sexta-feira, junho 24, 2022

Prisão de Milton Ribeiro por corrupção no MEC contém ofensiva contra as urnas do TSE

Publicado em 24 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Caso Milton Ribeiro explodiu como uma bomba no governo

Pedro do Coutto

A repercussão enorme da prisão estabelecida pela Polícia Federal do ex-ministro Milton Ribeiro e dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura,   por corrupção no MEC,  envolvendo recursos do  Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE,) explodiu como uma bomba no governo, proporcionando reflexos, como sempre acontece na política, além do fato principal do impacto.

O governo que paralelamente enfrenta o problema da Petrobras, do preço dos combustíveis e de um movimento do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara, contra a lei das empresas estatais, foi tomado de surpresa por mais essa ofensiva do destino e vai se refletir – na minha opinião – para conter e talvez até imobilizar as investidas dos ministros Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres contra o sistema eleitoral do TSE, incluindo as urnas eletrônicas.

FACA DE DOIS GUMES – Em política os fatos geram atmosferas que freiam ou aceleram as investidas disfarçadas ou não. O ímpeto quando é a favor da verdade tem um peso muito grande. Mas quando é no sentido de uma farsa, perde velocidade e assim seus autores e atores perdem poder de convencimento.

Se isso já ocorria antes da prisão do ex-ministro Milton Ribeiro, agora então assumiu proporções gigantescas. No O Globo, a reportagem é de Jussara Soares, Aguirre Talento, Paula Ferreira e Eduardo Gonçalves. Na Folha de S. Paulo, igualmente muito boa, a matéria é de Fabio Serapião, Paulo Saldaña e Camila Mattoso.  

CONTRADIÇÕES- De fato, o presidente Jair Bolsonaro, em plena campanha pela reeleição, sentiu-se cercado de contradições. Tanto as causadas por ele próprio, quanto as fabricadas por pastores que se dizem evangélicos, mas não seguem de nenhuma forma a prática dos princípios cristãos. Não é uma mera representação quando os mesmos que se apresentam como pastores pregam uma coisa na teoria e no discurso, e fazem outra na prática e no conteúdo de seus comportamentos.

Como na política, os fatos ocorrem em cadeia, os reflexos inevitáveis sobre o episódio Milton Ribeiro recairão sobre todo o governo, incluindo os ataques absurdos às urnas eletrônicas. Conforme assinalei no artigo de ontem, é impossível fraudar a computação do voto nas urnas que sintetiza a vontade popular, base fundamental da democracia. Portanto, quem deseja violar o princípio e os efeitos do voto, não pode dizer que é democrata ou mesmo afirmar que age em defesa das instituições.

PÉ FIRME  –  O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin – reportagem de O Globo – afirmou na tarde de quarta-feira que a Justiça Eleitoral e a imprensa são instituições fundamentais para a democracia e assegurou que o TSE não vai tombar no exercício de suas funções de organizar o pleito deste ano, com a transparência das eleições e defesa da liberdade.

As declarações de Fachin, sem dúvida, foram feitas para rebater as ofensivas dos ministros Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres, da Defesa e da Justiça, que no fundo levantam uma sombra de dúvida sobre a segurança das urnas eletrônicas e sobre a autenticidade das eleições de outubro. Edson Fachin falou ao receber o prêmio “Faz diferença”, concedido anualmente pelo O Globo em reconhecimento às autoridades que se mostraram de atuação fundamental em suas respectivas áreas.  

O ex-presidente do TSE Luís Roberto Barroso também subiu ao palco para receber o prêmio por seu desempenho em 2021 das mãos do jornalista João Roberto Marinho, presidente do Conselho de Administração do grupo O Globo, e de Alan Gripp, diretor de Redação do jornal.

CPI DO MEC –  O governo Bolsonaro passou a atuar plenamente na defensiva, tentando escapar dos fatos que rompem simultaneamente em várias direções. Uma dessas direções está sintetizada na CPI que a oposição no Senado tenta articular sobre a corrupção no MEC no período em que Milton Ribeiro, que também é pastor protestante, encontrava-se à frente do Ministério da Educação.

O presidente Jair Bolsonaro, que inicialmente o defendia, agora afastou-se totalmente dizendo que o problema do ex-ministro é com a Polícia Federal.

GROUCHO MARX  – Há cerca de duas semanas, na Folha de S. Paulo, Ruy Castro publicou uma série de frases de Groucho Marx sobre os mais diversos assuntos. Lembro de uma que certamente Ruy Castro vai incorporar à enciclopédia que ele produz constantemente sobre a arte  e também sobre a face escura da política.

Numa noite do Oscar, creio que há uns vinte anos, a Academia concedeu um prêmio especial a Groucho Marx pelo conjunto da obra. Marx agradeceu e disse que lamentava que não estivessem vivos ao seu lado os irmãos que o acompanharam em todos os filmes que havia feito. E acrescentou: “Também lamento que não esteja aqui agora minha mulher, com quem fui casado, mas que nunca conseguiu rir de uma piada minha”.

