Patricia Fehrmann, do Mude, explicou a Deltan seu temor de futuras repercussões: “próxima manchete será “o instituto que o dr Deltan criou como fachada pra fazer pressão nos deputados” – vão chegar no Mude por causa da ligação com a Opus, vão procurar o CNPJ, estatuto, vao ver os nomes e chegam aqui na igreja facil. todos da igreja do Deltan”.
segunda-feira, agosto 12, 2019
‘Ustra era um monstro que me torturava com choque e ria’, diz vereador vítima do militar

Foto: Reprodução / Youtube
Quando ouviu o presidente Jair Bolsonaro (PSL) louvar Carlos Alberto Brilhante Ustra como herói nacional, Gilberto Natalini, 67, repetiu o que sempre faz quando vê alguém exaltar o coronel-símbolo da repressão durante a ditadura militar: protestou.
Vereador em São Paulo pelo PV, Natalini foi ao Twitter e escreveu na quinta-feira (8): "Bolsonaro insiste em defender e alardear a tortura. A tortura é o ato mais abjeto de um ser humano sobre o outro", segundo a Folha de São Paulo.
Naquele dia, o presidente recebeu no Palácio do Planalto a viúva do militar, Maria Joseíta Silva Brilhante Ustra.Natalini relatou na rede social que na década de 1970 foi torturado por Ustra, a quem se refere como monstro. Ganhou mil novos seguidores em menos de seis horas —parte se solidarizou com ele, parte o atacou.
Bahia Notícias
"Uma pessoa falou que deviam ter me matado, que eu apanhei pouco", afirma à Folha o vereador, que teve a chance de confrontar pessoalmente Ustra em 2013, em sessão da Comissão Nacional da Verdade.
Chamado de terrorista na ocasião, Natalini gritou de volta: "Terrorista é você!". Ustra chegou a ser condenado em ação civil na Justiça. Morreu em 2015.
"Aos 19 anos, em 1972, quando eu era estudante de medicina, fui preso pela ditadura militar e levado para o DOI-Codi [órgão de repressão do regime]. Fiquei lá cerca de 45, 60 dias; não lembro bem agora", comentou o vereador.
"O Ustra comandava as sessões de terror. Eu fui torturado pela mão dele e da equipe dele, várias vezes. Colocavam duas latas de Neston [de alumínio], me faziam subir nelas, molhavam meu corpo com água e sal, ligavam fios em toda parte e disparavam os choques", citou ele.
O vereador disse que a noite toda tomava choque elétrico e paulada nas costas, com uma vara de cipó, que o Ustra usava para me chicotear.
"Estou descrevendo uma das formas que eles adotavam, mas não me peça para narrar todas, porque é muito doído para mim. A tortura pesada durou mais ou menos um mês", finalizou.
Deputado quer que Manuela D´Ávila explique elo com hacker à Câmara

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O deputado Capitão Augusto apresentou, na Comissão de Segurança Pública, um convite para Manuela D‘ávila (PCdoB) explicar à Câmara dos Deputados sua relação com o hacker que alega ter invadido telefones de autoridades.
O convite, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, foi um gesto visto como o cumprimento de uma missão delegada por Sergio Moro (Justiça).
O convite de Augusto foi proposto após o PCdoB pedir que a Comissão de Ética Pública investigasse suspeitas de que Moro teve acesso ao inquérito da PF, que é sigiloso.
O convite, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, foi um gesto visto como o cumprimento de uma missão delegada por Sergio Moro (Justiça).
O convite de Augusto foi proposto após o PCdoB pedir que a Comissão de Ética Pública investigasse suspeitas de que Moro teve acesso ao inquérito da PF, que é sigiloso.
