BRASÍLIA - A proposta do governo federal de expandir o serviço de internet banda larga a todos os municípios brasileiros até 2010 ainda é uma realidade distante. A avaliação é do diretor de tecnologia e projetos do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos (Ipso), Carlos Seabra. "Para se ter uma idéia, nós pagamos por uma mesma conexão cerca de 1300% mais caro do que paga alguém numa conexão na Europa, porque isso ainda não está difundido", diz ele.
Seabra explica que, no Brasil, as empresas que oferecem o serviço de banda larga cobram da população todo o investimento feito em um setor ainda pouco desenvolvido. Para este ano, a proposta do Ministério das Comunicações é levar a internet banda larga a 20% dos municípios até junho, construindo uma rede pública de alta velocidade para atender escolas, hospitais, delegacias, postos de saúde e associações comunitárias.
"As condições no nosso País ainda estão muito longe do ideal, não só porque a maior parte dos municípios ainda não possui banda larga como porque o que é chamado de banda larga, na verdade, ainda é uma banda muito estreita". Seabra garante que todas as grandes capitais do País, hoje, possuem o serviço por telefonia ou por cabo, mas lembra que, mesmo nos grandes centros, a tecnologia deixa a desejar. "São velocidades infinitamente inferiores às oferecidas em países europeus ou nos Estados Unidos".
Ele destaca, entretanto, o interesse e a facilidade da população brasileira no acesso à internet como pontos positivos para o processo de expansão do serviço. "A gente vê um morador de periferia de uma cidade pobre e cheia de carências. Na hora em que ele senta na frente de um computador e aprende a manusear, vira um usuário como poucos no mundo. Parece que está no sangue do brasileiro".
Seabra reforça que, apesar da série de iniciativas propostas pelo governo federal, as medidas ainda são insuficientes para permitir o acesso a todos. Uma questão importante e positiva para a expansão, segundo ele, é o baixo preço cobrado pelos computadores diante da política de redução de impostos no País.
"Acho que tem sido desenvolvida uma política no sentido de popularizar e viabilizar o acesso da cidadania à tecnologia. Ainda estamos longe disso, mas o caminho está dado. Até porque as forças de mercado também vão nesse sentido. Toda a lógica capitalista de mercado vai nessa direção, do acesso à tecnologia como uma das garantias da moderna cidadania".
Fonte: Tribuna da Imprensa
segunda-feira, janeiro 07, 2008
DEM vai ao Supremo contra aumento de impostos
Vice-presidente também critica o pacote ao classificá-lo de ‘remendo’ e defende reforma tributária
BRASÍLIA - O DEM vai entrar hoje com duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins), no Supremo Tribunal Federal, contra o aumento de tributos anunciado na última semana pelo governo para compensar o fim da CPMF. A equipe econômica prevê arrecadar R$10 bilhões com a elevação das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), pago por pessoas físicas, mas que passará a incidir também sobre empréstimos bancários para as empresas, e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), paga por instituições financeiras.
Em relação à CSLL, os advogados do DEM alegam que o governo viola o princípio de irretroatividade tributária: como anunciou a elevação da contribuição em 2008, só poderia cobrá-la em 2009. Argumenta ainda que há ausência de relevância e urgência no aumento. Quanto ao IOF, o DEM afirma que o aumento representa dupla incidência do imposto nos financiamentos. Isto porque o consumidor vai pagar 0,38% do valor do empréstimo quando contratar a operação de crédito e mais 0,0082% ao dia – 3% ao ano.
O DEM evocou ainda o princípio da isonomia tributária, em que todos deveriam pagar a mesma alíquota de cada imposto, já que as alíquotas passaram a ser diferentes para pessoas físicas e bancos. A volta ao trabalho, nesta semana, de ministros, parlamentares e militares deve intensificar a negociação em torno dos cortes de R$20 bilhões no Orçamento, para compensar as perdas com o fim da CPMF.
O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), quer reunir os líderes para acertar a pauta de votações, inclusive a do Orçamento. Mas pelo menos o líder do DEM, José Agripino (RN), acha que o momento é “inoportuno”. “É muito cedo para tomar decisões”.
Vice - Ontem, após receber alta do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o vice-presidente da República fez críticas ao pacote do governo. Ele classificou de remendo o pacote tributário anunciado na semana passada, que elevou as alíquotas do IOF sobre crédito e da CSLL para bancos. “A questão tributária não será resolvida com esse tipo de remendo”.
O vice-presidente voltou a defender uma reforma tributária que simplifique a arrecadação de tributos no Brasil. Ele afirmou, no entanto, que o governo está compromissado com a reforma e, na sua opinião, deveria negociá-la com os governadores. Quanto às declarações de partidos da oposição de que o governo teria traído o Congresso ao aumentar a alíquota dos dois tributos, Alencar apenas disse que o governo é democrático e que não cabe a ele achincalhar a oposição.
Ao mesmo tempo, o vice-presidente ressaltou a importância do equilíbrio fiscal. “Não se pode brincar com o orçamento, a inflação sempre foi uma preocupação do presidente. Não queremos mais a inflação e, por isso, temos que ter equilíbrio orçamentário”. José Alencar estava internado desde a última quinta-feira para tratamento de quimioterapia, para combate de um câncer no abdome. Alencar mostrou-se pouco otimista com o tratamento. “Rezem para mim, que o negócio está feio. Estou saindo satisfeito porque eu sou assim mesmo, mas que a coisa é preta é”. O vice-presidente volta hoje para Brasília, por volta das 10h da manhã, e retorna a São Paulo daqui a três semanas para uma nova sessão de três dias de quimioterapia no mesmo hospital.
***
Sigla quer CPI para investigar caixa dois
BRASÍLIA - O DEM deve pedir, no início de fevereiro, quando o Congresso volta do recesso, a criação de uma CPI para investigar as declarações do ex-ministro José Dirceu sobre a utilização de caixa dois para a compra da sede do PT gaúcho. “A entrevista de Dirceu fala por si só. O assunto está inacabado e precisa ser reaberto”, disse o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), que defende ainda a instalação de outra comissão parlamentar no Rio Grande do Sul.
O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) engrossou o coro, mas admite a dificuldade de conseguir votos suficientes. “Quando tentamos criar a CPI do Apagão Aéreo, no ano passado, foi muito difícil. Tivemos, inclusive, que ir ao Supremo (Tribunal Federal). Essa seria muito mais difícil”, afirmou. “Mas vamos fazer uma indicação para que a Polícia Federal investigue as declarações e pedir informações ao ministro da Justiça (Tarso Genro)”.
Segundo Fruet, “muita informação chegou mesmo após o término da CPI dos Correios, em 2006”. “Esse material pode ser reutilizado”, disse. À revista Piauí, Dirceu diz que recursos de caixa dois financiaram a compra da sede estadual do partido em Porto Alegre. O ex-ministro também defende o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, um dos pivôs do mensalão, e chamou o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), de “gaiato”. Ontem, em Teresina (PI), Garibaldi respondeu: “Existem pessoas que, como José Dirceu, estão tão possuídas pelo ódio e pelo ressentimento que confundem humor com gaiatice”.
Enfrentamento - “Não podemos ficar impassíveis diante disso. A entrevista (de Dirceu) com certeza será um tema de enfrentamento. Soma-se isso ao pacote do governo (lançado para substituir as perdas com o fim da CPMF) e podemos prever que não será um bom início de ano legislativo. Os trabalhos vão começar acirrados”, avaliou o líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Carlos Pannunzio (SP).
O ministro Tarso Genro já disse que não tem informações sobre a compra da sede do PT gaúcho porque, à época, não integrava a direção estadual do partido.
Segundo ele, o “contencioso” estabelecido é entre Dirceu e o diretório do partido à época. Questionado se é histórica a rixa entre paulistas e gaúchos do PT, ele respondeu: “É residual. Não tenho informação sobre isso (se a sede foi comprada com caixa dois) porque eu não era da direção estadual”.
Fonte: Correio da Bahia
BRASÍLIA - O DEM vai entrar hoje com duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins), no Supremo Tribunal Federal, contra o aumento de tributos anunciado na última semana pelo governo para compensar o fim da CPMF. A equipe econômica prevê arrecadar R$10 bilhões com a elevação das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), pago por pessoas físicas, mas que passará a incidir também sobre empréstimos bancários para as empresas, e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), paga por instituições financeiras.
Em relação à CSLL, os advogados do DEM alegam que o governo viola o princípio de irretroatividade tributária: como anunciou a elevação da contribuição em 2008, só poderia cobrá-la em 2009. Argumenta ainda que há ausência de relevância e urgência no aumento. Quanto ao IOF, o DEM afirma que o aumento representa dupla incidência do imposto nos financiamentos. Isto porque o consumidor vai pagar 0,38% do valor do empréstimo quando contratar a operação de crédito e mais 0,0082% ao dia – 3% ao ano.
O DEM evocou ainda o princípio da isonomia tributária, em que todos deveriam pagar a mesma alíquota de cada imposto, já que as alíquotas passaram a ser diferentes para pessoas físicas e bancos. A volta ao trabalho, nesta semana, de ministros, parlamentares e militares deve intensificar a negociação em torno dos cortes de R$20 bilhões no Orçamento, para compensar as perdas com o fim da CPMF.
O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), quer reunir os líderes para acertar a pauta de votações, inclusive a do Orçamento. Mas pelo menos o líder do DEM, José Agripino (RN), acha que o momento é “inoportuno”. “É muito cedo para tomar decisões”.
Vice - Ontem, após receber alta do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o vice-presidente da República fez críticas ao pacote do governo. Ele classificou de remendo o pacote tributário anunciado na semana passada, que elevou as alíquotas do IOF sobre crédito e da CSLL para bancos. “A questão tributária não será resolvida com esse tipo de remendo”.
O vice-presidente voltou a defender uma reforma tributária que simplifique a arrecadação de tributos no Brasil. Ele afirmou, no entanto, que o governo está compromissado com a reforma e, na sua opinião, deveria negociá-la com os governadores. Quanto às declarações de partidos da oposição de que o governo teria traído o Congresso ao aumentar a alíquota dos dois tributos, Alencar apenas disse que o governo é democrático e que não cabe a ele achincalhar a oposição.
Ao mesmo tempo, o vice-presidente ressaltou a importância do equilíbrio fiscal. “Não se pode brincar com o orçamento, a inflação sempre foi uma preocupação do presidente. Não queremos mais a inflação e, por isso, temos que ter equilíbrio orçamentário”. José Alencar estava internado desde a última quinta-feira para tratamento de quimioterapia, para combate de um câncer no abdome. Alencar mostrou-se pouco otimista com o tratamento. “Rezem para mim, que o negócio está feio. Estou saindo satisfeito porque eu sou assim mesmo, mas que a coisa é preta é”. O vice-presidente volta hoje para Brasília, por volta das 10h da manhã, e retorna a São Paulo daqui a três semanas para uma nova sessão de três dias de quimioterapia no mesmo hospital.
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Sigla quer CPI para investigar caixa dois
BRASÍLIA - O DEM deve pedir, no início de fevereiro, quando o Congresso volta do recesso, a criação de uma CPI para investigar as declarações do ex-ministro José Dirceu sobre a utilização de caixa dois para a compra da sede do PT gaúcho. “A entrevista de Dirceu fala por si só. O assunto está inacabado e precisa ser reaberto”, disse o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), que defende ainda a instalação de outra comissão parlamentar no Rio Grande do Sul.
O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) engrossou o coro, mas admite a dificuldade de conseguir votos suficientes. “Quando tentamos criar a CPI do Apagão Aéreo, no ano passado, foi muito difícil. Tivemos, inclusive, que ir ao Supremo (Tribunal Federal). Essa seria muito mais difícil”, afirmou. “Mas vamos fazer uma indicação para que a Polícia Federal investigue as declarações e pedir informações ao ministro da Justiça (Tarso Genro)”.
