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Fachin enfrenta Bolsonaro e diz que ‘forças desarmadas’ são responsáveis pelas eleições

Publicado em 12 de maio de 2022 por Tribuna da Internet

O presidente do TSE, ministro Edson Fachin, já havia respondido para o ministro da Defesa que não havia óbice para a divulgação Foto: Abdias Pinheiro / SECOM/TSE

Ministro Fachin subiu o tom no TSE, mas depois se arrependeu

Mariana Muniz
O Globo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou nesta quinta-feira que a Justiça Eleitoral está “aberta a ouvir, mas jamais se curvará a quem quer que seja” e disse que “quem trata de eleições são forças desarmadas”. A declaração foi feita durante visita ao local onde a Corte promove uma nova rodada de testes públicos das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições deste ano.

— Quem trata de eleições são forças desarmadas, e, portanto, as eleições dizem respeito à população civil, que de maneira livre e consciente escolhe seus representes. Logo, diálogo sim, colaboração, sim, mas na Justiça Eleitoral quem dá a palavra final é a Justiça Eleitoral. E assim será durante a minha presidência. A Justiça Eleitoral está aberta a ouvir, mas jamais estará aberta a se dobrar a quem quer que pretenda tomar as rédeas do processo eleitoral —, afirmou Fachin, que falou ao lado dos outros seis ministros que integram o TSE.

SEM INTERFERÊNCIA – Ao citar as “forças desarmadas”, Fachin fez referência à participação nas Forças Armadas na preparação da disputa deste ano. Militares fazem parte da Comissão de Transparência Eleitoral (CTE), apresentando sugestões.

Embora nunca tenha ocorrido um só caso comprovado de fraude nas urnas eletrônicas em mais de 20 anos de uso, o presidente Jair Bolsonaro tem utilizado questionamentos feitos pelos militares ao tribunal para lançar suspeitas, sem provas, acerca do processo eleitoral.

—  Ninguém nem nada interferirá na Justiça Eleitoral. Não admitiremos qualquer circunstância que obste a manifestação da vontade soberana do povo brasileiro — disse o presidente do TSE.

TESTE DE SEGURANÇA – Ao lado de Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Sérgio Banhos e Carlos Horbach, o ministro Fachin anunciou o inicio da última etapa do Teste Público de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação, quando investigadores examinam e avaliam as soluções desenvolvidas pela equipe técnica da Corte..

Ainda segundo Fachin, “quem vai ganhar as eleições” deste ano “é a democracia”, garantindo que isso certamente ocorrerá.

“No Brasil de hoje, quem duvida do processo eleitoral é porque não confia na democracia” — disse o presidente do TSE, que deixa o posto em agosto, quando passará a condução das eleições para Alexandre de Moraes. “Quem defende ou incita a intervenção militar está praticando ato de afronta à Constituição e à democracia. Não se trata de recado, é uma constatação”.

BOLSONARO INSISTE – Nesta quarta-feira,  o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a colocar em dúvida o sistema eleitoral. “Nós sabemos o que está em jogo. Todos sabem o que o governo federal defende: defende a paz, a democracia e a liberdade. Um governo que não aceita provocações, um governo que sabe da sua responsabilidade para com o seu povo”, disse o presidente durante uma viagem ao Paraná.

Na quinta-feira da semana passada, Bolsonaro afirmou que o PL iria contratar uma empresa para fazer a auditoria nas eleições desse ano. Ele, porém, não especificou qual tipo de auditoria seria feita. Em ocasiões anteriores, o presidente já pediu a contagem pública dos votos, ou que eles possam ser impressos para serem recontados.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Fachin está cheio de moral por causa da fragilidade das supostas questões levantadas pelo representante das Forças Armadas. General Heber Portella. E o Exército agora está jogando a última cartada, com a contratação de uma empresa israelense de investigação cibernética. Vamos ver no que isso vai dar. Ainda é cedo para cantar vitória, como se dizia antigamente. (C.N.)


