segunda-feira, novembro 25, 2019

Empresas contratadas pelo TSE são suspeitas de fraude, ocultação de patrimônio e desvio de bens


Probank deixou calote de mais de R$ 500 milhões para trabalhadores
Rodrigo Lopes
Tulio Kruse
Estadão
Empresas que prestaram serviço ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2004 a 2018, com a transmissão de dados e manutenção de urnas eletrônicas, entraram na mira de uma investigação da Polícia Federal.
Suspeitas de fraude, ocultação de patrimônio e desvio de bens recaem sobre uma série de companhias acusadas de esconder os ativos do grupo Probank – que prestou serviços em ao menos quatro eleições – para evitar o pagamento de dívidas e substituir o grupo em contratos com tribunais eleitorais.
REPASSES – A PF investiga indícios de que equipamentos, funcionários e conhecimento tecnológico tenham sido repassados entre várias empresas, fundadas a partir de 2010 por diretores do grupo e novos sócios.
A Probank teve a falência decretada em 2010, e deixou calote de mais de R$ 500 milhões para trabalhadores, credores e à Receita Federal. As manobras, com a intenção de evitar bloqueio judicial de bens, já foram parcialmente reconhecidas em decisões judiciais.
FRAUDE PROCESSUAL – Ao mesmo tempo, o administrador judicial de massa falida do grupo, o advogado Sérgio Mourão Corrêa Lima, é também suspeito de fraude processual, prevaricação e estelionato, entre outras acusações.
Ele foi responsável por apontar à Justiça a ocultação de patrimônio da Probank, mas sua condução do processo – e de outros casos em que também foi convocado para administrar falências – tem sido questionada. Em uma gravação obtida pela PF, ele menciona a possibilidade de “criar a justificativa” para um acordo no caso Probank.
ACERTOS – “A gente tem que sentar e combinar como que é vão ser os termos. Para, uma vez acertadas condições do acordo, aí fazer a prova que a gente precisa para criar a justificativa para (que) aquele acordo seja celebrado”, ele diz, no áudio.
“Eu posso ter uma decisão que vai condenar todo mundo solidariamente a pagar o montante total passivo, que é de R$ 500 milhões. (…) Então, o fato é o seguinte: se gente não fizer acordo, todo mundo vai pro mesmo barco.”
Há duas semanas, em outro processo judicial, Corrêa Lima foi destituído da função e impedido de exercer a administração de falências pelos próximos cinco anos. A decisão da desembargadora Maria Albergaria Costa, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o afastou da gestão na falência do consórcio Uniauto – o maior consórcio de empresas de Minas Gerais em 2002, quando foi liquidado.
DESVIO – Ela determinou a investigação de um desvio de R$ 91 milhões, bloqueados por ordem judicial, que estavam sob controle de Corrêa Lima. Procurado, o advogado pediu que a reportagem “apurasse os fatos, consultando o mandado de segurança e o agravo de instrumento que versam sobre estes temas”.
No mandado de segurança de 79 páginas, impetrado contra a decisão da desembargadora, Corrêa Lima argumenta que a decisão de destituí-lo é “ilegal e arbitrária”, e que não tem qualquer gerência sobre o sistema que gere recursos bloqueados judicialmente – e, portanto, não poderia ser responsável pelo suposto desvio.
No caso que envolve a falência da Probank, Corrêa Lima pediu à Justiça o bloqueio de bens de empresas que estavam fora do processo, para que fossem usados no pagamento de dívidas. Entre elas está a Transat Telecomunicação, que ainda está em atividade.