Segundo Fruet, “muita informação chegou mesmo após o término da CPI dos Correios, em 2006”. “Esse material pode ser reutilizado”, disse. À revista Piauí, Dirceu diz que recursos de caixa dois financiaram a compra da sede estadual do partido em Porto Alegre. O ex-ministro também defende o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, um dos pivôs do mensalão, e chamou o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), de “gaiato”. Ontem, em Teresina (PI), Garibaldi respondeu: “Existem pessoas que, como José Dirceu, estão tão possuídas pelo ódio e pelo ressentimento que confundem humor com gaiatice”.
Enfrentamento - “Não podemos ficar impassíveis diante disso. A entrevista (de Dirceu) com certeza será um tema de enfrentamento. Soma-se isso ao pacote do governo (lançado para substituir as perdas com o fim da CPMF) e podemos prever que não será um bom início de ano legislativo. Os trabalhos vão começar acirrados”, avaliou o líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Carlos Pannunzio (SP).
O ministro Tarso Genro já disse que não tem informações sobre a compra da sede do PT gaúcho porque, à época, não integrava a direção estadual do partido.
Segundo ele, o “contencioso” estabelecido é entre Dirceu e o diretório do partido à época. Questionado se é histórica a rixa entre paulistas e gaúchos do PT, ele respondeu: “É residual. Não tenho informação sobre isso (se a sede foi comprada com caixa dois) porque eu não era da direção estadual”.
Fonte: Correio da Bahia
Barbárie no trânsito
Sr redator,Hoje, sábado (5/01/2001), aproximadamente às 9h, me deslocava com a família pela avenida Paralela, quando meu carro foi fechado por um Ford Fusion Preto, fato que foi contornado utilizando os freios de meu veículo. Mas, para a minha surpresa, imediatamente atrás vinha um Ford Escort azul marinho, que, não tendo espaço para a manobra, o condutor jogou o carro para a direita. Só não colidiu com meu carro, pois por reflexo dei um golpe na direção para a direita (se viesse um veículo à direita eu teria colidido).
Devido às características do trânsito, voltei a emparelhar com a comitiva (o que demonstra que além de imprudentes e desprovidos de habilidades os indivíduos que conduziam os veículos Ford eram lentos). Aproveitando o ensejo, novamente protestei contra a forma que os ditos cujos se portavam no trânsito. Para a minha surpresa, o condutor do Escort ligou uma sirene e arremessou o carro novamente contra meu veículo, de novo pondo em risco eu e minha família.
Após o ocorrido, pude observar que atrás destes dois veículos vinha mais um Ford Escort azul marinho e um veículo com placa preta da Secretária da Fazenda. Este comboio entrou no viaduto do CAB. Neste momento, percebi que à frente do comboio se deslocavam duas motocicletas da Polícia Militar. Pelas características do comboio conclui que se não era o governador do estado deveria ser um integrante do primeiro escalão, o que amplificou a minha revolta.
Nesta semana vimos a imprensa noticiar o alto índice de acidentes no trânsito do fim de ano e pude observar veículos oficiais, transportando o alto escalão do estado, sendo conduzidos de forma criminosa e irresponsável. E, para completar, quando um cidadão protesta contra o absurdo que estava sendo executado por aquele comboio, seus integrantes utilizam o poder de polícia para intimidar e ameaçar continuando a executar aquele absurdo.
Eles têm condições de se deslocarem de forma oficial e responsável, com os batedores alertando a população, fato que avisa os motoristas que abrem caminho, mas este comboio optou por deslocamento de forma anônima e temerária (nada identificava os veículos como oficiais).
Fico impressionado como “George Orwell” foi preciso quando escreveu A revolução dos bichos, pois pude comprovar que eles que estiveram do lado de cá do cassetete assim que o empunharam não vacilam em utilizar contra a população, que apenas se deslocava ao supermercado com a família. Hoje, pude comprovar que, aqui na Bahia, a barbárie do trânsito começa com exemplos do primeiro escalão do estado.
Augusto VelosoSalvador - BA
Sr. redator,Venho ao jornal fazer uma reclamação contra a Embasa. Moro em Stella Mares e todo verão é a mesma coisa: falta água todos os dias para os moradores. Tem exatamente três semanas e quatro dias que só tem água em minha casa pela manhã, pois por volta do meio-dia, a Embasa fecha a transmissão no bairro e ninguém mais tem direito à água que paga!
Espero que depois das incansáveis reclamações e ligações que eu e minha mãe de 63 anos fazemos até hoje, seja tomada uma providência, pois isso é uma falta de respeito com o consumidor que paga a água em dia no débito em conta. Aposto que na casa do presidente da empresa tem água à vontade a qualquer hora, por que lá em casa só temos direito a tomar um banho pela manhã.
Juliana Dias Salvador - BA
Sr redator,Quero mais uma vez chamar a atenção da prefeitura para a situação da falta de segurança em Brotas. Estudo em escola pública, à noite, e não me sinto segura para voltar para casa. Uma colega minha já foi vítima de quatro assaltos ao sair da escola. Além disso, falta ônibus no bairro, o que é outro problema.
O prefeito desse jeito não vai se reeleger mesmo. A revolta é geral e ele vai sofrer na Lavagem do Bonfim. Os moradores de Brotas serão os primeiros a vaiá-lo.
Sandra FerrazSalvador - BA
Fonte: Correio da Bahia
Devido às características do trânsito, voltei a emparelhar com a comitiva (o que demonstra que além de imprudentes e desprovidos de habilidades os indivíduos que conduziam os veículos Ford eram lentos). Aproveitando o ensejo, novamente protestei contra a forma que os ditos cujos se portavam no trânsito. Para a minha surpresa, o condutor do Escort ligou uma sirene e arremessou o carro novamente contra meu veículo, de novo pondo em risco eu e minha família.
Após o ocorrido, pude observar que atrás destes dois veículos vinha mais um Ford Escort azul marinho e um veículo com placa preta da Secretária da Fazenda. Este comboio entrou no viaduto do CAB. Neste momento, percebi que à frente do comboio se deslocavam duas motocicletas da Polícia Militar. Pelas características do comboio conclui que se não era o governador do estado deveria ser um integrante do primeiro escalão, o que amplificou a minha revolta.
Nesta semana vimos a imprensa noticiar o alto índice de acidentes no trânsito do fim de ano e pude observar veículos oficiais, transportando o alto escalão do estado, sendo conduzidos de forma criminosa e irresponsável. E, para completar, quando um cidadão protesta contra o absurdo que estava sendo executado por aquele comboio, seus integrantes utilizam o poder de polícia para intimidar e ameaçar continuando a executar aquele absurdo.
Eles têm condições de se deslocarem de forma oficial e responsável, com os batedores alertando a população, fato que avisa os motoristas que abrem caminho, mas este comboio optou por deslocamento de forma anônima e temerária (nada identificava os veículos como oficiais).
Fico impressionado como “George Orwell” foi preciso quando escreveu A revolução dos bichos, pois pude comprovar que eles que estiveram do lado de cá do cassetete assim que o empunharam não vacilam em utilizar contra a população, que apenas se deslocava ao supermercado com a família. Hoje, pude comprovar que, aqui na Bahia, a barbárie do trânsito começa com exemplos do primeiro escalão do estado.
Augusto VelosoSalvador - BA
Sr. redator,Venho ao jornal fazer uma reclamação contra a Embasa. Moro em Stella Mares e todo verão é a mesma coisa: falta água todos os dias para os moradores. Tem exatamente três semanas e quatro dias que só tem água em minha casa pela manhã, pois por volta do meio-dia, a Embasa fecha a transmissão no bairro e ninguém mais tem direito à água que paga!
Espero que depois das incansáveis reclamações e ligações que eu e minha mãe de 63 anos fazemos até hoje, seja tomada uma providência, pois isso é uma falta de respeito com o consumidor que paga a água em dia no débito em conta. Aposto que na casa do presidente da empresa tem água à vontade a qualquer hora, por que lá em casa só temos direito a tomar um banho pela manhã.
Juliana Dias Salvador - BA
Sr redator,Quero mais uma vez chamar a atenção da prefeitura para a situação da falta de segurança em Brotas. Estudo em escola pública, à noite, e não me sinto segura para voltar para casa. Uma colega minha já foi vítima de quatro assaltos ao sair da escola. Além disso, falta ônibus no bairro, o que é outro problema.
O prefeito desse jeito não vai se reeleger mesmo. A revolta é geral e ele vai sofrer na Lavagem do Bonfim. Os moradores de Brotas serão os primeiros a vaiá-lo.
Sandra FerrazSalvador - BA
Fonte: Correio da Bahia
CGU aponta prejuízo de R$661,7 mi na aplicação de recursos federais
São indícios de irregularidades como superfaturamento de serviços e obras
BRASÍLIA - Em 2007, a Controladoria Geral da União (CGU) remeteu ao Tribunal de Contas da União (TCU) 1.459 processos identificando suspeitas de irregularidades na aplicação de verbas públicas. Os processos _ classificados como Tomadas de Contas Especiais (TCEs) no jargão do serviço público _ apontam prejuízos de R$661,7 milhões na aplicação de recursos federais. Os problemas estão localizados nas transferências de dinheiro feitas pelos ministérios a estados, prefeituras, hospitais, santas casas e entidades sem fins lucrativos, como organizações não-governamentais, organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) e sindicatos.
Do total, indícios de irregularidades como o superfaturamento de serviços ou obras, pagamento irregular de despesas, apresentação de comprovantes fraudados nas prestações de contas, licitações viciadas, não-comprovação de aplicação dos recursos repassados ou aplicação do dinheiro em outro tipo de ação, diferente da prevista no convênio e retenção de recursos não aplicados (quando sobra dinheiro, ele deve ser devolvido ao Executivo) somam R$157,2 milhões.
A execução de obras ou serviços pela metade responde por outros R$110,5 milhões em prejuízos ao erário. Falta de documentos, divergências entre as informações prestadas ou entre os documentos apresentados e as fiscalizações nos locais dos projetos somam outros R$123,6 milhões sob suspeita. Casos de omissão da prestação de contas _ prefeituras e entidades recebem os recursos, mas não remetem nenhum documento comprovando a execução das obras ou serviços contratados _ somam R$125,6 milhões.
Prejuízos causados por servidor ou empregado somam R$77,7 milhões e cobrança irregular de serviços hospitalares totaliza R$61,7 milhões. A maior parte dos processos refere-se a repasses realizados nos últimos dez anos. Os valores identificados são preliminares e ainda serão submetidos a análise e votação do TCU.
O Ministério da Saúde, dono do maior orçamento do Executivo, figura no topo da lista em quantidade de processos e volume de repasses com indícios de irregularidades. Em 2007, foram remetidos ao TCU 469 processos relatando problemas nas aplicações feitas por prefeituras e entidades privadas, como hospitais, de verbas transferidas pela Saúde. Nesse caso, o prejuízo aos cofres públicos apontado chega a R$235,8 milhões.
É o dobro do volume identificado em 2006, quando a CGU remeteu ao tribunal processos que relatavam prejuízos de R$115 milhões. Em segundo lugar está o Ministério do Planejamento: 118 processos apontam suspeitas de irregularidades na aplicação de R$69,1 milhões. A maioria dos casos envolve repasses antigos realizados por órgãos federais liquidados, como a Legião Brasileira de Assistência e o Ministério do Bem-Estar Social, extintos em 1995.
Passividade - “Esses números retratam uma passividade histórica no trato das prestações de contas de aplicações de recursos públicos em todas as esferas”, avalia o ministro do TCU Ubiratan Aguiar. Mas, segundo ele, há avanços na melhoria dos controles. “O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao MEC, é um exemplo. Com investimento em tecnologia, que permitiu o processamento eletrônico das prestações de contas dos convênios, o órgão conseguiu colocar em dia o acompanhamento dos repasses. Resta apenas um pequeno passivo”, diz.
“É preciso aumentar o número de exemplos como esse no Executivo”, ressalva. O procurador geral do tribunal, Lucas Furtado, aponta que o Ministério da Saúde tem dificuldades extras para fiscalizar as transferências que faz pela natureza dos seus gastos. Os repasses, destinados em boa parte à compra de material de consumo, medicamentos e ao pagamento pela prestação de serviços, são difíceis de monitorar.A isso, soma-se o volume de recursos da pasta _ foram R$19,4 bilhões no ano passado para financiar a rede de saúde e outros R$12 bilhões para obras como construção e reforma de postos de saúde e saneamento.
