sexta-feira, fevereiro 01, 2019

Mourão não é “rival” de Bolsonaro; pelo contrário, é um dos sustentáculos dele


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Tentativa de “neutralizar” Mourão é uma tática errada do Planalto
Carlos Newton
Anterior ao Cristianismo, o Budismo tem conceitos de ordem prática que devem ser conhecidos a avaliados, porque são adaptáveis a qualquer situação. Em suas reflexões, Sidarta Gautama, o Buda, sintetizou as Quatro Nobres Verdades (existência do sofrimento, causas do sofrimento, liberação do sofrimento e caminho para liberação), para que se entendam as coisas como elas realmente são, e com isso gerar uma motivação de querer se liberar e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Para liberação do sofrimento, Gautama sugeria o “caminho do meio”, porque baseado na moderação e na harmonia, sem cair em extremos. E sugeria oito práticas: entendimento correto, pensamento correto, linguagem correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta. E essas práticas, é claro, podem ser resumidas numa só – fazer a coisa certa.
CRISE BRASILEIRA – Adaptando ao Brasil os ensinamentos budistas, toda pessoa de bem, que deseja o melhor para o país, precisa torcer para o governo de Jair Bolsonaro ter êxito, não se pode continuar nesse poço sem fundo. É claro que esse sentimento não pode ser incondicional. Pelo contrário, é preciso apoiar as medidas certas do governo e criticar as que estiverem erradas, apenas isso. Seria uma maneira budista de encarar a realidade, sem arroubos ideológicos e outras posturas radicais que hoje não têm o menor sentido.
Aqui na “Tribuna da Internet” perseguimos esse comportamento budista, procurando apoiar todas as coisas certas do governo e criticar os erros e até infantilidades, como essa clara tentativa de escantear o vice-presidente Hamilton Mourão.
PALESTRA EXPLOSIVA – Conheci o general Mourão em 2013, quando fez uma impressionante palestra, de improviso, no Seminário de Sustentabilidade organizado em Brasília pela Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra).
Estávamos no terceiro ano da gestão de Dilma Rousseff, o país mergulhava na recessão, Mourão não economizou palavras. Perante cerca de 300 pessoas, incluindo empresários, profissionais liberais e oficiais superiores das três Armas, o general esculhambou o governo, disse que no Brasil não havia planejamento, o governo federal não tinha projeto, era tudo uma grande bagunça, a gestão de Dilma Rousseff não tinha a menor possibilidade de dar certo.
Quando acabou a palestra, Mourão foi entusiasticamente aplaudido e saiu para a varanda do Clube Naval. Fui até ele, me apresentei como jornalista para entrevistá-lo.
FORA DO REGULAMENTO – De início, eu lhe disse que era surpreendente que um general da ativa abordasse temas políticos em público (é proibido pelo Regulamento das Forças Armadas). Sua resposta foi surpreendente:
“Pode publicar o que você quiser, eu não disse nem metade do que penso” – e começou a criticar o PT e a classe política. Entendi que estava diante de um chefe militar de muita coragem e espírito público. Ao defender os interesses do Brasil, pouco se importava com a própria carreira.
É essa a impressão que ainda me passa o general Mourão. Jamais se comportará como político, porque procura sempre dizer a verdade, não fica na enrolação. É um erro o Planalto tentar neutralizá-lo. Na verdade, Mourão não é “rival” de Bolsonaro´. Pelo contrário, é um dos sustentáculos dele.
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P.S. 1
 – Descrentes dos políticos, muitos eleitores votaram em Bolsonaro porque o candidato tinha o apoio dos militares e iria governar com eles. O general Mourão ajudou muito a eleger o novo presidente e precisa ser respeitado. Se Bolsonaro pensa que pode prescindir da participação dele, está totalmente equivocado, porque resolveu seguir o caminho de Buda na contramão.
P.S. 2 – Bolsonaro acertou ao cumprimentar Renan pela viabilização de sua candidatura. O presidente deve respeitar as decisões dos outros poderes, porque não tem como mudá-las. (C.N.)

