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quarta-feira, maio 22, 2019
Conta de luz vai subir até 50% no valor das bandeiras tarifárias
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a alteração foi motivada pelo déficit hídrico de 2018
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Caixa vai dar desconto de até 90% para clientes com dívidas
A renegociação se concentrará em clientes com renda de até 5 mínimos
Agência Brasil
Cerca de 3 milhões de clientes em atraso com a Caixa Econômica Federal poderão renegociar as dívidas com desconto de até 90% no valor total, anunciou o presidente do banco, Pedro Guimarães. Segundo ele, o programa ajudará a estimular a economia.
“Com os descontos, a maioria das dívidas chegará a R$ 2 mil. Essa pessoa que está pagando 10% de juros ao mês poderá pagar juros de 2%”, disse Guimarães, ao chegar para reunião no Ministério da Economia.
Ele não deu data para o lançamento do programa. Apenas disse que a renegociação se concentrará em clientes com renda de até cinco salários mínimos. O presidente da Caixa destacou que o programa deverá recuperar pelo menos R$ 1 bilhão de um estoque total de débitos, estimado em R$ 4 bilhões.
Para Guimarães, além de recuperar parte dos débitos, o programa tem a vantagem de diminuir o prejuízo da Caixa e permitir a retomada do crédito. “São 300 mil pequenas empresas e 2,6 milhões de pessoas [físicas] que poderão renegociar as dívidas. Todos estão negativados. Esses recursos já estão lançados como prejuízo, fora do balanço. Essas pessoas estão à margem, e poderemos voltar a oferecer crédito, como o consignado”, explicou.
Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou que a Caixa não deveria dar lucro como iniciativa privada. Segundo o ministro, o banco deveria repassar os ganhos para outros objetivos, como reduzir juros.
TJ-BA condena Extra a indenizar cliente por acusação de furto de produtos de limpeza
Quarta, 22 de Maio de 2019 - 00:00
por Cláudia Cardozo

Foto: Divulgação
O supermercado Extra foi condenado a indenizar uma consumidora em R$ 15 mil por acusação de furtar produtos de limpeza do estabelecimento. A condenação, baseada no Código de Defesa do Consumidor, foi mantida pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) diante de toda situação de humilhação que a consumidora sofreu pela abordagem do segurança do estabelecimento comercial. Na ação de reparação por danos morais, ela pediu indenização de R$ 50 mil.
De acordo com a consumidora, ela fazia compras na loja da rede, localizada na Rótula do Abacaxi, em Salvador, quando o fato aconteceu. A autora da ação relatou que entrou no estabelecimento com algumas sacolas. Ela havia adquirido três produtos de limpeza multiuso, cuja unidade custava R$ 2,99, em outro mercado. No Extra, ela realizou novas compras, foi ao caixa e realizou o pagamento normalmente. Quando saiu do supermercado, foi surpreendida pelo chefe de segurança, questionando o que levava na bolsa e se os produtos haviam sido pagos, em tom alterado, acusando-a de ter furtado o estabelecimento. Durante a abordagem, extremamente nervosa, ela explicou que havia comprado as mercadorias em outra loja minutos antes de entrar no Extra, mostrando o cupom fiscal. Mas mesmo assim, foi humilhada pelo funcionário que alegava que ela havia roubado os produtos. Ela disse que o fato chamou a atenção de diversos consumidores que passavam pelo local e ficou constrangida com a atitude do segurança, que não teria tido o cuidado de fazer a abordagem de forma discreta.
Em sua defesa, o Extra afirmou que não houve registro administrativo do ocorrido, que não houve nenhuma irregularidade na abordagem do segurança, e que as abordagens são feitas de “forma cautelosa e discreta”. Sustentou que não houve dano moral, pois ficou confirmado que a consumidora não furtou nenhum produto da loja. Afirmou ainda que a vítima apenas apresentou um boletim de ocorrência, o que indica que ela se dirigiu para uma delegacia de policia, “narrou um fato, sendo prova unilateral e sem qualquer comprovação de veracidade dos fatos”. Por fim, disse que a nota fiscal apresentada se assemelha a cupons emitidos na internet “para compras efetuadas de forma online, nos sites dos supermercados, o que gera estranheza quanto a possibilidade da autora possuir em mãos os produtos no momento da suposta abordagem”.