***
Atraso no envio de relatórios
BRASÍLIA - Dos 1.459 processos com suspeitas de irregularidades remetidos pelo governo ao Tribunal de Contas da União (TCU) no ano passado, 38% referem-se a repasses de verbas realizados há pelo menos sete anos. São 553 processos que apontam, em valores atualizados, um possível dano ao erário de R$293 milhões. “Este é um problema sério. Quanto mais antigo o processo, mais remota a chance de recuperar prejuízos e penalizar os responsáveis”, avalia o ministro do TCU Ubiratan Aguiar.
O atraso na remessa dos relatos de irregularidades ao tribunal, responsável pelo julgamento final dos processos e pela definição de multas e ressarcimentos, atinge a maioria dos ministérios. “Se a suspeita de desvio chega a nós após anos, fica difícil localizar os responsáveis, que muitas vezes transferiram seus bens. No caso de obras, fica difícil identificar irregularidades por causa do desgaste causado pelo tempo”, explica o ministro.
Há prazos, mas segundo o TCU, freqüentemente não são cumpridos pelo beneficiário do repasse nem pelo Executivo, a quem cabe cobrar contas atrasadas, analisá-las, identificar problemas e registrar como inadimplentes instituições em situação irregular, impedindo que recebam mais recursos. O cálculo mais recente do TCU mostra que, ao final de 2006, existia um estoque de 2.700 convênios encerrados há mais de um ano cuja prestação de contas sequer havia sido apresentada pelos beneficiários aos ministérios que transferiram os recursos. O atraso médio identificado era de quase quatro anos.
O tribunal também contabilizou 38.800 prestações de contas entregues por estados, municípios e entidades ainda pendentes de análise por parte do Executivo. Quase metade referia-se a convênios expirados há mais de quatro anos e 73% envolviam repasses pulverizados em pequenos valores, abaixo de R$100 mil, mais difíceis de controlar. Na média, o atraso no exame das prestações era de cinco anos. O Ministério da Educação concentrava a maior fatia: 14 mil processos. Mas, ressalva o próprio ministro, a situação melhorou.
Segundo o MEC, o estoque, em queda, está em dez mil. Em segundo lugar figurava o Ministério do Desenvolvimento Social, com 6.900 prestações pendentes em média há quatro anos. O ministério informa que está diminuindo as pendências. Também reduziu o número de novos convênios firmados e reforçou o acompanhamento dos projetos para evitar acúmulos futuros. Ao examinar as contas do governo referentes a 2007, o TCU checará o impacto das medidas.
“A solução é agir preventivamente. Cada vez mais o TCU tem insistido nisso”, diz Aguiar. Segundo ele, o ideal é acompanhar o convênio durante a sua execução. “Os problemas são detectados e resolvidos na vigência do contrato, evitando que as prestações de contas venham com problemas”.
Fonte: Correio da Bahia
BRASÍLIA - Em 2007, a Controladoria Geral da União (CGU) remeteu ao Tribunal de Contas da União (TCU) 1.459 processos identificando suspeitas de irregularidades na aplicação de verbas públicas. Os processos _ classificados como Tomadas de Contas Especiais (TCEs) no jargão do serviço público _ apontam prejuízos de R$661,7 milhões na aplicação de recursos federais. Os problemas estão localizados nas transferências de dinheiro feitas pelos ministérios a estados, prefeituras, hospitais, santas casas e entidades sem fins lucrativos, como organizações não-governamentais, organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) e sindicatos.
Do total, indícios de irregularidades como o superfaturamento de serviços ou obras, pagamento irregular de despesas, apresentação de comprovantes fraudados nas prestações de contas, licitações viciadas, não-comprovação de aplicação dos recursos repassados ou aplicação do dinheiro em outro tipo de ação, diferente da prevista no convênio e retenção de recursos não aplicados (quando sobra dinheiro, ele deve ser devolvido ao Executivo) somam R$157,2 milhões.
A execução de obras ou serviços pela metade responde por outros R$110,5 milhões em prejuízos ao erário. Falta de documentos, divergências entre as informações prestadas ou entre os documentos apresentados e as fiscalizações nos locais dos projetos somam outros R$123,6 milhões sob suspeita. Casos de omissão da prestação de contas _ prefeituras e entidades recebem os recursos, mas não remetem nenhum documento comprovando a execução das obras ou serviços contratados _ somam R$125,6 milhões.
Prejuízos causados por servidor ou empregado somam R$77,7 milhões e cobrança irregular de serviços hospitalares totaliza R$61,7 milhões. A maior parte dos processos refere-se a repasses realizados nos últimos dez anos. Os valores identificados são preliminares e ainda serão submetidos a análise e votação do TCU.
O Ministério da Saúde, dono do maior orçamento do Executivo, figura no topo da lista em quantidade de processos e volume de repasses com indícios de irregularidades. Em 2007, foram remetidos ao TCU 469 processos relatando problemas nas aplicações feitas por prefeituras e entidades privadas, como hospitais, de verbas transferidas pela Saúde. Nesse caso, o prejuízo aos cofres públicos apontado chega a R$235,8 milhões.
É o dobro do volume identificado em 2006, quando a CGU remeteu ao tribunal processos que relatavam prejuízos de R$115 milhões. Em segundo lugar está o Ministério do Planejamento: 118 processos apontam suspeitas de irregularidades na aplicação de R$69,1 milhões. A maioria dos casos envolve repasses antigos realizados por órgãos federais liquidados, como a Legião Brasileira de Assistência e o Ministério do Bem-Estar Social, extintos em 1995.
Passividade - “Esses números retratam uma passividade histórica no trato das prestações de contas de aplicações de recursos públicos em todas as esferas”, avalia o ministro do TCU Ubiratan Aguiar. Mas, segundo ele, há avanços na melhoria dos controles. “O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao MEC, é um exemplo. Com investimento em tecnologia, que permitiu o processamento eletrônico das prestações de contas dos convênios, o órgão conseguiu colocar em dia o acompanhamento dos repasses. Resta apenas um pequeno passivo”, diz.
“É preciso aumentar o número de exemplos como esse no Executivo”, ressalva. O procurador geral do tribunal, Lucas Furtado, aponta que o Ministério da Saúde tem dificuldades extras para fiscalizar as transferências que faz pela natureza dos seus gastos. Os repasses, destinados em boa parte à compra de material de consumo, medicamentos e ao pagamento pela prestação de serviços, são difíceis de monitorar.A isso, soma-se o volume de recursos da pasta _ foram R$19,4 bilhões no ano passado para financiar a rede de saúde e outros R$12 bilhões para obras como construção e reforma de postos de saúde e saneamento.
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Atraso no envio de relatórios
BRASÍLIA - Dos 1.459 processos com suspeitas de irregularidades remetidos pelo governo ao Tribunal de Contas da União (TCU) no ano passado, 38% referem-se a repasses de verbas realizados há pelo menos sete anos. São 553 processos que apontam, em valores atualizados, um possível dano ao erário de R$293 milhões. “Este é um problema sério. Quanto mais antigo o processo, mais remota a chance de recuperar prejuízos e penalizar os responsáveis”, avalia o ministro do TCU Ubiratan Aguiar.
O atraso na remessa dos relatos de irregularidades ao tribunal, responsável pelo julgamento final dos processos e pela definição de multas e ressarcimentos, atinge a maioria dos ministérios. “Se a suspeita de desvio chega a nós após anos, fica difícil localizar os responsáveis, que muitas vezes transferiram seus bens. No caso de obras, fica difícil identificar irregularidades por causa do desgaste causado pelo tempo”, explica o ministro.
Há prazos, mas segundo o TCU, freqüentemente não são cumpridos pelo beneficiário do repasse nem pelo Executivo, a quem cabe cobrar contas atrasadas, analisá-las, identificar problemas e registrar como inadimplentes instituições em situação irregular, impedindo que recebam mais recursos. O cálculo mais recente do TCU mostra que, ao final de 2006, existia um estoque de 2.700 convênios encerrados há mais de um ano cuja prestação de contas sequer havia sido apresentada pelos beneficiários aos ministérios que transferiram os recursos. O atraso médio identificado era de quase quatro anos.
O tribunal também contabilizou 38.800 prestações de contas entregues por estados, municípios e entidades ainda pendentes de análise por parte do Executivo. Quase metade referia-se a convênios expirados há mais de quatro anos e 73% envolviam repasses pulverizados em pequenos valores, abaixo de R$100 mil, mais difíceis de controlar. Na média, o atraso no exame das prestações era de cinco anos. O Ministério da Educação concentrava a maior fatia: 14 mil processos. Mas, ressalva o próprio ministro, a situação melhorou.
Segundo o MEC, o estoque, em queda, está em dez mil. Em segundo lugar figurava o Ministério do Desenvolvimento Social, com 6.900 prestações pendentes em média há quatro anos. O ministério informa que está diminuindo as pendências. Também reduziu o número de novos convênios firmados e reforçou o acompanhamento dos projetos para evitar acúmulos futuros. Ao examinar as contas do governo referentes a 2007, o TCU checará o impacto das medidas.
“A solução é agir preventivamente. Cada vez mais o TCU tem insistido nisso”, diz Aguiar. Segundo ele, o ideal é acompanhar o convênio durante a sua execução. “Os problemas são detectados e resolvidos na vigência do contrato, evitando que as prestações de contas venham com problemas”.
Fonte: Correio da Bahia
Violência - Em estado grave, Lídio Toledo fará nova cirurgia
O ortopedista Lídio Toledo Filho permanece internado em estado grave no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Samaritano, em Botafogo. O quadro do médico, que está paralítico por causa de um tiro que o atingiu na coluna dorsal no dia 31, piorou durante a manhã de ontem.
- A febre e a pressão arterial baixa podem ser decorrentes de alguma alergia. O estado dele continua preocupante - afirmou Lídio Toledo, pai da vítima e ex-médico da seleção brasileira de futebol.
Hoje, médicos farão nova cirurgia em Lídio Toledo Filho. Desta vez, para reconstituição de parte da face. É preciso ainda realizar outra operação no antebraço, mas até ontem o procedimento não havia sido marcado em conseqüência do estado de saúde de Lídio. A esposa do médico, Silene Trajano, que também foi baleada, deve ter alta médica durante a semana.
Fonte: JB Online
- A febre e a pressão arterial baixa podem ser decorrentes de alguma alergia. O estado dele continua preocupante - afirmou Lídio Toledo, pai da vítima e ex-médico da seleção brasileira de futebol.
Hoje, médicos farão nova cirurgia em Lídio Toledo Filho. Desta vez, para reconstituição de parte da face. É preciso ainda realizar outra operação no antebraço, mas até ontem o procedimento não havia sido marcado em conseqüência do estado de saúde de Lídio. A esposa do médico, Silene Trajano, que também foi baleada, deve ter alta médica durante a semana.
Fonte: JB Online
Crime - Promotor mata motoqueiro
São Paulo
O promotor de Justiça Pedro Bacarat Guimarães Pereira, 42 anos, matou a tiros o motoqueiro Firmino Barbosa, 30 anos, na noite de sábado, na avenida República do Líbano com a praça Doutor Francisco Cintra Godinho, Zona Sul de São Paulo, na altura do Parque Ibirapuera. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o promotor teria alegado se tratar de um assalto.
Em depoimento ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o promotor afirmou que estava parado no semáforo, aproximadamente às 22h30, quando foi abordado pelo motoqueiro, que anunciou o assalto. Barbosa teria pedido o relógio e levado a mão à cintura. Em reação, o promotor atirou e abandonou o local com medo de ser atingido por ele ou por um possível comparsa.
O motoqueiro, Firmino Barbosa, de 30 anos, chegou a ser socorrido pela Polícia Militar e levado ao Hospital São Paulo, mas morreu no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) por volta das 9h30. A perícia no local do crime e a análise do corpo foram concluídas. A polícia levanta informações sobre a ficha criminal de Barbosa.
O promotor se apresentou ao Deic de madrugada. Duas testemunhas confirmaram a versão de Pereira. De acordo com a SSP, foram encontrados cinco relógios e alguns documentos com o motoqueiro. O caso foi encaminhado ao Ministério Público.
