segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Bebianno diz que deve desculpas ao país por ter viabilizado candidatura de Bolsonaro


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Bebianno afirma que jamais pensou que Bolsonaro fosse tão fraco
Gerson CamarottiG1 Brasília

Diante da crise política em que virou protagonista, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, fez um desabafo para interlocutores próximos e demonstrou profundo arrependimento em ter trabalhado ativamente pela eleição do presidente Jair Bolsonaro.
“Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco”, disse Bebianno para um aliado, numa referência à influência dos filhos do presidente no rumos do governo, especialmente o vereador Carlos Bolsonaro.
PREOCUPAÇÃO – Nessas mesmas conversas, Bebianno demonstra preocupação com o efeito desse protagonismo familiar nas decisões do país. E reconhece que o governo Bolsonaro precisa descer do palanque para administrar o Executivo.
Para aliados de Bebianno, também causou contrariedade o movimento da família Bolsonaro para sacramentar a saída do ministro do governo. No momento em que vários aliados trabalhavam na sexta-feira (15) para baixar a temperatura, contornar a crise e manter Bebianno, integrantes da família do presidente vazaram para a imprensa que o pai havia demitido o ministro, para tornar a queda um fato consumado, sem chance de mudança no fim de semana.

Estratégia “brilhante” de Trump pode abalar a hegemonia mundial do dóla


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Europa já criou seu próprio sistema de compensação financeira
Michael HudsonHudson Website
O fim da dominação econômica norte-americana não contestada chegou antes do esperado, graças aos mesmos neoconservadores que deram ao mundo a guerra do Iraque, da Síria e as sujas guerras na América Latina. Assim como a Guerra do Vietnã arrancou os EUA do padrão ouro em 1971, o patrocínio e o financiamento que estão garantindo as violentas guerras para mudança de regime contra a Venezuela e a Síria – e as ameaças de sanções contra outros países que não se unam na mesma cruzada – estão hoje levando países europeus e outros a ter de criar suas próprias instituições financeiras alternativas, para desmantelar a hegemonia do EUA-dólar, do FMI ao sistema SWIFT de compensações.
O país que os diplomatas norte-americanos mais odeiam é o Irã. O fim decidido pelo presidente Trump dos acordos nucleares de 2015 negociados por europeus e o governo Obama escalou a ponto de Alemanha e outros países europeus já estarem ameaçados de sanções se não se retirarem dos acordos que assinaram.
AUTOPRESERVAÇÃO – Como se não bastasse a oposição a que Alemanha e outros países europeus importem gás russo, as ameaças dos EUA sobre o Irã acabaram por empurrar a Europa a buscar algum modo de se autopreservar.
As ameaças imperiais já não são militares. Nenhum país (nem Rússia ou China) tem meios para montar invasão militar a outro grande país. Desde os dias do Vietnã, o único tipo de guerra possível para países ainda democráticos é a guerra atômica, ou pelo menos guerra de bombardeios pesados como os que EUA infligiram ao Iraque, Líbia e Síria. Mas agora a ciberguerra tornou-se meio eficaz para quebrar as conexões de qualquer economia. E as principais ciberconexões hoje são ordens financeiras de transferência de dinheiro – compensações bancárias mundiais –, coordenadas pela SWIFT, sigla em inglês da Sociedade Mundial para Telecomunicações Financeiras Interbancárias, que tem sede na Bélgica.