Em primeira instância, o caso foi julgado pela juíza Marielza Brandão, da 17ª Vara das Relações de Consumo de Salvador. A magistrada afirmou na sentença que o supermercado não apresentou nenhuma prova de que a abordagem foi realizada com os cuidados necessários. Testemunhas ainda reforçaram o constrangimento sofrido pela cliente. Para Marielza Brandão, o Extra “infringe um dos direitos básicos do consumidor por ato abusivo do fornecedor do serviço” e, por isso, é responsável pelo ato para indenizar a consumidora. A empresa recorreu da decisão, que foi relatada pelo desembargador José Olegário Monção Caldas, da 4ª Câmara Cível do TJ-BA.
Segundo o relator, os estabelecimentos comerciais têm o dever de “responder por defeitos relativos à prestação do seu serviço, com responsabilidade objetiva”, como previsto no Código de Defesa do Consumidor. “A apelante é uma empresa de grande porte, a par dos riscos da atividade lucrativa a qual exerce, devendo ter maior zelo na abordagem a sua clientela”, diz o relator no acórdão. Para Olegário, o valor da indenização é proporcional ao dano e não deve ser revisto, por atender aos parâmetros da razoabilidade e proporcionalidade.
Bahia Notícias
Manifesto dos auditores contra mordaça da ‘Emenda Gilmar Mendes’ ganha apoio

Auditores exigem o direito de denunciar os crimes que identificam
Carlos Newton
É cada vez maior o número de entidades e organizações que apoiam o Manifesto contra a “mordaça” na Receita Eleitoral, que foi encaminhado nesta terça-feira, dia 21, ao Ministério da Economia contra a emenda do senador Eduardo Braga (MDB-AM), que foi anexada à Medida Provisória 870, que trata da reforma administrativa feita pelo governo Bolsonaro, com redução do número de ministérios.
O dispositivo que proíbe os auditores da Receita Federal de comunicarem à Ministério Público a ocorrência de crimes sem caráter fiscal, como corrupção e lavagem de dinheiro, que constatarem em suas auditorias, conforme determina a Constituição e a Lei do Servidor Público.
A “Emenda Gilmar Mendes”, conforme foi apelidada pelo líder do Governo, senador Major Olímpio (PSL-SP), é uma monstruosidade jurídica e precisa ser expurgada da Medida Provisória 870, à qual foi anexada.
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MANIFESTO CONTRA A MORDAÇA NA RECEITA FEDERAL
MANIFESTO CONTRA A MORDAÇA NA RECEITA FEDERAL
Os signatários deste documento vêm manifestar o seu inconformismo e repúdio em face da tentativa, em curso no Congresso Nacional, de suprimir competências importantes da Receita Federal e de silenciar os Auditores-Fiscais quando, no legítimo exercício de suas atribuições, estes se depararem com crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. A emenda incorporada à Medida Provisória 870/2019 fere de morte um dos principais braços institucionais de combate aos chamados “crimes de colarinho branco”, representando um inimaginável retrocesso para a sociedade brasileira.
A Receita Federal atua na apuração de ilícitos tributários, muitas vezes relacionados a crimes conexos com a sonegação. No entanto, a se manter o teor do texto, caso Auditores, durante procedimento fiscal, constatem indícios de quaisquer outros crimes, essas informações não mais poderão ser repassadas, sem ordem judicial, aos órgãos ou autoridades competentes, sepultando as possibilidades de cooperação interinstitucional que, em anos recentes, se mostraram vitais para o aperfeiçoamento da gestão pública e da democracia brasileira.
UM “JABUTI” – A MP 870/2019 tem como objeto a reestruturação de órgãos do Poder Executivo Federal. O artigo 64-A, incorporado durante tramitação em comissão especial do Congresso, surgiu como um corpo estranho ao texto original. Tão estranho que foi prontamente identificado no Congresso como “jabuti”, termo usado para designar alterações que não têm pertinência com o tema proposto. Para o Ministério Público Federal, a emenda é inconstitucional e ilegal, configurando-se como grave desvio de finalidade.