Projeto da equipe de Guedes simplesmente acaba com a Previdência Social


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Charge do Amarildo (amarildo.com)
Pedro do Coutto
Na minha opinião, com base na reportagem de Adriana Fernandes e Idiana Tonazelli, edição de ontem de O Estado de São Paulo, o projeto de reforma elaborado pela equipe do ministro Paulo Guedes, se transformado em lei, fechará o INSS e derrubará o sistema previdenciário do país. Isso porque o texto prevê que a contribuição das empresas empregadoras descerá dos atuais 20% sobre a folha salarial para apenas 8,5%.
Atualmente a contribuição dos empregadores é muito maior do que a dos empregados. Basta dizer que a dos empregados escalona 8% a partir de R$ 1.750, passa a 9% de 1.751 a 2.500 reais, e finalmente para todos os salários acima destes, 11% até 5.800 reais, que é o limite também da maior aposentadoria.
SEM COMPARAÇÃO – Como se vê, a arrecadação proporcionada pelos empregados não se compara com a receita gerada pelas empresas, inclusive as estatais.
Na tarde de ontem, uma mesa redonda da Globo News focalizou o assunto, mas esqueceu de comparar as despesas e a receita do INSS. Foi destacada a existência de um déficit da ordem de 190 bilhões de reais, resultado de 2018. Assim, enquanto as despesas se elevaram a R$ 790 bilhões, a receita ficou contida na escala de 600 bilhões de reais em números redondos. Por aí pode se ver e ter noção de que as contribuições empresariais somam mais de 400 bilhões por ano. Isso decorrente de uma contribuição de 20% dos empregadores.
RISCO TOTAL – Se descermos a alíquota de 20% para 8,5% chegamos facilmente à conclusão que, ao invés de conter gastos o projeto favorece o sistema empresarial e explode a Previdência Social do país.
Trata-se de uma observação bastante simples, baseada na própria matemática. A contribuição dos empregados jamais poderá suprir a diferença entre o percentual de 20% para apenas 8,5%. O lance, como se observa, diminui à metade o que os empregadores pagam hoje.
A alternativa de aumentar a receita com a retomada da economia é simplesmente impossível, pois não há hipótese de uma enorme onda de empregos, objetivo da troca de uma realidade por uma fantasia da equipe de Paulo Guedes.
SUPERDESEMPREGO – A mão de obra ativa brasileira, em torno de 100 milhões de homens e mulheres, carrega consigo um desemprego “declarado” na escala de 12%, mas na verdade é ainda maior, porque muitos acabam desistindo de procurar trabalho. Isso revela de forma bastante clara que o presidente Jair Bolsonaro não pode encaminhar tal projeto ao Congresso Nacional.
Inclusive, vale destacar que Paulo Guedes resolveu incluir os militares e os funcionários públicos federais na mesma pirâmide que sustenta a ideia em foco.
O certo é que a forma da reforma criará um impasse muito grande para o universo econômico e social do país.

Depois de escolher Tasso como candidato, tucanos irritam os aliados de Renan


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Tasso Jereissati vai enfrentar Renan na presidência do Senado
José Carlos Werneck
O senador Antonio Anastasia, do PSDB de Minas Gerais, declarou que seu partido reuniu-se esta tarde e escolheu o cearense Tasso Jereissati como candidato à Presidência do Senado. Anastasia disse que a votação de amanhã será “longa” e deve entrar pela madrugada. “Muitas discussões, muita gente nova. Vai longe”.
A bancada do PSDB defende o voto aberto na eleição da Mesa Diretora, o que deve render debates extensos e acirrados no plenário do Senado.
IRRITAÇÃO – A movimentação do PSDB objetivando uma candidatura anti-Renan Calheiros com senadores de diferentes partidos causou muita irritação aos aliados do senador alagoano. A causa de tudo é a afirmação dos tucanos de que não vão apoiar a candidatura de Renan Calheiros devido a seus problemas com a Justiça.
Katia Abreu, senadora do PDT de Tocantins, aliada de Renan  confirmou a irritação. “A cúpula do PSDB, que tem rejeitado com veemência Renan, deveria se lembrar que dentro do seu próprio partido tem muitos investigados e até presos. Não precisa resolver antes os seus problemas? Isso não quer dizer que investigado é culpado. Vamos dar oportunidade a todos de defesa, inclusive a Flavio Bolsonaro”.
Ela é fiel eleitora de Renan e na última eleição presidencial foi vice na chapa de Ciro Gomes, candidato do PDT, que fez forte oposição a Jair Bolsonaro.
REUNIÃO – A bancada tucana reuniu-se com outros senadores que querem uma candidatura para disputar a eleição contra Renan.
E a alta direção do MDB está fazendo articulações objetivando que a senadora Simone Tebet, derrotada por Renan na eleição da bancada, desista de sua tentativa de ir a plenário como candidatura avulsa.

