sábado, novembro 12, 2022
Um Ocidente sem líderes
‘Humilhação para Putin’: o que a retirada das tropas russas de Kherson significa para a guerra na Ucrânia
Será que o Hospital Geral de Jeremoabo é uma filial da Saúde Municipal de Antas?
Foto Divulgação ZAP
É de certo modo preocupante vereador transportar pacientes em seu veículo ou mesmo da própria Câmara de Vereadores que é ilegal, é uma temeridade, isso porque o vereador está assumindo vários riscos e até pondo em risco a vida dos transportados, assnnto esse que reproduzirei mais adiante.
É lamentável que indiretamente o Hospital Geral de Jeremoabo de forma não oficial tenha se tornado uma filial da saúde do munícipio de Antas, isso devido a incompetência do gestor e de quem comanda a saúde de Jeremoabo.
Vejamos o que determina o Miniastério Público diante de casos parecidos com o citado pelo Vereador Zé Miúdo:
" O promotor de Justiça da Cidadania da Comarca de Bananal, Matheus Jacob Fialdini, enviou aos presidentes das Câmaras Municipais e vereadores de Bananal, São João do Barreiro e Arapeí Recomendação Administrativa no sentido de que eles se abstenham de utilizar veículos oficiais do Poder Legislativo para fazer o transporte de pessoas que necessitam de atendimento de saúde, seja na própria cidade ou em municípios vizinhos.
A Recomendação é fruto de inquérito civil no qual se apurou que, em 2006, a Secretaria Municipal de Saúde de Bananal solicitou formalmente à Câmara de Vereadores a disponibilização de seu veículo para o transporte de pacientes para atendimento em hospitais de outras localidades. Desde então, o pedido vem sendo atendido, conforme afirmou o presidente da Câmara de Bananal no inquérito.
Na recomendação, o promotor lembra que a Câmara não prevê autorização para esse tipo de utilização do veículo oficial e adverte que “caso o serviço de transporte de pacientes pela Municipalidade fosse deficiente, caberia aos nobres edis, em nome dos cidadãos que representam, reivindicar sua melhoria junto ao Poder Executivo, mas nunca – numa atitude flagrantemente eleitoreira – lançar mão de veículos públicos que lhes são postos à disposição para que eles bem exerçam suas funções típicas, que são voltadas ao desempenho da atividade legislativa e à fiscalização dos atos do Poder Executivo”. (Nosso grifo)
O promotor Matheus Jacob Fialdini lembra ainda que “além do desvio de poder, o transporte de pacientes em veículos de propriedade da edilidade representa um risco à Administração Pública, que fica sujeita ao dever de indenizar caso o paciente ou outro passageiro venha a sofrer qualquer lesão ou faleça no curso da viagem, em razão do transporte inadequado ou devido a um acidente, conforme preceitua o parágrafo sexto, do artigo 37 da Constituição Federal”.
A Recomendação Administrativa é um instrumento destinado à orientação de órgãos públicos ou privados para que sejam cumpridas normas relativas a direitos e deveres assegurados ou decorrentes das Constituições Federal e Estadual e serviços de relevância pública e social. No caso de a Recomendação não ser acatada, o Ministério Público ajuizará ação civil pública para responsabilização por ato de improbidade administrativa de quem tiver dado causa à utilização ilícita do veículo oficial da Câmara ou dela tiver de alguma forma se beneficiado."
http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/noticias/publicacao_noticias/2008/Maio/MP%20recomenda%20aos%20vereadores%20de%20Bananal%20fim%20do%20transporte%20de#:~:text=A%20Recomenda%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20fruto%20de,em%20hospitais%20de%20outras%20localidades.