MOVIMENTAÇÃO – Rússia e China já se movimentaram para criar um sistema alternativo de compensações bancárias, para o caso de os EUA desconectarem os dois países, tirando-os do sistema SWIFT. Mas agora países europeus já entenderam que as ameaças feitas pelo governo Trump podem gerar multas pesadas e confisco de patrimônio, se tentarem insistir em manter o comércio com o Irã, como determinado nos acordos que todos firmaram.
Dia 31 de janeiro, o bloqueio ao Irã foi rompido, com o anúncio de que a Europa criou seu próprio sistema de compensação de pagamentos para usar com o Irã e outros países que sejam alvo dos ataques ‘diplomáticos’ dos norte-americanos.
Alemanha, França e até a Grã-Bretanha, poodle dos EUA, uniram-se para criar o INSTEX — Instrumento para Apoio de Compensações Interbancárias [em inglês, Instrument in Support of Trade Exchanges].
AJUDA HUMANITÁRIA? – A promessa é que será usado só para ajuda “humanitária” para salvar o Irã de uma devastação provocada pelos EUA semelhante à que a Venezuela sofreu. Mas, é considerada também a crescente e cada dia mais furiosa oposição que os EUA fazem à ideia de que o gasoduto Ramo Norte transporte gás russo, essa via alternativa para compensações bancárias está pronta e capacitada para se tornar plenamente operante, caso os EUA tentem um ataque com sanções contra a Europa.
Acabo de voltar da Alemanha e vi impressionante divisão entre empresários e industriais e o governo político. Durante anos, as grandes empresas viram a Rússia como mercado natural, como economia complementar que precisava modernizar a própria base manufatureira e capaz de abastecer a Europa com gás natural e outras matérias-primas. A posição dos EUA nessa Nova Guerra Fria tenta bloquear essa complementaridade comercial.
GÁS RUSSO – EUA alertaram a Europa contra o risco de se tornar ‘dependente’ do gás russo de baixo preço, para vender o gás natural liquefeito caríssimo que os EUA oferecem (prometendo instalações portuárias que ainda não existem em lugar algum, sequer próximas do volume exigido). O presidente Trump também tem insistido em que membros da OTAN gastem na compra de armas no mínimo 2% dos respectivos PIB – e armas a serem compradas, claro, dos mercadores de morte norte-americanos, não franceses nem alemães.
O modo como os EUA fazem pesar a mão está levando a aproximar Rússia e China. A diplomacia norte-americana está ‘unindo’ a Europa ao “pivô geográfico” bem conhecido dos norte-americanos, operando contra, até, o mesmo tal estado de dependência, para cuja criação a diplomacia norte-americana trabalha desde 1945.
FÚRIA DOS EUA – A Europa já se deu conta de que seu próprio sistema monetário de trocas internacionais e suas conexões financeiras podem a qualquer momento atrair a fúria dos EUA. Foi o que ficou muito claro no outono passado, nos funerais de George H. W. Bush, quando o diplomata representante da União Europeia foi deixado para o fim da lista de autoridades chamadas para assumir seu lugar na cerimônia. Foi informado de que os EUA já não consideram a União Europeia entidade muito importante.
Em dezembro, o secretário de Estado Mike Pompeo fez um discurso em Bruxelas sobre a Europa – seu primeiro discurso, ansiosamente aguardado – no qual exortou as virtudes do nacionalismo, criticou o multilateralismo e a União Europeia e disse que “corpos internacionais” que limitam a soberania nacional “devem ser reformados ou eliminados.”
A maior parte desses eventos apareceram na mídia num só dia, 31/1/2019. A conjunção de tantos movimentos dos EUA em tantos fronts, contra Venezuela, Irã e Europa (para nem falar da China e das ameaças de retaliação comercial e ações contra a Huawei, que também emergiram hoje) faz crer que esse será um ano de tensões e rupturas no mundo.

