polêmicas e críticas nas redes sociais entre opositores. Nos bastidores, alguns aliados de Lula também consideraram um “erro” o uso do avião particular.

Em um post anterior, Rocha afirmou que o uso do avião “não viola a lei, nenhum protocolo de integridade, norma do TCU ou do MPF”, pelo fato de o petista ainda não ocupar cargo público.

Ele também defendeu que “talvez devêssemos legislar e dar ao presidente eleito, que hoje é uma pessoa comum, um status de autoridade pública com direito ao uso dos aviões da presidência e das Forças Armadas”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Mourão deveria imitar Ulysses Guimarães e responder assim a esse advogado de porta de cadeia: “Sou velho, mas não sou velhaco”. E dizer também que velhaco é Lula, que usa normalmente o jatinho, colocado à sua disposição por Seripieri, um empresário assumidamente corrupto, preso pela PF, que apurava pagamentos ilícitos à campanha do senador José Serra. Para se livrar do processo, o corrupto e corruptor Seripieri fechou uma delação premiada com o procurador-geral da República, Augusto Aras – uma das únicas da gestão do atual PGR. Na ocasião, ele se comprometeu a pagar uma multa de R$ 200 milhões. É com esse tipo de gente que o velhaco Lula se relaciona. Aliás, costuma até passar o Ano Novo na mansão de Seripieri em Angra dos Reis. Quanto ao advogado de Lula, ainda é jovem, mas também é um velhaco. (C.N.)

Quando se insurge contra a democracia, o fervor patriótico pode se tornar patético

MPF vê ataque à democracia em ato no QG do Exército e pede providências -  CartaCapital | Cartacapital - Carta Capital

Diante do QG, o acampamento exige intervenção militar

Publicado em 15 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Duarte Bertolini

Visitei um acampamento em frente ao quartel e me emocionei muito. Como não ir às lagrimas (verde e amarelas, claro) ao ver aquele grupo, na sua maioria jovens em pleno vigor de sua ânsia democrática (embora muitos com rinsagem nos cabelos, realçando-lhes um dos tons da bandeira, o branco imaculado) e todos bradando em uníssono, cantando o HINO NACIONAL a plenos pulmões?

Errou quem dizia que o PT havia mudado o currículo escolar para esquecer “de ensinar o hino”? Foi lindo, verdadeiramente.

MALEMOLÊNCIA – Quando terminou o hino, a rigidez da posição de respeito cedeu lugar a uma certa malemolência brasileira, mas o sentimento patriótico estava ainda quente.

Quem ainda poderia lembrar do grande Francisco Alves e do poeta Guilherme de Almeida, senão os patriotas, que após pequeno folego, renovaram os brios nacionalistas com a Canção do Expedicionário?

Voltei ao primário e ao ginásio e foi difícil conter as lágrimas. Esta sim era uma época de Brasil de verdade. Com genuíno amor à pátria, pois os maus brasileiros, seguindo as ordens patrióticas de ame-o ou deixe-o, haviam ido embora ou para outros paises ou desta para outra melhor, como se dizia quando o vivente era desencarnado, mesmo que fosse à força. Quase igual agora, mas o que mudou é que os que pretendem ir embora são os patriotas genuínos.

POUCA PRÁTICA – Fiquei meio confuso, mas deve ser a minha pouca prática nestes eventos. Até as poucas nuvens pareciam verde e amarelas, juntando-se ao fervor do momento.

Mas ainda tinha mais e pensei que meu coração não resistisse quando o animador conclamou todos a uma oração para que Cristo iluminasse o irmãos militares fechados atrás dos muros para que rompessem os grilhões da democracia e reconduzissem ad eternum o mito ao trono da mãe pátria.

Acho que o animador sentiu a grande emoção do momento e, num folego só, organizou o coro (imagino que já mil vezes ensaiado…) com primeiro as mulheres e depois os homens, bradando com todo o vigor patriótico que o momento impunha: Mulheres: “SOS!”; Homens: “Forcas Armadas!”