Homem ao mar! Custou caro ao almirante bloquear o projeto de R$ 100 bilhões do Centrão

Publicado em 12 de maio de 2022 por Tribuna da Internet

Eike Batista disputa negócio de gás com aliado de Sarney - PressReader

Carlos Suarez exerce forte influência política

Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense

O almirante de esquadra Bento Albuquerque foi demitido do cargo de ministro de Minas e Energia, a pretexto de que teria se omitido em relação aos aumentos dos combustíveis, sobre os quais não tem nenhuma responsabilidade direta, porque a decisão é da Petrobras. O real motivo da demissão, porém, foi sua discordância com o chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e os partidos do Centrão, quanto à aprovação de um projeto bilionário de construção de uma rede de gasodutos interligando oito estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil, para o qual pretende-se destinar cerca de R$ 100 bilhões do lucro do pré-sal.

O projeto beneficia diretamente o empresário Carlos Suarez, ex-sócio-fundador da empreiteira OAS, que tem o monopólio de distribuição de gás nos estados beneficiados.

CARREIRA BRILHANTE – Bento é mais um oficial-general de quatro estrelas de grande prestígio nas Forças Armadas defenestrado por Bolsonaro de forma humilhante, por discordância com o Centrão e o presidente da República. Soube da demissão pelo Diário Oficial.

Fez uma carreira militar considerada exemplar: foi observador militar nas Forças de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) nos setores de Sarajevo, Bósnia e Herzegovina e Dubrovnik, na ex-Iugoslávia; comandante da Base de Submarinos Almirante Castro e Silva; comandante em chefe da Esquadra e secretário de Ciência Tecnologia e Inovação da Marinha.

É considerado um dos pais do submarino nuclear brasileiro, pois foi um dos negociadores dos acordos de parceria estratégica do Programa de Desenvolvimento de Submarinos entre a França e o Brasil. Posteriormente, foi comandante da Força de Submarinos e chefe do Gabinete do comandante da Marinha. Em 2016, assumiu a Secretaria de Ciência e Tecnologia e Inovação da Marinha e, posteriormente, a Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha. Agora, é o 20º ministro demitido por Bolsonaro.

GASODUTO SUSPEITO – Sua oposição ao Brasoduto custou sua cabeça. O projeto é um velho conhecido do Congresso, que já rechaçou a proposta 10 vezes, pela maioria dos parlamentares e pelo próprio governo. Agora, com apoio do Centrão e do novo ministro, as possibilidades de aprovação são maiores e vão ao encontro dos interesses eleitorais de Bolsonaro e seus aliados.

Grande beneficiário do projeto, Carlos Suarez tem oito distribuidoras de gás no Norte, Nordeste e Centro-Oeste e quatro autorizações para a construção desses gasodutos. Mas não tem recursos próprios para pô-los de pé.

O projeto de financiamento com recursos do pré-sal, que seriam destinados ao reaparelhamento da Marinha, faz renascer das cinzas o velho lobby das empreiteiras no Congresso. Suarez é o S da construtora OAS, que fez acordo de delação premiada com a Operação Lava-Jato.

FORTE RESISTÊNCIA – A Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace) faz forte oposição ao projeto, que chama de “Centrãoduto”. Segundo a entidade, o Brasoduto cria privilégios e não respeita critérios de planejamento, de contratações baseadas em eficiência e de modernização do mercado.

A Abrace reúne mais de 50 empresas, responsáveis por 40% do consumo industrial de energia elétrica e 42% do de gás natural, entre as quais os grupos Gerdau, Nestlé e Votorantim. O Fórum das Associações do Setor Elétrico (Fase), que abarca 27 associações do mercado, também se opõe ao projeto.

O deputado Fernando Coelho Filho (União-PE), ex-ministro de Minas e Energia, é o relator do Projeto de Lei 414, que trata da modernização do setor elétrico, no qual o Centrão pretende embarcar o jabuti de R$ 100 bilhões. Segundo revelou ao jornalista Tales Faria (UOL), o parlamentar não pretende incluir a proposta no seu relatório. Porém, mesmo contra a vontade, o jabuti pode ser aprovado por meio de uma emenda.

