em 2 jun, 2026 3:26
Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Devido a grande repercussão do artigo de ontem “Senador Laércio: trabalhar pelo país é defender golpe contra a democracia?” e a maioria esmagadora dos contatos foi pela aprovação do texto – salvo raríssimas exceções – o blog lembra algo que muitos leitores relataram por contato: a postura estadista de Lula ao pedir que parassem as vaias.
Na verdade, o grande do ato estadista peculiar do presidente foi um verdadeira luva de pelica na postura golpista bolsonarista do senador Laércio Oliveira.
Assim como “pungou” na carroceria de uma caminhonete para afagar e segurar o fascista Bolsonaro – sendo chacota nacional – agora Laércio, que é oposição ao governo, quis “pungar” na dimensão do projeto que o presidente Lula trouxe para Sergipe.
Aliás um leitor foi sábio para definir o gesto de Laércio: ‘As pessoas não tem mais firmeza de posição, é sempre a busca pelos próprios interesses. A política brasileira, local que deveria ser o baluarte da defesa de convicções e do altruísmo em favor dos mais necessitados, se torna um terreno propício à semeadura egoísta dos interesses individuais.”
Ou seja, é verdade que a hipocrisia é o grande mote de alguns políticos. E, um estadista, como no caso de Lula, é preciso dialogar com os falsos e hipócritas – vide o caso do presidente Trump – e, do mesmo modo não pode praticar atos que possam ser comparados aos dos hipócritas.
Por isso este pequeno espaço ficará sempre lutando contra a passividade, ficará ao lado das vaias estrondosas que até hoje ecoam na cabeça do senador que defende os golpistas. Vaias que foram e continuarão sendo o reflexo das próprias ações do senador que escolheu e praticou ações contra a democracia defendendo os golpistas bolsonaristas.
É uma pena, que pelo discurso que deu, o senador não aprendeu com as sonoras vaias. Não refletiu perante o Supremo Tribunal da mente dele. Ou seja, continuará contra a democracia e em defesa dos golpistas bolsonaristas.

Entregue O governador Fábio Mitidieri inaugurou ontem, 1º, a Casa da Mulher Brasileira, em Aracaju. A solenidade contou com a presença da ministra das Mulheres do Governo Lula, Márcia Lopes, além de outras autoridades. A Casa da Mulher Brasileira é um equipamento público voltado ao atendimento humanizado, integrado e interdisciplinar de mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero. O espaço reúne, em um único local, serviços especializados de acolhimento, proteção, assistência psicossocial, acesso à Justiça e promoção da autonomia econômica, evitando que a vítima precise percorrer diferentes órgãos e reviver sucessivamente a violência sofrida. “Quando vocês olharem para esta casa, não vejam apenas uma construção. Vejam dignidade, amor e acolhimento. Muito mais do que os serviços prestados aqui, ela representa futuro, transformação e esperança para milhares de mulheres”, disse.
Misoginia Ao participar da solenidade, ao lado do governador , Fábio Mitidieri e da ministra Márcia Lopes, o senador Rogério Carvalho ressaltou a importância da Casa da Mulher Brasileira em Sergipe. “Não podemos tolerar a misoginia, porque ela é um passo para a violência física. Não podemos tolerar a discriminação, porque ela é o primeiro passo para autorizar a violência como forma de dominação e subjugação. Combater a violência contra a mulher é um ato de defesa da vida e deve ser um compromisso de toda a sociedade”, reforçou o senador. Rogério também ressaltou que a luta contra a violência não deve ser uma responsabilidade exclusiva das mulheres. “Essa não pode ser apenas uma luta das mulheres. Tem que ser também uma luta dos homens de verdade. Homem de verdade não agride, não discrimina, não usa a violência como forma de autoafirmação e não subjuga ninguém”, declarou.
Rede de proteção A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, enfatizou a importância da nova unidade para fortalecer a rede de proteção e acolhimento às mulheres vítimas de violência. “Cada atendimento humanizado, cada medida protetiva concedida a tempo e cada acolhimento realizado nesta Casa da Mulher Brasileira representam um passo efetivo para salvar vidas, remover barreiras no acesso à justiça e romper o ciclo da violência”, destacou a ministra. “A Casa da Mulher Brasileira é um espaço de acolhimento, proteção e reconstrução de vidas. Aqui, as mulheres encontram atendimento integrado, acesso à justiça e apoio para romper o ciclo da violência. Cada nova unidade inaugurada fortalece a rede de proteção e reafirma o compromisso do Brasil com uma sociedade mais justa, segura e igualitária para todas”, afirmou Márcia.