No IML, familiares de Firmino contaram que ele era casado, tinha um filho de sete anos e que sua mulher está grávida de nove meses. De acordo com um dos parentes, no momento do crime, Barbosa estava com a moto de um cunhado, para quem faria uma entrega. (Com agências)
Fonte: JB Online
O promotor de Justiça Pedro Bacarat Guimarães Pereira, 42 anos, matou a tiros o motoqueiro Firmino Barbosa, 30 anos, na noite de sábado, na avenida República do Líbano com a praça Doutor Francisco Cintra Godinho, Zona Sul de São Paulo, na altura do Parque Ibirapuera. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o promotor teria alegado se tratar de um assalto.
Em depoimento ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o promotor afirmou que estava parado no semáforo, aproximadamente às 22h30, quando foi abordado pelo motoqueiro, que anunciou o assalto. Barbosa teria pedido o relógio e levado a mão à cintura. Em reação, o promotor atirou e abandonou o local com medo de ser atingido por ele ou por um possível comparsa.
O motoqueiro, Firmino Barbosa, de 30 anos, chegou a ser socorrido pela Polícia Militar e levado ao Hospital São Paulo, mas morreu no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) por volta das 9h30. A perícia no local do crime e a análise do corpo foram concluídas. A polícia levanta informações sobre a ficha criminal de Barbosa.
O promotor se apresentou ao Deic de madrugada. Duas testemunhas confirmaram a versão de Pereira. De acordo com a SSP, foram encontrados cinco relógios e alguns documentos com o motoqueiro. O caso foi encaminhado ao Ministério Público.
No IML, familiares de Firmino contaram que ele era casado, tinha um filho de sete anos e que sua mulher está grávida de nove meses. De acordo com um dos parentes, no momento do crime, Barbosa estava com a moto de um cunhado, para quem faria uma entrega. (Com agências)
Fonte: JB Online
ENERGIA - Só chuvas salvam Brasil do apagão
A produção de energia brasileira está nas mãos de Deus. Ou de São Pedro, a julgar pelos prognósticos e temores de especialistas, como atesta reportagem de Rivadavia Severo publicada ontem no Jornal do Brasil. Com os reservatórios a níveis alarmantes, o país corre o risco de ficar sem gás e de colocar por terra, com a escassez na geração de energia, quase a totalidade de projetos de infra-estrutura prometidos pelo governo no Plano de Aceleração do Crescimento.
Sem quedas d'água freqüentes até abril, indústria e veículos movidos a gás natural terão de parar, repetindo cenas como a de outubro do ano passado no Rio e em São Paulo. O nível dos reservatórios não atinge nem 46% hoje e, para evitar o fantasma da paralisia nacional, terão de chegar a 68% até o fim no verão nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Os dados comprovam que nem sempre o avanço da economia, festejado pelo governo no apagar das luzes de 2007, embute apenas boas notícias. Até seriam para soltar rojões se viessem acompanhadas de crescimento na geração de energia. Faltaram investimentos para a exploração do gás existente no país, um abandono que não cai apenas sobre o colo da administração Lula. Desde a gestão de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil apostou dinheiro e esperanças na produção do combustível boliviano. Deu no que deu, Evo Morales nacionalizou o produto e os brasileiros agora estão nas mãos dos humores do boliviano para escapar da ameaça do apagão imediato.
A situação só não é mais dramática porque ainda há a possibilidade de se suprir a carência de curto prazo com a importação de GNL. Paralelamente, a energia contratada nos últimos leilões ajudará a reduzir o temor mais próximo. A longo prazo, o recente leilão da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, fez despencar o preço do megawatt/hora e estabeleceu um novo marco de exploração de energia limpa a custo baixo na região.
Tal conjunto de fatores, contudo, não alivia a previsão inicial de corte de fornecimento de gás a partir do início do segundo trimestre do ano. Um dado preocupante que ganha componente político. O Ministério de Minas e Energia está sob o comando de um interino e pode cair nos braços do senador maranhense Edison Lobão, apoiado pelo grupo de José Sarney, ainda este mês. A troca tende a afetar a linha de comando de todas as subsidiárias da Eletrobrás e se intrometer no poder exercido, até agora, pela ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no setor.
As mudanças, seguramente, vão interferir na condução da política energética nacional e aumentar o quadro de incerteza que ronda os investidores. Indústria, proprietários de veículos e lares brasileiros não podem pagar mais esta conta.
Fonte: JB Online
Sem quedas d'água freqüentes até abril, indústria e veículos movidos a gás natural terão de parar, repetindo cenas como a de outubro do ano passado no Rio e em São Paulo. O nível dos reservatórios não atinge nem 46% hoje e, para evitar o fantasma da paralisia nacional, terão de chegar a 68% até o fim no verão nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Os dados comprovam que nem sempre o avanço da economia, festejado pelo governo no apagar das luzes de 2007, embute apenas boas notícias. Até seriam para soltar rojões se viessem acompanhadas de crescimento na geração de energia. Faltaram investimentos para a exploração do gás existente no país, um abandono que não cai apenas sobre o colo da administração Lula. Desde a gestão de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil apostou dinheiro e esperanças na produção do combustível boliviano. Deu no que deu, Evo Morales nacionalizou o produto e os brasileiros agora estão nas mãos dos humores do boliviano para escapar da ameaça do apagão imediato.
A situação só não é mais dramática porque ainda há a possibilidade de se suprir a carência de curto prazo com a importação de GNL. Paralelamente, a energia contratada nos últimos leilões ajudará a reduzir o temor mais próximo. A longo prazo, o recente leilão da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, fez despencar o preço do megawatt/hora e estabeleceu um novo marco de exploração de energia limpa a custo baixo na região.
Tal conjunto de fatores, contudo, não alivia a previsão inicial de corte de fornecimento de gás a partir do início do segundo trimestre do ano. Um dado preocupante que ganha componente político. O Ministério de Minas e Energia está sob o comando de um interino e pode cair nos braços do senador maranhense Edison Lobão, apoiado pelo grupo de José Sarney, ainda este mês. A troca tende a afetar a linha de comando de todas as subsidiárias da Eletrobrás e se intrometer no poder exercido, até agora, pela ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no setor.
As mudanças, seguramente, vão interferir na condução da política energética nacional e aumentar o quadro de incerteza que ronda os investidores. Indústria, proprietários de veículos e lares brasileiros não podem pagar mais esta conta.
Fonte: JB Online
O dia em que a fé perdeu para a Justiça
Brasília
Protagonista de uma greve de fome que ganhou os holofotes da mídia, o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, teve alta no dia 22 de dezembro no Hospital Memorial de Petrolina, em Pernambuco, onde estava internado. Depois de ficar 24 dias sem comer em protesto contra a continuidade das obras de transposição do Rio São Francisco - que classifica de ineficazes para acabar com a seca - o bispo desmaiou ao saber da decisão do Supremo Tribunal Federal, que concedeu liminar à União para a continuidade do projeto.
A greve de fome de Cappio ganhou aliados de peso, como a atriz Letícia Sabatella, que viajou para Brasília a fim de acompanhar a decisão. O protesto dos dois foi chamativo, mas em vão..
Cappio anuncio o fim da greve de fome no dia seguinte ao receber alta do hospital. Ele fez o anúncio por carta lida por um amigo, ao fim de uma missa em Juazeiro (BA). No documento, exaltou seu "desalento" com a decisão do Poder Judiciário de suspender a liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal que proibia a continuidade das obras de transposição do rio São Francisco.
Não foi a primeira vez que Cappio fez greve de fome. Pelo mesmo motivo, ele entrou em jejum em 2005 e foi destaque no noticiário nacional. À época, também desistiu ao ser convencido pela Igreja de que não teria apoio.
Fonte: JB Online
Protagonista de uma greve de fome que ganhou os holofotes da mídia, o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, teve alta no dia 22 de dezembro no Hospital Memorial de Petrolina, em Pernambuco, onde estava internado. Depois de ficar 24 dias sem comer em protesto contra a continuidade das obras de transposição do Rio São Francisco - que classifica de ineficazes para acabar com a seca - o bispo desmaiou ao saber da decisão do Supremo Tribunal Federal, que concedeu liminar à União para a continuidade do projeto.
A greve de fome de Cappio ganhou aliados de peso, como a atriz Letícia Sabatella, que viajou para Brasília a fim de acompanhar a decisão. O protesto dos dois foi chamativo, mas em vão..
Cappio anuncio o fim da greve de fome no dia seguinte ao receber alta do hospital. Ele fez o anúncio por carta lida por um amigo, ao fim de uma missa em Juazeiro (BA). No documento, exaltou seu "desalento" com a decisão do Poder Judiciário de suspender a liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal que proibia a continuidade das obras de transposição do rio São Francisco.
Não foi a primeira vez que Cappio fez greve de fome. Pelo mesmo motivo, ele entrou em jejum em 2005 e foi destaque no noticiário nacional. À época, também desistiu ao ser convencido pela Igreja de que não teria apoio.
Fonte: JB Online
Romero Jucá e o Dia do Fico
Leandro Mazzini
A História é curiosa. Muda personagens, as épocas, mas se repete em circunstâncias diferentes que remetem a fatos passados, com maior ou menor repercussão, de acordo com os envolvidos. No dia 9 de janeiro de 1822, dom Pedro de Alcântara peitou a convocação da corte portuguesa e ficou no Brasil. Mês que vem, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), também pode ter seu Dia do Fico. A curiosidade, dessa vez, é que ele anda de bem com a corte brasileira. Entre os plebeus, circula a versão de que são os ascetas do PT no Senado que irão ao presidente da República pedir sua saída do comando, de olho na vaga.
A decisão começou a ser tramada entre um gole e outro do café no Senado naquela madrugada de vitória da oposição, minutos depois da malsucedida operação política para salvar a CPMF. O PT, entreouvidos, bota na conta de Jucá o fracasso. E pede a substituição. Por outro do PMDB, não. Do próprio PT, e as opções circulam entre Aloizio Mercadante (SP) e Tião Viana (AC). Um dos que não joga com a bancada nesses cenários já avisou: "Comigo nem tocaram nesse assunto", disse Eduardo Suplicy (SP).
O que surge como artimanha política da turma do "sai Jucá" pode resultar num tiro no pé dos governistas. Para a oposição, Jucá foi traído por Lula ao se fazer porta-voz de que não haveria aumento de impostos caso a massa ali aprovasse a CPMF. "Isso tem de ser cobrado do José Múcio Monteiro (Relações Institucionais)", grita o líder do DEM, José Agripino Maia (RN). O senador foi taxativo: para a oposição, Jucá fica. E como nesses tempos de vacas magras para o Planalto quem manda no Senado é a oposição, não será novidade se o PMDB conquistar um inusitado apoio do DEM e do PSDB contra os petistas. E Jucá, que não abre mão do cargo, poderá ser aclamado. Há quem veja, porém, um delírio dos petistas. "Jucá está muito bem articulado com Lula", disse Geraldo Mesquita (PMDB-AC).
Fogo inimigo
O fogo amigo do ex-ministro José Dirceu contra o PT do Rio Grande do Sul, criticado por ele na entrevista a uma revista, deu corda para os inimigos do petista. O ex-deputado Roberto Jefferson aproveitou o mote para atacar, em seu blog, a ociosidade política de Dirceu, e de quebra mandou esta para os gaúchos: "Quem não deve ter gostado da nova performance foram as donzelas furadas do PT gaúcho...".
Caserna sem bóia
Soldados da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ), estão sendo liberados mais cedo nos fins de semana. Por falta de refeição, a famosa bóia, denunciam alguns.
Missão Jobim 1
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, fará uma visita ao Suriname e à Guiana ainda neste mês. É o início de um périplo pela América do Sul a fim de convencer os países a formarem um conselho de defesa regional. Idéia que o presidente Lula teve, depois de uma reunião com os três comandantes das forças militares do país.
Missão Jobim 2
Não é mero capricho do poder. É questão de soberania sul-americana. Notícias que correm entre os oficiais dão conta de que o Suriname pretende ceder aos Estados Unidos uma grande área para instalação de uma base militar americana. A Guiana está negociando com o Reino Unido a concessão de 25 milhões de hectares para o mesmo fim.
