quinta-feira, julho 01, 2021
Mais um Bloco da entrevista de Marcelo do Sindicato ao Programa de Junior de Santinha - Sem Meias Palavras.
Partidos devem trocar deputados de comissão para derrotar voto impresso

Os partidos contrários à adoção do voto impresso devem trocar os deputados da comissão especial que analisa o projeto. O objetivo é obter maioria para derrubar a proposta em andamento na Câmara dos Deputados.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, essa medida é necessária para que a proposta não chegue ao plenário, pois muitas legendas calculam que ela pode ser aprovada se discutida por todo o corpo de deputados federais.
Presidentes de 11 partidos - PSDB, MDB, PP, DEM, PL, PSL, Cidadania, Republicanos, PSD, Solidariedade e Avante - se reuniram na última semana. Na ocasião, eles decidiram se unir para derrubar o pleito defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) (saiba mais aqui).
Bahia Notícias
'Aulas presenciais só com imunização total', diz diretor da APLB após Rui estimar retorno

A retomada das atividades escolares presenciais, que dará início a fase de ensino “híbrido” na rede estadual, voltou à discussão nesta quarta-feira (30) após o governador Rui Costa (PT) comentar a possibilidade eventual de um retorno em 15 dias, caso os índices da Covid-19 continuem reduzindo. Provocado pelo Bahia Notícias, o diretor-geral da APLB Sindicato, Rui Oliveira, revelou que a intenção do governador deverá encontrar alguma dificuldade para ser concretizada.
De acordo com Oliveira, uma pesquisa interna realizada pela própria APLB consultou 13 mil profissionais em todo o território baiano. Destes, 97% decidiram que só retornarão as aulas presenciais após concluírem o calendário vacinal com a aplicação da segunda dose. A imunização dos profissionais da educação foi iniciada no mês de abril. O sindicato não sabe precisar a margem de trabalhadores que já receberam a primeira dose no estado. Os municípios adotaram estratégicas individuais para cumprir a determinação de vacinação.
“Num cenário pós festejos juninos e com a preocupação de nova variante é inadmissível não se preocupar com a vida do povo baiano. Temos mais que lutar por mais vacina e condições de biossegurança, por isso, vamos lutar em defesa da vida e por mais vacina. Aulas presenciais só com imunização total e protocolo de biossegurança”, enfatiza Oliveira.
Em maio deste ano, os trabalhadores da rede estadual de ensino chegaram a aprovar a adoção do estado de greve pela continuidade das aulas remotas e pelo retorno das atividade presenciais somente após a imunização completa, com aplicação das 1ª e 2ª doses da vacina. (reveja).
“Estamos muito ansiosos pelo retorno às aulas porque é fundamental para a vida e futuro dos jovens o retorno das aulas. Inclusive, quero renovar meu pedido aos prefeitos para já irem aquecendo as turbinas das escolas municipais para a gente voltar com tudo”, afirmou o governador nesta quarta durante uma transmissão nas redes sociais.
Procurada pelo BN, a Secretaria de Educação do Estado da Bahia não respondeu aos questionamento sobre a viabilidade de diálogo com a categoria.
Bahia Noticias
Cada vez mais mentiroso, o general Pazuello diz que apurou mas não encontrou irregularidades…
Publicado em 1 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

Pazuello é apenas um farsante, que desonra as Forças Armadas
Mariana Muniz
O Globo
Em manifestação encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito da notícia-crime apresentada por três senadores ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre irregularidades na compra da vacina Covaxin, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello disse que tanto o presidente Jair Bolsonaro quanto ele adotaram providências para apurar possíveis irregularidades. A versão de Pazuello é a mesma que vem sendo dada pelo Palácio do Planalto, onde agora ele está trabalhando.
Segundo o ex-ministro da Saúde, após o encontro de Bolsonaro com o deputado Luis Miranda, em 20 de março, “o Presidente da República entrou em contrato com este então Ministro da Saúde, em 22.3.2021 (segunda-feira), a fim de solicitar a realização de uma apuração preliminar acerca dos fatos relatados quanto ao contrato de compra da vacina Covaxin”.