Destacamos que o Brasil é signatário da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, tendo assumido perante a comunidade internacional responsabilidade em prevenir e combater a lavagem de dinheiro e a corrupção por todos os meios ao seu alcance. Nesse contexto, o Brasil tornou-se membro efetivo do GAFI (Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo), órgão internacional que define crimes fiscais como conexos à lavagem de dinheiro, e considera imprescindível o engajamento das autoridades fiscais na prevenção e repressão a esses ilícitos.
PAPEL DO AUDITOR – Para a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), Auditores Tributários desempenham papel fundamental na detecção e identificação de indícios de lavagem de dinheiro e de corrupção. No instante em que o nosso país pleiteia o ingresso nessa importante organização, a iniciativa de coibir a atuação da Receita Federal constitui um ato incoerente e desarrazoado, que atenta contra princípios encampados pelos atuais países-membros.
No Brasil, a Receita Federal desenvolveu ao longo dos últimos anos expertise e um aparato completo para atuar em conjunto com outras instituições na investigação a crimes financeiros conexos a infrações fiscais. A Receita Federal tem assento no COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e participa ativamente da ENCCLA (Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro), possuindo desde 2014 laboratório de tecnologia contra a lavagem de dinheiro, com área de inteligência fiscal voltada especialmente à identificação desse ilícito, pelo seu evidente reflexo tributário.
DESMONTE – Nesse contexto, consideramos que desmontar toda uma estrutura duramente construída para adequar o Brasil à prática internacional de combate à lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros representa uma involução inaceitável e configura o descumprimento de compromissos assumidos não apenas em organismos multilaterais, mas sobretudo com a sociedade brasileira e com as nossas instituições. Num momento em que o país clama por mudanças no cenário político e punição rigorosa aos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, amordaçar os Auditores-Fiscais é sabotar o Brasil e a esperança do nosso povo em dias melhores”.
ASSINATURAS – Assinam o manifesto as seguintes entidades e organizações: MCCE – Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral; Observatório Social do Brasil; MBL – Movimento Brasil Livre; Jurista Modesto Carvalhosa; ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República; Conamp – Associação Nacional dos Membros do Ministério Público; Fonacate – Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado; Febrafite – Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais; Conacate – Confederação Nacional das Carreiras Típicas de Estado; Anfip – Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil; AAFITSP – Associação dos Auditores-Fiscais Tributários do Município de São Paulo; Anafisco – Associação Nacional dos Auditores-Fiscais de Tributos dos Municípios e Distrito Federal; SindafSP – Sindicato dos Auditores-Fiscais Tributários do Município de São Paulo; Sindifisco Nacional – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil; e Unafisco Nacional – Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil.
Se as manifestações fracassarem no domingo, a derrota será de Jair Bolsonaro
Posted on by Tribuna da Internet
Pedro do Coutto
A deputada Janaina Paschoal ingressou numa corrente do PSL que considera um risco político para o presidente Jair Bolsonaro as concentrações de rua marcadas para domingo 26. Se não reunir número expressivo de correligionários, o reflexo atingira o presidente da República e seu governo como um todo. Esse alerta foi levantado por Janaina Paschoal, conforme reportagem de Carolina Freitas, Rafael de Cunto e Renan Tufrutti, edição de ontem do Valor.
O receio desse grupo partidário está concentrado no destino das passeatas e manifestações no Rio, São Paulo e Brasília. A convocação assinala que as manifestações vão se espalhar pelo país em grande número de municípios.
DIZ OLAVO – Ao mesmo tempo, através da internet, o filósofo Olavo de Carvalho rebateu as afirmações de Janaina Pascoal. Disse o seguinte: “A deputada se faz de gostosona. Pense um pouco, Janaina. Por ter recebido muitos votos você não é líder. Não pense o contrário”.
Certamente Olavo de Carvalho tomou conhecimento das declarações de Janaina através das redes sociais. Olavo de Carvalho, digo eu, está atento a tudo que os jornais online estão publicando. Pelo que se depreende do texto que postou, ele se afirma favorável as concentrações de apoio ao presidente da República.