TRANSAT –  Responsável pela transmissão de dados das urnas eletrônicas nas eleições de 2018, a empresa Transat é uma das companhias suspeitas de receber equipamentos desviados da Probank. Agentes da PF passaram a analisar a hipótese de a empresa ter se tornado destino dos ativos do grupo, em um inquérito instaurado há três anos para apurar os desvios de patrimônio. A empresa nega qualquer relação com o grupo falido.
A Transat recebeu R$ 100 milhões para a manutenção nas urnas e eletrônicas e transmissão de dados para o TSE em todo País em 2018, dois anos após sua criação. Segundo a narrativa de Corrêa Lima nos processos judiciais do caso, os ativos teriam chegado à empresa após uma sequência de abertura de empresas.
Cerca de um ano antes do pedido de recuperação judicial da Probank, em 2010, a empresa Engetec foi constituída no mesmo endereço. Essa empresa tinha como um dos sócios o ex-presidente do grupo Probank, Helon Machado Guimarães Esteve, e o mesmo objeto social.
MESMO GRUPO – Em 2013, a Justiça reconheceu que, na prática, as duas empresas integravam o mesmo grupo econômico. Houve repasse de dinheiro da Probank para a Engetec entre 2009 e 2010 através de contratos de consultoria, mesmo após o pedido de recuperação judicial. A reportagem não conseguiu entrar em contato com Helon.
“Os instrumentos, celebrados com a aparente anuência de todos os administradores, foram pura e simplesmente ferramenta de desvio de dinheiro para a Engetec, que posteriormente sucedeu as sociedades Probank-via, inclusive na realização das eleições brasileiras”, diz um trecho destacado pelo juiz Cláver de Resende ao relatar os argumentos na ação judicial.
ILHAS CAYMAN – O controle acionário da Engetec chegou a ser repassado à empresa Allig Investiments Ltd., com sede nas Ilhas Cayman. No processo, há alegações de que essa e outras empresas com sede no exterior serviram para desviar dinheiro e prejudicar credores.
Em 2014, a Engetec repassou ativos para empresas do ex-secretário de Desenvolvimento de Econômico  de Minas, Rogério Nery de Siqueira da Silva. Sucessivas mudanças societárias em diversas empresas do ex-secretário sugerem que o patrimônio acabou em posse da 2+Telecom, fundada por Rogério Nery em 2016.
Nesse período, o ex-secretário transferiu participações de sua empresa para o ex-diretor da Probank, Helon Guimarães. Antes de se tornar Transat, a 2+Telecom teve todas as suas quotas transferidas à filha do ex-secretário.
CAPITAL SOCIAL – A empresa teve seu capital social aumentado de R$ 10 mil para R$ 2,6 milhões entre 2015 e 2016, e no ano passado – meses antes da eleição – alterou o objeto da empresa para “a prestação de serviços de telecomunicações de interesse público”, o que inclui comunicação via satélite “nos limites das concessões ou autorizações do poder público”.
A empresa nega qualquer relação com a Probank. “A Transat foi constituída e exerce suas atividades de forma estritamente regular. Nunca possuiu nenhum vínculo com a Probank, tampouco herdou contratos da falida”, escreveu o advogado Marcos Mares Guia, que defende a Transat.
LEGITIMIDADE – “A Transat possui patrimônio adquirido de forma lícita, assim como o são as atividades que desempenha, bem como todos os contratos celebrados com entes públicos, firmados após legítima participação em licitações, cuja regularidade jamais foi questionada”, diz Mares.
Ele diz que a menção à Transat nos processos “decorre de ato do administrador judicial perante a 2ª Vara Empresarial de Belo Horizonte, motivado apenas por ilações sem fundamento e não embasadas em nenhuma prova concreta”