Pesquisa mostra que “cota” de mulheres propicia corrupção e candidatas laranjas


Kadija Foto: Reprodução/Facebook
Candidata Kadija “pagou” a cabos eleitorais que nem a conhecem
Natália Portinari e Daniel GullinoO Globo
Levantamento feito por O Globo revela que, na última eleição, partidos se valeram de candidaturas de mulheres com desempenho eleitoral inexpressivo para cumprir a cota de 30% do uso do fundo eleitoral. Muitas nem sequer chegaram a fazer campanha. Dos 79 candidatos que registram gastos de mais de R$ 1.000 para cada voto obtido, 76 são do sexo feminino. São R$ 13,8 milhões em fundo partidário e fundo eleitoral, verbas públicas, gastos com essas candidaturas. Nenhuma dessas mulheres foi eleita.
Para efeito de comparação, o gasto médio dos candidatos que disputaram a última eleição pelo país foi de R$ 41 por voto.
EM 21 PARTIDOS – Os casos de candidaturas de mulheres com votação inexpressiva e altos custos envolvem 21 partidos. A sigla que mais se valeu do expediente é do PRB, com 12 mulheres que receberam R$ 4,3 milhões em dinheiro público e, juntas, tiveram pouco menos de 3 mil votos.
As histórias se repetem em todo o país. Tamires Vasconcelos, candidata a deputada estadual do PR do Piauí, declarou um gasto de R$ 370 mil e acabou com 41 votos. No PRB do Maranhão, Maria Regina Duarte Teixeira declarou gastos de R$ 585 mil de verba pública, apesar de ter obtido só 161 votos para deputada estadual. As campanhas não deixaram rastros nas redes sociais e as mulheres não foram encontradas para comentar.
DESMENTIDO – A candidata a deputada distrital Kadija (MDB-DF) declarou gastos de R$ 454,5 mil, mas obteve só 403 votos. Sua principal despesa foi com militantes de rua (93%), mas três pessoas contratadas como cabos eleitorais relataram ao Globo que não fizeram campanha para ela.
Ilka Quinhões Azevedo diz que trabalhou apenas na campanha do candidato do MDB ao governo, Ibaneis, que foi eleito, e que nunca ouviu falar em Kadija. Ela ainda perguntou se o nome do seu genro, Anderson Ferreira de Souza, estava na prestação de contas, o que foi confirmado pela reportagem, e disse que ele também não trabalhou para a deputada.
— Meu nome está na prestação de contas de uma deputada que eu nunca ouvi falar? Eu não trabalhei para ela. Vou atrás dela pedir meu dinheiro
CONFUSÃO – Thiago Neves Braz está em situação semelhante. Ele foi contratado pelo MDB, e ressalta que avisado que o trabalho poderia envolver outros candidatos, mas afirma que não conhece Kadija e não sabia que seu nome estava na prestação de contas dela. Felipe Souza Lopes também conta que não conhece a candidata, mas preferiu não revelar para qual candidato trabalhou.
Outro cabo eleitoral foi Henrique Nelson da Cunha Mesquita. Ele conta que foi um dos coordenadores da campanha de Kadija e que chefiou um grupo de 50 pessoas, grupo em que deu prioridade a Ibaneis. O nome de Henrique, porém, está somente na prestação de contas de Kadija, e não na de Ibaneis. “Eu tinha uma equipe de 50 pessoas. Coloquei 20 para trabalhar para ela e para o Ibaneis e 30 somente para o Ibaneis”.
ESTRANHEZA – Kadija se disse surpresa com a informação e afirmou que todos os seus gastos foram devidamente apresentados à Justiça Eleitoral. Ela afirma não saber qual foi o critério do partido na distribuição do dinheiro, mas admite que a cota de 30% dos recursos para mulheres pode ter influenciado.
— Me causa estranheza quem falou isso. São pessoas que receberam cheques nominais. Não posso dizer que conhecia todas as pessoas, os coordenadores da campanha tinham liberdade para arregimentar. É uma questão que eu tenho que ver na próxima gestão de campanha. Não sei quais foram os critérios do partido. Deve ter tido algo relacionado aos 30%, acho que o partido deve ter feito seus critérios. Mas foi bem tranquilo, me senti até privilegiada.
APENAS UM  VOTO – Teresa Cavalcante Queiroz, candidata a deputada estadual no Ceará, recebeu um voto. Ela disse ao GLOBO que desistiu de fazer campanha porque é funcionária pública e temeu haver incompatibilidade. Na sua prestação de contas, porém, aparece um gasto de R$ 5 mil. Deste valor, R$ 3 mil foi gasto com uma gráfica, no Ceará, no nome de Gustavo Silveira Alves.
— Não sei quem é. Com certeza é com eles (o partido), porque não recebi nada e não gastei nada. Tive um único voto, de uma professora que não estava sabendo que eu desisti — contou.
Por sua assessoria, o partido Democracia Cristã (DC) disse que distribuiu R$ 50 mil do fundo eleitoral para mulheres no Ceará e que coube ao diretório estadual decidir como distribuir o dinheiro. Ely Aguiar, presidente do diretório do Ceará, negou que conheça a candidata a deputada que desistiu de concorrer. “Tem que ver se as contas delas estão pendentes ou não. Que tipo de gasto foi feito. Existe pendência. Não conheço a candidata e nem sei de que forma ela fez a prestação. Ela que tem que responder o tipo de despesa. Ao partido compete liberar o que a justiça manda. Isso foi feito” — afirmou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O levantamento de O Globo mostra que o problema é a cota de candidatas mulheres. Isso está gerando aberração e corrupção. Mas a matéria comprova que Gustavo Bebianno nada tina a ver com candidatas laranjas, esse problema é de cada diretório estadual.(C.N.)