FOI PRETERIDO – Com a demissão de Bento Albuquerque, Coelho tentou voltar ao cargo de ministro de Minas e Energia, mas foi preterido por se opor ao projeto. O cargo caiu no colo do ex-secretário de Política Econômica da Economia, Adolfo Sachsida.O novo ministro é mais ligado a Bolsonaro do que ao ministro da Economia, Paulo Guedes, antes mesmo de este se incorporar à campanha eleitoral de 2018.

Ao jogar ao mar o almirante, Bolsonaro fez do limão uma limonada, dois dias depois de a Petrobras anunciar reajuste de 8,87% no preço do diesel nas refinarias, que passou de R$ 4,51 para R$ 4,91 o litro. Na semana passada, a estatal anunciou lucro de R$ 44,5 bilhões no primeiro trimestre de 2022, o que o presidente classificou como um “estupro”. Em 2021, o lucro foi de R$ 106 bilhões.

O almirante está sendo responsabilizado pelos políticos do Centrão pelos aumentos de combustíveis e da inflação, o que não passa de uma cortina de fumaça para o lobby bilionário dos gasodutos. Sachsida assume com a bandeira de privatizar a Petrobras e resolver o problema da alta dos combustíveis.

Prefeito de Paripiranga é condenado à perda de função pública e suspensão de direitos políticos por improbidade administrativa

 



Publicado em 12/05/2022, às 14h56    Reprodução // Portal Alerta    Redação BNews

Em sua decisão, o juiz André Andrade Vieira julgou a Ação Civil Pública parcialmente procedente "condenando o réu Justino das Virgens Neto por violação da norma capitulada no artigo 10, inciso VIII da Lei nº 8.429/1992, aplicando-lhe, por via de consequência, as seguintes SANÇÕES previstas no artigo 12 da Lei n° 8.429/92: 1) declarar a perda de sua função pública; 2) suspensão dos direitos políticos pelo período de 06 (seis) anos; 3) proibição de contratar ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios, ainda que através de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, de quaisquer esferas da administração pública, também por 06 anos; 4) ressarcimento ao erário público do valor de R$ 152.490,00 (cento e cinquenta e dois mil, quatrocentos e noventa reais – IDs: Num. 13239767 - Págs. 2, 3 e 4), atualizado monetariamente da data do desembolso, e acrescido de juros moratórios de 1% ao mês a partir da citação; 5) pagamento da multa civil no valor de R$ 152.490,00, quantia que representa o valor da avença declarada ilegal, atualizado monetariamente da data do desembolso, e acrescido de juros moratórios de 1% ao mês a partir da citação".

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Classificação Indicativa: Livre

O prefeito de Paripiranga, na Bahia, Justino das Virgens Neto, foi condenado à perda de função pública, suspensão de direitos políticos por seis anos e pagamento de multa de mais de R$ 150 mil em decorrência de uma Ação Civil Pública interposta pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) por improbidade administrativa. O gestor contratou, de forma irregular, serviço de locação de uma máquina retroescavadeira, sendo que a prefeitura tem um equipamento semelhante. 

"O demandado no dia 01/02/2017, com deliberado prejuízo ao erário municipal, contratou, irregular e diretamente, o serviço de locação de uma máquina retroescavadeira com operador, para ações de mitigação aos efeitos da estiagem, em avença quantificada em R$ 170.000.00 (cento e setenta mil reais), celebrada com a empresa Matheus Santos Santana EIRELI — EPP, pertencente ao Sr. Matheus Santos Santana. O parquet noticia ainda que o acionado serviu-se da dispensa de licitação n° 014/2017, tendo ordenado o pagamento de R$ 152.490.00 (cento e cinquenta e dois mil e quatrocentos e noventa reais), nos dias 12 e 20/06/2017, requerendo afinal os pedidos constantes nos IDs: Num. 13238995 - Pág. 5 e 6", consta na ação.