Bahia Notícias
Deltan Dallagnol vai de cavaleiro contra as trevas a Duas Caras em meio a Vaza Jato
por Fernando Duarte

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil | Montagem: Bahia Notícias
A cada novo episódio da “Vaza Jato”, para além de questionar as intenções da autointitulada maior operação de combate à corrupção do mundo, conhece-se um pouco mais sobre as múltiplas facetas do coordenador da Lava Jato em Curitiba (PR), Deltan Dallagnol. Por mais que sugiram que Sérgio Moro é o principal ator nessa narrativa, o procurador da República do PowerPoint é quem tem expostas as próprias contradições que o transformam muito mais em um Duas Caras do que o próprio Batman, pegando como referência a cultura pop. Explico.
Desde a emergência dos salvadores da pátria da Lava Jato, sobraram referências ao heroísmo de Moro, Deltan e sua trupe – uso o termo circense, por resumir bem como podemos encarar toda a encenação em torno do funcionamento normal das instituições no Brasil. Moro, por exemplo, continua popular, mesmo tendo tido inúmeras derrapadas desde a chegada à Esplanada dos Ministérios. E, para muitos, continua a usar a capa de Super-Homem, como é representado nas mobilizações. Já Deltan começou a sofrer desgastes e atualmente está numa linha tênue entre manter a fantasia de herói ou vestir o pijama para sair de cena.
Estando integrais ou não as mensagens divulgadas pelo coletivo de veículos de imprensa que se debruçou sobre as interceptações do Telegram do procurador, seria necessária uma construção ficcional muito bem feita para indicar que o caso apenas teve o objetivo de descontruir a imagem de Deltan. Não, nenhuma das publicações acredita que o conteúdo das mensagens inviabiliza as consequências jurídicas da Lava Jato. Porém se faz necessário conhecer muito bem os envolvidos para que não sejamos vítimas de um conto da carochinha, típico de uma republiqueta – algo que, felizmente, o Brasil só ensaia ser.
Deltan deixou de ser aquele símbolo que tentou se moldar. Vendeu palestras para aumentar a renda. Tentou investigar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sem ter competência para tal. Construiu, ao lado de pares e do próprio Moro, uma narrativa da qual se tornou refém e que, agora, diante das inúmeras falsas bases, tende a ser esfacelada. Apenas para ficar em poucos exemplos. E aqui não se trata de um mero crítico à Lava Jato ou um defensor da Vaza Jato. É a cruel face desvelada de que, por trás do mito, há um homem vítima do próprio ego e da própria autoestima, inflada por uma imprensa que poucas vezes faz mea culpa sobre as responsabilidades de dar corda para que figuras públicas se enforquem.
Independente do resultado prático das mensagens vazadas, se Deltan será ou não removido da coordenação da força-tarefa, se será alvo de sindicância ou investigação ou, simplesmente, se veremos a poeira ser empurrada para baixo do tapete, o procurador está muito menor do que estaria, caso apenas exercesse o papel esperado de quem está nessa função. Para quem esperava ser o cavaleiro contra as trevas, Deltan está muito mais próximo de Harvey Dent, o Duas Caras do Batman.
Este texto integra o comentário desta segunda-feira (12) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30.
Bahia Notícias
PF deflagra operação contra ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel

Foto: Divulgação
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (12), a Operação Monograma contra crimes eleitorais e lavagem de dinheiro, e cumpre dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).
Agentes da PF suspeitam que empresas de consultoria teriam simulado a prestação de serviços para o recebimento de vantagens ilícitas em montante superior a R$ 3 milhões. Ao G1, o advogado de Fernando Pimentel, Carlos Eugênio Pacelli, afirmou que a ação causa "estranhamento", uma vez que uma operação anterior "já adotou todas as medidas possíveis" e se refere a fatos de 2014.
"Estamos contribuindo, colocando tudo à disposição, apesar do excesso que caracteriza essa busca e apreensão", alegou a defesa, em entrevista à reportagem.
