domingo, agosto 11, 2019

Ainda somos gente quando toleramos que um presidente glorifique um torturador? Bolsonaro parece manter apoio de parcela da população nã

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Bolsonaro parece manter apoio de parcela da população nã

O holocausto brasileiro que Bolsonaro esconde e a mídia está proibida de mostrar – nem precisamos de câmaras de gás “As pessoas vão morrendo aos poucos nas filas de hospitais sem remédios; a floresta amazônica, derrubada pelo exército de moto-serras, arde em chamas para dar lugar a pastos; os empregos e os…


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Lula diz a advogados que não quer ir para o regime semiaberto Ex-presidente afirma que seu objetivo é sair da cadeia absolvido ou com a anulação do processo na Lava Jato


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Ex-presidente afirma que seu objetivo é sair da cadeia absolvido ou com a anulação do processo na Lava Jato

Juristas internacionais fazem manifesto por #LulaLivre

Grupo de 17 juristas, advogados, ex-ministros da Justiça e ex-membros de cortes superiores de oito países escreveu manifesto 'indignado' ao STF.

VÍDEO: “Nós usamos ciência, não balela de Twitter”, diz ex-diretor do Inpe ao Ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro – ASSISTA Durante bate boca na Globo News, o ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Ricardo Galvão, disse a Ricardo Salles (Ambiente), que “nós [do Inpe] usamos as publicações cientí…

Debate entre Salles e Galvão teve bate boca e troca de acusações Durante bate boca na Globo News, o ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Ricardo Galvão, disse a Ricardo Salles (Ambiente), que “nós usamos as publicações científicas, não a balela que vocês usam, coisa de twitter”. ASSISTA AO VÍDEO NO FINAL DA MATÉRIA A fala é uma resposta às críticas do presidente Jair Bolsonaro aos dados de desmatamento do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) que apontam para [ 571 more words ]
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Durante bate boca na Globo News, o ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Ricardo Galvão, disse a Ricardo Salles (Ambiente), que “nós [do Inpe] usamos as publicações cientí…

Esse é um recado para os professores de Jeremoabo

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Hoje início o domingo dia dos pais, recebendo essa pérola que serve de incentivo para os professores de Jeremoabo que  heroicamente vem batalhando por seus direitos.

sábado, agosto 10, 2019

João Calixto Montalvão prestando uma homenagem ao seu pai.


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“Há risco de matarem integrante do PCC para criminalizar o PT e Moro será responsabilizado “Diálogo vazado pela Polícia Federal é parte da tentativa de se criar uma narrativa que incluiria ainda a transferência do ex-presidente Lula para o presídio de Tremembé”


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“Diálogo vazado pela Polícia Federal é parte da tentativa de se criar uma narrativa que incluiria ainda a transferência do ex-presidente Lula para o presídio de Tremembé”

Polícia prende ex-vice-prefeita tucana condenada por ‘denúncia falsa que levou a investigação dispendiosa’ contra Delúbio do PT

Maria Auxiliadora Barbosa Zanin, condenada a 8 anos e 11 meses por denunciação caluniosa, teve a prisão preventiva decretada em 2016, por se esquivar da Justiça em ação penal, e foi detida nesta sexta, 9; inquérito aberto com base em seu depoimento chegou a quebrar sigilo dos citados, que, segundo a Procuradoria, ela sabia que 'eram inocentes'; petista cumpre pena na Lava Jato

Luiz Vassallo e Fausto Macedo
10 de agosto de 2019 | 17h28
Reprodução/redes sociais
Maria Auxiliadora Barbosa Zanin, ex-vice-prefeita de Jaguariúna pelo PSDB, condenada a 8 anos e 11 meses de prisão por supostamente fazer uma falsa denúncia que gerou uma ‘dispendiosa investigação criminal’ contra o ex-tesoureiro do PTDelúbio Soares, foi presa preventivamente pela Polícia Civil nesta sexta-feira, 9. Ela foi sentenciada, em primeira instância, em 2016, por denunciação caluniosa, quando a Justiça já fazia tentativas frustradas de notificá-la a responder pela ação penal. Delúbio cumpre pena na Lava Jato.