Em sua decisão, o juiz André Andrade Vieira julgou a Ação Civil Pública parcialmente procedente "condenando o réu Justino das Virgens Neto por violação da norma capitulada no artigo 10, inciso VIII da Lei nº 8.429/1992, aplicando-lhe, por via de consequência, as seguintes SANÇÕES previstas no artigo 12 da Lei n° 8.429/92: 1) declarar a perda de sua função pública; 2) suspensão dos direitos políticos pelo período de 06 (seis) anos; 3) proibição de contratar ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios, ainda que através de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, de quaisquer esferas da administração pública, também por 06 anos; 4) ressarcimento ao erário público do valor de R$ 152.490,00 (cento e cinquenta e dois mil, quatrocentos e noventa reais – IDs: Num. 13239767 - Págs. 2, 3 e 4), atualizado monetariamente da data do desembolso, e acrescido de juros moratórios de 1% ao mês a partir da citação; 5) pagamento da multa civil no valor de R$ 152.490,00, quantia que representa o valor da avença declarada ilegal, atualizado monetariamente da data do desembolso, e acrescido de juros moratórios de 1% ao mês a partir da citação".

Nota da redação deste Blog - Perguntaram-me porque nos outros "brasis" os prefeitos são punidos, enquanto isso, o de Jeremoabo pinta o diabo e não acontece nada?

A resposta é muitos simples: nos outros municípios os vereadores são atuantes, fiscalizam e denunciam.

Em Jeremoabo o que vereador mais sabe fazer é parabenizar o prefeito pelas suas trambicagens; é muito cinismo causa até repugnância.

Já os da oposição falam muito porém, de concreto deixa muito a desejar, até uma simples secretária zomba e sacaneia os vereadores, e tudo termina em samba.

Vamos para fatos concretos:

Parque de Exposição, o prefeito já vai dando um prejuizo de mais de R$ 1 milhão; o que fizeram os vereadores?

Já Ajuizaram alguma Ação na Justiça?

O dinheiro do Covid-19, o prefeito desviou para alugar um Fiat Toro para uso particular, o que fizeram os vereadores?

Ainda do Covid-19, o prefeito desviou o dinheiro para pagar pensão alimentencia de um seu Chefe de gabinete, o que fez os vereadores?

O prefeito usou máquina da prefeitura para trabalhar em sua fazenda e de um deputado federal, os vereadores fizeram o que?

As quentinhas, e os laranjos dos proprios vereadores, até hoje se denunciaram ninguém sabe ninguém viu.

Todo dia o prefeito e alguns vereadores e secretários estão se autopromovendo as custas do dinheiro do povo; pergunta-se os vereadores denunciaram?

Aqui é apenas uma amostra grátis, se for relacionar tudo dá para fazer um jornal.

Enquanto isso, o povo é que entra pelo cano, faltando remédios, faltando médicos, faltando merenda, creches,  aguá na zona rural, postos de saúde fechados e etc.















MPPE ajuíza ação civil pública por improbidade administrativa contra prefeito de Flores por promoção pessoal em perfis da Prefeitura nas redes sociais


29/07/2020 - O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ajuizou uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o prefeito de Flores, Marconi Martins Santana, que vem utilizando das redes sociais oficiais da Prefeitura para promoção pessoal, violando os princípios da impessoalidade e moralidade administrativa.

O MPPE tomou conhecimento de várias publicações nos perfis oficiais da Prefeitura Flores no Instragram (https://www.instagram.com/prefeituradeflores/) e Facebook (https://www.facebook.com/PrefeituraDeFlores/), onde se constata promoção pessoal da autoridade questionada. A principal forma de agir é através da função stories, onde é feita referência direta ao prefeito Marconi Santana, além de marcar a página do Instagram pessoal dele (https://www.instagram.com/marconimsantana/), pessoalizando a entrega e realização de obras e serviços públicos.

