terça-feira, junho 09, 2009

Advogado em cargo público não pode exercer advocacia

Eu não tenho que entender quero apenas compreender porque a Lei vale para todo pais, só não vale ou não se aplica em Jeremoabo?

Será que vivemos noutro país?

Em Jeremoabo o elemento é Procurador da Prefeitura ou Câmara de Vereadores, com a maior cara de pau advoga; não estou fazendo denuncias levianas, qualquer dúvida pesquise no Foro de Jeremoabo ou Antas.


Se esses são os homens promotores do direito, que ludibriam sua própria ordem ou instituição, os leigos farão o que???

Com a palavra o Ministério Público de Jeremoabo/Bahia, defensor dos direitos do cidadão e fiel agente investigativo!!!

Autônomo inscrito no INSS poderá comprovar renda

Paulo Muzzolondo Agora
Os autônomos que aderirem ao MEI (microempreendedor individual) poderão usar o carnê de pagamento unificado para comprovar renda e, dessa forma, conseguir empréstimos bancários. A partir de 1º de julho, autônomos com renda anual de até R$ 36 mil poderão contribuir ao INSS com R$ 51,15 e legalizar sua atividade por meio do pagamento de mais R$ 1 de ICMS, no caso de vendedores, ou R$ 5 de ISS, no caso de prestadores de serviço.
Saiba como garantir o benefício na hora
O pagamento, em um único carnê, dará acesso a benefícios como a aposentadoria por idade. "Com a inclusão no MEI, ele terá renda comprovada para conseguir empréstimos e financiamentos", afirma Guilherme Afif Domingos, secretário do Trabalho do Estado. A inclusão será feita a partir de 1º de julho, no site www.portaldoempreendedor.gov.br. Será possível fazer a inscrição gratuitamente por meio de contadores.
O Sescon (sindicato de empresas contábeis) estuda uma forma de atender à população, provavelmente nas sedes da instituição. As prefeituras também deverão oferecer assessoria nos balcões de atendimento. "É bom fazer o cadastro na prefeitura para ter todas as informações. O vendedor, por exemplo, ainda precisará do alvará", diz Afif.
As prefeituras deverão facilitar a emissão do documento. O público-alvo do MEI é o pequeno empreendedor, como pipoqueiros e manicures, entre outras atividades.
Fonte: Agora

Prazo para ter IR de férias de volta é de dez anos

Anay Curydo Agora
Os contribuintes que venderam dez dias de férias nos últimos dez anos e tiveram desconto de Imposto de Renda podem conseguir de volta esses valores pagos à Receita Federal, segundo decisões recentes do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Mas é preciso entrar na Justiça.
Quem recebia salário na faixa de R$ 2.000, por exemplo, e vendeu parte do abono durante os últimos dez anos poderá ter de volta até R$ 3.900. Já quem tinha renda de R$ 5.000 poderá receber R$ 12.300. Os valores são corrigidos até 30 de maio deste ano, com base na Selic (taxa básica de juros).
Desde janeiro deste ano, esses rendimentos são considerados isentos pela Receita. Mas só tem a grana de volta, por meio de uma declaração retificadora feita no site do órgão, o contribuinte que vendeu parte das férias em até cinco anos anteriores à data do pedido. Ou seja, agora, o contribuinte, para a Receita Federal, só pode pedir o IR cobrado a mais entre os anos de 2004 e 2008.
Mas, de acordo com o STJ, o prazo de cinco anos para a contestação dos valores deveria ser contado após o fim do prazo legal de cinco anos que a Receita tem para analisar a declaração dos contribuintes.
"Mesmo que já tenha pago a restituição a um contribuinte em 2005, por exemplo, a Receita ainda pode, até 2009, intimá-lo, se suspeitar de algum tipo de fraude. Depois de cinco anos, a declaração não pode mais ser aberta", disse Juliana Ono, da Fiscosoft.
Segundo o entendimento do tribunal, terminados esses cinco anos, os contribuintes teriam mais cinco para entrar com uma ação na Justiça com um pedido de devolução dos valores pagos à Receita.
"Não se tem, portanto, por prescritos os valores pleiteados desde que se encontrem dentro do prazo de dez anos contados a partir da data do fato gerador", disse o relator de decisão proferida em dezembro de 2008, ministro Mauro Campbell Marques.
O prazo de dez anos pode ser usado também para quem sofreu desconto sobre rendimentos que a Justiça considera isentos de tributação, como a grana recebida em indenizações trabalhistas.
A PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional) afirmou ontem que ainda está recorrendo ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o tema. De acordo com o coordenador-geral da Representação Judicial da PGFN, Claudio Xavier, "o tema já ganhou o reconhecimento da repercussão geral no STF".
Fonte: Agora