PEDE ARQUIVAMENTO – “No regular exercício do Poder de Autotutela da Administração Pública (súmula 473 do STF) – ato contínuo após a ordem do Presidente da República – determinei que o então Secretário-Executivo, Élcio Franco, realizasse uma averiguação prévia sobre alegados indícios de irregularidades e ilicitudes”, relata Pazuello, que pede à PGR que arquive a notícia-crime apresentada pelos senadores. A manifestação é assinada pelo próprio general, e não apresenta qualquer documento a respeito da alegada apuração interna.
Ainda na mesma linha do que vem sendo dito pelo Planalto, o ex-ministro da Saúde, que atualmente é Secretário de Assuntos Estratégicos, diz que “após a devida conferência, foi verificado que não existiam irregularidades contratuais, conforme já previamente manifestado, inclusive, pela Consultoria Jurídica da Pasta da Saúde”.
MAIS UMA TENTATIVA – A narrativa de Pazuello à Procuradoria-Geral da República é mais uma tentativa do governo de mostrar que Bolsonaro não deixou sem resposta as denúncias de que houve pressão no Ministério da Saúde para liberar a importação da vacina Covaxin.
O ex-ministro mandou o ofício à PGR como resposta a um pedido feito por senadores para abertura de inquérito contra Bolsonaro pelo crime de prevaricação, sob acusação de não ter tomado providências a respeito das denúncias do deputado.
O documento chegou apenas depois que a própria PGR pediu ao Supremo Tribunal Federal, na noite de ontem, que o caso só fosse analisado após a conclusão dos trabalhos da CPI. Entretanto, Pazuello nem havia sido intimado para apresentar esclarecimentos e mandou o ofício por conta própria. O vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros vai analisar o documento.
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NOTA DA REVISÃO DO BLOG – Esse pessoal do Planalto é muito amador. Será que eles realmente acham que alguém possa engolir essas justificativas de que o procedimento administrativo foi arquivado porque não existiam irregularidades contratuais, quando o que se discute é ética, moral, honestidade, interesse público e amor à pátria? Pazuello e mentiroso. Ele não apurou nada. Foi demitido do Ministério dois dias depois da denúncia dos irmãos Miranda. Esses desculpas de que não houve irregularidades são uma ofensa à opinião pública, como se os brasileiros fossem tão despreparados quanto os atuais inquilinos do eixo Planalto/Alvorada. (C.N.)
Denúncias dos irmãos Miranda são tão verdadeiras que já causaram demissões em série na Saúde
Publicado em 1 de julho de 2021 por Tribuna da Internet
Carlos Newton / charge de Miguel Paiva (Site 247)
O empresário Carlos Wizard botou o galho dentro, como se dizia antigamente, e se recusou a depor na CPI da Covid, escorado em mais uma ridícula decisão do Supremo que nem era necessária, pois as testemunhas são obrigadas a comparecer, não a depor. Lembrem o caso de Lula, que ficou ironizando a Justiça, enquanto os líderes petistas diziam que o povo sairia às ruas para impedir o depoimento do ex-presidente. O Ministério Público então pediu a condução coercitiva e Lula acabou depondo, sem haver nenhuma revolta popular.
Pois bem, enquanto Wizard ficava calado, socorrendo-se num bizarro texto sobre seu fervor religioso, o deputado Ricardo Barros, ainda líder do governo, tirava uma onda de valentão, colocando-se à disposição da CPI para depor.
EM REUNIÃO VIRTUAL – O ato de coragem do parlamentar foi relatado pela repórter Mariana Carneiro, de O Globo, que abordou a reunião de líderes do governo, realizada virtualmente segunda-feira para tratar das pautas do governo, mas acabou servindo para o líder na Câmara se explicar aos colegas e à ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda.