No texto da peça, o promotor de Justiça de Flores citou e anexou imagens de alguns fatos que foram verificados no transcorrer dos últimos dois meses:

No dia 31 de maio de 2020 foi postado storie sobre a aquisição de veículo, sendo marcado o perfil pessoal de Marconi Santana. No dia 1º de junho, foi postada entrega de cestas básicas, também marcado o perfil pessoal do prefeito. No dia 5 de junho, destaca-se a publicidade indicando aquisição de respiradores e ressaltadas a realização de obras e prestação de serviços públicos, em todos sendo utilizada referência direta ao requerido, com foto ou vídeo do prefeito de Flores ou, como rotineiro, com a marcação do perfil dele.

E ainda:

7 de junho, aquisição de veículo.

9 de junho, entrega de EPI para os profissionais de saúde, pagamento antecipado do 13º salário, prestação de serviço público e distribuição de cestas básicas.

10 de junho, entrega de zinco.

17 de junho, prestação de serviço e realização de obra

pública.

18 de junho, realização de obra pública.

19 de junho, realização de obra pública.

24 de junho, prestação de serviço público.

26 de junho, nítido enaltecimento do prefeito de Flores, ao mostrá-lo ao lado de uma obra sendo realizada e de uma retroescavadeira.

29 de junho, aquisição de veículo.

30 de junho, inauguração de unidade de saúde.

2 de julho, reforma em escola, realização de obra.

7 de julho, entrega de cesta básica.

8 de julho, entrega de kit alimentação para alunos das escolas da rede municipal.

21 de julho, aquisição de veículo.

“Acrescente-se que no dia 24 de junho, a Prefeitura de Flores promoveu o evento chamado Revivendo o São João – Prefeitura de Flores. Todavia, o evento, realizado por meio das redes sociais, teve como apresentadores o próprio prefeito e sua esposa, além de terceira pessoa contratada com essa finalidade. Durante toda a live, tanto o prefeito quanto sua esposa estiveram presentes na transmissão, chegando até a sortear prêmios. Observa-se também que alguns artistas agradeceram a Marconi Santana pela realização do festejo junino”, relatou o promotor de Justiça.

“Ao assim agir, o prefeito de Flores feriu de morte o § 1º do artigo 37 da Constituição Federal, pois, como dito, “a publicidade dos atos, programas, obras e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos”, comentou o promotor de Justiça.

"Fica evidente a intenção dissimulada de propagar no subconsciente dos cidadãos que diuturnamente acessam a homepage da Prefeitura nas redes sociais, a imagem e a personalidade do prefeito, enaltecendo suas qualidades e conferindo uma roupagem nitidamente personalística e de louvação ao chefe do Poder Executivo. A publicidade deveria conter única e exclusivamente as características da informação impessoal e de orientação social, contudo, no caso da Prefeitura de Flores e do prefeito Marconi Santana, vê-se claramente a utilização da página para promoção pessoal do requerido”, acrescentou o promotor de Justiça. “A autoridade municipal ora requerida aproveita-se do poder público a ele conferido para tirar proveito pessoal com a promoção de seu nome e qualidades pessoais, o que é terminantemente vedado pela Carta da República, agravado, ainda, pelo fato de estarmos em ano eleitoral”, complementou.

Por isso, o MPPE propôs a concessão da tutela provisória de evidência com decretação da liminar para que o prefeito Marconi Santana se abstenha de promover-se pessoalmente utilizando os perfis oficiais da Prefeitura de Flores no Instagram e no Facebook e demais redes sociais vinculadas à Prefeitura, devendo ocorrer a imediata edição das postagens referentes à atual gestão substituindo as expressões correspondentes aos nomes e imagens do gestor para utilização da expressão: “A Prefeitura Municipal de Flores fez/adquiriu/celebrou...”

Faz-se também necessária a proibição de postagens personalizadas doravante, inclusive por meio de stories e de reportagens de publicações do perfil pessoal do prefeito.

https://www.mppe.mp.br/

                                                                        Foto com o cargo e nome da pessoa

                                                  Foto com o Cargo e Nome da pessoa



Nota da redação deste Blog - Estou postando essa matéria orinda do Ministério Público de Pernambuco, na esperença de que os vereadores da oposição aprendam o que é AUTOPROMAÇÃO, praticado pelo prefeito de Jeremoabo, pelos vereadores da situação e pelos secretário; autopromação essa praticadada através do Instagram, FacebooK e redes sociais as custas do dinheiro do povo.