DIZ RODRIGO – Em matéria de Di Cunto e Renan Tufruti, na mesma edição do Valor, as declarações de Rodrigo Maia destinaram-se para apoiadores de Bolsonaro. Disse o presidente da Câmara que o Congresso representa a sociedade e não o Executivo. As opiniões do presidente da Câmara foram expostas em sessão do Conselho da Ordem doa Advogados em Brasília. Assinalou que o mundo vive transformações e muitas vezes o radicalismo se sobrepõe ao diálogo. E o Parlamento é a casa do diálogo, da democracia e da defesa das instituições.
Rodrigo Maia colocou o problema do radicalismo como forma de tumultuar as relações entre Legislativo e Executivo. O radicalismo pode terminar dificultando a aprovação da reforma da Previdência e da manutenção do Coaf no MInistério da Justiça.
DIZ OLIMPIO – Por seu turno, o líder do governo no Senado, Major Olimpio (PSL-SP) acusou os integrantes do bloco do governo de apunhalarem o presidente da República.
Portanto, o que se percebe é a existência de uma crise que se desenrola na Esplanada de Brasília. O confronto intrapartidário está ganhando corpo. Vamos aguardar o resultado das manifestações programadas para domingo.
Era ilusão achar que Bolsonaro se livraria de Olavo de Carvalho e do filho Zero Dois

Charge do Iotti (Zero Hora)
Carlos Newton
Quando o escritor Olavo de Carvalho ultrapassou todos os limites e atacou o ministro Santos Cruz e o general Villas Bôas, no último dia 7 o presidente Jair Bolsonaro foi “convidado” para um almoço fora da agenda com a cúpula das Forças Armadas no quartel-general do Exército, conhecido como Forte Apache. O que foi conversado nessa ocasião “nem às paredes confesso”, diria a grande cantora Amália Rodrigues. Sabe-se que o presidente enquadrou Olavo de Carvalho e os filhos, o Planalto até voltou a ter uma certa tranquilidade, mas foi uma ilusão julgar que Bolsonaro tinha se livrado das influências externas.
As manifestações desse domingo têm a grife do guru virginiano e dos filhos olavistas (ou “olavetes”, como o filósofo gosta de chamar os alunos). Convocá-las foi uma iniciativa que não resiste a análises e soou falso desde o início.
NAS REDES SOCIAIS – A decisão de promover essas manifestações surgiu nas redes sociais que apoiam o presidente, desde sempre comandadas por Carlos Bolsonaro, o Zero Dois, que não dá uma tossida sem pedir orientação a Olavo de Carvalho.
Vaidosamente, o chefe do governo aceitou a homenagem, que tem o objetivo de esculhambar Câmara, Senado e Supremo, ao defender a Lava Jato e o pacote anticrime do ministro Moro. É uma versão bolsonarista do Samba do Crioulo Doido, e estrategicamente ficaram de fora a reforma da Previdência e a dívida pública, porque há dúvidas se o povo apoia o governo em relação a esses explosivos temas.
Mas de repente surgiu no noticiário um tsunami chamado Janaina Paschoal, que ousou dizer que o rei está nu, julga-se “enviado por Deus” e convoca uma manifestação para ser elogiado pelo povo. As pessoas então começaram a acordar.
COISA DE LOUCO – Como é óbvio que a deputado Janaina Paschoal tem toda razão, a cúpula do PSL se reuniu nesta terça-feira e decidiu que não vai apoiar a manifestação – quem quiser ir que vá. Realmente, é coisa de louco, só pode ter partido das mentes olavianas, que vivem em permanente delírio teórico e não respeitam a realidade.
Os autores da ideia não percebem que, por mais pessoas que as manifestações coloquem nas ruas, o resultado será sempre zero. Ao incentivar ataques ao Congresso, o presidente não ganhará adesão de nenhum parlamentar indeciso – pelo contrário, pode até perder apoio.
Em tradução simultânea, pode-se dizer que o capitão passou 28 anos na Câmara e não entendeu como aquilo funciona. Pensa que pode fazer com que o povo pressione os parlamentares, mas isso “non ecziste”, diria Padre Quevedo a Bolsonaro, que é volúvel em matéria de religião, não se sabe se é católico ou evangélico.