Opinião da cúpula militar sobre os protestos não é a mesma posição do governo Bolsonaro
Publicado em 12 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Ministro da Defesa foi “escanteado” e não assinou a nota
Marcelo Godoy
Estadão
Na avaliação de generais ouvidos pelo ‘Estadão’, ausência de assinatura do ministro da Defesa, representante político das Forças, mostra que oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica não queriam que manifestação em nota oficial fosse confundida como posição do atual governo
A ausência da assinatura do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, da nota oficial publicada pelos comandantes das Forças Armadas – como antecipou o Estadão – é fruto da vontade de que o documento não fosse confundido como manifestação do governo de Jair Bolsonaro, mas, sim, entendido como a posição institucional dos militares. Foi a primeira vez que isso ocorreu na atual gestão. Essa é a opinião de oficiais generais da ativa e da reserva consultados pela reportagem.
GENERAL-DEPUTADO – Entre os consultados está o general Roberto Peternelli, que é deputado federal (União Brasil-SP). Para ele, os chefes militares falaram como líderes das instituições que representam e não como membros de governo.
De fato, em pelo menos outras seis oportunidades, a assinatura do titular da Defesa sempre esteve ao lado da dos comandantes. Assim foi em casos como a reação às declarações do senador Omar Aziz (PSD-AM), na CPI da Covid, sobre suposto envolvimento de militares com corrupção, ou durante a campanha eleitoral, quando o candidato Ciro Gomes (PDT) fez acusações semelhantes.
Também ocorreu assim quando os então comandantes militares e o ministro Fernando Azevedo e Silva publicaram nota reafirmando o compromisso das Forças Armadas como instituições de Estado e não de governo, em dezembro de 2020 – em março de 2021, a cúpula militar seria demitida por Bolsonaro.
TODOS ASSINAVAM – Até mesmo na volta das notas sobre o 31 de Março, publicadas pelos militares durante a gestão Bolsonaro, eram assinadas por todos – comandantes e ministro.
Como manifestação das instituições, o documento das Forças, segundo os oficiais generais, aborda situações que incomodam os comandantes e dão respostas a tantos que esperavam por uma manifestação após as eleições.
Três pontos se destacam: 1) o desconforto com a atuação do Poder Judiciário, que determinou a retirada do ar de perfis de bolsonaristas que questionaram as urnas eletrônicas; 2) a contrariedade com a suposta invasão de atribuições do Legislativo e do Executivo pelo Supremo Tribunal Federal; 3) a restrição a direitos individuais, como “à livre manifestação do pensamento”, nas decisões recentes do ministro Alexandre de Moraes.
LIBERDADE DE REUNIÃO – Outro ponto que aparece na nota é a defesa da “liberdade de reunião”. Trata-se de uma referência, segundo os generais, às manifestações em frente às organizações militares em todo País.
Manifestantes bolsonaristas têm ocupado as portas de quartéis pedindo a intervenção dos militares contra o resultado do segundo turno das eleições, que terminou com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
A nota afirma o direito de manifestação desses grupos, pois interpreta que ele está amparado na Lei de Defesa do Estado Democrático, citada pelos comandantes no documento, apesar de pedidos ao Judiciário para que os atos sejam dispersados.
PROTESTOS PACÍFICOS – Generais ouvidos pela reportagem afirmaram que não vão agir contra os protestos, pois os consideram pacíficos. Dizem que as manifestações devem se esvaziar sozinhas à medida que o País volta à normalidade.
Eles ressaltam que os casos de violência – a exemplo do que dizem os comandantes – são exceções que merecem repúdio, como agressões registradas em bloqueios de estradas feitos por manifestantes. Ou seja, eles são contrários à criminalização dos participantes dos protestos indistintamente.
Ao mesmo tempo, os comandantes deixaram claro aos manifestantes e àqueles que cobram intervenção militar que não vão romper com a ordem democrática.
NADA DE GOLPE – Afirmaram que cultuam a tolerância, a ordem e a paz social e destacaram que estão transmitindo esses “valores” aos seus subordinados, para que tenham serenidade e confiança na cadeia de comando.