É lamentável que os vereadores tomem conhecimento de toda essa sangria do erários público, comentem e não tomem providências.

O dinheiros desviado pelo prefeito, pelos vereadores e principamenet pela Secretária de Educação, se os vereadores resoveram fazer um levantamento, esse dinheiro apropriado indevidamente daria pala asfaltar todos os buracos da cidade onde o prefeito colocou cascalho.

Não adianta ficar culanpando apenas o prefeito, a culpa também é dos veradorse que por omissão não ingressa na justiça paar reaver todo esse dinheiro gasto com autopromoção.

Enquanto isso, o povo de Jeremoabo que sofra compoeira e lama, principalmente os alunos do Colégio Evaristo.


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DENÚNCIA: A SAÚDE PÚBLICA DE JEREMOAMO ESTÁ NA "UTI" , SÓ RESTA AGORA APELAR PARA MÂE DO BISPO.

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No dia (10.05) publiquei uma matéria denúncia intitula " A QUE PONTO PONTO CHEGA A BABÁRIE, A DESUMANIDADE E IRRESPONSABILIDADE PRATICADO PELOS RESPONSÁVEIS PELA SAÚDE DE JEREMOABO".

Porém o ocorrido em Jeremoabo foi apenas o início do filme de terror, o pior aconteceu durante o percurso da viagem, onde a beneficiária esteve preste a infartar, inclusive ainda teve que ficar internada no Hospital de Ribeira do Pombal.

Em tempo quero informar que o setor de saúde de Jeremoabo mandou o responsável pela paciente pedir um transporte ao vereador, esquecendo que vereador não é assisnte social, nem deve praticar assistencialismo; o município tem o dever de providenciar transporte para o tratamento fora do domicílio, para isso é que chegou milhões para a saúde de Jeremoabo.

Não é atoa que os vereadores perguntam cadê o dinheiro?s

Quero informar que prefeito, secretário e servidor público recebem pagamento para servir o povo, já que todos são empregados do povo.

Quero dizer ao meu amigo Cordélio, que caso venha acontecer outra barbaridade, outra falta de respeito no próximo retorno, que como cidadão lute por seus direitos, procure-me que indicarei um Advogado para Ajuizar uma Ação Popular, inclusive requerendo indenização por danos morais.

O prefeito e seu conluio tem que entender que pode muito, mas não pode tudo, para coibir atrocidades existe a Justiça.

Nota a redação deste Blog - Escutem o aúdio, uma vergonha e falta de respeito para com  cidadão. essa é saúde que o cidadão humilde e carente do Munícipio de Jeremoabo recebe; é a saúde que os vereadores da situação aplaudem e parabenizam.

Que vergonha!

Fux dá aval a reajuste de 5% a servidores do Judiciário, com custo de R$ 828 milhões




O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, enviou um ofício à Casa Civil no qual dá aval para o governo contemplar, no âmbito do reajuste de 5% aos servidores federais, os funcionários do Poder Judiciário. De acordo com Fux, o impacto fiscal de um reajuste linear de 5% no Judiciário seria de R$ 828 milhões em 2022, a partir de julho.

No ofício, enviado ao ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, Fux afirma que o reajuste exigirá remanejamentos de verbas discricionárias (as que não são destinadas a pagamentos obrigatórios, como salários e benefícios da Previdência) no orçamento do Judiciário.

O maior impacto do reajuste está na Justiça do Trabalho, com impacto de R$ 326 milhões. Na Justiça Federal os gastos seriam elevados em R$ 279 milhões, enquanto que a Justiça Eleitoral sofreria um impacto de R$ 121 milhões.

Na terça, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) informou que o governo deve decidir sobre o reajuste de salários do funcionalismo público até o dia 22 de maio.