A volta do casal
Anthony Garotinho passou o o réveillon tentando convencer a mulher, Rosinha Matheus, a disputar a prefeitura de Campos (RJ), reduto do casal de ex-governadores. Ela, apresentadora de TV, balança. Ele, radialista, quer o governo em 2010.
Encrenca à vista
O senador Marcelo Crivella (PRB), que aparece bem nas pesquisas para a prefeitura do Rio, quer ampliar o apoio. Foi a Volta Redonda (RJ) e conversou com o vereador Washington Granato (PDT). Prometeu apoio lá em troca de um lobby dele para que o partido feche com o PRB na capital. Acontece que Wagner Montes (PDT), o ex-jurado de Sílvio Santos, também é candidato no Rio. E prometeu o mesmo a Granato.
Mala do Ano
O Clube dos Malas de Rio Novo (MG) vai fazer sua tradicional eleição dia 12. Antes, vão enviar ofício a Hugo Chávez e à nadadora Rebeca Gusmão, avisando que eles foram escolhidos os presidentes de honra do ano de 2007.
Fonte: JB Online
A História é curiosa. Muda personagens, as épocas, mas se repete em circunstâncias diferentes que remetem a fatos passados, com maior ou menor repercussão, de acordo com os envolvidos. No dia 9 de janeiro de 1822, dom Pedro de Alcântara peitou a convocação da corte portuguesa e ficou no Brasil. Mês que vem, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), também pode ter seu Dia do Fico. A curiosidade, dessa vez, é que ele anda de bem com a corte brasileira. Entre os plebeus, circula a versão de que são os ascetas do PT no Senado que irão ao presidente da República pedir sua saída do comando, de olho na vaga.
A decisão começou a ser tramada entre um gole e outro do café no Senado naquela madrugada de vitória da oposição, minutos depois da malsucedida operação política para salvar a CPMF. O PT, entreouvidos, bota na conta de Jucá o fracasso. E pede a substituição. Por outro do PMDB, não. Do próprio PT, e as opções circulam entre Aloizio Mercadante (SP) e Tião Viana (AC). Um dos que não joga com a bancada nesses cenários já avisou: "Comigo nem tocaram nesse assunto", disse Eduardo Suplicy (SP).
O que surge como artimanha política da turma do "sai Jucá" pode resultar num tiro no pé dos governistas. Para a oposição, Jucá foi traído por Lula ao se fazer porta-voz de que não haveria aumento de impostos caso a massa ali aprovasse a CPMF. "Isso tem de ser cobrado do José Múcio Monteiro (Relações Institucionais)", grita o líder do DEM, José Agripino Maia (RN). O senador foi taxativo: para a oposição, Jucá fica. E como nesses tempos de vacas magras para o Planalto quem manda no Senado é a oposição, não será novidade se o PMDB conquistar um inusitado apoio do DEM e do PSDB contra os petistas. E Jucá, que não abre mão do cargo, poderá ser aclamado. Há quem veja, porém, um delírio dos petistas. "Jucá está muito bem articulado com Lula", disse Geraldo Mesquita (PMDB-AC).
Fogo inimigo
O fogo amigo do ex-ministro José Dirceu contra o PT do Rio Grande do Sul, criticado por ele na entrevista a uma revista, deu corda para os inimigos do petista. O ex-deputado Roberto Jefferson aproveitou o mote para atacar, em seu blog, a ociosidade política de Dirceu, e de quebra mandou esta para os gaúchos: "Quem não deve ter gostado da nova performance foram as donzelas furadas do PT gaúcho...".
Caserna sem bóia
Soldados da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ), estão sendo liberados mais cedo nos fins de semana. Por falta de refeição, a famosa bóia, denunciam alguns.
Missão Jobim 1
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, fará uma visita ao Suriname e à Guiana ainda neste mês. É o início de um périplo pela América do Sul a fim de convencer os países a formarem um conselho de defesa regional. Idéia que o presidente Lula teve, depois de uma reunião com os três comandantes das forças militares do país.
Missão Jobim 2
Não é mero capricho do poder. É questão de soberania sul-americana. Notícias que correm entre os oficiais dão conta de que o Suriname pretende ceder aos Estados Unidos uma grande área para instalação de uma base militar americana. A Guiana está negociando com o Reino Unido a concessão de 25 milhões de hectares para o mesmo fim.
A volta do casal
Anthony Garotinho passou o o réveillon tentando convencer a mulher, Rosinha Matheus, a disputar a prefeitura de Campos (RJ), reduto do casal de ex-governadores. Ela, apresentadora de TV, balança. Ele, radialista, quer o governo em 2010.
Encrenca à vista
O senador Marcelo Crivella (PRB), que aparece bem nas pesquisas para a prefeitura do Rio, quer ampliar o apoio. Foi a Volta Redonda (RJ) e conversou com o vereador Washington Granato (PDT). Prometeu apoio lá em troca de um lobby dele para que o partido feche com o PRB na capital. Acontece que Wagner Montes (PDT), o ex-jurado de Sílvio Santos, também é candidato no Rio. E prometeu o mesmo a Granato.
Mala do Ano
O Clube dos Malas de Rio Novo (MG) vai fazer sua tradicional eleição dia 12. Antes, vão enviar ofício a Hugo Chávez e à nadadora Rebeca Gusmão, avisando que eles foram escolhidos os presidentes de honra do ano de 2007.
Fonte: JB Online
domingo, janeiro 06, 2008
PAULO AFONSO 2008

Hoje, 01.01, como sempre faço, pela manhã, acesso as páginas dos principais jornais do Brasil, do Estado e os locais. Dos locais, verifico que tudo se concentra na figura do Prefeito Municipal, Raimundo Caires. Ele tem sido diariamente atacado por parte da imprensa falada. Da página de Ozildo Alves, transcrevo: "Em 2008, será a hora de tirar do papel. O ano de 2008 será duro para o prefeito. Terá uma disputa difícil pela frente. Tem chances de ser reeleito, claro. Mas, pelo que até agora foi mostrado, caso tenha sucesso na eleição, será menos pelas ações e mais pela sustentação política que poderá armar. "
Já do Forquilha retiro: “Degola. Pelo menos metade dos vereadores pauloafonsinos (sic) dá como certo o afastamento do prefeito Raimundo Caires, até fevereiro chegar. Eles acreditam que o cerco tem se fechado cada vez mais em torno do alcaide. Por conta disso, Chico já começa a dar as caras na rua novamente.”
Voltemos ao passado recente.
Em novembro de 2006 houve uma tentativa golpista da Câmara Municipal de afastar o Prefeito, mera ópera bufa. Proclamou-se um afastamento que não aconteceu. Agora, Val , ex-Secretário municipal, é autor de um expediente reproduzido no site de Ozildo, atirando para todos os lados, sem ofertamento de um dado concreto, lançando suposições. Sabe-se que representações outras foram oferecidas e tramita pedido de instauração de CPI na Câmara Municipal. A Rádio Bahia, diga-se, Ozildo, Gildásio e Tico, em dois horários, pela manhã e no Ronda, batem diariamente o Prefeito, com pretensão de boxeador, bater no fígado e minar as forças do adversário. O resultado está sendo o inverso. Raimundo vem reagindo bolo, quanto mais é batido mais cresce. Repete-se a campanha da Globo contra a Igreja universal do Bispo Macedo, se bateu tanto que a igreja e seu segmento, a TV Record, cresceram mais ainda.
A pergunta é: Quem tem medo de Raimundo? A resposta está no próprio site de Ozildo, na enquête. Lá a pergunta é a seguinte: Raimundo Caires conseguirá se reeleger em 2008? O resultado até agora é o seguinte: Sim. 58%. Não. 41%. Total de pessoas ouvidas: 532. Eis a questão. Os percentuais assustam qualquer um. A tendência é de crescimento e não há discurso mais novo do que o do próprio Raimundo. A opção dele é pelos pobres, os menos favorecidos e isso incomoda.
Em julho de 2006, em matéria publicada no Forquilha, sob o título O QUE SE PASSA EM PAULO AFONSO, indiquei erros cometidos na Administração Raimundo Caires e dei alguns palpites como corrigi-los. Depois da tentativa de golpe em novembro de 2006, quando se declarou um afastamento inexistente de Raimundo, a administração foi redirecionada e Raimundo emplacou e consolidou-se.
As oposições políticas de Paulo Afonso têm que entender o que são regras democráticas. O Prefeito Municipal é eleito para um mandato de 04 anos, por voto direto e secreto. Ao final do mandato, é dada a oportunidade ao povo de mantê-lo ou rejeitá-lo. As críticas ao prefeito, os ataques pessoais e o denuncismo barato cansou o povo. Ninguém suporta mais o lengalenga e nem o discurso cansado diariamente repetido.
Não disponho de dados específicos. Pelo que se sabe, Raimundo expandiu os serviços e investimentos na zona rural, priorizou os bairros populares, democratizou a Administração com o Governo Itinerante, o acesso fácil a sua pessoa na Prefeitura e com diálogos permanentes com segmentos da sociedade. Os investimentos trazidos são de alcance social expressivo para os mais carentes e o Restaurante Popular com refeições a R$ 1,00 e R$ 0,50, é sua expressão maior na opção pelos pobres. Outra face de sua política é na área da saúde.
Aqui, eu me lembro de Tadeu, pedreiro residente em bairro periférico que presta serviços para mim. “Doutor, agora está bom demais. Se temos doente em casa e ele não pode sair para ser atendido, basta chamar a Prefeitura que vem uma ambulância pegá-lo. Antes pobre arrancava dente e hoje temos até tratamento de canal de graça.”
A guerra de guerrilha contra Raimundo tem sua razão de ser. Ele é a bola da vez. É o candidato a ser batido. Como não há lugar para a 3ª via, salvo para alguns idealistas, em outubro a batalha será entre Raimundo e os derrotados de 2004, em eleição de caráter plesbicitário, o que vale dizer, ou se estará com Raimundo ou com Dr. Anilton (se for efetivamente o escolhido para concorrer). Mesmo que haja uma pulverização de candidatos, o caráter será o mesmo e logo a indagação que passa a ser feita é a seguinte: Quem será o vice de Raimundo?
As oposições precisam trazer para si o espírito republicano. Aceitar as regras do jogo democrático e construir um discurso que as ponha em pé de igualdade com o discurso social de Raimundo, declinando do denuncismo inconseqüente e dos ataques pessoais. Bem, tentar desqualificar pessoas foi sempre uma prática usada pelos nazi-fascistas da Alemanha de Hitler da Itália de Mussolini. Creio que em Paulo Afonso não há mais lugar para tal prática. O que o povo não mais suporta é balelas repetidas.
Quanto a Câmara Municipal, Vereadores oposicionistas e de espírito democrático já demonstram repúdio a tentativas despropositadas.
Paulo Afonso, 01 de janeiro de 2008.
Montalvão, Fernando. PAULO AFONSO 2008. Montalvao Advogados Associados. Paulo Afonso – BA, em 07 de janeiro de 2008. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
Em julho de 2006, em matéria publicada no Forquilha, sob o título O QUE SE PASSA EM PAULO AFONSO, indiquei erros cometidos na Administração Raimundo Caires e dei alguns palpites como corrigi-los. Depois da tentativa de golpe em novembro de 2006, quando se declarou um afastamento inexistente de Raimundo, a administração foi redirecionada e Raimundo emplacou e consolidou-se.
As oposições políticas de Paulo Afonso têm que entender o que são regras democráticas. O Prefeito Municipal é eleito para um mandato de 04 anos, por voto direto e secreto. Ao final do mandato, é dada a oportunidade ao povo de mantê-lo ou rejeitá-lo. As críticas ao prefeito, os ataques pessoais e o denuncismo barato cansou o povo. Ninguém suporta mais o lengalenga e nem o discurso cansado diariamente repetido.