Marco Aurélio confirma que rejeitará o foro especial pedido por Flávio Bolsonaro


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Ministro quer Fábio Bolsonaro julgado na primeira instância
Clarissa Oliveira e Gregory PrudencianoEstadão
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, disse ao Broadcast Político, sistema de tempo real do Estadão, que vai proferir já nesta sexta-feira, primeiro dia de trabalho após a volta do recesso do Judiciário, a decisão em que pretende rejeitar o pedido apresentado pelo senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), no qual requer foro privilegiado nas investigações sobre movimentações financeiras atípicas identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Em conversa por telefone, Marco Aurélio disse que já vinha “sinalizando” seu posicionamento sobre o tema e enfatizou que a jurisprudência é clara no que se refere à prerrogativa de foro. “Os precedentes do meu gabinete deixam claro meu pensamento em relação a casos como este. Além disso, o Supremo tem uma jurisprudência amplamente pacificada em relação a este assunto: a prerrogativa de foro vale para o exercício do mandato e a atos ligados ao mandato”, afirmou Marco Aurélio.
PRIMEIRA INSTÂNCIA – Marco Aurélio disse ainda que, a rigor, entende que Flávio Bolsonaro “não deveria ter sequer o direito de ser julgado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro”, uma vez que seu mandato de deputado estadual também se encerra. No entendimento do ministro, o caso deve ser analisado pela 1ª instância.
No último dia 17, o ministro Luiz Fux, vice-presidente do Supremo, determinou a suspensão das investigações sobre as movimentações financeiras identificadas pelo Coaf nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, reveladas pelo Estado em dezembro do ano passado. O órgão constatou que, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, Queiroz movimentou mais de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária. A decisão tomada por Fux paralisou o processo até que Marco Aurélio, que é relator do caso, retomasse suas atividades e apresentasse seu parecer.
SINALIZAÇÃO – Pouco depois de a decisão de Fux vir a público, Marco Aurélio já havia indicado que deveria rejeitar o pedido, ao declarar à Globonews que tem remetido ao “lixo” reclamações como a do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.
Ao explicar o motivo de formalizar sua decisão já no primeiro dia de trabalho, Marco Aurélio disse considerar fundamental a retomada do andamento das investigações, paralisadas pela decisão de Fux. “As investigações sobre este caso, que são de grande relevância, estão suspensas. Isso não é bom em termos de ordem jurídica”, afirmou Marco Aurélio. Ele evitou, entretanto, polemizar sobre a decisão do colega de Corte. “Processo não tem capa, tem conteúdo.”

quinta-feira, janeiro 31, 2019

O cidadão José Cleoairton Matos da Gama solicita que publique o seu contraditório


O cidadão José Cleoairton Matos da Gama amparado na Constituição Federal solicita que publique o seu contraditório, concernente a matéria intitulada: 
Que sirva de exemplo para muitos Fake's de Jeremoabo que usam o Facebook para denegrir a imagem dos cidadãos de bem.

Que sirva de exemplo para muitos Fake's de Jeremoabo que usam o Facebook para denegrir a imagem dos cidadãos de bem.

