quarta-feira, fevereiro 02, 2022

Renan Calheiros renova o acordo para o MDB de Alagoas apoiar Lula já no primeiro turno

Publicado em 2 de fevereiro de 2022 por Tribuna da Internet

Renan Calheiros se encontra com Lula e defende apoio do MDB ao petista - ISTOÉ Independente

Renan, Lula e Renan Filho fecham mais um acordo político

Vicente Limongi Netto

No dia 28 de janeiro a Tribuna da Internet publicou meu texto destacando as andanças de Lula, buscando aliados. Sublinhei que o pragmatismo político do ex-presidente é abrangente. Finalizei observando que conversar não tira pedaços. Pois bem, nesta segunda-feira, 31 de janeiro, Lula conversou com o senador Renan Calheiros e com o filho dele, governador de Alagoas, Renan Filho.

Há um mês eu já havia dito aqui que o MDB, mais adiante, apoiaria Lula. Pelo sorriso de Lula no encontro com Renan pai e filho, a candidatura de Simone Tebet já está indo para o espaço. Inclusive dentro do próprio partido dela, o MDB. O jogo é para profissionais. Depois de eleito é que o vencedor merece se lambuzar com farofa.

A DOR DE QUEM FICA – Saudade é a chama do amor eterno. Floresce na alma dos que ficam. É a palavra mágica e sublime que abrange trauma, amor, tristeza, mágoa, lembrança, ilusão, sentimento, sorriso, aflição, ausência, conflito e solidariedade. Nesse sentido, li com atenção e emocionado, a matéria “A dor de quem fica”, de Edis Henrique Peres (Correio Braziliense – 30/01), com histórias candentes de alguns que perderam familiares e amigos na apavorante, cruel e interminável pandemia.

Raros não foram afetados, na atual quadra, pela dor da perda.  Guardo lembranças e saudades de familiares, amigos, colegas de trabalho e do futebol, tragados pela pandemia. Seres humanos dignos e inesquecíveis.

Como Said Dib, Luiza Silva, Helio Fernandes, Agnaldo Timóteo, José Maria Pinheiro, Karin Eid, Nazaré Limongi Cabral, José Dutra,  Perpétua Pimentel e irmãos Luiz e Mário Tadros. A eles, um até breve.

SOB NOVA DIREÇÃO – O constitucionalista José Alberto Simonetti é o novo presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). E foi logo avisando que a entidade é apartidária e está aberta ao título com todos os candidatos à Presidência da República.

O jovem Simonetti segue a trajetória de outro ilustre e qualificado amazonense, Bernardo Cabral, que, assim como ele, há 31 anos ocupou a secretaria-geral e, mais tarde, o comando da OAB. E o pai e xará de Simonetti foi presidente da OAB do Amazonas.

É enorme e significativo o apreço e admiração do novo presidente por Bernardo Cabral. Tanto que deu o nome do ex-senador e ex-ministro a um dos filhos.

NETO DO SÍLVIO – O jogo no BBB-22 promete esquentar. Sair do marasmo e da chatice. Thiago Abravanel, herdeiro do baú da felicidade, indicou Rodrigo para o paredão porque teme o poder de argumentação do ex-pedreiro e gerente comercial. Thiago se julga o inventor do monopólio da verdade e da razão. Desde cedo colocou as unhas afiadas de fora. Temido pela maioria por ser artista famoso e neto de Silvio Santos. Filosofa pelos cotovelos.

Thiago conta com quatro inseparáveis e também marrentos fantoches: Douglas, Paulo André, Arthur e Pedro Scobby. Rodrigo implora pela reação dos aliados, alegando que o esporte predileto dos adversários é debochar e rir da cara deles. Para Rodrigo, é preciso jogar duro com Thiago Abravanel e companhia.  Penoso castigo será aguentar o neto de Silvio Santos como líder da casa até o próximo domingo. Ninguém merece.


