sexta-feira, maio 13, 2022

Relator critica defesa de Gabriel Monteiro | Michelle Barros se demite da Globo

 

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Presidente do TJ-BA reforça papel do juiz e do jornalista na manutenção da democracia

por Cláudia Cardozo / Lula Bonfim / Vitor Castro

Presidente do TJ-BA reforça papel do juiz e do jornalista na manutenção da democracia
Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

Durante a abertura do XXIV Congresso Brasileiro de Magistrados, nesta quinta-feira (12), no Centro de Convenções de Salvador, o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o desembargador Nilson Castelo Branco reforçou o papel dos juízes e dos jornalistas para a manutenção da democracia no Estado. O evento reúne cerca de 2 mil magistrados de diversas partes do mundo.

 

Castelo Branco considerou o congresso como de extrema relevância por fomentar o diálogo para o enriquecimento do trabalho dos magistrados na Bahia. "O magistrado só tem folego porque vivemos em um regime democrático, é o dia dia do cotidiano, da liberdade de imprensa, do direito de se manifestar sem ofender a quem quer que seja. A democracia não pode dispensar duas figuras essenciais do mundo profissional, o juiz e o jornalista", disse. 

Bahia Notícias

Bolsonaro diz que 'picanha no Brasil está metade do preço do Canadá', mas volta atrás

Bolsonaro diz que 'picanha no Brasil está metade do preço do Canadá', mas volta atrás
Foto: Reprodução / Portal Metrópoles

Durante uma conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, na manhã da última quarta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro (PL) indagou seus apoiadores sobre o preço da carne, tipo picanha, em outros países. A fala gerou crítica nas redes sociais, após ele dizer que o insumo seria mais barato aqui do que no Canadá. 

 

De acordo com o que divulgou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o presidente indagou a uma apoiadora. “O preço da carne lá fora subiu muito?”.  A mulher relata que, quando residia em um país estrangeiro, comprava meio quilo picanha por R$ 100. “A crise é no mundo todo. Aqui no Brasil está caro? Está. Mas alguns me acusam injustamente. No Brasil, quanto está o quilo da picanha? Menos da metade do preço que lá de fora. Está caro? Está caro”, disse o chefe do Executivo.

 

“Vocês lembram do ‘fica em casa e a economia a gente vê depois?’ Quem mandou ficar em casa que é o responsável por isso aí. Não só mandou, como vigiou, botou a polícia em cima, botou a guarda municipal…”, disse o mandatário, em relação aos governadores que adotaram medidas restritivas contra a Covid-19.

 

No Twitter, internautas começaram a apontar que a realidade era bem diferente. Em uma comparação, comprovada pelo Bahia Notícias, a rede canadense Metro mostra, entre as ofertas desta semana, o quilo da picanha a 15,41 dólares canadenses (ou 6,99 dólares por libra). Convertidos, seriam cerca de R$ 61. No Pão de Açúcar, o quilo de picanha sai a R$ 98,96.

 

Porém, a diferença vai além por causa de um outro fator: o poder de compra. O valor do salário mínimo no Canadá é diferente a depender da província. No caso de Toronto, o valor pago por hora trabalhada é de 14,35 dólares canadenses. 

 

Se o trabalho for de 8h diárias, o valor mínimo recebido em um mês será de 2.296 dólares - o que, convertido, daria 9.069,2 reais. Assim, além do quilo da picanha estar mais caro no Brasil, o impacto desse quilo no bolso do consumidor também é consideravelmente maior - já que o salário mínimo por aqui é de R$ 1.212. Inclusive, o presidente Jair Bolsonaro será o único a terminar um mandato com o salário mínimo valendo menos (entenda aqui).

Bahia Notícias

Tarifa de ônibus em Aracaju passará para R$ 4,50 a partir de domingo

(Foto: Aldaci de Souza)

A passagem do transporte público de Aracaju passará de R$ 4 para R$4,50, a partir do próximo domingo, 15. O aumento de 12,5% foi anunciado pela Prefeitura de Aracaju na tarde desta sexta-feira, 13.