POLÍCIA CIVIL DA BAHIA – DEPIN – 18ª COORPIN – PAULO AFONSO DELEGACIA TERRITORIAL DE JEREMOABO • POLÍCIA CIVIL DE JEREMOABO CON...

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Gravações mostram Renan discutindo nomeação do interesse da empresa JBS


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Charge do Gil Brito (Arquivo Google)
Camila MattosoFolha
Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal revelam que, como presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) procurou o empresário Joesley Batista para discutir uma nomeação para o Ministério da Agricultura, pasta de alto interesse para os negócios da JBS. As ligações, às quais a Folha teve acesso, mostram pela primeira vez a voz do senador em conversas com a cúpula do conglomerado de alimentação, indicando uma relação de intimidade entre Renan e os dirigentes da gigante das carnes.
Os áudios são de 2014. Em 2017, Joesley, seu irmão, Wesley, e outros cinco executivos afirmaram ter pagado milhões a deputados e senadores em eleições em troca de vantagens para a empresa.
MUITAS GRAVAÇÕES – Renan, que pretende disputar a presidência do Senado em eleição nesta sexta-feira (1º), está entre os delatados.  Segundo os colaboradores, ele recebeu R$ 9,9 milhões de caixa 2, dinheiro eleitoral não declarado à Justiça Eleitoral.
A Folha teve acesso a 18 áudios. O alvo da interceptação era Ricardo Saud, diretor de relações institucionais da JBS e quem fazia a intermediação da empresa com o Congresso.
Em um dos telefonemas, Renan e Joesley comemoram juntos a vitória de Dilma Rousseff (PT) na eleição de 2014 segundos após a divulgação do resultado oficial. A vitória apertada da petista sobre Aécio Neves, candidato do PSDB no segundo turno, foi noticiada após as 20h do dia 26 de outubro de 2014 (na Folha, às 20h07). A ligação entre o senador e o empresário foi feita às 20h08m38s.
PARABÉNS – O emedebista é quem dá “parabéns” primeiro a Joesley, que retribui. “Como dizem, foi sofrido mas valeu”, diz Renan. “Foi sofrido, mas ganhamos, hein, presidente?”, completa Joesley, entre “parabéns”, de um a outro.
No mesmo telefonema, Joesley e Renan ficam de se encontrar para “pensar os próximos passos”. Dois dias depois, um jantar foi marcado na casa de Renan e realizado uma semana depois, em 5 de novembro.
Em outro episódio, no dia 12 de dezembro de 2014, o então presidente do Senado procura Joesley, em meio a um debate sobre quem seria o titular da Agricultura no novo governo Dilma. A petista já tinha escolhido Kátia Abreu, que não era o nome preferido do empresário. Em uma ligação na noite daquele dia, Renan pede a Saud um encontro com Joesley.
DISSE RENAN – “Deixa eu te dizer uma coisa, era importante a gente bater um papo com o Joesley”, diz o senador. “Para a gente conversar um pouco sobre essa questão aí da Agricultura”, reforça Renan.
Minutos depois, Saud retorna para confirmar a reunião e o senador então afirma: “Tem um cenário que estou construindo, de levar o Vinicius [Lages], que é ministro do Turismo, para ser o secretário executivo [do Ministério da Agricultura]. Então, acho que era importante a gente conversar um pouco sobre algumas estratégias”.
Vinicius Lage foi chefe de gabinete de Renan e indicado por ele para ser ministro do Turismo no primeiro governo Dilma. Ele acabou sendo confirmado para continuar na mesma função no segundo governo da petista.
“LEVO O VINHO” – Ao final da conversa gravada pela PF, um jantar fica marcado para a segunda-feira seguinte, em Brasília, e Saud ainda acrescenta ao senador: “Eu levo o vinho”. No mesmo diálogo, Renan lembra que haveria, dias depois, uma posse na CNA (Confederação Nacional da Agricultura). No dia 16 de dezembro, quatro dias após a conversa entre o senador e Saud, Kátia Abreu tomou posse como presidente da entidade.
O senador foi delatado pela JBS sob acusação de caixa 2 de R$ 9 milhões em 2014. Os delatores afirmaram ainda ao Ministério Público que houve pagamento de R$ 46 milhões a senadores do MDB a pedido do PT.
O hoje ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), Vital do Rego, aliado de Renan, também aparece em ligações com relação bastante próxima de Saud, por quem é chamado de Vitalzinho.
“OS VALORES” – Em outras ligações, Saud fala sobre a relação com Renan Calheiros e como as coisas estão andando. De maneira cifrada, por exemplo, ele confirma com Joesley o primeiro jantar após a eleição de Dilma.
Saud pergunta se Joesley entendeu os “valores” que ele havia mandado. O empresário primeiro fica mudo, e depois responde: “é 500 com 1 e 500” e “entendi, mas não entendi”, cortando a conversa para se encontrarem possivelmente pessoalmente.
Logo após esse jantar com Renan, Saud faz uma ligação para uma pessoa não identificada e fala sobre negócios e indicações. Eles conversam por cerca de quatro minutos. O homem diz que “as coisas andaram bem, Renanzinho está satisfeito com o modelo” e que “ele está satisfeito com o negócio, da forma que vai andar”. Ele pergunta: “O jantar com J foi bem, né?”. Saud responde: “[Foi] excelente, falou desse negócio, abriu mais umas perspectivas boas para você”.
RENAN NADA DIZ – Procurado pela Folha, Renan Calheiros não se manifestou até a conclusão desta reportagem. Procurada pela Folha, a defesa de Joesley e Saud afirmou, por meio da assessoria, que “os assuntos referentes às doações eleitorais ou qualquer ato ilícito foram exaustivamente tratados e esclarecidos em acordo de colaboração firmado em 2017”.
“Na medida em que investigações avançam, comprova-se a efetividade desse acordo de colaboração. Vale pontuar ainda que nunca houve interferência do senador Renan Calheiros em favor da empresa junto ao Ministério da Agricultura, mas sim do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB), conforme descrito em anexo”, disse.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Derramamento de lama em Brumadinho, mar de lama em Brasília, e vida que segue, como diria João Saldanha. (C.N.)