“Eu sei me defender. Não vou sair da liderança.” – com essas duas frases, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) resumiu sua disposição para enfrentar as denúncias de envolvimento com o contrato irregular da Covaxin, em investigação na CPI da Covid – narrou a repórter.
Como se sabe, Ricardo Barros foi ministro da Saúde no governo Michel Temer e até hoje exerce influência política no ministério. E ele deixou bem claro que não pretende recuar, nem submergir, como cogitavam alguns aliados. “Eu entendo do assunto”, afirmou o líder do governo, segundo informaram à jornalista alguns dos presentes à reunião virtual.
BARROS NEGOU – Depois da publicação da matéria de Mariana Carneiro, que trabalha com a colunista Malu Gaspar, o deputado Ricardo Barros entrou em contato com o Globo para dizer que as frases atribuídas a ele não são verdadeiras. Mas a repórter Mariana Carneiro manteve as informações publicadas.
Em tradução simultânea, Barros perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Pensou que sua bravura fosse ficar trancafiada na reunião virtual e não imaginou que as denúncias dos irmãos Miranda pudessem evoluir na espantosa velocidade que está sendo imprimida.
Quanto às denúncias, são tão verdadeiras que já causaram muitas demissões. O ministro Eduardo Pazuello, por exemplo, caiu dois dias depois do encontro de Bolsonaro com os irmãos Miranda, no Palácio da Alvorada. Na mesma semana, foi detonado o secretário-executivo, coronel Elcio Franco.
Agora, após os depoimentos dos irmãos na última sexta-feira, já caíram o diretor de Logística, Roberto Ferreira Dias, e logo em seguida o assessor, tenente-coronel Marcelo Blanco da Costa. Ou seja, a fila está andando e o governo derrete em pleno inverno.
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P.S. – O respeitável público terá oportunidade de conferir a coragem do líder Ricardo Barros, que está cercado na CPI pelos sete lados, como se diz no jogo-do-bicho. A liderança que exercia na quadrilha do Centrão já não existe. Os parlamentares centristas não têm compromisso com fracassados. Eles só obedecem a quem comanda a caixa registradora sem ser apanhado em flagrante delito. Assim, o depoimento de Barros na CPI será um espetáculo verdadeiramente inesquecível. A não ser que ele decida seguir o exemplo de Carlos Wizard e se manter em silêncio. (C.N.)
General é nomeado para substituir o indicado do Centrão que se envolveu no rolo da Covaxin

Charge do Duke (domtotal.com)
Luci Ribeiro
Estadão
O Ministério da Saúde designou o general da reserva Ridauto Lúcio Fernandes como responsável pela área que era chefiada por Roberto Ferreira Dias, diretor do Departamento de Logística em Saúde exonerado nesta madrugada após ser acusado de pedir propina para fechar um contrato para compra de vacina anticovid.
Ridauto, que atua no mesmo departamento desde janeiro deste ano, vai assumir a função do assessor do departamento, tenente-coronel Marcelo Blanco da Costa, dispensado nesta quarta-feira, por também ser acusado de participar das negociações por propina. Blanco da Costa foi um dos militares nomeados na Saúde pelo então ministro Eduardo Pazuello ainda em maio do ano passado.
INTERINAMENTE – A troca foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta tarde. A portaria com a mudança é assinada pelo secretário executivo do ministério, Rodrigo Otavio Moreira da Cruz.
Pelo menos por enquanto, Ridauto responderá pela área que era chefiada por Roberto Ferreira Dias. A demissão de Dias já havia sido anunciada na noite de terça pela pasta e ocorreu depois que o empresário Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da Davatti Medical Supply, afirmar à Folha de S.Paulo que Dias pediu propina para o governo federal fechar contrato de compra de vacinas contra a covid-19.
Dominguetti também disse à Folha que o tenente-coronel Marcelo Blanco estava no encontro em que Dias cobrou propina. Hoje, a CPI da Covid no Senado aprovou requerimento de convocação de Blanco para depor ao colegiado.