FUI IMPEDIDO – Quase juntei-me a eles, mas fui impedido pela vergonha, o amor próprio, o conhecimento da história, a sapiência (pouca é claro, mas suficiente) dos cabelos brancos. que já viram filmes parecidos, e basicamente a vergonha de dizer aos meus netos: “Eu me ajoelhei frente aos quarteis pedindo intervenção militar para acabar com nossa frágil democracia…”.

Isso me impediu, mas era comovente. Todos deveríamos ir ver essas manifestações para comprovar até onde o fanatismo, a imbecilidade, a fé cega, a reprodução automática de gestos e chavões superavam valores como civilidade, democracia, honestidade e vergonha.

Foi o mais patético espetáculo que ja presenciei em minha vida. Se não fosse o potencial trágico, seria absolutamente hilariante. Fiz ao final minha oração solitária: “Vadre Retro”.

Chuva forte em Brasilia atrapalha o protesto diante do “Forte Apache”, o QG do Exército


 (crédito: Raphael Felice / CB / DA.Press)

Manifestantes rezaram para a chuva parar, mas não adiantou

Raphael Felice
Correio Braziliense

Começou a chover forte em Brasília no início da tarde desta terça-feira (15/11), feriado da Proclamação da República. Parte dos manifestantes que protestavam contra a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições no Quartel General do Exército, próximo à Praça dos Cristais, correu para se abrigar das fortes chuvas. Um grupo, contudo, se manteve no local rezando e pedindo ajuda de Deus.

Em frente ao QG do Exército estava o maior ponto de concentração dos protestos. Em alguns momentos eram puxados coros de “Forças Armadas, salvem o Brasil”, em meio a ataques ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e cânticos exaltando o patriotismo.

INTERVENÇÃO – Os manifestantes também levaram muitas faixas, placas e cartazes com pedidos de intervenção federal (militar), e com posicionamentos contrários à Justiça, ao comunismo e em defesa da “liberdade de expressão”.

Pela internet, bolsonaristas programaram manifestações em todo país e, principalmente, em Brasília.

Diante da situação, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) avisou que o trânsito na Esplanada dos Ministérios ficaria restringido neste 15 de novembro, o que aconteceu.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– E agora, José?, indagaria Carlos Drummond de Andrade. A manifestação acabou, não deu em nada, os militares estão em casa, guardados por Deus e contando o vil metal que o ainda presidente Bolsonaro lhes garantiu, como diria Belchior, um músico com alma de político. Qual é o próximo passo? Ninguém sabe no Planalto, no Alvorada e no Gabinete do Ódio, onde reinam a decepção, o desânimo e a desorientação. Não há mais o que fazer, nem dentro, nem fora das quatro linhas. O jeito e esperar mais quatro anos, que passam rapidamente. Na eleição de 2026, Bolsonaro terá apenas 71 anos, ainda estará bem mais novo do que Lula hoje. Não custa nada esperar. Mas quem se interessa? 
(C.N.)

Entre todas as patifarias federais, a mais imoral e criminosa é o orçamento secreto


Novo mistério: usuário chamado de 'Assinante' concentra R$ 29 milhões do orçamento  secreto - Tribuna da Imprensa Livre

Charge do Duke (O Tempo)

Jorge Béja

Sigilo e segredo são substantivos irmãos gêmeos. Pouca ou nenhuma diferença de sentido e significado existe entre ambos. São garantias para certas profissões e ocasiões. O advogado não está obrigado, em hipótese alguma, a revelar, onde quer que seja, o que ouviu do cliente em seu escritório ou fora dele, salvo quando autorizado pelo cliente.

 Da mesma forma, sigilo e segredo protegem os médicos e todos os profissionais que atuam na área da saúde. Também o jornalista está protegido pela lei que lhe garante guardar segredo e sigilo a respeito da fonte que lhe passou a notícia. Se esta não for verdadeira, o jornalista é o responsável.

SIGILO DA CONFISSÃO – Igualmente os sacerdotes têm a mesma garantia legal da não revelação, em qualquer lugar, situação ou ocasião, do que ouviu no confessionário da parte confidente.

E ainda: processos judiciais que tramitam nas varas de família e nos juizados da infância e juventude, todos estão protegidos pelo segredo de justiça.

Também situações e fatos que podem comprometer a segurança nacional têm a garantia do sigilo e do segredo da parte do Estado. E existem muitos outros exemplos que poderiam ser aqui indicados.