Não disponho de dados específicos. Pelo que se sabe, Raimundo expandiu os serviços e investimentos na zona rural, priorizou os bairros populares, democratizou a Administração com o Governo Itinerante, o acesso fácil a sua pessoa na Prefeitura e com diálogos permanentes com segmentos da sociedade. Os investimentos trazidos são de alcance social expressivo para os mais carentes e o Restaurante Popular com refeições a R$ 1,00 e R$ 0,50, é sua expressão maior na opção pelos pobres. Outra face de sua política é na área da saúde.
Aqui, eu me lembro de Tadeu, pedreiro residente em bairro periférico que presta serviços para mim. “Doutor, agora está bom demais. Se temos doente em casa e ele não pode sair para ser atendido, basta chamar a Prefeitura que vem uma ambulância pegá-lo. Antes pobre arrancava dente e hoje temos até tratamento de canal de graça.”
A guerra de guerrilha contra Raimundo tem sua razão de ser. Ele é a bola da vez. É o candidato a ser batido. Como não há lugar para a 3ª via, salvo para alguns idealistas, em outubro a batalha será entre Raimundo e os derrotados de 2004, em eleição de caráter plesbicitário, o que vale dizer, ou se estará com Raimundo ou com Dr. Anilton (se for efetivamente o escolhido para concorrer). Mesmo que haja uma pulverização de candidatos, o caráter será o mesmo e logo a indagação que passa a ser feita é a seguinte: Quem será o vice de Raimundo?
As oposições precisam trazer para si o espírito republicano. Aceitar as regras do jogo democrático e construir um discurso que as ponha em pé de igualdade com o discurso social de Raimundo, declinando do denuncismo inconseqüente e dos ataques pessoais. Bem, tentar desqualificar pessoas foi sempre uma prática usada pelos nazi-fascistas da Alemanha de Hitler da Itália de Mussolini. Creio que em Paulo Afonso não há mais lugar para tal prática. O que o povo não mais suporta é balelas repetidas.
Quanto a Câmara Municipal, Vereadores oposicionistas e de espírito democrático já demonstram repúdio a tentativas despropositadas.
Paulo Afonso, 01 de janeiro de 2008.
Montalvão, Fernando. PAULO AFONSO 2008. Montalvao Advogados Associados. Paulo Afonso – BA, em 07 de janeiro de 2008. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
PAULO AFONSO 2008.
Hoje, 01.01, como sempre faço, pela manhã, acesso as páginas dos principais jornais do Brasil, do Estado e os locais. Dos locais, verifico que tudo se concentra na figura do Prefeito Municipal, Raimundo Caires. Ele tem sido diariamente atacado por parte da imprensa falada. Da página de Ozildo Alves, transcrevo: "Em 2008, será a hora de tirar do papel. O ano de 2008 será duro para o prefeito. Terá uma disputa difícil pela frente. Tem chances de ser reeleito, claro. Mas, pelo que até agora foi mostrado, caso tenha sucesso na eleição, será menos pelas ações e mais pela sustentação política que poderá armar. "
Já do Forquilha retiro: “Degola. Pelo menos metade dos vereadores pauloafonsinos (sic) dá como certo o afastamento do prefeito Raimundo Caires, até fevereiro chegar. Eles acreditam que o cerco tem se fechado cada vez mais em torno do alcaide. Por conta disso, Chico já começa a dar as caras na rua novamente.”
Voltemos ao passado recente.
Em novembro de 2006 houve uma tentativa golpista da Câmara Municipal de afastar o Prefeito, mera ópera bufa. Proclamou-se um afastamento que não aconteceu. Agora, Val , ex-Secretário municipal, é autor de um expediente reproduzido no site de Ozildo, atirando para todos os lados, sem ofertamento de um dado concreto, lançando suposições. Sabe-se que representações outras foram oferecidas e tramita pedido de instauração de CPI na Câmara Municipal. A Rádio Bahia, diga-se, Ozildo, Gildásio e Tico, em dois horários, pela manhã e no Ronda, batem diariamente o Prefeito, com pretensão de boxeador, bater no fígado e minar as forças do adversário. O resultado está sendo o inverso. Raimundo vem reagindo bolo, quanto mais é batido mais cresce. Repete-se a campanha da Globo contra a Igreja universal do Bispo Macedo, se bateu tanto que a igreja e seu segmento, a TV Record, cresceram mais ainda.
A pergunta é: Quem tem medo de Raimundo? A resposta está no próprio site de Ozildo, na enquête. Lá a pergunta é a seguinte: Raimundo Caires conseguirá se reeleger em 2008? O resultado até agora é o seguinte: Sim. 58%. Não. 41%. Total de pessoas ouvidas: 532. Eis a questão. Os percentuais assustam qualquer um. A tendência é de crescimento e não há discurso mais novo do que o do próprio Raimundo. A opção dele é pelos pobres, os menos favorecidos e isso incomoda.
Em julho de 2006, em matéria publicada no Forquilha, sob o título O QUE SE PASSA EM PAULO AFONSO, indiquei erros cometidos na Administração Raimundo Caires e dei alguns palpites como corrigi-los. Depois da tentativa de golpe em novembro de 2006, quando se declarou um afastamento inexistente de Raimundo, a administração foi redirecionada e Raimundo emplacou e consolidou-se.
As oposições políticas de Paulo Afonso têm que entender o que são regras democráticas. O Prefeito Municipal é eleito para um mandato de 04 anos, por voto direto e secreto. Ao final do mandato, é dada a oportunidade ao povo de mantê-lo ou rejeitá-lo. As críticas ao prefeito, os ataques pessoais e o denuncismo barato cansou o povo. Ninguém suporta mais o lengalenga e nem o discurso cansado diariamente repetido.
Não disponho de dados específicos. Pelo que se sabe, Raimundo expandiu os serviços e investimentos na zona rural, priorizou os bairros populares, democratizou a Administração com o Governo Itinerante, o acesso fácil a sua pessoa na Prefeitura e com diálogos permanentes com segmentos da sociedade. Os investimentos trazidos são de alcance social expressivo para os mais carentes e o Restaurante Popular com refeições a R$ 1,00 e R$ 0,50, é sua expressão maior na opção pelos pobres. Outra face de sua política é na área da saúde.
Aqui, eu me lembro de Tadeu, pedreiro residente em bairro periférico que presta serviços para mim. “Doutor, agora está bom demais. Se temos doente em casa e ele não pode sair para ser atendido, basta chamar a Prefeitura que vem uma ambulância pegá-lo. Antes pobre arrancava dente e hoje temos até tratamento de canal de graça.”
A guerra de guerrilha contra Raimundo tem sua razão de ser. Ele é a bola da vez. É o candidato a ser batido. Como não há lugar para a 3ª via, salvo para alguns idealistas, em outubro a batalha será entre Raimundo e os derrotados de 2004, em eleição de caráter plesbicitário, o que vale dizer, ou se estará com Raimundo ou com Dr. Anilton (se for efetivamente o escolhido para concorrer). Mesmo que haja uma pulverização de candidatos, o caráter será o mesmo e logo a indagação que passa a ser feita é a seguinte: Quem será o vice de Raimundo?
As oposições precisam trazer para si o espírito republicano. Aceitar as regras do jogo democrático e construir um discurso que as ponha em pé de igualdade com o discurso social de Raimundo, declinando do denuncismo inconseqüente e dos ataques pessoais. Bem, tentar desqualificar pessoas foi sempre uma prática usada pelos nazi-fascistas da Alemanha de Hitler da Itália de Mussolini. Creio que em Paulo Afonso não há mais lugar para tal prática. O que o povo não mais suporta é balelas repetidas.
Quanto a Câmara Municipal, Vereadores oposicionistas e de espírito democrático já demonstram repúdio a tentativas despropositadas.
Paulo Afonso, 01 de janeiro de 2008.
Montalvão, Fernando. PAULO AFONSO 2008. Montalvao Advogados Associados. Paulo Afonso – BA, em 07 de janeiro de 2008. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
Já do Forquilha retiro: “Degola. Pelo menos metade dos vereadores pauloafonsinos (sic) dá como certo o afastamento do prefeito Raimundo Caires, até fevereiro chegar. Eles acreditam que o cerco tem se fechado cada vez mais em torno do alcaide. Por conta disso, Chico já começa a dar as caras na rua novamente.”
Voltemos ao passado recente.
Em novembro de 2006 houve uma tentativa golpista da Câmara Municipal de afastar o Prefeito, mera ópera bufa. Proclamou-se um afastamento que não aconteceu. Agora, Val , ex-Secretário municipal, é autor de um expediente reproduzido no site de Ozildo, atirando para todos os lados, sem ofertamento de um dado concreto, lançando suposições. Sabe-se que representações outras foram oferecidas e tramita pedido de instauração de CPI na Câmara Municipal. A Rádio Bahia, diga-se, Ozildo, Gildásio e Tico, em dois horários, pela manhã e no Ronda, batem diariamente o Prefeito, com pretensão de boxeador, bater no fígado e minar as forças do adversário. O resultado está sendo o inverso. Raimundo vem reagindo bolo, quanto mais é batido mais cresce. Repete-se a campanha da Globo contra a Igreja universal do Bispo Macedo, se bateu tanto que a igreja e seu segmento, a TV Record, cresceram mais ainda.
A pergunta é: Quem tem medo de Raimundo? A resposta está no próprio site de Ozildo, na enquête. Lá a pergunta é a seguinte: Raimundo Caires conseguirá se reeleger em 2008? O resultado até agora é o seguinte: Sim. 58%. Não. 41%. Total de pessoas ouvidas: 532. Eis a questão. Os percentuais assustam qualquer um. A tendência é de crescimento e não há discurso mais novo do que o do próprio Raimundo. A opção dele é pelos pobres, os menos favorecidos e isso incomoda.
Em julho de 2006, em matéria publicada no Forquilha, sob o título O QUE SE PASSA EM PAULO AFONSO, indiquei erros cometidos na Administração Raimundo Caires e dei alguns palpites como corrigi-los. Depois da tentativa de golpe em novembro de 2006, quando se declarou um afastamento inexistente de Raimundo, a administração foi redirecionada e Raimundo emplacou e consolidou-se.
As oposições políticas de Paulo Afonso têm que entender o que são regras democráticas. O Prefeito Municipal é eleito para um mandato de 04 anos, por voto direto e secreto. Ao final do mandato, é dada a oportunidade ao povo de mantê-lo ou rejeitá-lo. As críticas ao prefeito, os ataques pessoais e o denuncismo barato cansou o povo. Ninguém suporta mais o lengalenga e nem o discurso cansado diariamente repetido.
Não disponho de dados específicos. Pelo que se sabe, Raimundo expandiu os serviços e investimentos na zona rural, priorizou os bairros populares, democratizou a Administração com o Governo Itinerante, o acesso fácil a sua pessoa na Prefeitura e com diálogos permanentes com segmentos da sociedade. Os investimentos trazidos são de alcance social expressivo para os mais carentes e o Restaurante Popular com refeições a R$ 1,00 e R$ 0,50, é sua expressão maior na opção pelos pobres. Outra face de sua política é na área da saúde.
Aqui, eu me lembro de Tadeu, pedreiro residente em bairro periférico que presta serviços para mim. “Doutor, agora está bom demais. Se temos doente em casa e ele não pode sair para ser atendido, basta chamar a Prefeitura que vem uma ambulância pegá-lo. Antes pobre arrancava dente e hoje temos até tratamento de canal de graça.”
A guerra de guerrilha contra Raimundo tem sua razão de ser. Ele é a bola da vez. É o candidato a ser batido. Como não há lugar para a 3ª via, salvo para alguns idealistas, em outubro a batalha será entre Raimundo e os derrotados de 2004, em eleição de caráter plesbicitário, o que vale dizer, ou se estará com Raimundo ou com Dr. Anilton (se for efetivamente o escolhido para concorrer). Mesmo que haja uma pulverização de candidatos, o caráter será o mesmo e logo a indagação que passa a ser feita é a seguinte: Quem será o vice de Raimundo?
As oposições precisam trazer para si o espírito republicano. Aceitar as regras do jogo democrático e construir um discurso que as ponha em pé de igualdade com o discurso social de Raimundo, declinando do denuncismo inconseqüente e dos ataques pessoais. Bem, tentar desqualificar pessoas foi sempre uma prática usada pelos nazi-fascistas da Alemanha de Hitler da Itália de Mussolini. Creio que em Paulo Afonso não há mais lugar para tal prática. O que o povo não mais suporta é balelas repetidas.