De acordo com a PMA,  o reajuste se deu em decorrência do aumento do valor dos combustíveis, que em abril já ultrapassa R$7,50 em algumas bombas da capital, segundo pesquisa de preço divulgada pelo  Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Aracaju).

A tarifa do transporte na capital sergipana, conforme a PMA, estava há três anos e cinco meses sem reajuste. O último reajuste ocorreu em dezembro de 2018. À época, o valor da tarifa foi atualizado em 14,2%. Antes, a atual gestão só havia concedido um aumento em agosto de 2017, quando fez uma alteração no preço da passagem de 12,9%.

O superintendente da SMTT Renato Telles, reforça que a Prefeitura vem tomando medidas para minorar a crise do sistema e garantir a manutenção do serviço para a população, porém, o reajuste da tarifa se faz necessário, diante da dificuldade financeira das empresas e do constante aumento do combustível.

“A tarifa do transporte público estava congelada, em Aracaju, há mais de três anos, e o sistema passa por uma grave crise em âmbito nacional devido, principalmente, aos constantes aumentos do diesel. Para amenizar a dificuldade do transporte público, a Prefeitura tomou uma série de medidas, mas ainda assim o reajuste é necessário”, declara Renato.

O sistema de transporte público em Aracaju é integrado a outras três cidades da região metropolitana – Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão. O usuário consegue se deslocar por todas essas cidades, utilizando-se dos veículos e dos terminais de integração, para chegar ao seu destino final, pagando apenas uma passagem. Ao longo do mês de junho, o sistema de transporte público passará a contar com 30 novos ônibus, requalificando a frota.

Com informações da PMA

INFONET

Apuração paralela cobrada por Bolsonaro já é feita com soma de boletins das urnas

Publicado em 13 de maio de 2022 por Tribuna da Internet

Urna eletrônica

Charge do Duke (domtotal.com)

Renata Galf
Folha

A apuração dos votos para prefeito de Jaboticabal, no interior de São Paulo, ainda estava zerada no site da Justiça Eleitoral, mas, na cidade, um dos candidatos já comemorava enquanto outros reconheciam a derrota. O fato foi noticiado pelo repórter da Folha que acompanhou a disputa na cidade em 2020. A diferença de votos entre os concorrentes foi obtida por meio de apurações paralelas dos grupos políticos.

Isso é possível porque, ao final da votação, cada urna imprime um comprovante com o total de votos nela registrados, os chamados boletins de urna. Uma via deve ser afixada pelos mesários na porta de cada seção eleitoral. Também os fiscais de partidos podem requisitar uma via.

PEGAR E CONFERIR – “A gente tem um pessoal que fica nas escolas nos locais de votação”, conta Luís Carlos de Jorge, presidente do PL de Jaboticabal e que trabalhou na coordenação da campanha do candidato que acabou vitorioso. “No final, quando fecha a urna às 17h, cada um pega [o boletim] numa seção e vai conferir depois.”

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foram usadas 143 urnas na cidade em 2020. Jorge afirma que, em geral, seu grupo consegue reunir pelo menos 90% dos boletins.

Ele explica que, coletados os registros, os fiscais seguem para o mesmo local e passa-se então à totalização, que pode ser feita no papel ou no computador.

RESULTADO RÁPIDO – Questionado sobre o objetivo da operação, Jorge diz que é para saber mais rápido quem ganhou. “Até que os boletins cheguem no cartório eleitoral a gente já tem mais ou menos a informação.”

E faz questão de ressaltar que confia no sistema. “A urna é segura. Eu fui eleito e não fui eleito”, adiciona. “Então não posso falar mal do sistema.”

Apesar de este não ser o objetivo citado pelo político para fazer a contagem paralela dos votos, a comparação das somas dos boletins de urna impressos com os resultados contabilizados pelo TSE permite auditar que tanto a transmissão quanto a totalização dos votos ocorreram corretamente.

EM TEMPO REAL– Neste ano, além dos boletins físicos na porta das escolas, o TSE anunciou que passará a divulgar os boletins na internet em tempo real —antes eles eram disponibilizados online três dias depois do pleito. Assim, mesmo em cidades maiores, será mais fácil auditar a contabilização no mesmo dia.