Homem é flagrado trocando porco por drogas nos EUA

Vendedor tentou disfarçar e disse que o porco era para festa. Enquanto a polícia efetuava a prisão dos dois, o animal sumiu

A polícia de Syracuse, no estado de Nova Iorque (Estados Unidos), informou que um homem de 45 anos foi preso enquanto oferecia um porco para inteirar o pagamento de um pacote de drogas.
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Enquanto a polícia efetuava a prisão dos dois homens, o porco sumiu
Saiba mais
Porco gigante que atacava até vacas na Austrália é real, diz jornal
A negociação foi flagrada às 8h da noite da última quinta-feira. Angelo Colon ofereceu metade do porco e mais US$ 10 por uma sacolinha de crack que custava US$ 50.
O vendedor, Omar Veliz, tentou disfarçar e disse que o porco era para comemorar a saída da cadeia de um parente. Angelo foi detido por posse de drogas e Omarz vai responder por venda de entorpecentes.
Enquanto a polícia efetuava a prisão, o porco sumiu.
Fonte: Gazeta do Povo

Água mole

Dora Kramer


O presidente da República rejeita a ideia, a exiguidade dos prazos e a ausência de condições políticas confirmam que não há hipótese de o Congresso mudar a Constituição para permitir duas reeleições seguidas aos presidentes, governadores e prefeitos, notadamente a tempo de a regra entrar em vigor para a eleição de 2010.
Contudo, não obstante as evidências e as negativas há um fato: a emenda constitucional criando a possibilidade de os chefes de Poderes Executivos concorrerem a um terceiro mandato está na pauta do Parlamento.
E a oposição, que vinha toda catita com a dianteira nas pesquisas – ao ponto de se dar ao luxo fazer da divisão interna um passatempo – agora terá de se dedicar ao trabalho de remoção do entulho. Será obrigada a cuidar de um artefato nascido nas hostes governistas e ainda ouvir que fica nervosa à toa.
Os aliados do presidente Luiz Inácio da Silva tanto fizeram que o assunto, que em tese não deveria estar sendo discutido nem por brincadeira, entrou na agenda legislativa. Pela porta da frente, com o apoio de um terço dos deputados (a maioria do PT e do PMDB) e uma justificativa estapafúrdia.
De acordo com o autor, o deputado Jackson Barreto, a popularidade do presidente Lula significa que o brasileiro desejaria a sua permanência na chefia do governo e, por isso, se deve abrir um espaço constitucional para a materialização da manifestação desse agrado.
Por essa lógica, quando um presidente estiver desagradando ou não conseguir “bons” índices de popularidade, a Constituição também deveria ser alterada para possibilitar a interrupção do mandato e, assim, oficializar a instabilidade política como regra no Brasil.
O presidente Lula até agora não fez um gesto objetivo para enterrar de vez essa história de terceiro mandato. É verdade que não alimentou a iniciativa quando ainda havia tempo, mas, por algum motivo, não só deixa que o cadáver transite insepulto, como ultimamente parece bastante satisfeito com isso.
Na semana passada, foram duas declarações simulando flexibilização da posição contrária. Na Guatemala, disse que a reeleição continuada é “assimilável” quando obtida de “forma democrática”. Vale dizer, sob a égide da Constituição.