Agentes da PF suspeitam que empresas de consultoria teriam simulado a prestação de serviços para o recebimento de vantagens ilícitas em montante superior a R$ 3 milhões. Ao G1, o advogado de Fernando Pimentel, Carlos Eugênio Pacelli, afirmou que a ação causa "estranhamento", uma vez que uma operação anterior "já adotou todas as medidas possíveis" e se refere a fatos de 2014.
"Estamos contribuindo, colocando tudo à disposição, apesar do excesso que caracteriza essa busca e apreensão", alegou a defesa, em entrevista à reportagem.
Bahia Notícias
Cidadania pede que STF impeça nomeação de Eduardo Bolsonaro para embaixador

Charge do Jota A. (Jornal O Dia/PI)
Luiz Vassallo e Rafael Moraes MouraEstadão
O partido Cidadania (antigo PPS), pediu ao Supremo Tribunal Federal que barre a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro, à embaixada do Brasil nos Estados Unidos. O partido afirma que o ato seria ‘flagrante nepotismo’, já que o parlamentar não seria ‘qualificado’ ao cargo. O relator da ação é o ministro Ricardo Lewandowski.
A legenda afirma que há ‘patente inexperiência e ausência de qualificação profissional para a assunção do cargo em questão’. “Antes do desafio de assumir a embaixada do Brasil, os anteriores ocupantes do cargo exerciam funções relacionadas à diplomacia há anos”.
REAL MOTIVAÇÃO – “Feita a análise do caso em sua especificidade, vem à tona a única e real motivação que levaria a autoridade coatora a indicar o Sr. Eduardo Nantes Bolsonaro para função de tamanha importância e complexidade: a relação de consanguinidade”, diz o partido.
Segundo a petição, “sob o pretexto de ‘dar filé mignon ao filho’, o Excelentíssimo Senhor Presidente da República confunde a res publica com a res privata, ignorando que o poder emana do povo e que a ele deve servir’’.
“Trata-se de retrocesso civilizatório e institucional para o país, que retorna a práticas antigas e arduamente combatidas durante anos”, diz.
SIMBOLISMO – Segundo o Cidadania, ‘a provável conduta se reveste de simbolismo, constituindo exemplo negativo à todas as esferas da administração pública por parte do mais alto cargo do executivo nacional’.
“Com a iminente indicação do filho, o presidente Jair Bolsonaro alastra a ideia aos 26 Estados da Federação e aos 5570 municípios de que faz parte do jogo político a distribuição de cargos aos familiares, como se o Estado fosse um negócio familiar”, afirma.
Nesta ação, a Advocacia-Geral da União ainda não se manifestou. No entanto, já se posicionou sobre o tema em outros casos. Em resposta a uma ação popular, em primeira instância, o órgão chegou a afirmar que ao indicar seu filho, o presidente está exercendo ‘prerrogativa do Chefe do Poder Executivo’.
PRERROGATIVA – Em parecer sobre a ação, a o advogado da União Samuel Augusto Rodrigues Nogueira Neto afirma ser de ‘se consignar que o “ato” que se pretende inibir/evitar decorre do pleno exercício de prerrogativa própria do Chefe do Poder Executivo de nomeação de Chefes de Missão Diplomática Permanente (appointment powers), mediante aprovação prévia do Senado Federal, nos moldes autorizados pelo art. 39 da Lei nº 11.440/2006’. “Notadamente, não se pode manietar o Presidente da República no seu típico espaço de discricionariedade na direção política”, escreve.
A AGU ainda diz que a ‘eventual indicação do deputado Eduardo Bolsonaro, pelo presidente da República, não garante a sua nomeação para o cargo de Embaixador do Brasil, pois, levando a efeito o sistema de freios e contrapesos insculpido na Constituição Federal, o ato de nomeação de Chefe de Missão Diplomática Permanente depende, necessariamente, de aprovação prévia do Senado Federal’.