Juízes do TJ-BA, alvos da PF, já haviam sido denunciados por Augusto Aras


Aras disse que é “vítima desse grupo” poderoso e organizado
Luiz Maklouf Carvalho
Estadão
Na última terça-feira, dia 19, uma operação da Polícia Federal, a “Faroeste”, que afastou quatro desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) no âmbito de inquérito que apura suspeitas de crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa, deu motivos para o procurador-geral da República, Augusto Aras, comemorar em silêncio.
Entre os afastados, estão o presidente, Gesivaldo Nascimento Britto, e a segunda- vice-presidente, Maria da Graça Osório Pimentel Leal. Aras nada tem a ver, diretamente, com o caso concreto que resultou na operação que o deixou feliz, mas, desde 2013, como mostram documentos a que o Estado teve acesso, foi um subprocurador da República empenhado em acusar, formalmente, os mesmos desembargadores acima citados, além de um major da Polícia Militar da Bahia, Gilfer dos Santos Nascimento.
“GRUPO PODEROSO” – Acusou-os de compor “um grupo poderoso e organizado” dedicado à prática de estelionato seguido de extorsão. Entre as vítimas, segundo afirmou, estava seu próprio escritório privado de advocacia – o Aras e Advogados Associados –, onde também atuava ativamente como advogado, simultaneidade permitida por lei, até ser indicado para a PGR pelo presidente Jair Bolsonaro, com aprovação do Senado.
A história de Aras contra esse grupo, e especialmente contra o major da PM que acusou de perseguir a si e a sua família, está registrada em representações que ele próprio formalizou ao órgão em que atua, o MPF, mas não veio a público durante o processo que o levou à Procuradoria-Geral da República. O Estado insistiu para que o procurador-geral desse entrevista a respeito, mas Aras recusou. Mandou dizer, por um assessor, que é “vítima desse grupo”.
INVESTIGAÇÃO – No ofício n.º 009/2013, de 18 de setembro de 2013, obtido pelo Estado, o então subprocurador Augusto Aras pediu à subprocuradora Lindôra Maria Araújo, em Brasília, a abertura de investigação contra um “grupo poderoso e organizado” dedicado à prática de estelionato seguido de extorsão, especialmente em processos judiciais versando créditos contra a Fazenda Pública, com atuação na Bahia e em Brasília – leia-se precatórios, uma das especialidades do Aras e Advogados Associados, com sede em Salvador, e filial em Brasília.
Segundo o mesmo ofício, Aras afirma que o major Gilfer Nascimento está por trás das ameaças que ele próprio e o escritório passaram a receber, fazendo crer que goza de proteção “de autoridades estaduais de distintos poderes”. O principal acusado, no ofício, é o major Gilfer Nascimento, àquela altura, como ainda hoje, processado por ameaças e extorsão pelo escritório Aras e Advogados Associados, hoje sob a responsabilidade do sócio, Roque Aras, pai do PGR, que também não quis dar entrevista.
DENÚNCIA – O major da PM baiana foi bater no escritório dos Aras, em Salvador, em 2010, para, segundo a denúncia do Ministério Público estadual, oferecer causas de entidades sindicais militares passíveis de judicialização – centenas de casos promissores de possíveis precatórios. Os Aras aceitaram os novos clientes.
Um tempo depois, segundo a denúncia, o major passou a querer um porcentual maior do que o combinado – e teria partido para ameaças e extorsão contra o escritório, nas pessoas de Roque Aras e de seu sócio Antônio Otto Correia Pipolo, que também não quis dar entrevista. O major da PM nega as ameaças e a extorsão.