Apenas com uma parcela dos boletins físicos, é possível conferir por amostragem se o registro em papel bate com o online, e, na sequência, contabilizar o restante, sem necessariamente ter que ir a cada escola para recolher os documentos.

Ainda que não em tempo real, fazer essa conferência já era possível nas última eleições, já que tanto o boletim de urna impresso quanto o online poderiam ser acessados por qualquer pessoa.

BOLSONARO INSISTE – Apesar disso, em ameaças recentes ao processo eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro (PL) repetiu discurso que já usou em outros momentos de que a apuração dos votos ocorreria numa “sala secreta” da Justiça Eleitoral.

“Quando encerra eleições e os dados chegam pela internet, tem um cabo que alimenta a ‘sala secreta do TSE’. Dá para acreditar nisso? Sala secreta, onde meia dúzia de técnicos diz ‘quem ganhou foi esse'”, disse o presidente.

“Uma sugestão é que, neste mesmo duto, seja feita uma ramificação, um pouco à direita, porque temos um computador também das Forças Armadas para contar os votos”, completou Bolsonaro.

SUGESTÕES MILITARES – Ao cobrar o TSE, em evento em abril, o presidente afirmou que as sugestões que teriam sido feitas pelas Forças Armadas seriam a maneira de confiar nas eleições. Algo que ele dizia antes em relação ao voto impresso.

“Todas foram técnicas. Não se fala ali em voto impresso. Não precisamos. Nessas sugestões existe essa maneira, para a gente confiar nas eleições”, declarou o mandatário na ocasião.

A realidade, contudo, é que o processo de transmissão e totalização dos votos já pode ser verificado e confrontado pela sociedade civil, como mostram as apurações paralelas realizadas pelos partidos.

UM BOM EXEMPLO – Em Jaboticabal, a título de exemplo, conforme noticiou a Folha em 2020, com 93% dos boletins contabilizados, a apuração paralela mostrava Emerson Camargo (Patriota) com 13.164 votos, seguido por Vitorio de Simoni (MDB), com 7.623, e Professor João (DEM), com 5.674 – os três primeiros colocados. Divulgados os resultados oficiais pelo TSE, o candidato eleito aparecia com 14.218 votos, e o segundo colocado com 8.275.

“Pelos percentuais que nós fomos coletando nos boletins, a gente já sabia quem ia ganhar. A gente já tinha uma amostragem da cidade”, conta Professor João, que assumiu a derrota antes do resultado oficial.

Seu grupo também se organizou para reunir os boletins da cidade, mas não terminou a contagem, dado que a quantidade de votos entre o primeiro colocado e os demais estava muito distante, considerando a distribuição dos votos em diferentes parte da cidade.

OUTRO EXEMPLO – José Fornari é advogado em Divinolândia, no interior de São Paulo, e relata também ter participado das contagens de boletins de urna nas duas últimas eleições municipais. Segundo ele, os fiscais são distribuídos pelas escolas e, encerrada a votação às 17h, eles começam a enviar cópias dos boletins para um grupo no WhatsApp e, em poucos minutos, obtém a soma de votos.

“Cerca de 17h15 a gente já estava com o resultado, senão o correto, muito próximo do correto. Já sabia quem era o ganhador e quem era o perdedor.” Em 2020, foram usadas 25 urnas em Divinolândia.

Ele conta que se envolveu com as campanhas depois de ter começado a fazer prestação de contas eleitorais. Em uma, seu candidato ganhou, na outra perdeu. “Nas duas vezes que a gente foi apurar, tanto na penúltima quando na última, o resultado oficial acabou batendo com o resultado extraoficial.”

DIFERENÇA PEQUENA – Em Santanópolis, município do interior da Bahia que usou 22 urnas, foi preciso contar todas os boletins recolhidos pelos fiscais de partido para cravar quem estava na dianteira. “A gente teve que repetir duas ou três vezes as contagens, porque a diferença era muito pouca”, afirma Vitor do Posto (PP), que terminou vitorioso, numa coligação com os partidos DEM e PSD.