Técnicos da equipe econômica defendem que eventuais aumentos sejam oficializados até essa data para que haja "segurança jurídica" em alterar o Orçamento a tempo de conceder o benefício em ano eleitoral.

Na semana passada, o presidente da República, Jair Bolsonaro, confirmou que quer dar o reajuste de 5%, o que custaria R$ 6,3 bilhões em 2022. O número, no entanto, não agrada o funcionalismo público, que mantém greves e paralisações em várias frentes.

No documento, Fux também assinala que os recursos referentes ao impacto decorrente da aplicação do porcentual de 5% sobre a folha de pagamento de inativos e pensionistas serão ofertados pelo próprio Poder Executivo, com base na ampliação do teto de gastos no fim do ano passado.

Estadão / Dinheiro Rural

***

Biden vê inflação nos EUA ‘inaceitavelmente alta’ e diz confiar no Fed

Para o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a inflação do país segue "inaceitavelmente alta", apesar da leve desaceleração em abril do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês). O mandatário disse confiar que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) fará seu trabalho para controlar a escalada de preços na principal economia global.

"Acredito que construímos uma economia e um mercado de trabalho fortes, e concordo com o que o presidente do Fed, Jerome Powell disse na semana passada: que a ameaça número um a essa força é a inflação. Estou confiante de que o Fed fará seu trabalho com isso em mente", afirmou Biden, em nota divulgada nesta quarta-feira.

Na esfera política, o presidente norte-americano disse que controlar os preços é sua prioridade econômica, e pretende fazer isso por meio da redução de custos à famílias e do déficit fiscal.

Estadão / Dinheiro Rural

Antes contrário, governo agora apoia projeto do ‘Centrãoduto’

 


Arthur Lira, presidente da Câmara


As articulações do Centrão para aprovar no Congresso um projeto que prevê aporte de R$ 100 bilhões na construção de gasodutos contam com o apoio do Palácio do Planalto. Sob o argumento de que a proposta concentrava "a destinação de recursos públicos em infraestrutura, que deveria ter seus investimentos promovidos pelo setor privado", o presidente Jair Bolsonaro chegou a ser contra o plano, mas mudou de ideia. O novo entendimento ocorreu depois que Bolsonaro se assumiu como integrante do Centrão.

Agora, se a proposta não for adiante por meio de emenda parlamentar, o governo já planeja publicar uma medida provisória que viabilize a construção dos gasodutos, segundo interlocutores do presidente.

Como mostrou o Estadão/Broadcast, os empreendimentos beneficiam o empresário Carlos Suarez e seus sócios em oito distribuidoras de gás. Eles são os únicos a ter autorização para distribuir gás encanado em oito Estados do País.

O Estadão/Broadcast apurou que, há cerca duas semanas, o assunto foi discutido em uma reunião entre técnicos dos ministérios de Minas e Energia e da Economia. Os participantes deixaram o encontro certos de que o apoio do governo para aprovar uma proposta de estruturação da rede de gasodutos estava selado. Há, porém, núcleos de resistência à iniciativa. O Ministério da Economia é contra a ideia de sacar até R$ 100 bilhões do pré-sal para financiar a construção dos dutos de gás. Hoje, esse dinheiro vai para o Tesouro Nacional e ajuda o País a fechar suas contas.

Alinhado às estratégias e demandas do Centrão, o governo já deu o primeiro passo para emplacar o projeto bilionário do gás ao sancionar, ainda no ano passado, a Lei de Capitalização da Eletrobras. A proposta incluiu um "jabuti" - emenda parlamentar sem nenhuma relação com o texto original -, exigindo a construção de 8 mil megawatts de geração por usinas elétricas movidas a gás. A maioria delas seria construída nos oito Estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste em que Carlos Suarez e seus sócios - a Gaspetro e governos estaduais - têm exclusividade na distribuição de gás.

Sem os gasodutos, porém, o governo sabe que não há como pôr de pé as usinas porque elas não teriam como receber o gás. É daí que vem a necessidade de construir as tubulações bilionárias para transportar o insumo entre seus pontos de origem e os locais que foram determinados, à revelia de qualquer discussão técnica.