É no meio dessa desavença que o subprocurador Augusto Aras formaliza no MPF, em diversos ofícios, as denúncias contra o major que tinha uma pendência judicial com o escritório do qual era sócio e advogado.
ABSOLVIÇÃO –  O major Nascimento foi absolvido em sentença de primeira instância na Justiça estadual, em 11 de maio de 2017, porque o juiz Ricardo Augusto Schmitt entendeu que o Ministério Público estadual e os advogados Roque Aras e Antônio Otto Correia Pipolo, ambos sócios do escritório, não conseguiram provar as acusações. Segundo a sentença, o inquérito não ouviu o major e não submeteu à perícia – e-mails, áudios e vídeos que comprovariam as ameaças.
O MP estadual e os Aras recorreram ao TJ-BA e ganharam, no mérito, por 2 a 1, em março deste ano. O major agravou, perdeu novamente no último 8 de novembro, e ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. No momento, tecnicamente falando, o major está condenado pelos crimes de ameaça e extorsão. Ele não quis dar entrevista a respeito.
DESEMBARGADORES – Nos ofícios em que formalizou suas acusações contra litigantes em pendência com seu escritório privado, o então subprocurador Augusto Aras também citou, como participante do “grupo poderoso e organizado”, a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia Maria das Graças Osório Pimentel Leal, que até a última terça-feira era a segunda-vice-presidente do Tribunal, e o desembargador Gesivaldo Britto, ex-capitão da Polícia Militar baiana, atualmente presidente afastado.
No ofício 009/2013, Augusto Aras identifica mais nomes, e-mails e números de telefones dos que, segundo ele, vinham participando dos crimes contra seu escritório – “o que viabiliza o aprofundamento das investigações a fim de que sejam detectadas a extensão e a profundidade dos ilícitos e dos seus autores”.
VENDA DE SENTENÇAS – A Operação Faroeste, que afastou os desembargadores por 90 dias, entre outras medidas, faz parte de um inquérito do Ministério Público Federal – fase de apuração, portanto –, que tramita no Superior Tribunal de Justiça, sob a relatoria do ministro Og Fernandes. O inquérito apura se os desembargadores afastados e demais envolvidos fazem parte de um esquema de venda de decisões judiciais no TJ da Bahia. O major Gilfer Nascimento não é investigado nesse inquérito.
Tramita em segredo de Justiça –, mas, como todas as operações do gênero, a “Faroeste” virou uma peneira, mal foi divulgada. Ao mesmo tempo em que as assessorias de imprensa do STJ e da Procuradoria-Geral da República reiteraram, ao Estado, que o segredo de Justiça impedia a divulgação da íntegra da decisão de Og Fernandes, a mesma já estava correndo o mundo.
“SURPRESA” – O Estado tentou ouvir os desembargadores afastados, mas não teve resposta. A assessoria do TJ-BA divulgou nota dizendo que o tribunal “foi surpreendido pela ação da Polícia Federal e que ainda não teve acesso ao conteúdo do processo”.
Segundo a assessoria do MPF, o atual procurador-geral, Augusto Aras, não teve participação na deflagração da “Faroeste”. Quem pediu ao Superior Tribunal de Justiça, ainda na gestão da PGR Raquel Dodge, foi o vice-procurador geral da República, Luciano Mariz Maia. As denúncias feitas por Aras contra o major Gilfer Nascimento e os desembargadores citados continuam em apuração, em um outro procedimento do Ministério Público Federal.