Quanto a Câmara Municipal, Vereadores oposicionistas e de espírito democrático já demonstram repúdio a tentativas despropositadas.
Paulo Afonso, 01 de janeiro de 2008.
Montalvão, Fernando. PAULO AFONSO 2008. Montalvao Advogados Associados. Paulo Afonso – BA, em 07 de janeiro de 2008. Disponível em: http://www.montalvao.adv.br/plexus/artigos_conxoespoliticas.asp
Garibaldi diz que Dirceu está "possuído pelo ódio"
Yala SenaDireto de Teresina
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), reagiu às críticas do ex-ministro José Dirceu (PT-SP) e o classificou como uma pessoa "possuída de ódio" e frustrada. Em entrevista à revista Piauí Dirceu, afirmou que o PT do Rio Grande do Sul comprou sua sede em Porto Alegre com dinheiro de caixa 2, ou seja, com recursos não declarados.
» TSE: cabe à Receita investigar PT-RS » Dirceu nega denúncia » PT-RS nega denúncia de caixa dois» Opine sobre o assunto "Eu mando esse recado para ele José Dirceu: Eu não tenho talento para gaiatice e para o humorismo, mas existem pessoas que como José Dirceu, que estão tão possuídos pelo ódio e pelo ressentimento que confundem humor com gaiatice. Eu sou um homem bem humorado e não será José Dirceu que irá tirar o meu humor", disse o senador em resposta ao ex-ministro, que, na mesma entrevista à Piauí, chamou Garibaldi de "gaiato".
Segundo o presidente do Senado, José Dirceu está dominado por um sentimento de "frustração" e de "ressentimento", o que ele considerou como o "pior sentimento para um homem público".
O senador disse que José Dirceu precisa se lembrar que foi "expelido do Congresso" ao ser cassado e que ele está respondendo a uma ação penal. "Eu acho que antes dele vir atirar pedras nos outros. Ele precisa responder e prestar contas à Justiça".
O presidente do Senado esteve em Teresina a convite do senador João Vicente Claudino (PTB-PI) para participar de festa de confraternização do Grupo Claudino. Na capital piauiense, Garibaldi Alves almoçou na residência do senador Heráclito Fortes (DEM-PI) e pegou carona no avião particular de Fortes até a cidade de Natal (RN).
PreconceitoPara o presidente do Senado, o governo encara as emendas de bancada com discriminação e por isso ameaça cortes. "Vejo com preocupação esses cortes, porque sei que, às vezes, o governo vê essas emendas com certo preconceito. É como se elas representassem apenas interesses políticos eleitorais, quando se sabe que não é", disse Garibaldi Alves, que foi a Teresina a convite do senador João Vicente Claudino (PTB-PI) para participar da festa de confraternização do Grupo Claudino.
Garibaldi disse ainda que não crê que os cortes poderão ser uma "retaliação" ou "punição" pela derrota na votação da CPMF. "Não creio em retaliação. Por conta do fim da CPMF o governo terá que fazer cortes, mas a mão do governo não pode pesar só para um lado", afirmou.
Segundo ele, não são só obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que precisam ser preservadas, mas também obras reivindicadas pelos parlamentares. "Não é só o PAC que precisa de atenção, existe outras coisas que precisam ser preservadas como obras que foram iniciadas e precisam ser concluídas."
Redação Terra
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), reagiu às críticas do ex-ministro José Dirceu (PT-SP) e o classificou como uma pessoa "possuída de ódio" e frustrada. Em entrevista à revista Piauí Dirceu, afirmou que o PT do Rio Grande do Sul comprou sua sede em Porto Alegre com dinheiro de caixa 2, ou seja, com recursos não declarados.
» TSE: cabe à Receita investigar PT-RS » Dirceu nega denúncia » PT-RS nega denúncia de caixa dois» Opine sobre o assunto "Eu mando esse recado para ele José Dirceu: Eu não tenho talento para gaiatice e para o humorismo, mas existem pessoas que como José Dirceu, que estão tão possuídos pelo ódio e pelo ressentimento que confundem humor com gaiatice. Eu sou um homem bem humorado e não será José Dirceu que irá tirar o meu humor", disse o senador em resposta ao ex-ministro, que, na mesma entrevista à Piauí, chamou Garibaldi de "gaiato".
Segundo o presidente do Senado, José Dirceu está dominado por um sentimento de "frustração" e de "ressentimento", o que ele considerou como o "pior sentimento para um homem público".
O senador disse que José Dirceu precisa se lembrar que foi "expelido do Congresso" ao ser cassado e que ele está respondendo a uma ação penal. "Eu acho que antes dele vir atirar pedras nos outros. Ele precisa responder e prestar contas à Justiça".
O presidente do Senado esteve em Teresina a convite do senador João Vicente Claudino (PTB-PI) para participar de festa de confraternização do Grupo Claudino. Na capital piauiense, Garibaldi Alves almoçou na residência do senador Heráclito Fortes (DEM-PI) e pegou carona no avião particular de Fortes até a cidade de Natal (RN).
PreconceitoPara o presidente do Senado, o governo encara as emendas de bancada com discriminação e por isso ameaça cortes. "Vejo com preocupação esses cortes, porque sei que, às vezes, o governo vê essas emendas com certo preconceito. É como se elas representassem apenas interesses políticos eleitorais, quando se sabe que não é", disse Garibaldi Alves, que foi a Teresina a convite do senador João Vicente Claudino (PTB-PI) para participar da festa de confraternização do Grupo Claudino.
Garibaldi disse ainda que não crê que os cortes poderão ser uma "retaliação" ou "punição" pela derrota na votação da CPMF. "Não creio em retaliação. Por conta do fim da CPMF o governo terá que fazer cortes, mas a mão do governo não pode pesar só para um lado", afirmou.
Segundo ele, não são só obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que precisam ser preservadas, mas também obras reivindicadas pelos parlamentares. "Não é só o PAC que precisa de atenção, existe outras coisas que precisam ser preservadas como obras que foram iniciadas e precisam ser concluídas."
Redação Terra
Obras da transposição recomeçam esta semana
Supremo dá aval para continuidade do projeto do governo federal, que está orçado em R$5 bilhões
As obras da transposição do rio São Francisco recomeçam esta semana. A frente de trabalho retomará os trabalhos nos dois canteiros instalados nas regiões de Cabrobó e Floresta (PE), de onde partem os dois canais que levarão a água do rio aos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco. O Supremo Tribunal Federal (STF) deu o aval para continuidade das obras, em função dos inúmeros pedidos de paralisação dos trabalhos.
O projeto, de autoria do governo federal e levado adiante pelo Ministério da Integração Nacional, levou o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, a fazer duas greves de fome. A segunda e mais prolongada, com 24 dias de duração, acabou no último dia 20, em Sobradinho (BA), onde o religioso passou todo o período do jejum, abrigado na capela de São Francisco. No total, a transposição está orçada em R$5 bilhões. Os contrários ao projeto costumam dizer que o dinheiro seria melhor utilizado se investido em projetos menores de irrigação.
As máquinas e os integrantes do Batalhão de Engenharia do Exército, responsável pela primeira etapa dos trabalhos – a abertura dos canais de aproximação –, haviam interrompido suas atividades em razão de uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, no dia 10 de dezembro, determinando a suspensão das obras. Embora a liminar tenha sido derrubada pelo STF, as atividades permaneciam paralisadas em razão dos festejos de final de ano.
O Exército começou a trabalhar na região no início de junho, com a chegada a Cabrobó do primeiro contingente do 2º Batalhão de Engenharia de Construção do Exercito (2º BEC), formado por 50 homens, e o maquinário utilizado nas obras. Poucos dias depois chegaram mais 150 pessoas. Entretanto, o efetivo tem aumentado de acordo com o andamento dos trabalhos. A cidade fica à margem esquerda do Velho Chico, como o rio é conhecido nas comunidades ribeirinhas, na divisa entre Bahia e Pernambuco. Nessa primeira etapa, que se estendeu por todo o primeiro semestre de 2007 e somente deverá ser concluída em meados de 2008, estão sendo abertos os canais do eixo norte e eixo leste.
O primeiro deles irá retirar água do rio a 80 metros da Ilha de Assunção, dos índios truká, levando para os rios Apodi, Piranhas e Jaguaribe. De lá, seguindo para os estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. O canal terá 2.080 metros de extensão até barragem localizada no interior da Fazenda Trukutu. O acampamento foi montado na beira da BR-245, ocupando uma área de dois hectares da antiga Fazenda Mãe Rosa.
O segundo canal, o eixo leste, está sendo aberto na cidade de Floresta, a 110 quilômetros, para levar as águas do São Francisco, captada numa das bordas do lago da Barragem de Itaparica, aos rios Moxotó e Paraíba, e de lá seguindo para os estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. Esta segunda construção está a cargo dos militares do 1º BEC, sediado em Caicó (RN)), 3º BEC, em Picos (PI) e 4º BEC, de Barreiras (Bahia).
Concorrência - Determinado a cumprir o cronograma de obras, que prevê a conclusão do trecho principal da obra até o final do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério da Integração Nacional publicou no Diário Oficial da União do último dia 20, mesmo dia em que o bispo pôs fim ao jejum de 24 dias, o resultado da concorrência para execução das obras do lote 1 do projeto de integração do São Francisco com bacias do nordeste setentrional, etapa que se seguirá ao trabalho iniciado pelo Exército.
Ao todo serão licitados 14 lotes da obra civil da transposição. O vencedor foi o Consórcio Águas do São Francisco, formado pelas empresas Carioca S.A., Paulista e Serveng. O valor global do lote foi definido em R$238,8 milhões. O consórcio se encarregará da execução das obras civis de instalação, montagem, testes e comissionamento dos equipamentos mecânicos e elétricos.
No decorrer da greve realizada pelo religioso, outros contratos foram assinados entre o governo federal e empresas que se encarregarão do projeto executivo e estudos topográficos do projeto, numa clara demonstração do governo de que a obra é irreversível.
Foram assinados contratos com a empresa Engecorps - Corpo de Engenheiro Consultores (R$18 milhões) e os consórcios Hidroconsult/MWH Brasil (R$8,7 milhões) e Techne/Projetec/BRLi (R$14,5 milhões) para os projetos executivos, totalizado R$51,3 milhões. O ministro Geddel Vieira Lima assinou contrato ainda com a Aquatool Consultoria Ltda., que fará os serviços topográficos das primeira e segunda etapas dos eixos norte e leste, estimados em R$779 mil.
Fonte: Correio da Bahia
As obras da transposição do rio São Francisco recomeçam esta semana. A frente de trabalho retomará os trabalhos nos dois canteiros instalados nas regiões de Cabrobó e Floresta (PE), de onde partem os dois canais que levarão a água do rio aos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco. O Supremo Tribunal Federal (STF) deu o aval para continuidade das obras, em função dos inúmeros pedidos de paralisação dos trabalhos.
O projeto, de autoria do governo federal e levado adiante pelo Ministério da Integração Nacional, levou o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, a fazer duas greves de fome. A segunda e mais prolongada, com 24 dias de duração, acabou no último dia 20, em Sobradinho (BA), onde o religioso passou todo o período do jejum, abrigado na capela de São Francisco. No total, a transposição está orçada em R$5 bilhões. Os contrários ao projeto costumam dizer que o dinheiro seria melhor utilizado se investido em projetos menores de irrigação.
As máquinas e os integrantes do Batalhão de Engenharia do Exército, responsável pela primeira etapa dos trabalhos – a abertura dos canais de aproximação –, haviam interrompido suas atividades em razão de uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, no dia 10 de dezembro, determinando a suspensão das obras. Embora a liminar tenha sido derrubada pelo STF, as atividades permaneciam paralisadas em razão dos festejos de final de ano.