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P.S. 1 – Se verdadeiramente conhecesse a Câmara, Bolsonaro saberia que não há o menor risco de ser recusada a Medida Provisória 870, que reduziu o número de ministérios. O Congresso não gosta de Medidas Provisórias, considera intromissão do Executivo no Legislativo, e realmente é isso que se verifica. Sem empolgação, toda Medida Provisória é votada sempre na chamada undécima hora. Nada de novo na frente ocidental, não adianta se estressar. Aliás, quando uma Medida Provisória caduca, geralmente é o governo que se arrepende e pede que não seja aprovada.
P.S. 1 – Se verdadeiramente conhecesse a Câmara, Bolsonaro saberia que não há o menor risco de ser recusada a Medida Provisória 870, que reduziu o número de ministérios. O Congresso não gosta de Medidas Provisórias, considera intromissão do Executivo no Legislativo, e realmente é isso que se verifica. Sem empolgação, toda Medida Provisória é votada sempre na chamada undécima hora. Nada de novo na frente ocidental, não adianta se estressar. Aliás, quando uma Medida Provisória caduca, geralmente é o governo que se arrepende e pede que não seja aprovada.
P.S. 2 – Janaina Paschoal tem razão também quando diz que Bolsonaro precisa parar se fazer drama e começar a trabalhar. Ser presidente é missão difícil e penosa, ele deveria ter pensado nisso antes de se lançar candidato. (C.N.)
Auditores fiscais da Receita lançam manifesto contra ‘mordaça’ na atuação da categoria
Auditores fiscais da Receita Federal protocolaram nesta terça-feira (dia 21), no Ministério da Economia, um manifesto contra o que consideram ser uma “mordaça” à atuação da categoria. O protesto é contra a emenda, aprovada em comissão do Congresso, que limita as atividades dos auditores. Durante a tramitação da medida provisória da reforma administrativa, parlamentares decidiram incluir no texto um dispositivo que proíbe auditores da Receita de investigar crimes que não sejam de ordem fiscal.
O manifesto da categoria foi entregue ao secretário-executivo adjunto do Ministério da Economia, Miguel Ragone de Mattos. Antes, os auditores fizeram um ato público no prédio, contra a “restrição à autoridade tributária do país no combate à corrupção”.
OUTROS ATOS – Os auditores disseram que esta terça é o “dia nacional contra a mordaça na Receita Federal”, que prevê atos também no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Em seu manifesto, os auditores fiscais disseram que a emenda incorporada à medida provisória “fere de morte um dos principais braços institucionais de combate aos chamados ‘crimes de colarinho branco’, representando um inimaginável retrocesso para a sociedade brasileira”.
A categoria afirmou ainda que a Receita Federal atua na apuração de ilícitos tributários, muitas vezes relacionados a outros tipos de crimes. “No entanto, a se manter o teor do texto, caso auditores, durante procedimento fiscal, constatem indícios de quaisquer outros crimes, essas informações não mais poderão ser repassadas, sem ordem judicial, aos órgãos ou autoridades competentes, sepultando as possibilidades de cooperação interinstitucional que, em anos recentes, se mostraram vitais para o aperfeiçoamento da gestão pública e da democracia brasileira”, afirmaram os auditores no documento.
DESMONTE – Os profissionais argumentaram também que o “desmonte” de uma “estrutura duramente construída para adequar o Brasil à prática internacional de combate à lavagem de dinheiro, e outros crimes financeiros, representa uma involução inaceitável”.
terça-feira, maio 21, 2019
Maia bate boca com líder do governo e diz que o excluiu de relações
Terça, 21 de Maio de 2019 - 19:23
por Folhapress

Foto: Reprodução / Poder 360
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), bateram boca nesta terça-feira (21). Antes de encerrar reunião com líderes partidários, Maia afirmou que tem sido alvo de ataques constantes do governo e de seu líder na Câmara, e que havia excluído o deputado de suas relações pessoais.
"Fui atacado e por isso exclui ele das minhas relações pessoais", disse Maia, segundo líderes que participaram do encontro. De acordo com relatos, o presidente da Câmara disse que, antes de encerrar a reunião, precisava expor um fato que havia ocorrido há alguns meses.
O presidente se referia a um episódio de março, em que o líder do governo criticou Maia e a "velha política". Na ocasião, o deputado enviou para correligionários postagens sobre supostas negociações de cargos nos governos Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) em troca do apoio do Congresso.