A VIAGEM DE DANUZA – Morreu na madrugada de ontem a modelo, atriz e personagem importante das décadas de 50 e 60 do Rio de Janeiro, Danuza Leão. Ela foi uma personalidade, testemunha e coadjuvante de muitos acontecimentos que fazem parte da história carioca.

Ela lançou best-sellers como “Na sala com Danuza” e “Quase tudo”, a autobiografia na qual narra uma vida intensa e marcada também por casamentos com figuras também centrais em sua época, como os jornalistas Samuel Wainer, com quem teve três filhos, Antônio Maria e Renato Machado. Agora, viajou para um tempo marcado por um relógio sem ponteiro.

Se não der chabu em Jeremoabo teremos a alvaorada de São Pedro nos dias 30 de junho e 1º de julho de 2022

JUSTIÇA ELEITORAL
 051ª ZONA ELEITORAL DE JEREMOABO BA
 

 

AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL (11527) Nº 0600512-30.2020.6.05.0051 / 051ª ZONA ELEITORAL DE JEREMOABO BA

AUTOR: DIRETORIO MUNICIPAL DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATICO EM JEREMOABO -BA

Advogados do(a) AUTOR: RAFAEL DE MEDEIROS CHAVES MATTOS - BA16035-A, TAMARA COSTA MEDINA DA SILVA - BA15776-A, BARBARA MARQUES PUTRIQUE - RN15414

INVESTIGADO: DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS, JOSE FABIO DOS SANTOS

Advogado do(a) INVESTIGADO: MICHEL SOARES REIS - BA14620
Advogado do(a) INVESTIGADO: CARLOS ANDRE DO NASCIMENTO - BA19413

 

 

Nota da redação deste Blog - Pois é rapaziada festeira, houve a alvorada do São João,  se não der chabu tudo indica que haverá  alvorada de São Pedro, não com trios elétricos e bandas a peso de ouro, mas  em substutição com danças de quadrilhas.

Aliás esses festejos já estão bem ensaiados, já que iniciaram os treinamentos ainda no mês de dezembro de 2020.

Não levem a mal a autopromoação do prefeito na imagem acima porque os vereadores como sempre não estão enxergando.

Por Lucas Cortez*, G1 RN

 


O encontro do corrupto com a honestidade é o tema da quadrilha em 2018 — Foto: Leo Silva

O encontro do corrupto com a honestidade é o tema da quadrilha em 2018 — Foto: Leo Silva

O encontro do corrupto com a honestidade. Essa é a temática escolhida pela quadrilha junina Encanto do Nordeste, do município de Umarizal, na região Oeste potiguar, para os festejos regionais neste ano. Contando a história de um político que deseja comprar o casamento do arraial, o grupo de 20 anos tem 64 dançarinos e compete na categoria estilizada em festivais pelo estado.

"O espetáculo é voltado para a ação corrupta de um candidato. Ele quer transformar a festa junina em um palanque eleitoral, para se dar bem na campanha que se aproxima", conta César Augusto de Oliveira, que interpreta o papel do noivo.


Criticando a corrupção de um modo geral, a apresentação desenvolve no enredo um momento de protesto, em que os dançarinos levantam placas com as frases "queremos hospitais", "para onde vão os impostos?" e "mais saúde e menos corrupção".

Momento de protesto na apresentação da quadrilha  — Foto: Leo Silva

Momento de protesto na apresentação da quadrilha — Foto: Leo Silva

Mesmo com uma temática que destoa da alegria dos festejos juninos, a quadrilha traz na esperança, que é representada por uma criança, o desejo de dias melhores. Bem como na rainha, que de olhos vendados, representa a igualdade de Justiça para todos. No final do espetáculo, o político corrupto é preso e a honestidade reina na apresentação.

Em 2018 a Encanto do Nordeste já competiu em três concursos, vencendo o Festival de Quadrilhas Juninas de Caicó, na região Seridó, e alcançando o quarto lugar em Mossoró e Apodi, ambas na região Oeste.


*Sob supervisão de Igor Jácome


https://g1.globo.com/


quinta-feira, junho 23, 2022

Queda de braço entre Centrão e militares por escolha de vice de Bolsonaro tem data para acabar

 23 de junho de 2022

Com o Planalto em chamas, sobretudo após a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro e dos dois pastores propineiros amigos do presidente Jair Bolsonaro (PL), os bastidores do governo aguardam uma “queda de braço” entre os chefões do Centrão e a ala militar do governo. A briga é pela Vice-Presidência da República na chapa de Bolsonaro. Mas ao menos essa polêmica tem data para encerrar. A ex-ministra da Agricultura Teresa Cristina deu-se um prazo até 5 de julho para aguardar um convite formal do presidente Jair Bolsonaro para que seja a sua candidata a vice.