O Exército começou a trabalhar na região no início de junho, com a chegada a Cabrobó do primeiro contingente do 2º Batalhão de Engenharia de Construção do Exercito (2º BEC), formado por 50 homens, e o maquinário utilizado nas obras. Poucos dias depois chegaram mais 150 pessoas. Entretanto, o efetivo tem aumentado de acordo com o andamento dos trabalhos. A cidade fica à margem esquerda do Velho Chico, como o rio é conhecido nas comunidades ribeirinhas, na divisa entre Bahia e Pernambuco. Nessa primeira etapa, que se estendeu por todo o primeiro semestre de 2007 e somente deverá ser concluída em meados de 2008, estão sendo abertos os canais do eixo norte e eixo leste.
O primeiro deles irá retirar água do rio a 80 metros da Ilha de Assunção, dos índios truká, levando para os rios Apodi, Piranhas e Jaguaribe. De lá, seguindo para os estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. O canal terá 2.080 metros de extensão até barragem localizada no interior da Fazenda Trukutu. O acampamento foi montado na beira da BR-245, ocupando uma área de dois hectares da antiga Fazenda Mãe Rosa.
O segundo canal, o eixo leste, está sendo aberto na cidade de Floresta, a 110 quilômetros, para levar as águas do São Francisco, captada numa das bordas do lago da Barragem de Itaparica, aos rios Moxotó e Paraíba, e de lá seguindo para os estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. Esta segunda construção está a cargo dos militares do 1º BEC, sediado em Caicó (RN)), 3º BEC, em Picos (PI) e 4º BEC, de Barreiras (Bahia).
Concorrência - Determinado a cumprir o cronograma de obras, que prevê a conclusão do trecho principal da obra até o final do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério da Integração Nacional publicou no Diário Oficial da União do último dia 20, mesmo dia em que o bispo pôs fim ao jejum de 24 dias, o resultado da concorrência para execução das obras do lote 1 do projeto de integração do São Francisco com bacias do nordeste setentrional, etapa que se seguirá ao trabalho iniciado pelo Exército.
Ao todo serão licitados 14 lotes da obra civil da transposição. O vencedor foi o Consórcio Águas do São Francisco, formado pelas empresas Carioca S.A., Paulista e Serveng. O valor global do lote foi definido em R$238,8 milhões. O consórcio se encarregará da execução das obras civis de instalação, montagem, testes e comissionamento dos equipamentos mecânicos e elétricos.
No decorrer da greve realizada pelo religioso, outros contratos foram assinados entre o governo federal e empresas que se encarregarão do projeto executivo e estudos topográficos do projeto, numa clara demonstração do governo de que a obra é irreversível.
Foram assinados contratos com a empresa Engecorps - Corpo de Engenheiro Consultores (R$18 milhões) e os consórcios Hidroconsult/MWH Brasil (R$8,7 milhões) e Techne/Projetec/BRLi (R$14,5 milhões) para os projetos executivos, totalizado R$51,3 milhões. O ministro Geddel Vieira Lima assinou contrato ainda com a Aquatool Consultoria Ltda., que fará os serviços topográficos das primeira e segunda etapas dos eixos norte e leste, estimados em R$779 mil.
Fonte: Correio da Bahia
Governo amigo - Mensaleiros ganharam R$ 25 milhões em 2007
Leandro Mazzini brasília
Protagonistas do famigerado esquema de corrupção, cinco dos sete deputados mensaleiros que se reelegeram em 2006 ganharam ano passado um vultoso presente de Natal. Viram suas emendas orçamentárias liberadas no apagar das luzes do Palácio do Planalto em dezembro. O governo foi generoso com o grupo, que tem dois réus no processo do Supremo Tribunal Federal. Empenhou nada menos que R$ 11 milhões para o quinteto (veja arte), para obras e convênios em seus redutos. Os privilegiados são Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP), José Mentor (PT-SP), Vadão Gomes (PP-SP) e Sandro Mabel (PR-GO). Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) ficaram de fora das benesses.
Outro grupo de mensaleiros, meia dúzia de ex-deputados que foram expurgados nas eleições de 2006, mesmo longe do poder levou nada menos que R$ 14 milhões em emendas que entraram nos restos a pagar do governo para o exercício de 2007. Ao longo do ano passado - com a maior parte das emendas autorizadas em dezembro - o governo liberou R$ 25 milhões para 11 políticos ligados ao esquema do mensalão, apurou o JB sobre levantamento feito pela assessoria do Democratas. Seis desses políticos (veja quadro) respondem a processo na Justiça Federal por causa do mensalão. Mas terão em seus redutos as verbas pedidas, num contrapeso político que renderá votos.
Aliados
Todos eles são aliados do governo e têm considerável soma de votos. O deputado João Paulo Cunha (PT-SP), por exemplo, conseguiu a liberação de R$ 1,95 milhão para obras e convênios em quatro ministérios. O dinheiro chegará a 15 cidades da região pela qual foi eleito. Constam, entre outros investimentos, R$ 350 mil do Ministério da Cultura para "instalação de espaços culturais" em Jandira (SP); e R$ 580 mil dos Esportes para obras de infra-estrutura recreativa em Embu (SP).
José Mentor (PT-SP), acusado de ter recebido R$ 120 mil do publicitário Marcos Valério (financiador do mensalão), escapou da denúncia no Supremo. Pediu verbas para caridade e ONGs. A ONG Ambiental Suprema, de Holambra (SP), vai receber R$ 40 mil para "fomentos em projetos de educação"; a Associação de Moradores do Bairro Mollon IV, de Santa Bárbara d'Oeste (SP), terá R$ 50 mil, um pouco mais que a Associação Espírita de Americana (SP), que receberá R$ 40 mil.
Dos cinco deputados, só um foi contemplado com 100% de dotação liberados. É Vadão Gomes (PP-SP), suspeito de sacar R$ 3,7 milhões do esquema. Agora, terá R$ 6 milhões para infra-estrutura em cidades paulistas. Entre os que se beneficiaram do pacote de benesses longe de Brasília, destaca-se José Janene, ex-deputado do PP, réu no processo do STF acusado de receber R$ 4 milhões do esquema. Aposentado, Janene viu o governo liberar em dezembro R$ 2 milhões da dotação orçamentária prevista em 2006. Agricultor, soube plantar no campo político para colher no reduto. Na lista, aparecem emendas no total de R$ 850 mil para "apoio ao desenvolvimento do setor agropecuário" das cidades de Reserva e Mato Rico. Nenhum dos deputados foi localizado pela reportagem.
Fonte: JB Online
Protagonistas do famigerado esquema de corrupção, cinco dos sete deputados mensaleiros que se reelegeram em 2006 ganharam ano passado um vultoso presente de Natal. Viram suas emendas orçamentárias liberadas no apagar das luzes do Palácio do Planalto em dezembro. O governo foi generoso com o grupo, que tem dois réus no processo do Supremo Tribunal Federal. Empenhou nada menos que R$ 11 milhões para o quinteto (veja arte), para obras e convênios em seus redutos. Os privilegiados são Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP), José Mentor (PT-SP), Vadão Gomes (PP-SP) e Sandro Mabel (PR-GO). Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) ficaram de fora das benesses.
Outro grupo de mensaleiros, meia dúzia de ex-deputados que foram expurgados nas eleições de 2006, mesmo longe do poder levou nada menos que R$ 14 milhões em emendas que entraram nos restos a pagar do governo para o exercício de 2007. Ao longo do ano passado - com a maior parte das emendas autorizadas em dezembro - o governo liberou R$ 25 milhões para 11 políticos ligados ao esquema do mensalão, apurou o JB sobre levantamento feito pela assessoria do Democratas. Seis desses políticos (veja quadro) respondem a processo na Justiça Federal por causa do mensalão. Mas terão em seus redutos as verbas pedidas, num contrapeso político que renderá votos.
Aliados
Todos eles são aliados do governo e têm considerável soma de votos. O deputado João Paulo Cunha (PT-SP), por exemplo, conseguiu a liberação de R$ 1,95 milhão para obras e convênios em quatro ministérios. O dinheiro chegará a 15 cidades da região pela qual foi eleito. Constam, entre outros investimentos, R$ 350 mil do Ministério da Cultura para "instalação de espaços culturais" em Jandira (SP); e R$ 580 mil dos Esportes para obras de infra-estrutura recreativa em Embu (SP).
José Mentor (PT-SP), acusado de ter recebido R$ 120 mil do publicitário Marcos Valério (financiador do mensalão), escapou da denúncia no Supremo. Pediu verbas para caridade e ONGs. A ONG Ambiental Suprema, de Holambra (SP), vai receber R$ 40 mil para "fomentos em projetos de educação"; a Associação de Moradores do Bairro Mollon IV, de Santa Bárbara d'Oeste (SP), terá R$ 50 mil, um pouco mais que a Associação Espírita de Americana (SP), que receberá R$ 40 mil.
Dos cinco deputados, só um foi contemplado com 100% de dotação liberados. É Vadão Gomes (PP-SP), suspeito de sacar R$ 3,7 milhões do esquema. Agora, terá R$ 6 milhões para infra-estrutura em cidades paulistas. Entre os que se beneficiaram do pacote de benesses longe de Brasília, destaca-se José Janene, ex-deputado do PP, réu no processo do STF acusado de receber R$ 4 milhões do esquema. Aposentado, Janene viu o governo liberar em dezembro R$ 2 milhões da dotação orçamentária prevista em 2006. Agricultor, soube plantar no campo político para colher no reduto. Na lista, aparecem emendas no total de R$ 850 mil para "apoio ao desenvolvimento do setor agropecuário" das cidades de Reserva e Mato Rico. Nenhum dos deputados foi localizado pela reportagem.
Fonte: JB Online
Com verbas, mas na mira do STF
João Paulo Cunha (PT-SP) Denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi apontado como beneficiário de R$ 50 mil das contas de empresa de Marcos Valério. Livrou-se da cassação em plenário em abril de 2006 e conseguiu se reeleger para o cargo.
Pedro Henry (PP-MT) Denunciado por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi acusado por Roberto Jefferson de ter pressionado o PTB a aderir ao esquema. Foi absolvido pelo plenário da Câmara em março de 2006. Conseguiu se reeleger.
João Magno (PT-MG) Denunciado por lavagem de dinheiro. Acusado de receber R$ 350 mil do esquema do mensalão. Admitiu ainda ter usado R$ 425 mil de caixa 2 para campanha. Absolvido em março de 2006 pelo plenário da Câmara. Não foi reeleito.
José Janene (PP-PR) Formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-assessor, João Cláudio Genu, é acusado de receber por ele R$ 4 milhões do esquema. Renunciou ao mandato mas conseguiu aposentadoria da Casa.
Romeu Queiroz (PTB-MG) Denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Acusado de sacar R$ 350 mil das contas de Marcos Valério. Livrado da cassação pelos colegas do plenário em dezembro de 2005. Não foi reeleito.
Professor Luizinho (PT-SP) Denunciado por lavagem de dinheiro. Apontado como beneficiário de R$ 20 mil das contas de Valério. Foi absolvido na Câmara em março de 2006. Mas não conseguiu se reeleger deputado.
Fonte: JB Online
Pedro Henry (PP-MT) Denunciado por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi acusado por Roberto Jefferson de ter pressionado o PTB a aderir ao esquema. Foi absolvido pelo plenário da Câmara em março de 2006. Conseguiu se reeleger.
João Magno (PT-MG) Denunciado por lavagem de dinheiro. Acusado de receber R$ 350 mil do esquema do mensalão. Admitiu ainda ter usado R$ 425 mil de caixa 2 para campanha. Absolvido em março de 2006 pelo plenário da Câmara. Não foi reeleito.
José Janene (PP-PR) Formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-assessor, João Cláudio Genu, é acusado de receber por ele R$ 4 milhões do esquema. Renunciou ao mandato mas conseguiu aposentadoria da Casa.
Romeu Queiroz (PTB-MG) Denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Acusado de sacar R$ 350 mil das contas de Marcos Valério. Livrado da cassação pelos colegas do plenário em dezembro de 2005. Não foi reeleito.
Professor Luizinho (PT-SP) Denunciado por lavagem de dinheiro. Apontado como beneficiário de R$ 20 mil das contas de Valério. Foi absolvido na Câmara em março de 2006. Mas não conseguiu se reeleger deputado.
Fonte: JB Online
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