A primeira mensagem resgatava reportagem do jornal O Globo de novembro de 2017, cujo título é "Para aprovar mudanças na Previdência, Temer autoriza Maia a negociar cargos".
A segunda é uma charge que ironizava o diálogo do governo Dilma com o Congresso. Na imagem, a ex-presidente leva ao Congresso um pacote de cargos para garantir as conversas.
Na época, as mensagens chegaram ao grupo do presidente da Câmara, que entendeu como ataque. A relação entre os dois é tensa, e deputados dizem que o líder não é recebido por Maia há meses.
Vítor Hugo reagiu dizendo que as críticas nunca foram pessoais e que a mensagem foi tirada de contexto e que diversas vezes tentou buscar o contato com maia para estabelecer uma relação republicana.
"Não pretendo ser amigo de vossa excelência. A crítica pública que eu fiz e repito aqui foi uma crítica construtiva", afirmou.
O líder criticou ainda o fato de Maia reunir parte de líderes na residência oficial e disse que o presidente não quis "abrir as portas" para ele.
Maia reagiu: "Se o deputado considera que diálogo é um pacote de dinheiro, me desculpe".
A discussão aconteceu durante reunião de líderes da Câmara que discutia a pauta da semana na Casa. O governo precisa aprovar ao menos três medidas provisórias nesta semana para evitar que elas percam validade.
A mais importante delas é a MP 870, que reestrutura a Esplanada dos Ministérios. Caso ela não seja aprovada até o dia 3 de junho nas duas Casas do Legislativo, o número de pastas saltará para 29.
O centrão concordou em votar a medida provisória e o líder do PP, Arthur Lira (AL) propôs que a votação fosse feita nominalmente.
O PSL tinha intenção de fazer esse requerimento para constranger deputados do centro a votarem pela manutenção do Coaf no ministério da Justiça. Os líderes da maioria, no entanto, decidiram peitar a estratégia do governo e dizem ter votos para mudar o órgão para a Economia.
"Fui atacado e por isso exclui ele das minhas relações pessoais", disse Maia, segundo líderes que participaram do encontro. De acordo com relatos, o presidente da Câmara disse que, antes de encerrar a reunião, precisava expor um fato que havia ocorrido há alguns meses.
O presidente se referia a um episódio de março, em que o líder do governo criticou Maia e a "velha política". Na ocasião, o deputado enviou para correligionários postagens sobre supostas negociações de cargos nos governos Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) em troca do apoio do Congresso.
A primeira mensagem resgatava reportagem do jornal O Globo de novembro de 2017, cujo título é "Para aprovar mudanças na Previdência, Temer autoriza Maia a negociar cargos".
A segunda é uma charge que ironizava o diálogo do governo Dilma com o Congresso. Na imagem, a ex-presidente leva ao Congresso um pacote de cargos para garantir as conversas.
Na época, as mensagens chegaram ao grupo do presidente da Câmara, que entendeu como ataque. A relação entre os dois é tensa, e deputados dizem que o líder não é recebido por Maia há meses.
Vítor Hugo reagiu dizendo que as críticas nunca foram pessoais e que a mensagem foi tirada de contexto e que diversas vezes tentou buscar o contato com maia para estabelecer uma relação republicana.
"Não pretendo ser amigo de vossa excelência. A crítica pública que eu fiz e repito aqui foi uma crítica construtiva", afirmou.
O líder criticou ainda o fato de Maia reunir parte de líderes na residência oficial e disse que o presidente não quis "abrir as portas" para ele.
Maia reagiu: "Se o deputado considera que diálogo é um pacote de dinheiro, me desculpe".
A discussão aconteceu durante reunião de líderes da Câmara que discutia a pauta da semana na Casa. O governo precisa aprovar ao menos três medidas provisórias nesta semana para evitar que elas percam validade.
A mais importante delas é a MP 870, que reestrutura a Esplanada dos Ministérios. Caso ela não seja aprovada até o dia 3 de junho nas duas Casas do Legislativo, o número de pastas saltará para 29.
O centrão concordou em votar a medida provisória e o líder do PP, Arthur Lira (AL) propôs que a votação fosse feita nominalmente.