Futuro político

Integrantes da campanha dão conta de que, mesmo contrariando a sua família e com a possibilidade de ser eleita senadora pelo Mato Grosso do Sul, Teresa Cristina toparia aceitar o convite para ajudar Bolsonaro a se reeleger. Reservadamente, ao senador Flávio Bolsonaro, a Ciro Nogueira e Valdemar Costa Neto, Teresa Cristina diz que não pode esperar o prazo da convenção partidária, no início de agosto, para definir o seu futuro político. Também deixou claro que, se o convite não chegar até essa data, seguirá seu caminho rumo ao Senado. Ela reiterou que o presidente, apesar das declarações de que ela seria uma ótima vice, nunca a convidou formalmente.

Pato manco

Na política, existe a expressão “Pato manco”, que surgiu nos EUA e que é usado para definir o político que continua no cargo, mas por algum motivo perde a expectativa de poder. Internamente, esse é o sentimento de alguns setores da oposição em relação a Bolsonaro em seu projeto de reeleição. As recentes notícias de malfeitos no MEC, avaliam observadores, incendiaram uma de suas plataformas de campanha: a de que não havia corrupção em seu governo. Apesar do estrago, Bolsonaro precisa mesmo é torcer para que PF não avance sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), controlado pelo Centrão, onde, estima-se, a roubalheira é da ordem de bilhões de reais.

Auxílio caminhoneiros

O plano de dar aos caminhoneiros um auxílio temporário de R$ 1 mil por mês para reduzir o impacto dos aumentos dos combustíveis é um dos exemplos que revelam o impulso de fazer tudo o que está ao alcance do governo para que a eleição tenha segundo turno. A PEC 16, relatada pelo senador Fernando Bezerra (MDB-PE), pode abrigar essa e outras bondades, como, por exemplo, aumentar a ajuda para as pessoas mais vulneráveis comprarem gás de cozinha e ressuscitar o auxílio-emergencial para dar renda aos que ficaram fora do Auxílio-Brasil. Tudo isso com o aval do ministro outrora ultraliberal, Paulo Guedes,

Denúncia na ONU

Mais uma denúncia em um foro internacional contra o presidente Jair Bolsonaro para a conta. Entidades de direitos humanos e grupos ligados ao movimento indígena vão à ONU cobrar do que o governo investigue com mais celeridade os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips. A peça foi apresentada nesta quarta-feira, 22, ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra. O propósito é pressionar as autoridades e que haja um aprofundamento do inquérito, que pode apontar o envolvimento do crime organizado nacional e até internacional.

https://revistacenarium.com.br/

Alta rejeição à ditadura e ao golpe frustra planos de quem conspira contra as urnas


Charge do Zé Dassilva: urna eletrônica nos holofotes | NSC Total

Charge do Zé Dassilva (NSC Total)

Marcelo Godoy
Estadão

Nikita Kruschev desconfiava do que o aguardava quando foi chamado às pressas para Moscou para a reunião do Politburo, em 13 de outubro de 1964. A pauta sobre a crise na agricultura não enganou o secretário-geral do partido, que comentou com Anastas Mikoyan, então presidente da URSS: “Eles querem decidir sobre mim. Bem, se todos estiverem contra mim, não vou resistir”. O telefonema para Kruschev partira de Leonid Brezhnev, um jovem dirigente que lhe devia a carreira no partido.

Em tempos de um presidente de mau humor, que governa aos gritos em Brasília, insultando não apenas desafetos, mas também aliados, distribuindo culpas que buscam torná-lo irresponsável por qualquer ato do governo, é interessante saber como Kruchev chegou à noite de sua deposição.

BIOGRAFIA – A história está em “Brezhnev, The Making of a Statesman”, primeira grande biografia escrita sobre o segundo mais longevo líder soviético – atrás apenas de Stalin. Recém-lançada nos Estados Unidos, ela é obra de Susanne Schattenberg, diretora do Centro de Pesquisa para Estudos do Leste Europeu, da Universidade de Bremen, na Alemanha.

Schattenberg conta que a conspiração que levou ao afastamento por “motivos de saúde” de Kruschev não deve seu sucesso ao embaraço em que o líder meteu o País ao instalar mísseis em Cuba, em 1962. Ou à escassez de comida por trás do levante popular em Novocherkassk, quando 26 manifestantes foram mortos pelo Exército soviético.

A despeito de serem problemas políticos importantes, tudo se podia arranjar, exceto a personalidade de Kruschev, seus modos e temperamento. Estes denunciavam o flerte do gensek com uma nova ditadura pessoal, ou na linguagem do partido, a “tendência de decidir tudo sozinho, passando por cima do princípio da liderança coletiva”.