Dois dias depois, já de volta ao Brasil, o presidente resolveu provocar os oposicionistas que reagiram à nova investida – desta vez bem-sucedida – do deputado Jackson Barreto. Achou “engraçado” o nervosismo da oposição, porque a proposta apresentada não institui pura e simplesmente o terceiro mandato, mas estabelece o referendo “que as pessoas podem derrubar na hora que quiserem”.
Na oportunidade, Lula informou que ia “conversar com os aliados” a respeito. Note-se: não impôs reparo à proposição de Barreto nem firmou compromisso de, na “conversa”, enquadrar quem quer que seja aos costumes vigentes.
Optou pela dubiedade, pelo gracejo e por confundir as ideias. Sobre o referendo, por exemplo, que só ocorre depois de a matéria passar pelo Congresso.Tais atitudes divergem das negativas peremptórias, destoam da realidade objetiva e, principalmente, demonstram uma inadequada e inquietante ligeireza do presidente da República ao tratar de um tema dessa importância institucional.
E por que fazer isso em tom de quase zombaria? Para dar a impressão de que são os adversários que levantam a questão como uma maneira de criar constrangimento ao governo, e que a imprensa embarca na onda para alimentar versões fantasiosas e transformá-las em notícias.
O presidente é bom na inversão dos fatos. Naquele mesmo dia, Lula pediu atenção na campanha eleitoral contra “os salvadores” da pátria: “Vocês viram o que fizeram comigo em 2005.” Referia-se aos adversários, que não fizeram nada contra ele. Ao contrário.
A denúncia do mensalão saiu da base governista e a oposição deixou passar em branco a confissão de Duda Mendonça na CPI sobre o pagamento de seu trabalho como publicitário da campanha presidencial de 2002, por meio de caixa 2.
É de se observar agora que a emenda da “rerreeleição” está no Congresso qual a atitude do governo e dos governistas. Os partidos de oposição mandaram seus deputados retirar as assinaturas de apoio à proposta.
O PT e o PMDB posicionaram-se contra, mas não mexeram uma palha para impedir o início da tramitação. Terão oportunidade de sobra, entretanto, de ajudar o arquivamento. Basta que deem seus votos na Comissão de Constituição e Justiça.
Se hesitarem, significa que ao governo não interessa matar esse mal na raiz. Convém, por algum motivo, deixar que ele prospere introduzindo um fator de perturbação na campanha eleitoral já suficientemente conturbada pela antecipação artificial do processo.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, batizou a coisa do nome certo, “pseudotema”. Só omitiu do monstrengo a filiação.
Fonte: Gazeta do Povo

Fábrica de DVDs piratas é descoberta em Vila Velha

Uma fábrica clandestina de cds e dvds foi descoberta na noite desta segunda-feira (8), em Jardim Marilândia, Vila Velha. O estabelecimento tinha, pelo menos, cinco mil dvds piratas já prontos para comercialização, muitas mídias para gravar, além de 18 máquinas processadoras e quatro impressoras. Também foram encontrados litros de uísque e material para fazer capas dos cds. Quatro pessoas foram detidas.A fábrica funcionava nos fundos de uma casa, localizada em uma rua pacata do bairro. Todo o material apreendido teve de ser embalado e levado em um ônibus da Polícia Militar para a delegacia. De acordo com o cabo Siqueira, a fábrica era profissional. "Tinha até funcionários. Tudo ficava embalado na garagem, para ninguém desconfiar", observou.
Fonte: Gazeta Online