Dilma enfrenta Lula e o PT, exige participar da campanha e eles vão ter de aturá-la

Publicado em 2 de fevereiro de 2022 por Tribuna da Internet

STF abre inquérito contra Dilma e Lula para investigar obstrução da Justiça - País - Jornal VS

Reparem só a alegria de Lula, ao apoiar Dilma em 2014…

Carlos Newton

A jornalista Malu Gaspar, de O Globo, publicou artigo mostrando que a ex-presidente Dilma Rousseff se tornou um problema para Lula da Silva e o PT, que procuraram afastá-la da campanha eleitoral, em função ao fracasso do governo dela, que redundou no impeachment em 2016, devido às pedaladas contábeis e ao conjunto da obra, como ficou evidente na época.

“Foi claro e direto o recado que Dilma Rousseff passou a Lula e ao PT, na conversa que tiveram em São Paulo, no último dia 13: ainda que o partido possa querer escondê-la na campanha, a ex-presidente vai defender o próprio governo publicamente sempre que julgar necessário”, revelou a colunista global, acrescentando que o embate entre Lula e Dilma durou mais de quatro horas e foi testemunhado por Gleisi Hoffman, presidente do PT, e Aloizio Mercadante, que dirige a fundação petista Perseu Abramo.

PROBLEMA DELICADO – O escanteamento de Dilma Roussef era fato consumado, como o próprio Lula deixou claro, ao dar entrevista à rádio CBN Vale do Paraíba, há alguns dias. “O tempo passou, tem muita gente nova no pedaço e eu pretendo montar o governo com muita gente nova, muita gente importante e com muita experiência também”, disse Lula, ao ser questionado sobre a possibilidade de a sucessora participar de um eventual governo seu, relatou Malu Gaspar.

A Dilma é uma pessoa pela qual eu tenho o mais profundo respeito e carinho. A Dilma tecnicamente é uma pessoa inatacável, tem uma competência extraordinária. Onde ela erra, na minha opinião, é na política”, acrescentou Lula, imprudentemente, despertando o ódio da ex-companheira.

O fato é que Dilma Rousseff ficou possessa, reagiu e agora o problema do PT é acalmá-la. O primeiro passo foi a conversa na fundação Perseu Abramo, a convite de Mercadante, que foi chefe da Casa Civil no governo Dilma. E o resultado prático é que Dilma peitou Lula e a direção do PT, fez ameaças e os obrigou a aceitá-la  na campanha.

EVENTO PROVIDENCIAL – Mercadante tratou logo de providenciar um evento conjunto, para reunir Lula e Dilma na própria Fundação Perseu Abramo, nesta segunda-feira (dia 31), a pretexto de defender o legado dos governos deles, para uma plateia exclusivamente formada por petistas.

Foi um ato virtual, mas Dilma mostrou sua força e falou durante 20 minutos, mostrando que os petistas vão ter de aturá-la, a contragosto.

Não é a primeira vez que Dilma derrota Lula dentro do próprio PT e a contragosto do partido. Repete-se o que aconteceu em 2014, quando os petistas lançaram a campanha “Volta, Lula”, para não reeleger Dilma.

LULA EMPAREDADO – Na época, ninguém aguentava mais Dilma, o retorno de Lula à política era considerado óbvio pelos petistas, especialmente porque o tucano Aécio Neves era um candidato muito forte, como de fato demonstrou.

A grande surpresa aconteceu na convenção, quando o próprio Lula discursou defendendo a reeleição de Dilma, que seria esmagada na votação dos convencionais. Foi a mais triste convenção da história do PT. Ninguém entendeu nada.

Humilhado, Lula nem queria participar da campanha, mas teve de liderá-la, porque Aécio cresceu nas pesquisas e quase ganhou. Aliás, até hoje há dúvidas se houve fraude ou não, porque foi  Minas Gerais que deu a reeleição a Dilma, e quatro anos depois ela ficou em quarto lugar para o Senado… 

ARQUIVO AMBULANTE – Em 2014, Dilma fez Lula se curvar porque ameaçou contar tudo o que sabe sobre ele,  como o esquema de corrupção e a ligação com empresários. Mas a estocada fatal foi o cartão corporativo da segunda-dama Rosemary Noronha, que Dilma iria revelar, junto com o fato de a amante viajar 34 vezes no Aerolula como clandestina, sem o nome na lista de passageiros. Ou seja, se o avião caísse, haveria um corpo a mais…

Dilma enfrentou Lula, demitiu Rosemary e a filha dela, que ninguém sabe se é também filha de Lula, pois nasceu em meio ao romance. E agora, oito anos depois, mais uma vez a ex-companheira Dilma derrota Lula e a direção do PT, sendo gloriosamente reintegrada à campanha do partido, com direito a aparecer na TV e tudo o mais.