Prefeita Emília: espaço construído com esperança Durante a cerimônia, a prefeita Emília Corrêa destacou a relevância do equipamento para fortalecer a rede de proteção às mulheres sergipanas e aracajuanas. “O que estamos inaugurando hoje é um espaço construído com esperança. A Casa da Mulher Brasileira representa proteção, acolhimento e acesso à justiça para mulheres que, muitas vezes, chegam aqui vivendo um dos momentos mais difíceis de suas vidas. Este é um equipamento fundamental para garantir que elas encontrem apoio e condições para reconstruir suas trajetórias com dignidade e segurança”, afirmou. “A decisão de romper o ciclo da violência exige muita coragem. É um momento de extrema vulnerabilidade, e o poder público precisa estar preparado para acolher e oferecer suporte. Nenhuma instituição resolve esse problema sozinha. Por isso, a união entre os órgãos municipais, estaduais e federais é essencial para garantir um atendimento eficiente, humanizado e transformador”, destacou.
R$ 4 milhões Após quase seis anos, o Centro de Excelência Professor Gonçalo Rollemberg Leite, em Aracaju, retornará à sua sede original. A unidade foi totalmente revitalizada e modernizada pelo Governo de Sergipe. Com investimento de quase R$ 4 milhões do Tesouro do Estado, foram realizadas obras de reforma, ampliação e climatização da escola. Esta é a 93ª obra entregue na área da Educação em 42 meses da gestão Mitidieri. Ao todo, os investimentos do Governo do Estado já ultrapassam R$ 225 milhões, contribuindo para transformar a realidade das escolas da rede pública estadual.

MPT-SE discute impactos das mudanças climáticas no trabalho Ondas de calor, enchentes, deslizamentos. As mudanças climáticas são realidade com consequências diretas na vida da população. Mas de que forma elas impactam o meio ambiente do trabalho? Esse será o tema de uma Audiência Pública promovida pelo Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE) no dia 8/6. Saúde O procurador do Trabalho e coordenador regional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho e da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Codemat), Alexandre Alvarenga, afirma que discutir esse assunto é um caminho para a proteção de trabalhadores. “Tivemos episódios sérios no Rio Grande do Sul, em Minas Gerais e aqui em Sergipe não é diferente. As variações climáticas impactam diretamente a vida de trabalhadores e é justamente isso que queremos abordar nessa audiência”, ressaltou.
20 municípios mais populosos Foram convidados representantes dos 20 municípios mais populosos de Sergipe e as principais empresas de setores que são mais afetados pelas mudanças climáticas, a exemplo da construção civil e agricultura, além de entidades sindicais, Centros de Referência em Saúde do Trabalhador e Vigilância Sanitária. “Nosso objetivo é debater essa temática e, a partir daí, colher as opiniões, saber quais providências instituições e empresas podem adotar. Também vamos expedir algumas recomendações para que, juntos, possamos enfrentar esse cenário relacionado ao meio ambiente do trabalho”, explicou o procurador Alexandre Alvarenga.
Local A Audiência Pública “Impactos das Mudanças Climáticas no Meio Ambiente do Trabalho” será realizada na próxima segunda-feira, 8/6, a partir das 9h, no auditório do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (Av. Desembargador Maynard, n. 72 – bairro Cirurgia, Aracaju).
Alerta por SMS: Aracaju lidera ranking de cadastros na Região Nordeste Até o final de abril, pouco mais de 60 mil pessoas residentes na capital sergipana estavam cadastradas no Sistema de Alerta 40199 da Defesa Civil de Aracaju, órgão vinculado à Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seminfra). O número representa 9,14% da população total (657 mil habitantes/Censo IBGE-2022) da capital, percentual que é o maior entre as capitais da Região Nordeste.
Aumento Apesar da liderança percentual, Aracaju ainda precisa aumentar o número de aparelhos telefônicos cadastrados no sistema de alerta. “A situação não é exclusiva da nossa capital. Infelizmente, em muitas outras, a situação é semelhante. Pelo SMS enviado, a população pode se preparar melhor para enfrentar a chuva”, explicou Valéria Bispo, engenheira e coordenadora-geral da Defesa Civil de Aracaju.
Números De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em números absolutos Aracaju fica na quarta posição regional, que tem no topo do ranking Salvador/BA (116.145 ou 4,8%), seguida de Recife/PE (71.622 ou 4,8%) e Fortaleza/CE (69.673 ou 2,8%). A capital com menor número de cadastros é João Pessoa/PB com 22.910 cadastros (2,5%).
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