Governo do Espírito Santo promete desratizar presídios em 72 horas

Portal Terra
VITÓRIA, ES - Em um termo de compromisso a ser assinado na quarta-feira, o governo do Espírito Santo irá se comprometer com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a "providenciar no prazo de 72 horas, a contar da assinatura do termo, a retirada do lixo e a higienização dos estabelecimentos penais".
O relatório final da inspeção realizada pelo CNJ nos presídios capixabas, que deverá ser lido nesta terça-feira no plenário do órgão, constatou a existência de presos expostos a ratos, lixo e excrementos nas unidades vistoriadas. Em virtude disso, o termo de compromisso irá prever também a contratação de empresas para promover a dedetização e a desratização de alguns desses locais.
Também serão oficializadas as promessas de criação de 2.872 vagas no sistema carcerário do Estado até o fim deste ano, com recursos próprios do Estado, e outras 2.715 vagas até agosto de 2010, com recursos do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O objetivo é amenizar a superlotação de várias unidades, além de intensificar o atendimento à saúde dos detidos em penitenciárias e delegacias da Polícia Civil.
A atuação ineficaz da Defensoria Pública e o uso de contêineres para abrigar presos são outros problemas contemplados pelo termo que será firmado. As celas metálicas terão um cronograma para serem desativadas. As da Unidade de Internação de Menores de Cariacica e da Penitenciária Agrícola do Espírito Santo serão extintas imediatamente, em questão de dias, as do Presídio Modular de Novo Horizonte, na Serra, em julho, e as do Centro de Detenção Provisória de Cariacica e da Penitenciária Feminina de Tucum, até agosto de 2.010.
Já está autorizado pelo governo do Estado concurso para a contratação de mais 35 defensores públicos. O edital será publicada em julho e o compromisso será de nomear os aprovados em até 30 dias após a homologação do resultado do concurso. Também haverá realização de concurso público para a contratação de 1.083 agentes penitenciários e agentes de escolta, com o objetivo de fortalecer o controle do Estado sobre a segurança das unidades.
Ainda ficará explícita no termo a proibição de encaminhamento de mais presos para a Casa de Custódia de Viana (Cascuvi). Lá, segundo o relatório do CNJ, as grades de divisão entre as celas foram derrubadas e os presos vivem "amotinados nos pavilhões". Revista e distribuição de alimentos ocorrem apenas quando há apoio do Batalhão de Polícia Militar.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Justiça do Espírito Santo informou que o governo só irá se pronunciar oficialmente na quarta-feira sobre as providências a serem adotadas, conforme acordo com o CNJ. A Defensoria Pública estadual também vai aguardar a leitura do relatório final do conselho para comentar as acusações de prestação de serviço ineficaz.
Agência Brasil
Fonte: JB Online

Minc diz que vai esclarecer participação na marcha da maconha


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Minc diz que vai esclarecer participação na marcha da maconha
Luana Lourenço , Agência Brasil
BRASÍLIA - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que irá nesta terça-feira “com alegria e satisfação” à Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados para esclarecer sua participação na marcha da maconha, realizada no início de maio no Rio de Janeiro.
Minc afirmou que sua posição, de crítica à atual política antidrogas do país, é a mesma do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e de oito ministros do atual governo.
- Irei com alegria e satisfação esclarecer minha posição sobre esse problema, que aliás é muito parecida com a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador Sérgio Cabral e de oito ministros, que acham que a questão de droga deve ser tratada como uma questão de informação, prevenção e saúde pública - afirmou nesta segunda-feira.
Para o autor do requerimento da convocação, deputado Laerte Bessa (PMDB-DF), o ministro fez apologia das drogas ao participar do evento. Minc disse que em nenhum momento propôs o descumprimento de nenhuma lei em vigor no país, mas defendeu o que chamou de “aperfeiçoamento” das regras.
- Queremos discutir não o descumprimento da lei existente, isso sim seria uma desobediência, queremos discutir o aperfeiçoamento dessas leis.
Bem-humorado, Minc disse que não se sente intimidado pela convocação e inclusive agradeceu aos parlamentares pelo chamado, que segundo ele, será mais uma oportunidade para debater o assunto de forma pública e sem preconceito.
- Seria uma truculência muito grande vedar que uma pessoa expresse a sua posição sobre um assunto tão importante que causa tormenta nas famílias de usuários e uma corrupção violenta. Eu discuto o assunto e, enquanto puder, vou continuar discutindo. A Câmara é mais um espaço, mais uma oportunidade do país debater em profundidade, não com dogma, não com preconceito, não tentando intimidar - afirmou.
A audiência na Câmara está marcada para as 14h30.
Fonte: JB Online