Como diz o velho ditado, nada como um dia após o outro. Na verdade, Lula nem precisa de Dilma para vencer. Pelo contrário, na campanha do PT ela será um estorvo, como diria o sempre petista Chico Buarque. Mas acontece que Lula agora precisa desesperadamente do silêncio dela, para não perder.

Covid-19: Vinho pode ter ação protetora contr a doença, mas cerveja tem efeito contrário, mostra estudo

Cientistas concluíram, no entanto, que ingestão excessiva de qualquer bebida alcoólica pode elevar chance de contaminação pelo coronavírus

Cerveja aumenta risco de Covid-19. Foto: Pixabay
Cerveja aumenta risco de Covid-19. Foto: Pixabay

Beber cerveja pode ser um fator de risco para contrair Covid-19. Em contrapartida, consumir vinho tinto pode proteger contra a doença. Esta foi a conclusão de um estudo feito por pesquisadores do Hospital Shenzhen Kangning, na China.

Pandemia da exaustão:  Explosão da Ômicron afasta profissionais de saúde e traz de volta UTIs cheias de pacientes desesperados

A pesquisa analisou 473.957 pessoas, das quais 16.559 receberam diagnóstico positivo para Covid-19. Análises apontaram que o consumo de cerveja e cidra aumentou o risco de contrair a doença, independentemente da frequência e quantidade ingerida. A alta frequência de consumo de destilados (ingestão de cinco copos por semana ou mais) também aumentou as chances de ser infectado.

Já pessoas cujo histórico apontava para o alto consumo de vinho tinto (ingestão de cinco copos por semana ou mais) tiveram menos risco de contrair a doença. O mesmo aconteceu para aqueles com alta frequência de consumo de vinho branco e champanhe.

Sem proteção:  Na maior UTI de Covid-19 do Brasil, mais de 90% dos casos graves são em não vacinados

"O consumo de cerveja e cidra não é recomendado durante as epidemias. As orientações de saúde pública devem se concentrar na redução do risco de Covid-19, defendendo hábitos de vida saudáveis e políticas preferenciais entre os consumidores de cerveja e cidra", afirmam os autores no estudo.

Os cientistas compararam também o consumo de bebidas alcoólicas no geral com o risco de contrair Covid-19. Eles concluíram que aqueles que bebiam  tinham um risco menor de desenvolver a doença em comparação com os que não bebiam, mas o efeito protetor não foi significativo.

No entanto, aqueles que bebiam acima das diretrizes tiveram uma tendência de maior risco de Covid-19, e os consumidores que dobraram a ingestão acima das diretrizes ou consumiram mais que o dobro tiveram um risco 12% maior de pegar Covid-19 em comparação com quem não bebe.

A quantidade de consumo semanal de álcool foi convertida em unidades para cerveja e cidra (1 litro = 2 unidades), vinhos (1 taça padrão = 2 unidades) e destilados (1 shot = 1 unidade). As pessoas foram agrupadas em quatro categorias: (1) não bebedor ou bebedor apenas em ocasiões especiais; (2) dentro das diretrizes recomendadas (aqueles que consumiam menos de 14 unidades por semana); (3) acima do recomendado pelas diretrizes (de 14 a menos de 28 unidades por semana); e (4) duas vezes ou mais acima das diretrizes recomendadas (28 unidades ou mais por semana).


Em destaque

Financial Times diz que crise no Supremo será fator decisivo nesta eleição

Publicado em 15 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Jornal britânico ressalta ‘crise sem precedentes...

Mais visitadas