“A gente fica no centro da cidade, aguardando esses relatórios chegarem e vai somando, temos uma equipe de cinco a seis pessoas para fazer e refazer a soma e não divergir.”

Na disputa anterior, o político diz também ter finalizado a contabilização. “Desde 2016, a eleição que perdi, tem batido certo [o resultado]. E nesta bateu novamente. Não teve divergência”, completa. “Eu acho as urnas totalmente seguras.”

É SÓ ANSIEDADE – Em Irará, também na Bahia, foram usadas 66 urnas na última eleição. Francisnaldo Xavier, filiado ao PSB, conta que seu grupo reuniu ao menos 80% dos boletins, o que permitiu afirmar quem era o ganhador, ainda que sem chegar ao total exato.

Ele era da coordenação da campanha de Derivaldo Pinto (PT), com quem seu partido estava coligado. “A gente não faz essa apuração para confrontar com a do TSE. A gente confia no resultado do TSE. É mais uma questão de ansiedade [pelo resultado].”

“Acho que é a primeira vez que uma pessoa que vence as eleições está desconfiado do sistema que ele próprio se elegeu”, avalia em relação ao presidente Bolsonaro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Muito importante e interessante a reportagem de Renata Galf. Demonstra como as urnas podem ser auditada com a maior facilidade, trazendo resultados totalmente confiáveis para as eleições majoritárias. E fica comprovado que as acusações feitas por Bolsonaro são apenas falaciosas, como se dizia antigamente. (C.N.)

Lei Eleitoral permite que o PL faça a auditoria privada da eleição, pretendida por Bolsonaro

Publicado em 13 de maio de 2022 por Tribuna da Internet

Cariri é Isso

Charge do Nani (nanihumor.com)

Carolina Brígido e Gabriela Coelho
CNN Brasília

Partidos políticos podem fazer suas próprias auditorias para fiscalização, apuração e totalização dos resultados contratando, inclusive, empresas credenciadas junto à Justiça Eleitoral, informou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na quinta-feira passada, dia 5, o presidente Jair Bolsonaro disse na tradicional live que contratará empresa para fazer auditoria nas eleições.

DISSE BOLSONARO – “Estive com o presidente do PL há poucos dias e nós contrataremos uma empresa para fazer auditoria nas eleições. A empresa vai pedir ao TSE algumas informações. O que pode acontecer? Essa empresa que faz auditoria no mundo todo, empresa de ponta, pode chegar à conclusão de que dado a documentação que se tem na mão, dado ao que já foi feito, ela pode falar que não foi auditável. Olha a que ponto vamos chegar. Devemos dar satisfação, está garantido por Lei o partido contratar uma empresa para fazer auditoria. É um momento para o TSE, mostrar pro mundo que nós temos o sistema mais confiável do mundo”, disse.

Ouvidos pela CNN, dois ex-ministros do TSE explicaram em reservado que existe previsão na lei eleitoral e em resolução da Corte para que todo e qualquer partido político fiscalize e audite as eleições antes durante e depois das votações.

TOTAL TRANSPARÊNCIA – Na prática, a lei determina que os partidos tenham acesso aos programas seis meses antes da eleição, mas o TSE já aumentou esse prazo para 12 meses.

A mesma lei dá aos cidadãos o direito de fazer suas próprias auditorias pelo Registro Digital do Voto, que é um arquivo com os votos que possibilitam a recontagem eletrônica da votação a qualquer tempo.

Diante da crise entre os Poderes, os atuais ministros do TSE não querem comentar a fala de Bolsonaro, para tentar esfriar o clima beligerante.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Ou seja, esqueçam a matéria do G1 Brasília que anunciava a possibilidade de veto do TSE à auditoria privada pretendida pelo PL, a pedido de Bolsonaro. Há determinadas “fontes” que levam os jornalistas a cometerem esse tipo de erro. Portanto, a referida matéria já foi devidamente deletada aqui na Tribuna. E agradecemos ao comentarista Vander Merwe, que nos alertou a respeito do erro involuntário(C.N.)