Ciro Gomes não desistirá tão fácil

Por Tales FariaPetistas como o deputado Cândido Vacarezza (SP) têm defendido a ideia de que o partido deve fazer tudo para facilitar a candidatura da ministra Dilma Rousseff a presidente da República. Vacarezza já iniciou até articulações, junto com os deputados Márcio França (PSB-SP) e Paulinho da Força Sindical (PDT-SP), para que o PT e o PDT ofereçam à direção nacional do PSB o apoio à candidatura do deputado Ciro Gomes (CE) para governador de São Paulo, em troca de sua desistência da disputa pela Presidência. A coluna foi procurar o próprio Ciro para falar sobre o assunto.– Em política, não dá para a gente dizer que uma coisa dessas é impossível. Mas posso afirmar que nunca cogitei. Meu interesse é concorrer à Presidência. E nunca tive numa situação tão favorável.– Mas, deputado, o Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope, diz que não é bem assim. Que o senhor começa a campanha com 11% e termina com 4%.– Olha, o Montenegro não entende de pesquisas eleitorais. Ele nunca acerta nada. Quem segura o Ibope nessa área é a Márcia Cavallari (diretora executiva de atendimento e planejamento). Eu conquistei 11% dos votos quando concorri contra a reeleição de Fernando Henrique Cardoso e contra o presidente Lula, em 1998. Repeti os 11% quando disputei com José Serra e Lula, em 2002. Por que cairia agora se as condições estão melhores?– Estão melhores?– Claro! Nunca tive um quadro tão favorável. A situação econômica joga a favor de um perfil como o meu. Estou mais velho e, portanto, mais experiente. Tenho um partido político razoavelmente forte. Na primeira disputa, eu estava no PPS, e o presidente do partido, Roberto Freire, trabalhou o tempo inteiro pelo José Serra. Na outra, a aliança PTB, PDT e PPS não ficou bem azeitada. Agora não, estou há anos numa legenda que tem quadros respeitáveis, inclusive três governadores. E eu mesmo consigo o apoio de pelo menos outros três governadores de outras legendas. Enfim, não sei de onde o Montenegro tirou que eu tendo a perder votos. A avaliação que temos é que a minha candidatura tende a crescer, consistentemente.– Tem a história de que o senhor acaba falando impropérios no meio da campanha...– É. Todo mundo tem seus defeitos. Eu não roubo, não sou corrupto, mas realmente às vezes falo demais, bato muito forte. Desta vez, no entanto, pretendo me controlar.– O Montenegro acha que o senhor vai acabar desistindo. Que nem será candidato. Que talvez o presidente Lula peça ao PSB para retirar a sua candidatura.– O comportamento do presidente Lula tem sido corretíssimo. Apoiar a Dilma? Ora, é a candidata do partido dele, é natural. Tudo, até agora, tem ocorrido dentro do previsto. Não creio que o presidente cometeria a indelicadeza de pedir ao PSB que eu retirasse a candidatura. Como meu amigo, ele poderia até vir conversar comigo sobre isto. E eu teria como mostrar que a situação corre a meu favor.– Mas, com o Serra forte e com a Dilma crescendo nas pesquisas, ainda há espaço para o senhor?– O Serra não está tão forte assim. Vem caindo seguidamente nas pesquisas. Não creio que ele vá despencar. Mas acabará ali pelos 34% das intenções de voto. Quanto à Dilma, cresceu rapidamente pelo apoio do presidente. Era o esperado. Ela vai até uns 25% e, daí para a frente, terá mais dificuldade. Ou seja, está mais do que claro que há necessidade de uma outra candidatura no campo próximo ao presidente Lula. Inclusive porque há muita gente que apoia o Lula, gosta do governo, mas não aceita o PT. Essa gente tende a votar em mim. Se eu sair, estarão empurrando parte desse eleitorado para a Heloísa Helena.– E o governador de Minas Gerais, Aécio Neves?– O meu amigo Aécio errou. Se ele tivesse saído do PSDB, seria um fortíssimo candidato a presidente da República. Mas ficou no partido, e o Serra já ocupou a área. O cavalo passou selado e o Aécio, infelizmente, não quis montar. Esteve com a vaga de presidente da República nas mãos e perdeu. Agora, talvez, possa sair candidato a vice. É o máximo que Serra e o PSDB lhe darão.
Fonte: JB Online