Indicam, ainda, a existência de insatisfação com o resultado das urnas e simpatia com os manifestantes dentro das Forças – ao mesmo tempo em que afirmam que eventuais controvérsias devem ser resolvidas pela sociedade dentro dos instrumentos do estado democrático de direito e não pela força.
Pela manhã, a nota começou a ser compartilhada por oficiais do Exército no WhatsApp e em grupos bolsonaristas. Os apoiadores do presidente interpretavam que os militares “estavam a favor do povo” e fariam uma suposta intervenção “no momento certo”. Outros diziam que a manifestação dos comandantes devia ampliar o público de protestos que os bolsonaristas estão pretendendo fazer na próxima terça-feira, 15, Dia da Proclamação da República.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, não há mais possibilidade de golpe, o ministro da Defesa não manda mais nada em fim de governo, e os manifestantes bolsonaristas podem ficar à vontade, mas não devem ultrapassar os limites do que se entende por protesto pacífico. Apenas isso. (C.N.)
Uma sociedade só consegue viver em paz quando a política é esquecida no dia a dia
Publicado em 12 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/z/o/EZZ3XFRieHQPcB12Eckw/101045411-ri-20rio-20de-20janeiro-20rj-2002-11-2022-20-20manifesta-c3-a7-c3-a3o-20em-20frente-20ao-20comando-20militar-20do-20leste-20por-20ap.jpg)
A quem interessa o radicalismo? Ora, não interessa a ninguém
Luiz Felipe Pondé
Folha
A política é o território da violência. Mas ela também é o território da estupidez. Às vezes, chega a ser o da inteligência, quando necessário e quando damos a sorte de ter líderes capazes de exercer a política para além da miséria, violência e estupidez para a qual ela tende de forma avassaladora.
Essas características não estão limitadas aos políticos profissionais. Elas estão dispersas pela população comum de forma democrática: todos temos a vocação à estupidez quando o assunto é política.
QUASE EMPATE – Os bolsonaristas têm dificuldade de perceber que não perderam as eleições de modo absoluto. Apesar do seu líder ter perdido para Lula (deu quase empate), o Legislativo e vários estados importantes da federação elegeram candidatos vinculados à direita.
O PT não governará bailando, como das outras vezes. Mas, para mentes estreitas como a de grande parte dos bolsonaristas, o que importa são suas crenças estúpidas em histórias tipo filme de terror B. Pedem golpe como loucos que dizem ser as aranhas uma iguaria deliciosa.
O campo da política se tornou um espaço da psicose coletiva. Sempre o foi, mas, com o “empoderamento” das massas via as redes sociais, a epidemia se alastrou.
SACRIFÍCIO DE CRIANÇAS – Olha só essa história. Lula teria sacrificado 4.000 crianças para ganhar as eleições. Tem gente que crê nisso. Risadas? Não! A coisa é dramática. Entregar um voto na mão de alguém que leva isso a sério é como perguntar ao fofoqueiro do bairro se devemos ou não apedrejar a vizinha porque dizem que ela deu para o síndico.
Analisando a hipótese “cientificamente”, podemos perguntar pela logística de tal empreitada. Um sacrifício humano sempre exigiu uma preparação gigantesca, mesmo quando apenas um humano era sacrificado. A violência envolvida num ato como esse sempre esteve sustentada numa metafísica de horror. Mesmo no caso do sacrifício de animais —que considero pessoalmente um absurdo —a logística é grande.
Gritos, sujeira, sangue. Como teria funcionado o esquema de escolha das crianças? Teria o TSE organizado tal logística? Quantos veículos foram usados? Onde foi praticado? Qual lugar suficientemente remoto e distante de celulares teria sido escolhido para tal? O apartamento de Lula em São Paulo? O famoso sítio de Atibaia? Em Cuba? Na Venezuela?