“Portanto, o ato que a presente ação pretende evitar não traz nenhum risco ao resultado útil do processo, que justifique a urgência da tutela”, afirma a AGU, ao justificar que não há motivo para conceder a decisão provisória.
TRUMP APOIA – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no dia 30 que considera o filho do presidente Jair Bolsonaro, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), “um jovem brilhante” e que está “muito feliz pela indicação” do parlamentar para assumir a embaixada do Brasil em Washington.
“Eu conheço o filho dele e, provavelmente, é por isso que o fizeram (a indicação). Estou muito feliz com essa indicação”, disse o presidente dos Estados Unidos após ser questionado por uma jornalista da GloboNews.
O Ministério das Relações Exteriores recebeu o aval oficial dos Estados Unidos para que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, seja embaixador do Brasil em Washington. A assessoria do Itamaraty confirmou que o ministério recebeu a resposta dos EUA ao chamado pedido de ‘agrément’ do governo brasileiro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Não se trata de agrément ou de apoio de Trump. O que está em discussão é a atitude. Na Alemanha, a nomeação de parentes próximos é rigorosamente proibida. O marido da primeira-ministra Angela Merkel é um professor de química chamado Joachim Sauer. Quando ela viaja para algum país e o marido deseja acompanhá-la, vai num voo comercial e paga todas as suas despesas. Se quiser viajar no avião do governo alemão, a passagem é caríssima, fica inviável, tem de optar pelo avião comercial. Enquanto isso, aqui no Brasil, no casamento do futuro embaixador, havia algo no ar além dos avião de carreira, como dizia o Barão de Itararé. É que nós somos mais ricos e educados do que os alemães. Apenas isso. (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Não se trata de agrément ou de apoio de Trump. O que está em discussão é a atitude. Na Alemanha, a nomeação de parentes próximos é rigorosamente proibida. O marido da primeira-ministra Angela Merkel é um professor de química chamado Joachim Sauer. Quando ela viaja para algum país e o marido deseja acompanhá-la, vai num voo comercial e paga todas as suas despesas. Se quiser viajar no avião do governo alemão, a passagem é caríssima, fica inviável, tem de optar pelo avião comercial. Enquanto isso, aqui no Brasil, no casamento do futuro embaixador, havia algo no ar além dos avião de carreira, como dizia o Barão de Itararé. É que nós somos mais ricos e educados do que os alemães. Apenas isso. (C.N.)
Alguém está mentindo – os auditores do Coaf ou os ministros do Supremo?
Toffoli e Gilmar são perseguidos ou caíram na malha fina?
Carlos Newton
Com toda certeza, começou mal e não vai acabar bem essa briga que o Supremo Tribunal Federal abriu contra os auditores da Receita Federal, com apoio entusiástico do Tribunal de Contas da União. É uma situação emporcalhada, que fede a quilômetros de distância, porque não há dúvida de que os dois tribunais estão extrapolando suas competências e desrespeitando flagrantemente a Constituição. E porque estão agindo assim?
Como dizia Geraldo Vandré, na célebre canção “Pra não dizer que não falei de flores”, quem sabe faz a hora, não espera acontecer. E os ministros do Supremo e do TCU resolveram se antecipar ao fatos.
PACTO INFORMAL – O fato concreto é que os três Poderes da República estão fechando informalmente o tal pacto que vem sendo proposto desde 2018 pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli. Na época, ele alegava que o acordo seria firmado para garantir a aprovação das reformas de que o país necessita.
Bem, essa era a versão oficial, criada para inglês ver, como se dizia outrora. Na verdade, Executivo e Legislativo sempre estiveram unidos contra a Lavo Jato, sob o argumento de que é preciso “descriminalizar a política”, uma expressão pós-moderna inventada pelo ministro Gilmar Mendes, que há anos está empenhado nessa campanha para garantir um máximo de impunidade aos políticos que exercem mandatos no Executivo e no Legislativo, indistintamente submetidos às buscas implacáveis da Lava Jato, que após apanhar PT, PP e outras legendas menores, agora avança sobre o MDB e o PSDB, entre outros.