Alexandre Frota pede desculpas ao deputado que namora Fátima Bernardes


Túlio Gadelha e Alexandre Frota
Alexandre Frota tomou a iniciativa de pedir desculpas a Túlio
Deu em O Tempo(Estadão Conteúdo)
Túlio Gadêlha, namorado de Fátima Bernardes e deputado federal eleito pelo PDT-PE, mostrou em seu Instagram um encontro com seu futuro colega de Câmara, Alexandre Frota (PSL-SP). Os dois conversaram nesta quinta-feira, 31, enquanto tomavam café da manhã em um hotel em Brasília, um dia antes de tomarem posse de seus mandatos.
“Olha quem veio sentar ao meu lado para dialogar. Fui surpreendido por um pedido de desculpas de Frota. Estamos em campos opostos, mas não precisamos conviver com o ódio”, escreveu Túlio.
TOCAR O BRASIL – Em seu Twitter, Frota também publicou um registro do encontro: “Fui até a mesa dele e perguntei se ele tinha algo contra mim. Ele respondeu que não, e aí conversamos. Vamos tocar o Brasil, ele de um lado e eu de outro, mas com educação. Valeu, Túlio”.
Há pouco mais de um mês, no fim de 2018, Gadêlha afirmou que levaria Frota à Justiça por conta de um tuíte feito por ele em tom pejorativo com a frase “só podia ser de Pernambuco”.
“Xenofobia é crime. Agora é com a Justiça, Frota. Protocolei hoje interpelação judicial – pedido de explicações em juízo e representação contra o deputado paulista recém-eleito, Alexandre Frota. Esse senhor não tem limites e agora irá aprender com as consequências dos seus atos”, escreveu Gadêlha, à época, mas agora aceitou o pedido de desculpas.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Frota começou mal sua vida política, ofendendo os outros e se portando sempre de forma rude. Mas parece que já aprendeu a lição e se compenetrou que representa apenas um voto entre 513 deputados(C.N.)

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