Lava Jato avança e apura o maior escândalo da Petrobras, a importação de combustíveis

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Charge do Bonifácio (Arquivo Google)
Carlos Newton
A importantíssima notícia passou despercebida pela grande imprensa.  Apenas o site G1 registrou que o Ministério Público da Suíça cumpriu na quarta-feira passada (dia 20) mandados de busca e apreensão em Genebra pela 68ª fase da operação Lava Jato. A informação foi divulgada na quinta-feira pelo Ministério Público Federal e o os alvos foram endereços ligados às empresas Vitol e Trafigura, que atuam no mercado de commodities de petróleo e derivados.
Diz o G1 que, de acordo com o Procuradoria-Geral da República, a ação foi realizada partir de um pedido de cooperação internacional feito pela força-tarefa da Lava Jato no Paraná. 
DUAS EMPRESAS – As investigações revelaram envolvimento de integrantes das empresas Vitol e Trafigura em um esquema de pagamento de propinas a funcionários da Petrobras, em troca de facilidades na estatal brasileira, como contratos e preços mais vantajosos.
De acordo com as investigações da Lava Jato, a Vitol realizou negócios com a Petrobras, sobretudo operações de compra e venda de petróleo e derivados, em valor total superior a US$ 14 bilhões entre 2004 e 2015.
Já a Trafigura, ainda conforme o G1, realizou negócios com a Petrobras em valor superior a US$ 9 bilhões, também em operações de compra e venda de petróleo e derivados e no mesmo período.
FALTOU DIZER – Em tradução simultânea, faltou dizer na reportagem do G1 que enfim a Lava Jato está chegando ao maior escândalo da Petrobras, que envolve a compra de combustíveis no exterior.
É um gigantesco foco de corrupção, que existe praticamente desde a criação da empresa e tem feito a fortuna de grande número de dirigentes, com destaque para o advogado Shigeaki Ueki, que deixou de ser ministro de Minas e Energia e preferiu assumir a presidência da Petrobras, onde reinou soberano de março de 1979 até o final de agosto de 1984, no governo João Figueiredo.
Com os recursos desviados da Petrobras, Ueki se instalou no Texas, comprou grandes extensões de terra e se tornou produtor rural e explorador de petróleo, acumulando uma fortuna de fazer inveja à família Bush.
ESQUEMA DE CORRUPÇÃO – Ueki foi o primeiro presidente civil da Petrobras. Na época, o esquema de corrupção era simples – bastava cobrar alguns cents por barril, a fortuna estava garantida, porque o Brasil era grande importador de petróleo e derivados.
O “japonezinho do Geisel”, como era conhecido, fugiu para os Estados Unidos, mas deixou seguidores dentro da Petrobras, que tiveram de ir aperfeiçoando o esquema, à medida em que o país aumentava a produção até se tornar autossuficiente.
Sem dúvida, o maior crime que se comete contra o Brasil. O que é mais incrível é que se trata de um esquema feito às claras e que exige cumplicidade de diversos setores da empresa – como as áreas de comercio internacional, abastecimento e refino.
PRODUTIVIDADE – Para manter a necessidade das importações de óleo diesel, por exemplo, as refinarias brasileiras só trabalham em apenas 75% de sua capacidade, um percentual que não é praticado na indústria do petróleo.
A justificativa é que o Brasil tem de importar petróleo leve para misturar ao pesado e produzir diesel, o que é verdadeiro, embora seja inexplicável o fato das refinarias jamais terem sido adaptadas ao petróleo pesado, como ocorre na Venezuela e no Canadá.
O falso argumento dos seguidores de Ueki também se desfaz pelo fato de o país ter passado a importar altas quantidades de diesel, ao invés de adquirir petróleo leve para fazer a mistura e aproveitar a capacidade ociosa das refinarias.
SEM EXPLICAÇÃO – O fato concreto é que a política da Petrobras se tornou inexplicável. Com o Brasil se tornando superprodutor de grão, não se explica a falta de incentivo ao biodiesel.
Da mesma forma, o programa do Proálcool, foi abandonado, nossas usinas estão sendo desnacionalizadas e o Brasil passou a ser importador de etanol dos Estados Unidos, que se tornou o maior produtor mundial devido aos altos subsídios que o governo garante.
Em resumo, a atual política energética do Brail é uma piada de mau gosto. O atual ministro, almirante Bento Albuquerque, se mostra inteiramente omisso, nem se ouve falar nele, enquanto a Petrobras segue dominada por falsos brasileiros, que sonham em morar em Miami e esquecer o Brasil, esta é a verdade.   
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P.S. 1 – 
Desse jeito, é melhor chamar novamente Shigeaki Ueki e lhe devolver o Ministério de Minas e Energia. Ele é ladrão, mas sua política na pasta foi absolutamente nacionalista e criou o Proálcool. Sem dúvida, é preferível um ladrão nacionalista do que um almirante entreguista.
P.S. 2 – Outra maluquice é o preço dos combustíveis. Ao invés de ter como partida o custo da produção do petróleo brasileiro, que no Pré-Sal é um dos menores do mundo (8 dólares o barril), o preço cobrado nas refinarias da Petrobras é o resultado da soma do preço de venda nas refinarias no Golfo do México, adicionado ao custo do transporte do Golfo do México até o Brasil, mais os gastos portuários, além do custo de seguro para cobrir eventuais gastos com oscilações de câmbio e preços. Você sabia? Pois essa é a política energética do governo de Jair Bolsonaro, um presidente que nada entende de energia e é embromado de todo jeito. (C.N.)

Polícia de Witzel acaba com a festa do Flamengo com bombas e muita porrada | Revista Fórum

"Muitas pessoas idosas e crianças estavam no momento. Todo mundo começou a sair correndo, indo na direção da Central do Brasil. Não satisfeitos em jogar spray de pimenta, começaram a lançar bomba de gás", contou Lucas, repórter da Fórum que estava na comemoração.

Witzel posta foto ao lado de Gabigol para amenizar críticas


Após aparecer sendo ignorado por #Gabigol m um vídeo que viralizou na internet, #Witzel postou uma foto ao lado do artilheiro do #Flamengo. Veja o que ele disse:

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