Em setembro de 2020, quando o Centrão ainda não ocupava os principais postos de controle do governo Bolsonaro, o Planalto tratou de derrubar a proposta, e o fez nos termos mais duros. Ao justificar o veto a uma emenda que previa o financiamento público dos gasodutos, Bolsonaro afirmou que a proposta tinha "vício de iniciativa" e que violava a Constituição, além de não apresentar "estimativa do impacto orçamentário e financeiro, gerando aumento de despesa".

À época, o que se pretendia era construir os gasodutos com o desvio de 20% da receita do pré-sal que, hoje, é destinada às áreas de saúde e educação, por meio do chamado fundo social do pré-sal. O governo reagiu e afirmou que o plano do Congresso extrapolava a "competência de gerenciamento do Orçamento federal", ou seja, tentava usurpar uma atribuição que é do Executivo.

Observou, ainda, que o projeto invadia a "conveniência da destinação dos recursos públicos" e levaria à redução dos valores destinados às áreas de educação e saúde pública, "incorrendo em inconstitucionalidade formal por vício de iniciativa, pois apenas o próprio Poder Executivo poderia deflagrar este tipo de proposta".

Privilégio

O governo também indicou o risco de o dinheiro público ser usado com o objetivo de privilegiar determinados negócios alheios ao planejamento da matriz elétrica nacional. "Tem risco potencial de causar distorções nas decisões de investimentos com possibilidade de seleção adversa dos empreendimentos, vez que promove a destinação de recursos públicos em infraestrutura que deveria ter seus investimentos promovidos pelo setor privado, resultando em ineficiências para o setor como um todo", disse Bolsonaro ao justificar o veto à proposta.

De 2020 para cá, os parlamentares tentaram aprovar o "Centrãoduto" em três ocasiões. Nenhuma tentativa teve sucesso. Agora, a nova investida se dá por meio do Projeto de Lei 414, de 2021, que cria um novo marco regulatório do setor elétrico. O plano não é mais sacar recursos do fundo social do pré-sal, mas, sim, bancar as obras com dinheiro da estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA), ou seja, utilizar dinheiro que iria para os cofres do Tesouro. Nos dois casos, os custos seriam pagos pelo consumidor, por meio de cobranças extras na conta de luz, ou pelo contribuinte, com saques diretos de recursos da União.

Questionado sobre o assunto, o Ministério da Economia não quis se manifestar. O titular da pasta, Paulo Guedes, também não se pronunciou. A Casa Civil não respondeu ao pedido de esclarecimento.

Apesar de toda a mobilização parlamentar e do próprio governo em relação ao assunto, o Ministério de Minas e Energia informou que "desconhece qualquer iniciativa em relação à construção de gasodutos". O empresário Carlos Suarez e sua sócia, Gaspetro, não se manifestaram.

A estatal PPSA, cortejada pelo atual plano do Centrão como a fonte de financiamento dos gasodutos, declarou, por meio de nota, que os recursos arrecadados são direcionados ao Tesouro Nacional e que não cabe à empresa fazer a gestão desse dinheiro.

"A empresa segue trabalhando para maximizar os resultados econômicos da União na gestão dos contratos de partilha de produção, na representação da União nos acordos de individualização da produção e na gestão da comercialização do petróleo e gás da União", destacou o comunicado da PPSA.

Líder

Ao Estadão/Broadcast, o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), expôs o racha sobre o assunto e disse que o governo não vai bancar sozinho a conta dos gasodutos. "O governo pode até apoiar com o BNDES, com alguns incentivos, mas não é responsabilidade do governo fazer os gasodutos", disse Barros, sem detalhar que tipo de medidas poderia ser adotada.

"Nosso modelo está em concessões públicas. Quem ganha a concessão constrói. Se a termoelétrica realmente for inviável, está resolvido, não vai ter termoelétrica", afirmou o aliado de Bolsonaro. 

Estadão / Dinheiro Rural

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