ORÇAMENTO SECRETO – No entanto, este tal de “orçamento secreto” instituído no governo Jair Bolsonaro, é inominável. Chamá-lo de imoral, de ilegal, de criminoso, de cretino e outras adjetivações pesadas, é pouco. Escroque e escroto, talvez seja mais adequado. Ainda assim são também adjetivações leves.

Todo orçamento público, seja qual for o âmbito da federação (Federal, Estadual, Municipal) é formado com dinheiro do cidadão-contribuinte. Dinheiro do povo, portanto. E sendo do povo, ao povo pertence. O povo é o titular do orçamento. E ao povo deve-se prestar contas. Prestação de contas abertas, públicas, honestas e para o conhecimento do próprio povo. A Administração Pública é mera depositária e gestora do orçamento público. Do dinheiro que arrecada do povo.

DEVER DO ESTADO – Logo, é dever do depositário obrar e gerir o dinheiro alheio da melhor forma que beneficie seu legítimo proprietário-titular, que é o povo, e ao povo dar ciência do que fez e/ou do que vai fazer com o dinheiro público.

Mas não é isso que está ocorrendo no Brasil. O poder executivo federal se apropria do dinheiro do povo e entrega grande parte ao poder legislativo. E tudo de forma secreta e oculta. E o legislativo apenas divulga o que faz com o dinheiro, sem indicar o parlamentar que autorizou o uso, porque os aliados do governo são privilegiados. Ou seja, não presta contas claramente. Recebe o dinheiro de forma sorrateira e sorrateiramente o utiliza como quer, como se não houvesse obrigação perante o povo brasileiro.

De tudo que pior existiu nos últimos quatro anos na administração federal, o tal “orçamento secreto” é a pior das patifarias. Mas não demorará muito e o Poder Judiciário, no caso o Supremo Tribunal Federal, até mesmo por unanimidade – ainda que duvidosa, eis que o placar mais provável seria o de 9 a 2, em se tratando do pleno –, haverá de acabar com tamanha podridão.

Janja age corretamente ao não aceitar ser uma primeira-dama apenas “decorativa”


Janja, mulher de Lula e futura primeira-dama: saiba preço e onde comprar  blusa utilizada em entrevista ao 'Fantástico' : - Purepeople

Janja se saiu bem na entrevista que deu ao “Fantástico”

Vicente Limongi Netto

Gostei da entrevista da cinquentona Janja ao programa “Fantástico”. Segura, articulada, serena, cativante, bem humorada. Companheira de Lula nos bons e difíceis momentos da vida do futuro chefe da nação. Não esconde a alegria diante da felicidade e vontade do marido de acertar no cargo.

Não pretende ficar em casa, vendo a banda passar. Não será primeira dama decorativa. Sabe onde pisa. Tem bom senso. Quer sentir-se útil. Estará, sempre que possível, ao lado do marido e presidente eleito. Altiva e vigilante.

LULA TERÁ APOIO – Dependendo dela, Lula mostrará sabedoria em todas suas decisões. Não fraquejará. A primeira-dama jamais deixará de ponderar e alertar Lula para fatos e episódios que julgar fora do tom, longe do bem da coletividade e do eixo do bom senso.

Não está interessada nem preocupada se porventura suas ações e opiniões causarão ciumeiras. Janja revelou que trabalhará duramente em três áreas que humilham o Brasil e os brasileiros. No combate ao racismo, na violência a mulher e na fome.

“Lula vai reacender a chama da esperança nos corações dos brasileiros”, garantiu a visionaria e otimista Janja.

BARGANHA – Valdemar Costa Neto falando grosso. Mostrando espírito antidemocrático de exemplar seguidor de Bolsonaro. Diz que o PL será oposição a Lula. Não engole a derrota, não aceita a vitória do petista. Coisa feia.

Valdemar é esperto. Como o PL conquistou ampla bancada nas urnas, bota banca. Na verdade, quer barganhar para conseguir vantagens políticas mais tarde.

Se o PL saísse fraco nas urnas, hora dessas já estava correndo para os braços do presidente eleito. Filme manjado.


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