CRIADOR E CRIATURA – Na reunião de 13 de outubro, Brezhnev foi o primeiro a apresentar as acusações contra o chefe. Pintou o retrato de um homem tosco: “Ele já não liga nem mesmo para as regras básicas de comportamento educado e xinga grosseiramente. Como se diz, ninguém é obrigado a ouvir isso. Até os mais rudes e grosseiros enrubescem. ‘Idiota, inútil, vagabundo, fedido, sujo, monte de merda, estraga-prazer, merda e bundão’. E esses são apenas os insultos publicáveis que ele usa”.

Amante da caça e bem humorado, Brezhnev era engenheiro, gostava de se vestir bem e zelava pela liturgia do poder e pela aparência. Era educado, afável sem ser fraco e procurava trabalhar em equipe. Tudo o contrário do estilo camponês rude de Kruschev. Não foi difícil para ele obter apoio nas fileiras comunistas. Stalin fora uma ameaça às suas vidas; Nikita, às suas carreiras. Brezhney permaneceu 18 anos no poder oferecendo aos colegas de partido confiança e estabilidade.

O homem de grossas sobrancelhas sabia o que isso significava em um partido que teve milhares de seus membros assassinados no Grande Terror, de 1937-1938, ou para os que passaram, sob Kruschev, a serem humilhados e ofendidos, além de removidos dos cargos pelo secretário-geral, uma situação que piorou muito depois que Nikita Sergeyevich derrotou a tentativa de golpe da velha guarda stalinista, em 1957.

UM GOLPE PERFEITO – Brezhnev e os demais conspiradores estavam tão seguros de sua posição, que permitiram a Kruschev ir para casa depois que a reunião foi suspensa para ser retomada no dia seguinte. Tomaram, é verdade, algumas precauções: Vladimir Semichastny, o poderoso diretor da KGB, trocou antes a escolta e os guarda-costas de Kruschev por gente de sua confiança e manteve todos os telefones do secretário-geral sob controle. No dia seguinte, estava tudo consumado. Permitiram a Kruschev se retirar para sua dacha, onde morreu em 1971.

Nos últimos quatro anos, Jair Bolsonaro alienou aliados, rompeu amizades, gritou em reuniões, xingou ministros, removeu amigos e multiplicou desafetos. “Os caras querem é a nossa hemorroida! É a nossa liberdade!”, disse na famosa reunião ministerial de 22 de abril de 2021.

Mesmo o caudaloso rio do orçamento secreto pode ser agora insuficiente para manter a lealdade dos companheiros do Centrão.

OS INSATISFEITOS – Começam a surgir em Brasília desejos de que a Providência – ou a Petrobras – salve a todos ao mesmo tempo, preservando cargos, salários e prestígio. Conforme passam as pesquisas e o tempo das urnas se aproxima, é cada vez maior o número dos que lamentam ter vencido com Bolsonaro.

Candidato ao governo do Distrito Federal em 2018, o general Paulo Chagas é um exemplo. No começo do governo – que merecera o seu apoio – acabou enredado na apuração do inquérito conduzido por Alexandre Moraes, no STF, em razão de ameaças aos magistrados da Corte.

Vieram os escândalos e as crises agravadas por Bolsonaro. Aos poucos, Chagas viu seus colegas humilhados e se distanciou do capitão. Hoje diz ser “ruim a permanência de Bolsonaro no poder, mas péssima a volta de Lula da Silva”. Tapará o nariz e votará em Bolsonaro, mas somente em um segundo turno.

ESCREVEU O GENERAL: “Aos que estão convencidos de que as eleições serão fraudadas eu digo que votarei da mesma forma e que esperarei a comprovação da fraude para me incorporar a eles na batalha judicial pela anulação do pleito, porque nenhum golpe ou ditadura serve para o Brasil”.

O general deveria esclarecer o que disse. Há pessoas que ele conhece que, sob a alegação de fraude, querem desde já o cancelamento das eleições? A ideia do golpe é defendida em grupos de militares da reserva.

E ganha força a cada pesquisa eleitoral – que fingem ignorar – que consolida o retrato da rejeição que o capitão amealhou.

A CONSPIRAÇÃO – Esses movimentos da reserva não passam despercebidos do Comando do Exército. Os amigos de Chagas não se preocupam se o governo procura pôr o Erário à serviço da reeleição de quem troca o gabinete no horário de trabalho por passeios de moto e de jet-ski.

Conspira-se mesmo assim contra as eleições porque não se quer entregar cargos e sinecuras conquistadas. Falam da corrupção petista, mas silenciam sobre a do atual governo.

A fórmula de culpar o inimigo por seus males não deu certo com os russos. Nem mesmo eles aguentaram Kruschev. E os problemas dos colegas do general vão além de encontrar um Brezhnev.

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