O PSL tinha intenção de fazer esse requerimento para constranger deputados do centro a votarem pela manutenção do Coaf no ministério da Justiça. Os líderes da maioria, no entanto, decidiram peitar a estratégia do governo e dizem ter votos para mudar o órgão para a Economia.
Bahia Notícias
Ciro critica protestos pró-governo: 'Bolsonaro está chamando um cadáver para as ruas'

Fotos: Enaldo Pinto / Ag. Haack / Bahia Notícias
Derrotado na última eleição, , Ciro Gomes, criticou as manifestações que ocorrerão neste domingo (26) em todo o Brasil em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Em entrevista ao canal My News, no YouTube, o pedetista chamou o governante de ‘irresponsável’.
O presidente, inclusive, teria cogitado participar do protesto (leia mais aqui), mas haveria desistido de comparecer (leia mais aqui). “Bolsonaro está chamando um cadáver para a rua. Isso é o começo, é a radicalização, coloca Deus na história e pede para rezar. O outro lado quer desqualificar, Bolsonaro chama de idiota. E isso esquenta um caldo de um lado e esse tipo de coisa vai negando a linguagem da política”, opinou.
Na visão de Ciro, Bolsonaro tem se mostrado enfurecido com as investigações sobre os supostos esquemas de desvio de dinheiro envolvendo seus familiares. "O Bolsonaro é um politiqueiro. Fui colega dele, deputado por 28 anos, membro do sistema. Apoiou [Sérgio] Cabral, Crivella, Garotinho, Aécio e agora o que tá ‘inervando’ Bolsonaro é que pegaram o rabo do rato. Ele ensinou o Flávio [Bolsonaro, filho do presidente e Senador da República] a fazer a ‘rachadinha’. Ele é mentiroso e corrupto”, vociferou.
Ele ainda crê que Bolsonaro não vem conseguindo estabelecer um discurso de união para o Brasil. “É um presidente irresponsável que quer reproduzir o que deu êxito a ele. O contexto de ganhar eleição é o antagonismo. Ele teve êxito com esse conjunto de molecagens de internet, com dinheiro estrangeiro, uma parte corrupta do baronato israelita influiu aqui. Para ganhar uma eleição, precisa desse antagonismo. Ele nunca entendeu que o papel dele é unir, ao ganhar a eleição. Estabelecer diálogo. O discurso dele antissistema não guarda coerência com o fato dele ser 'o' sistema”, afirmou..
O presidente, inclusive, teria cogitado participar do protesto (leia mais aqui), mas haveria desistido de comparecer (leia mais aqui). “Bolsonaro está chamando um cadáver para a rua. Isso é o começo, é a radicalização, coloca Deus na história e pede para rezar. O outro lado quer desqualificar, Bolsonaro chama de idiota. E isso esquenta um caldo de um lado e esse tipo de coisa vai negando a linguagem da política”, opinou.
Na visão de Ciro, Bolsonaro tem se mostrado enfurecido com as investigações sobre os supostos esquemas de desvio de dinheiro envolvendo seus familiares. "O Bolsonaro é um politiqueiro. Fui colega dele, deputado por 28 anos, membro do sistema. Apoiou [Sérgio] Cabral, Crivella, Garotinho, Aécio e agora o que tá ‘inervando’ Bolsonaro é que pegaram o rabo do rato. Ele ensinou o Flávio [Bolsonaro, filho do presidente e Senador da República] a fazer a ‘rachadinha’. Ele é mentiroso e corrupto”, vociferou.
Ele ainda crê que Bolsonaro não vem conseguindo estabelecer um discurso de união para o Brasil. “É um presidente irresponsável que quer reproduzir o que deu êxito a ele. O contexto de ganhar eleição é o antagonismo. Ele teve êxito com esse conjunto de molecagens de internet, com dinheiro estrangeiro, uma parte corrupta do baronato israelita influiu aqui. Para ganhar uma eleição, precisa desse antagonismo. Ele nunca entendeu que o papel dele é unir, ao ganhar a eleição. Estabelecer diálogo. O discurso dele antissistema não guarda coerência com o fato dele ser 'o' sistema”, afirmou..
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