Pacheco (sem citar Bolsonaro): ‘Inacreditável que ainda seja preciso defender a democracia’

Publicado em 13 de maio de 2022 por Tribuna da Internet

Veja os decretos que Pacheco assinou como presidente interino do país

Rodrigo Pacheco afirma que é preciso defender as instituições

Levy Guimarães
O Tempo

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta sexta-feira (13), pelas redes sociais, que é “inacreditável que em 2022, com todos os problemas que temos no país, ainda seja necessário defender a democracia dos diversos ataques”. E acrescentou: “A democracia é a única forma de convivemos de forma harmônica e avançarmos como Nação. Não há outro caminho aceitável”.

Essas publicações vão na mesma linha do discurso do senador na noite da última quinta-feira (12), na abertura do Congresso Brasileiro de Magistrados, onde também defendeu a democracia.

ATENTADOS NOCIVOS – Segundo Pacheco, é preciso haver um fortalecimento das instituições. “Precisamos defender a democracia em tempos de atentados nocivos à sociedade brasileira. Temos que ter coragem para defender o nosso Judiciário e queria reafirmar aqui que eu respeito o Poder Judiciário do meu país”, disse.

Para o presidente do Senado, o país vive um ambiente de “ataques antidemocráticos, de arroubos que parecem populares para um determinado grupo, [mas que] na verdade são atentados muito nocivos à sociedade brasileira”.

ATAQUES AO TSE – As declarações acontecem em meio a novas suspeitas levantadas pelo presidente Jair Bolsonaro sobre o processo eleitoral. Ele vem reforçando a ideia de as Forças Armadas realizarem uma apuração paralela à do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a contratação de uma empresa privada.

Como resposta, o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, pontuou que o Tribunal aceita colaborações, mas a palavra final sobre o resultado da apuração é da Justiça Eleitoral. “Ninguém e nada interferirá”, afirmou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Realmente, na fase atual da humanidade, a democracia tem de ser consensual. Ser obrigado a defendê-la, como diz o presidente do Senado, parece um mergulho no passado mais tenebroso. (C.N.)

Prefeitura reforça disponabilidade de transporte para estudantes pauloafonsinos da UFAL Delmiro.

 Por Patricia Santos

13.05.2022



Uma reunião realizada na manhã desta sexta-feira (13), entre a equipe da Secretaria de Educação (Seduc), o reitor da Ufal Campus Delmiro Agnaldo José dos Santos e representantes da comissão formada por estudantes, reforçou a disponibilidade do transporte pela Prefeitura aos alunos pauloafonsinos que cursam a universidade no município alagoano.

A secretária de Educação, Elza Brito, falou sobre a tramitação do processo e a advogada da pasta, Marcele Amâncio, ressaltou que a licitação para a contratação está marcada para o dia 18 de maio.

“Conforme acordado com a comissão dos estudantes, a Prefeitura vai voltar a disponibilizar o transporte, e já estamos com o processo em tramitação. Esse é um compromisso do prefeito e da gestão com os estudantes. A nossa preocupação é atender a demanda dos alunos dentro da legalidade exigida para que não haja nenhuma complicação legal para a gestão”, frisa Elza

Autor: Ascom/PMPA

https://tribunamulungu.com.br/

Nota da redação deste Blog - É isso aí, governo que sabe o que é educação, valoriza a educação e os professores, inclusive facilitamdo e oferecendo condições aos alunos.

Agora o aculturado  ataca toda a categoria de trabalhadores e trabalhadoras em educação ao não demonstrar nenhuma vontade política de valorização profissional para a Rede Municipal de Ensino; onde a educação de Jeremoabo está sucateada.

Qunado a coisa funciona age como a Prefeitura de Arapiraca que fará a contratação de 12 ônibus para viabilizar o transporte dos alunos, enquanto isso em Jeremoabo quando os estudantes do ensino superior e técnicos conseguem transporte é ônibus sucateado, sem nenhuma segurança, com portas amarradas com cordas, sem conforto  e superlotados.


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EDITORIAL: O Império da Lei contra a Politicagem Barata – Jeremoabo Responde com Trabalho e Apoio a Tista de Deda;

Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Tista de Deda (@tistadededa) EDITORIAL: O Império da Lei contra...

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