Serra acerta aliança com DEM na Bahia para 2010

Portal Terra
SÃO PAULO - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), acertou na segunda-feira, a aliança entre DEM e PSDB na Bahia para as eleições de 2010. O candidato da futura coligação no estado será o ex-governador Paulo Souto (DEM). As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
O acordo foi fechado no gabinete de Serra. Desde 1998 tucanos e democratas não se aliam na Bahia, estado onde tradicionalmente são rivais. O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), no entanto, anunciou a aliança.
- Souto é o nosso candidato - disse.
Segundo a Folha, o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), afirmou que Serra considera Souto "o condutor do processo eleitoral no Estado". A união deve ser formalizada na próxima segunda-feira, em Salvador.
Fonte: JB Online

Lula democratiza a verba publicitária e revolta a grande mídia

Dois colunistas assalariados do jornal Folha de S. Paulo – Fernando Rodrigues e Fernando de Barros e Silva – tentaram criar fantasmas sobre a democratização das verbas publicitárias do Governo Lula. Até 2003, tais verbas eram concentradas em apenas 499 veículos (182 municípios). Em 2008, as verbas foram pulverizadas para 5.297 veículos em 1.149 municípios. Segundo os dois colunistas e políticos tucanos repetidores, tratou-se de um “ardiloso plano de corrupção dos jornais e rádios do interior”, daí inclusive os 69% de aprovação do presidente Lula.O ministro Franklin Martins se deu ao trabalho de responder aos colunistas e seus seguidores políticos. Publicou na própria Folha de S. Paulo (8/6/09) o artigo “Para que criar fantasmas ?”. Se eu fosse um daqueles dois morreria de vergonha. O ministro Martins, didaticamente, explicou aos dois “formadores de opinião”: - Que as verbas publicitárias permaneceram as mesmas do governo anterior (FHC), em torno de R$ 1 bilhão ao ano. - Que desse total, 70% vem de empresas estatais que não fazem publicidade governamental e sim anúncios de seus produtos e serviços, para competirem no mercado.- Que ministérios e autarquias, 20% da verba publicitária, por lei não fazem propaganda institucional e sim campanhas de utilidade pública como vacinação, educação no trânsito, direitos humanos etc- Que apenas a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (SECOM) está autorizada a fazer propaganda institucional, com um orçamento exatamente igual ao governo anterior (FHC) em torno de R$ 105 milhões.- Que não houve aumento de verbas e sim mudança na política. Em vez de concentrar as verbas num punhado de jornalões decadentes, rádios e TVs, a publicidade passou a alcançar, pelo mesmo custo, um número bem maior de veículos.O ministro Franklin Martins não usou a expressão “decadentes”. Mas, é como se dissesse. É que a circulação de jornais no eixo Rio/São Paulo/Brasília está estagnada em 900 mil exemplares há cinco anos. E, pelo contrário, os jornais das outras capitais cresceram 41%. No caso de jornais populares o crescimento da circulação foi de 121%. Aí Franklin Martins detona: “Por que deveríamos fechar os olhos para essas transformações?”.Ou seja, o privilégio dos decadentes jornalões e das redes de TV a-ca-bou.Os jornalistas Fernando Rodrigues e Fernando de Barros e Silva sugerem que a democratização da verba publicitária seria corrupção. É o contrário. Corrupção seria continuar a privilegiar a mídia decadente.
Fonte: Bahia de Fato