PAIS ERAM PETISTAS? – Essas crianças teriam sido doadas pelos pais petistas? Quantos pais psicóticos seriam necessários para uma doação dessa monta? Foram sequestradas? Quanto tempo teria levado para sacrificar as 4.000 crianças?
Há algum aplicativo que explique os passos necessários para fazer um sacrifício nesse nível? Nenhum dos repórteres colados em Lula teria percebido? Esqueci! Todos os jornalistas topariam ocultar tal crime porque são simpáticos ao PT.
O bolsonarismo destruiu a direita no Brasil. Infelizmente, muitas pessoas de disposição conservadora, já adoecidas pelo culto a Olavo de Carvalho, permanecem sob a esfera de influência de um incapaz como Bolsonaro. O momento para esses líderes eleitos, fora do espectro do PT, é organizar a política brasileira para que ela supere o trauma mental e moral que o bolsonarismo causou no país.
CHEGA DE RADICALIZAÇÃO – A esquerda, sempre nojentinha e mentirosa quanto a suas virtudes, pode colher os frutos. Mas, como disse antes, mesmo com a vitória de Lula — pessoa mais humana do que Bolsonaro, com certeza —, as eleições deixaram claro que o país está dividido e todos os líderes terão de cuidar dessa radicalização.
Passado o trauma imediato dessas eleições, a classe política deve ter a suficiente vergonha na cara e responsabilidade mínima para pôr ordem na casa e levar o país de volta aos conflitos institucionalizados que caracterizam a violência política na sua forma benigna.
Que nos sirva de exemplo. A política quando excessivamente ativa tende ao caos e à desorganização. Uma sociedade só consegue viver de forma razoável quando a política é, de alguma forma, esquecida no dia a dia. Quando nos lembramos dela demais, o pesadelo se avizinha. Que nos concentremos em nossos boletos. Nossos amores felizes ou infelizes. Nossos cemitérios e maternidades.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Pondé tem razão. O Brasil só terá paz e tranquilidade quando a política for esquecida no dia a dia e não mais houver essa maldita radicalização entre lulistas e bolsonaristas. (C.N.)
O Brasil não é só o mercado financeiro, mas elevar os gastos públicos é mesmo um risco
Publicado em 12 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Erasmo (Arquivo do Google)
Pedro do Coutto
É claro que as declarações do presidente eleito, Lula da Silva, não foram apropriadas para o momento de transição e deram pretexto aos especuladores de sempre para que injetassem pessimismo que teve como consequência o recuo da Bovespa e o avanço do dólar no mercado cambial. A questão foi bem colocada, na minha opinião, pelo ex-diretor do Banco Central Luiz Fernando Figueiredo, numa entrevista a Eduardo Cucolo, Folha de S. Paulo desta sexta-feira.
Ele sintetizou o episódio dizendo que Lula falou de um conflito entre o teto de gasto e a prioridade ao social que na realidade não existe. Vera Magalhães, em artigo no O Globo de ontem, afirmou que Lula aparenta ainda não ter descido do palanque. Lula deixou-se levar pelo tema da fome, que tanto lhe causa indignação e motiva sua retórica.
RENTABILIDADE – Um amigo meu, o economista Filipe Campello, usou de ironia ao dizer que o mercado é capaz de se estarrecer diante de uma afirmação voltada para que todos possam tomar café da manhã, almoçar e jantar.
Ironia à parte, o mercado financeiro, que, como definiu Thomas Piketty, autor de “O Capital no século XXI”, é o mais rentável de todos os empreendimentos, até porque além de empregar menos mão-de-obra, não é obrigado a realizar os mesmos investimentos que os aplicados na industrialização e na realização de obras.
Escrevo esse artigo na tarde de sexta-feira. No momento, a Bolsa de Valores de S.Paulo opera em alta, de 2,07%, Provavelmente, como sempre, os compradores das ações que caíram de valor na véspera são os mesmos que as revendem com maiores preços 24 horas depois. Mas essas são outras questões.