Documento

Em razão do ‘paradeiro desconhecido’, foi decretada, naquele ano, sua prisão preventiva. A audiência de custódia ocorreu nesta sexta-feira, 9, na 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo. A prisão não se deu para cumprimento de pena, já que o processo ainda tramita em segunda instância.
Conhecida como Dora Zanin, ela foi vice de Jaguariúna, em 2012. Em 2016, chegou a se candidatar a prefeita, e não se elegeu. Também já foi vereadora da cidade. Ela deixou a vida política. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, atualizados em outubro de 2017, permanece filiada ao partido. À época da denúncia que ela fez à Procuradoria, era vereadora, filiada ao rival PC do B.
Delúbio Soares. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADAO
A sentença e o decreto de prisão preventiva vieram pouco antes do pleito. Mesmo assim, segundo a Justiça, ela permaneceu sem ser localizada. Após três anos, o decreto foi cumprido.
De acordo com o Ministério Público Federal, à época da denúncia, Dora Zanin narrou uma entrega de propinas a Delúbio. Ela mudou sua versão diversas vezes, o que incluiu a adição de uma ‘mala no estilo 007’ com US$ 1 milhão. À época, chegou a ser aberto inquérito, e os alvos tiveram seus sigilos telefônicos quebrados.
A Procuradoria afirmou à Justiça que seus relatos culminaram ‘em anos de dispendiosa investigação criminal e administrativa, custeadas pelo erário público, contra pessoas que a acusada sabia serem inocentes’.
Em sentença proferida em setembro de 2016, o juiz federal Alessandro Diaféria afirmou que ‘o crime de denunciação caluniosa foi praticado por três vezes’.
“Isso porque, em seu primeiro depoimento, com uma única ação, a acusada ensejou a abertura de procedimento investigatório criminal e de procedimento administrativo (dois crimes em concurso formal, eis que perpetramos em desígnio único)”, disse.
“Cerca de um ano e meio depois, em nova ação, portanto, a ré acrescentou novos elementos ao seu enredo, com a participação de novos agentes, relatando inclusive ameaças, o que acarretou na abertura de procedimento de interceptação telefônica”, anotou.

Prisão preventiva

Já na sentença, o magistrado afirmou que, quanto ‘ao recurso em liberdade, nota-se que até o momento a acusada se encontra em paradeiro desconhecido, em local incerto e não sabido’. “Diversas foram as tentativas de intimação pessoal em endereços fornecidos pela própria ré”.
“Em verdade, a acusada, conhecida no meio agrícola da região de Sertanópolis (PR), reiteradamente, deu mostras de que não pretende, em nenhuma hipótese, submeter-se à aplicação da lei penal”, escreveu.
“Assim, levando-se em conta a reprimenda aplicada bem como o regime inicial de cumprimento de penal, a fim de resguardar a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal, até o momento ignorada pela ora condenada, nos termos dos artigos 312 e 313 do Código do Processo Penal, decreto a prisão preventiva de Maria Auxiliadora Barbosa Zanin, registrando-se que, ao menos neste momento, não se entrevê outra medida que seja eficaz e suficiente a afastar o risco de frustração da aplicação da lei penal e de garantia da ordem pública, já que acusada se encontra em local incerto e não sabido”, anotou.
“Observo que a análise do artigo 59 do CP acima procedida serve integralmente à exceção da circunstância judicial atinente às consequências, que, neste caso, foram muito mais gravosas, diante da instauração de monitoramento eletrônico e quebra de sigilo de pessoas inocentes. Assim, tal peculiaridade leva a uma necessária exasperação da pena base”, concluiu.

Lava Jato

O ex-tesoureiro cumpre pena de 6 anos de prisão no âmbito da Operação Lava Jato, desde maio de 2018.
Ele foi sentenciado pelo suposto envolvimento em empréstimo de R$ 12 milhões tomado pelo pecuarista José Carlos Bumlai junto ao Banco Schahin, em outubro de 2004. O dinheiro era destinado ao PT, segundo a força-tarefa da Lava Jato.
Delúbio já havia sido condenado no escândalo no mensalão. Ele pegou 6 anos e 8 meses de prisão no regime semiaberto por corrupção ativa e foi preso em novembro de 2013. Menos de um ano depois, em setembro de 2014, ele passou para o regime aberto.
COM A PALAVRA, A DEFESA
A reportagem entrou em contato com defensores e familiares, que não se manifestaram. O espaço está aberto (luiz.vassallo@estadao.com).
https://politica.estadao.com.br


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