Sem lei de imprensa, brasileiros ficam reféns dos donos do poder

A extinção da antiga Lei de Imprensa, entulho da ditadura militar de 1964, era inevitável mais cedo ou mais tarde. Coube ao STF enterrar essa herança maldita. Agora, o debate é outro. Torna-se imprescindível a aprovação pelo Congresso Nacional de uma nova Lei de Imprensa visando a proteger o cidadão. Caso contrário, nos tornaremos todos reféns dos donos da mídia e de seus assalariados com diploma de jornalista. No momento, há um enorme vazio jurídico.Como proteger a cidadania, criar instrumentos de controle da responsabilidade de informação e garantir o acesso aos meios de comunicação? Uma demanda urgente urgentíssima gira em torno das concessões de rádio e TV, em torno da democratização da mídia. A Constituição Federal não basta já que ela está sendo descumprida acintosamente no que diz respeito à regulamentação da comunicação. O tema será central na Conferência Nacional de Comunicação, marcada para dezembro próximo.Uma nova Lei de Imprensa terá que necessariamente regulamentar o direito de resposta, a responsabilização dos veículos na questão dos danos morais, a distribuição das verbas publicitárias governamentais A verdade é que o Código Penal não responde às especificidades da comunicação, daí a existência do vazio jurídico. Não é possível que os brasileiros fiquem na dependência dos humores de cada juiz. Precisamos de uma lei de imprensa democrática, focada nos direitos do cidadão e não na impunidade dos proprietários dos meios de comunicação.Sobretudo, uma nova Lei de Imprensa que não parta simploriamente da iniciativa do Poder Executivo. A sociedade deve debater a lei. A iniciativa deve ser da sociedade civil, do movimento popular, dos partidos políticos, dos parlamentares... por que não da Conferência Nacional de Comunicação? Se a sociedade não tomar a iniciativa daqui a pouco vai surgir uma Regina Duarte dizendo que “tem medo” de uma nova lei de imprensa. Os donos do poder querem o vazio jurídico. A julgar pelo espaço ocupado, os donos da mídia não querem sequer o debate.
Fonte: Bahia de Fato

Por apoio a Dilma, PT cogita sacrificar petistas nos Estados

Disposto a consolidar ampla coligação em apoio à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o comando do PT fixou como estratégica a costura de alianças nos seis principais Estados do país, ainda que à custa do sacrifício dos próprios petistas. Para viabilizar a campanha de Dilma à Presidência, o PT nem sequer descarta a hipótese de renunciar à candidatura em São Paulo -berço da sigla- em favor do lançamento do nome de Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo do Estado. Além de São Paulo, Minas e Rio, o PT elegeu como fundamentais acordos no Paraná, no Rio Grande do Sul e na Bahia Para Minas, prega o apoio ao peemedebista Hélio Costa, em detrimento de dois petistas: o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e o ex-prefeito Fernando Pimentel. Hoje ministro das Comunicações, Hélio Costa, poderia ser convidado para a vice de Dilma, caso o atual governador Aécio Neves (PSDB) ocupe a vice de José Serra (PSDB) na corrida presidencial. Do contrário, a intenção da cúpula petista é lançar Hélio Costa para o governo, numa composição em que o PT concorreria ao Senado. "Em São Paulo, o PT pode abrir mão
do candidato se isso criar uma situação de expansão da aliança. Se o Ciro quiser ser candidato ao governo, se o [presidente do PMDB, Orestes] Quércia quiser, o PT pode discutir. Em Minas, seria bem mais fácil", admitiu o líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza, em consonância com Antonio Palocci e José Genoino. "Temos que trabalhar com partidos potencialmente aliados para avaliar qual será o cenário necessário para viabilizar uma coligação grande de apoio a Dilma", justificou o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, para quem seria "contraditório" o rompimento do PT com o PMDB do Rio de Janeiro. No Paraná, o cenário apontado como ideal é de lançamento do senador Osmar Dias (PDT) ao governo, oferecendo ao governador Roberto Requião (PMDB) vaga para o Senado. Na Bahia, o PT investe na reaproximação do governador Jacques Wagner (PT) com o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional). Para o Rio Grande do Sul, idealiza dois palanques para Dilma, do PMDB e do PT, mesmo que o preço seja o isolamento dos petistas no Estado.
Fonte: Tribuna da Bahia