GASTOS PÚBLICOS – O fato que deve ser destacado é que os números publicados sobre as despesas públicas, pelos valores em bilhões, assustam a opinião pública. É natural. Principalmente no momento em que se fala em R$ 175 bilhões para manter em R$ 600 por mês o Bolsa Família retomado com Lula da Silva.
É preciso considerar um aspecto que tem ficado ausente no noticiário: o teto orçamentário do país para este ano e sua correção para 2023.
O teto do orçamento de 2022 é de R$ 4,8 trilhões. Como tudo é relativo, o percentual dos investimentos e das despesas, de modo geral, tem que ser considerado sobre qual total se projeta. No caso do orçamento, o teto legal é de R$ 4,8 trilhões.
DIMENSÃO REAL – Como a lei em vigor estabelece que de um ano para outro a Lei Orçamentária tem que ser corrigida pelo valor da inflação do exercício anterior, se a inflação deste ano fechar em 10%, o orçamento de 2023 será automaticamente corrigido. Aí se tem a dimensão real do padrão monetário do governo.
Sem dúvida, Vera Magalhães tem razão em seu artigo ao dizer que Lula precisa esquecer a campanha eleitoral vitoriosa e se basear mais na realidade, até porque a política é a “arte do possível”.
Há limites naturais e repentinos que precisam ser levados em conta. A reação do mercado na quinta-feira é um exemplo.
ESTABILIDADE FISCAL – O Globo publicou ampla reportagem sobre o assunto e a Folha de S. Paulo também nas edições de ontem, tendo como foco uma crítica à estabilidade fiscal.
A estabilidade fiscal, como assinalou o ex-diretor do BC Luiz Fernando Figueiredo, não é incompatível. Ela é,sem dúvida, a base de uma política econômico-financeira que, como qualquer política pública, tem como objetivo essencial a dignidade humana.
É uma indignidade milhões de pessoas não terem o que comer e tantos outros milhões terem dúvida se poderão se alimentar e alimentar os seus filhos no dia seguinte. A política tem que estar voltada não para o deleite dos que ocupam o poder e para as suas afirmações pessoais, mas para proporcionar melhores condições de vida aos homens e mulheres que compõem a população de cada país.
sexta-feira, novembro 11, 2022
JORNAL DA TARDE, COMENTÁRIO DE JUNIOR DE SANTINHA - 11/ 11/2022
Em destaque
'Eu não sei se o governo foi traído ou se eu fui traído', diz Wagner sobre derrota de Messias no Senado
'Eu não sei se o governo foi traído ou se eu fui traído', diz Wagner sobre derrota de Messias no Senado Por Política Livre 11/05/...
Mais visitadas
-
TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL ELEITORAL (12626) N. 0600425-35.2024.6.05.0051 (PJe) – JEREMOABO – BAHIA R...
-
Compartilhar (Foto: Assessoria parlamentar) Os desembargadores do Grupo I, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Sergip...
-
. Nota da redação deste Blog - Que Deus dê todo conforto, força e serenidade para enfrentar este luto.
-
blog em 7 abr, 2026 3:00 Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a ...
-
Tiro no pé : É de se notar que nem os Estados Unidos fizeram barulho sobre o assunto pelo qual se entranhou a mídia tupiniquim
-
Por Coisas da Política GILBERTO MENEZES CÔRTES - gilberto.cortes@jb.com.br COISAS DA POLÍTICA Quem cala consente? ... Publicado em 25/02/2...
-
O mundo perdeu uma pessoa que só andava alegre, cuja sua ação habitual era o riso, um pessoa humilde que demonstrava viver bem com a vida...
-
Hoje, Domingo de Ramos, 29 de março de 2026, faleceu o senhor Antonio Dantas de Oliveira , carinhosamente conhecido pela alcunha de T onho d...
-
: É com profundo pesar que venho comunicar aos eleitores de Jeremoabo o triste falecimento da Democracia em nossa cidade. No final deste des...