JUSTIÇA FORA – O Judiciário estava de fora desse acordo, até porque a perseguição aos corruptos partia da própria Justiça, e na época a opinião pública acreditava que a Lava Jato pudesse realmente limpar a política. Por isso, quando Toffoli passou a falar em pacto entre os poderes, ninguém se preocupou, todos achavam que era mais uma demonstração de ignorância do presidente do Supremo, porque não pode existir pacto entre poderes em regime democrático, isso só acontece em ditaduras, pois o Supremo não pode fazer pacto com ninguém.
Mas as aparências enganam, sobretudo na política, e Toffoli opera junto com Gilmar Mendes, que funciona como seu preceptor desde quando ele entrou no Supremo, totalmente despreparado para a magistratura.
Junto com Ricardo Lewandowski, amigo pessoal de Lula, os dois ministros faziam o possível e o impossível para ajudar os amigos, chegaram a soltar José Dirceu e muitos outros, em manobras jurídicas difíceis de aceitar. Mas havia um limite, que eles não podiam ultrapassar, que era a libertação de Lula, pois os militares gentilmente fizeram chegar a eles essa recomendação.
UM IMPREVISTO – De repente, houve uma surpresa. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) passou a malha fina em todos os servidores federais e pessoas a eles ligadas, tidas como “politicamente expostas”. Entre mais de 800 mil contribuintes, o Coaf selecionou 799 na primeira passada.
Na segunda rodada, o número caiu para apenas 134, e entre eles estavam Dias Toffoli, Gilmar Mendes e as respectivas mulheres. No desespero, Toffoli, que recebia da mulher uma mesada ilegal de R$ 100 mil, deu uma interpretação inusitada ao Regimento do Supremo, abriu um inquérito ilegal para investigar ofensas ao tribunal, aos ministros e seus familiares, convocando Alexandre de Moraes para ser o relator.
Numa jogada ensaiada em julho/agosto, Toffoli suspendeu todas as investigações do Coaf, enquanto Moraes afastava do órgão os dois auditores que investigavam os 134 contribuintes da malha fina, entre eles os supremos casais Toffoli e Mendes.
GOLPE DE MESTRE – Ao se blindar, Toffoli fez uma jogada de mestre e protegeu também o senador Flávio Bolsonaro e o ex-assessor Fabricio Queiroz, aquele que dizia ser um “cara de negócios”. O chefe do governo, é claro, ficou encantado com a gentileza de Toffoli e Moraes, e agora vive a elogiar o presidente do Supremo. Foi assim que o pacto entre os Poderes entrou informalmente em vigor e o alvo é a Lava Jato, todo mundo já entendeu.
Mas é claro que se trata de um negócio arriscado. A Receita Federal está em pé de guerra contra o Supremo e também contra o TCU, onde diversos ministros e seus filhos são investigados pela Lava Jato.
A Receita garante que os auditores do Coaf jamais cometeram a menor irregularidade e não selecionaram Gilmar e Toffoli para a malha fina. Isso é fácil de provar, porque está tudo registrado no superprograma que caça sonegadores.
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P.S. 1 – Há outros nove ministros do Supremo que não caíram na malha fina, inclusive Alexandre de Moraes, que pode estar entrando nessa fria como “inocente útil”, como se dizia antigamente, ou “idiota útil”, como prefere Bolsonaro, em seu linguajar inovador.
P.S. 1 – Há outros nove ministros do Supremo que não caíram na malha fina, inclusive Alexandre de Moraes, que pode estar entrando nessa fria como “inocente útil”, como se dizia antigamente, ou “idiota útil”, como prefere Bolsonaro, em seu linguajar inovador.
P.S. 2 – Alguém está mentindo – os auditores ou os ministros do Supremo. Façam suas apostas. (C.N.)
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