domingo, fevereiro 17, 2019

Nos tuítes, 72,2% do que Carlos Bolsonaro escreve são ataques, sobretudo à mídia


Carlos Bolsonaro tem um perfil cheio de ataques no Twitter
Foto: Divulgação/Sergio Lima/AFP
Carlos Bolsonaro tem um comportamento agressivo no Twitter
Igor Mello e Juliana Castro
Filho mais próximo do presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro deflagrou a primeira crise no coração do Palácio do Planalto ao usar o Twitter para atacar Gustavo Bebianno, ministro da Secretaria-Geral da Presidência. O comportamento, porém, não é exceção. O “pitbull” da família usa a rede social como uma metralhadora giratória.E não é repreendido pelo presidente por isso.
O Globo analisou 500 tuítes feitos por Carlos entre 15 de dezembro e 15 de fevereiro e constatou que 72,2% das postagens feitas pelo parlamentar são ataques. O alvo preferencial é a imprensa, mas também sobram bordoadas para a esquerda e até mesmo para aliados, como Bebianno.
Das 500 postagens — que incluem também publicações de outras pessoas compartilhadas por ele — 211 (ou 42,4%) criticam a cobertura da imprensa sobre o governo Bolsonaro. Ataques à esquerda (19,8%), a aliados (5,2%) e outros (4,8%) completam a lista.
ESQUERDA NA MIRA – Outro alvo preferencial de Carlos é a esquerda. Chamados de “bandidos”, “retardados” e “idiotas”, os opositores são ligados frequentemente à corrupção e ao atentado praticando contra Jair Bolsonaro por Adélio Bispo de Oliveira, em setembro. O maior alvo é o PSOL, mencionado por ele 21 vezes no período — o PSL, partido da família, só mereceu três citações.
Embora os ataques predominem, sobra espaço na rede social para que Carlos divulgue conteúdo institucional do governo ou elogie aliados. Os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Damares Alves (Direitos Humanos) e Santos Cruz (Governo) são alvos de menções elogiosas, assim como o guru da direita Olavo de Carvalho. Ele, aliás, provocou um dos poucos momentos de descontração de Carlos no período. O vereador postou uma foto ao lado de seu cachorro poodle na frente do computador, onde assistia uma das aulas de Carvalho.
FLÁVIO IGNORADO – As interações com o perfil do pai e do irmão mais novo, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), são frequentes — além de citá-los, o vereador costuma reproduzir seus tuítes em seu próprio perfil. Porém, o irmão mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), fica de fora de suas manifestações no período analisado.
Mesmo vendo o irmão em meio às denúncias envolvendo o ex-assessor Fabrício Queiroz e tendo suspeitas sobre sua movimentação bancária, Carlos Bolsonaro não fez nenhuma defesa de Flávio nos últimos dois meses. A única menção a ele foi lateral: o vereador compartilhou um vídeo no qual Eduardo bate boca com petistas que cobravam investigações contra Flávio no plenário da Câmara.
RUSGAS COM O IRMÃO – Carlos e Flávio cultivam rusgas desde 2016, quando o irmão mais velho teve um mal-estar durante um debate à Prefeitura do Rio e decidiu agradecer à rival Jandira Feghali (PCdoB), que é médica o socorreu. Agradeceu por meio de uma nota oficial e a atitude foi motivo de críticas de Carlos e do pai.
Os dois travaram um novo round no ano passado, quando disputaram quem seria o candidato da família ao Senado. Após perder a disputa, Carlos desistiu de tentar outro cargo.
O Globo procurou o vereador para comentar os dados do levantamento, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição.

MELHOR SERIA IGNORAR...