Estado registra quase 20 mil novos casos de dengue em maio

Redação CORREIO
Apesar de ser um período onde o histórico de incidência de dengue é menor, no mês de maio foram notificados quase 20 mil novos casos da doença na Bahia, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (8) pela Secretaria Estadual da Saúde. O relatório aponta que até 30 de maio, após atualização dos dados com as notificações tardias, foram notificados 85.737 casos de dengue.
Na última semana foram 3335 novas notificações. 91% dos municípios do estado notificaram a doença. Apesar disso, a Vigilância Epidemiológica sugere uma tendência de decréscimo dos casos desde o início do mês de abril. Os municípios de Itabuna, Jequié, Feira de Santana, Salvador, Ilhéus e Porto Seguro concentram 46% das notificações do Estado.
Quanto às formas graves da doença (dengue com complicações, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome do Choque da Dengue) foram 331 novos registros em maio chegando a um total de 1.564 casos suspeitos em 157 municípios.
Destes, se confirmaram 697 casos graves em 102 municípios. Entre os casos graves, 55 óbitos foram confirmados, dos quais 28 (52%) atingiram menores de 15 anos. A liderança na quantidade de casos de morte continua com Itabuna e Jequié com oito vítimas.
Fonte: Correio da Bahia

segunda-feira, junho 08, 2009

O ministro insensato, o sino sumido e a Constituição violentada

Augusto Nunes


Em outubro de 2003, o Brasil foi confrontado com um crime que, praticado 15 anos antes pelo deputado constituinte Nelson Jobim, assumiu dimensões bem mais perturbadoras ao ser revelado por um Nelson Jobim já vestindo a toga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Com a naturalidade de quem explica por que prefere chimarrão a café, o ex-parlamentar do PMDB gaúcho confessou ter infiltrado na Constituição de 1988, cujo texto definitivo lhe coube redigir, dois artigos que não haviam sido votados, muito menos discutidos no plenário.
Se o país tivesse juízo, a reação indignada obrigaria Jobim a devolver a toga, identificar os textos contrabandeados (para que fossem prontamente expurgados), pedir perdão ao povo em geral e a seus eleitores em particular, voltar aos Rio Grande do Sul e ali ficar à espera da intimação para explicar-se no tribunal. Se o Brasil fosse sensato, milhões de cidadãos ultrajados estariam tentando entender como pôde quem faz uma coisa dessas ter virado ministro da Justiça e depois ministro da corte incumbida de decidir o que é ou não é constitucional.
Como o país não tem juízo e raramente é sensato, fez de conta que Jobim continuava, na terceira idade, tão brincalhão quanto o estudante de direito que fez parte do grupo que furtou o sino da faculdade e, em vez de devolver o símbolo da instituição, transformou-o em troféu de uma confraria de marmanjos. Nações com hímen complacente não gritam nem quando a Constituição é afrontada.
Três dias depois da revelação, o réu confesso voltou espontaneamente ao tema para garantir que não agira sozinho. As infiltrações ilegais, alegou, foram encomendadas pelo deputado Ulysses Guimarães, presidente da Assembléia Nacional Constituinte morto no começo dos anos 90. Ulysses não viveu para confirmar ou desmentir a versão que o reduz a mandante do crime de falsificação de documento público.
Por se achar muito brincalhão, ele costuma tratar coisas sérias com a leviandade do garotão que ajudou a fundar a Ordem do Sino. Brinca de general, almirante, brigadeiro, até já incorporou o herói de araque Jobim das Selvas para duelar com a sucuri. Era previsível que acabasse brincando com o que mata, fere, espanta, dói, atormenta, traumatiza. Um acidente aéreo apavorante, por exemplo.
Fonte: Blog Augusto Nunes

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