US$ 1 POR DOSE – A propina seria de US$ 1 para cada dose da vacina da AstraZeneca/Oxford adquirida pelo Ministério da Saúde. O laboratório nega, no entanto, que a Davatti Medical Supply seja sua representante. A empresa americana também foi desautorizada pela AstraZeneca no Canadá.
Antes mesmo da denúncia de Dominguetti , o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e seu irmão, Luis Ricardo Fernandes Miranda, chefe de Importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, já haviam citado Roberto Ferreira Dias como participante de um suposto esquema de corrupção envolvendo a aquisição de vacinas.
A indicação de Dias ao cargo na Saúde é atribuída ao ex-deputado Alberto Lupion (DEM-PR), com respaldo do atual líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressitas-PR), que teria sido apontado pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo relato do deputado Luis Miranda, como o responsável pelo “rolo” da Covaxin.
NOMEAÇÃO FRUSTRADA -O agora ex-diretor do Ministério da Saúde também quase ocupou uma diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no ano passado.
Bolsonaro desistiu da indicação após o Estadão/Broadcast mostrar que o diretor havia assinado contrato de R$ 133,2 milhões no Ministério da Saúde com indícios de irregularidade, para compra de 10 milhões de kits de materiais utilizados em testes de covid-19.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O escândalo é bipolar e está atingindo não somente o governo, como também as Forças Armadas. Como diria o Barão de Itararé, era só o que faltava. (C.N.)
quarta-feira, junho 30, 2021
‘Não vai ser com mentiras ou com CPI integrada por sete bandidos que vão nos tirar daqui’

Bolsonaro desabafa ao fazer discurso em Ponta Porã (MS)
Daniel Gullino
O Globo
Acuado por investigações da CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro subiu o tom nesta quarta-feira contra membros da comissão. Bolsonaro afirmou que a CPI é formada por “sete bandidos”, em referência à ala majoritária da comissão, e disse que não será retirado do cargo por “mentiras”.
— Não conseguem nos atingir. Não vai ser com mentiras ou com CPI integrada por sete bandidos que vão nos tirar daqui — disse o presidente, durante evento em Ponta Porã (MS) de inauguração de uma estação radar da Força Aérea Brasileira (FAB).
PAZ E TRANQUILIDADE – No evento desta quarta, que contou com a participação do comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Junior, Bolsonaro disse tem “paz e tranquilidade” por ter Forças Armadas “comprometidas com a democracia”:
— Só tenho paz e tranquilidade por sei que, além do povo, eu tenho as Forças Armadas comprometidas com a democracia e com a nossa liberdade.
O presidente também disse o Legislativo tem dado um “grande apoio” ao governo federal:
— Pode ter certeza que temos uma missão pela frente e vamos cumpri-la da melhor maneira possível tendo, além do Poder Executivo, obviamente, os nossos amigos do poder Legislativo, que têm nos dado um grande apoio em todas as propostas que temos apresentado para o bem do nosso Brasil.
AZIZ REBATE – O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), rebateu Bolsonaro na sessão desta quarta-feira: “Presidente, pare de olhar no espelho e falar com ele. Quando fala para o espelho, dá nisso”.
Nos últimos dias, a CPI tem focado em apurar a compra de vacinas. Nesta quarta-feira, a CPI da Covid aprovou a convocação do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros. A aquisição da vacina Covaxin é investigada pelo Ministério Público Federal (MPF), que viu indícios de crime. Na terça-feira, o Ministério da Saúde suspendeu o contrato, atendendo a recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU).
A dose do imunizante negociada pelo governo foi a mais cara entre todas as que foram contratadas pelo Ministério da Saúde, e o processo de aquisição foi o mais célere de todos. O valor total do contrato é de R$ 1,6 bilhão. O montante foi empenhado, isto é, reservado pela Saúde, mas ainda não foi pago.
Nesta quarta-feira, foi publicada a exoneração de Roberto Ferreira Dias do cargo de diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. A medida foi tomada após as denúncias de que Dias teria pressionado pela aprovação célere da Covaxin. O ex-diretor também foi acusado por um empresário de ter pedido propina para facilitar contratos de vacina com o ministério, segundo o jornal “Folha de S. Paulo”.