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MELHOR SERIA IGNORAR...
Aprendi que nada melhor do que o silêncio quando diante de algumas verdades, infelizmente, nem sempre só enxergamos aquilo que queremos e aqui eis uma delas, situação da qual não sei como me expressar, pois ora dar vontade de rir, ora a pena é tenta que dá vontade de chorar!
Lembra-me a criança que recebe o seu pirulito após a mãe retornar da feira, é uma alegria só, mas aí está uma grande verdade, quem não é capaz de planejar, projetar e construir, deve se satisfazer com a sombra herdada daqueles que lhes abriram os caminhos, do qual se sabe que há direção, mas desconhece o sentido a seguir, já que a direção te leva a qualquer lugar, mas é o sentido que te indica aonde se quer chegar, então não basta ter direção, é preciso que se conheça o sentido ou viverá à sombra das construções de outrem, pois própria não há!
 

A noção do que é ridículo está nem sempre é percebido por quem pratica o ato, mas quando se gasta tanto com Assessoria, fica incompreensível certas ocorrências e exposições sem nexo. Mas como já dito, cada um se satisfaz com aquilo que está ao seu alcance e ao nível de suas competências, diferente não poderia ser.

Se difícil estava ali, imagina o que dizer daqui. Aqui foi o desembrulhar o pirulito e por na boca, satisfação total, só felicidade, mas assim é a vida e cada um se satisfaz com aquilo que lhes chega às mãos; quando outro caminho desconhece, sendo necessário um guia ao meio dia, já que mesmo vendo não é capaz de enxergar. Realidade de quem não aprendeu e faz questão de “bradar saber”, triste engano para um mundo em constante evolução.




                                                                                     
Entendo perfeitamente que a presença era necessária em razão da representatividade que exerce, mas a vaidade e a humildade foram deixadas em casa...
Vaidade é o cuidado exagerado da aparência, pelo prazer ou com o objetivo de atrair a admiração ou elogios de terceiros. É a necessidade de vangloriar-se, de ostentar, de se exibir.
Ter vaidade é ter como princípio a ostentação, a exibição exagerada da sua riqueza, de suas qualidades e capacidades físicas ou intelectuais.
Simplicidade; qualidade de quem é modesto, simples, humilde.
Modéstia; qualidade de quem tem consciência de suas limitações.


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Que cada um tire suas próprias conclusões!



José Mário Varjão


Bolsonaro é uma máquina de assassinar reputações com requintes de crueldade


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Tuma Junior está impressionado com a frieza de Bolsonaro
Deu em O Antagonista
O ex-deputado Romeu Tuma Jr está surpreso com a atuação de Jair Bolsonaro no episódio envolvendo a demissão de Gustavo Bebianno. Ele vê um paralelo com o “método” usado por Lula para rifar aliados que perderam a serventia, mas com “requintes de crueldade”.
“O Lula era um covarde e terceirizava o trabalho sujo. O Bolsonaro está fazendo isso com as próprias mãos. Quem tem a caneta não precisa de subterfúgios para demitir ninguém, não precisa humilhar um ministro publicamente”, diz Tuma
ACUSAÇÕES FORJADAS – Ex-secretário nacional de Justiça, Tuma Jr foi demitido por suspeita de envolvimento com um contrabandista. Em seu livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, ele alega que as acusações, nunca provadas, foram forjadas a mando do ex-presidente Lula.
“Acho muito triste e extremamente estranho que a máquina de assassinar reputações, que o PT sempre usou contra adversários e aliados descartáveis, esteja se repetindo nesse governo. Pior, com requintes de crueldade.”
CRISE DE CONFIANÇA – Tuma Jr alerta para o rompimento prematuro da relação de confiança que começava a ser costurada no Congresso Nacional, “fundamental para uma base de apoio sólida”.
“Todo mundo agora está com medo até de conversar com o presidente, pois sabe que ele é capaz de vazar uma conversa privada, como ele fez com o áudio que o filho publicou. E ainda acusa o Bebianno de vazar diálogos depois, mas o cara precisa se defender de alguma forma.”
O ex-deputado ressalta ainda o uso das redes sociais na potencialização do dano. “A rede social não tem limites.”

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