Entrevista com Marcelo do sindicato, explicando que só não acredita na imparcialidade da justiça, os fora da lei
Prefeito de Ibipitanga é multado após gastar em festas durante período de seca

O prefeito de Ibipitanga, na Bacia do Paramirim, foi multado, nesta quarta-feira (30) em R$ 35 mil reais pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). De acordo com o órgão, no ano de 2015 o gestor Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira (PDT) teria gasto R$496.994,00 na realização de festas em um período onde a cidade vivia em situação de emergência por caisa da seca.
De acordo com a denúncia recebida pelo tribunal, todas as contratações dos eventos se deram logo após a publicação dos decretos que declararam o “estado de emergência”, ou seja, em ocasião em que se exigia do município o máximo de ações de priorização da vida e de bem-estar dos cidadãos. Os auditores do TCM constataram, ainda, que a prefeitura investiu apenas R$107.321,00 em medidas voltadas ao abastecimento de água no município para combater a seca, montante bem inferior aos R$496.994,00 gastos, no mesmo exercício, com festividades.
Ainda de acordo com o TCM, o conselheiro Mário Negromonte considerou que o prefeito não comprovou os ganhos financeiros e econômicos do município com a realização desses festejos, como assegurou em sua defesa, “razão pela qual foi mantido o entendimento pela manutenção da irregularidade e afronta aos princípios da razoabilidade e da economicidade”.
O Ministério Público de Contas se manifestou no sentido da procedência parcial da denúncia, com a imputação de multa ao gestor. Sugeriu, ainda, a determinação de ressarcimento ao erário municipal no importe de R$337.800,00, o que não foi acatado pelo relator, vez que os serviços foram prestados. Cabe recurso da decisão.
Bahia Notícias
Nota da redação deste Blog - Infelizmente em Jeremoabo os vereadores parecem que esqueceram o endereço do TCM-BA.
Desde o dia em que o prefeito tomou posse que vem decretando estado de emergência, apenas para tentar se livrar da lei de licitação e para não conceder aumento para o funcionalismo; no entanto, não falta dinheiro para estourar em festas.
Como em Jeremoabo os vereadores não denunciam, ninguém toma providência e os desmandos continuam acobertados pela impunidade.
Vereador de Ilhéus é investigado por 'rachadinha'; servidores denunciaram esquema

O vereador Luca Lima (PSDB), de Ilhéus, no Litoral Sul, está sendo investigado por policiais da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) por um esquema de 'Rachadinha'. A operação intitulada 'Cúria', deflagrada na manhã desta quarta-feira (30), cumpriu seis mandados de busca e apreensão nos imóveis do político.
O titular da Coorpin, delegado Evy Silva Nery Júnior Paternostro, explicou o porque da operação ter sido deflagrada. "Recebemos denúncias de servidores públicos em cargos comissionado do Poder Legislativo Municipal, nomeados para o gabinete do vereador, que ao receber seus salários tinham que devolver parte deles. Na recusa, as vítimas foram ameaçadas e exoneradas da função", disse.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), durante a operação foram apreendidos oito celulares, um notebook, dispositivos eletrônicos e documentos que serão objeto de análise para a coleta de provas dos crimes investigados. O político, que está no seu primeiro mandato, é proprietário de clínicas psiquiátricas na cidade.
"Quando chegamos para cumprir um dos mandados na clínica, encontramos um dos pacientes pedindo socorro. Ao verificar, os policiais identificaram que os quartos são trancados com cadeados por fora, e só são abertos durante o dia. Vamos abrir um inquérito para investigar maus tratos contra os pacientes”, disse o delegado. A Secretaria de Segurança Pública não divulgou o nome do vereador denunciado, porém a imprensa local confirmou que o edil citado é Luca Lima. O Bahia Notícias tentou contato com o acusado e até o fechamento da matéria não logrou êxito.
Bahia Notícias
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