domingo, março 22, 2026

Para se candidatar, Simone Tebet sai do MDB, mas no partido ninguém sentirá falta


Tebet: O Brasil não só tem tudo pra dar certo, como vai dar certo — Secretaria de Comunicação Social

Simone Tebet será uma ausência que preenche uma lacuna

Vicente Limongi Neto

É preciso ter grandeza para fazer política. Mas nem todo mundo entende isso. Simone Tebet deixa o MDB. Não fara a menor falta. Não deveria nem ter entrado no partido de Ulysses Guimarães, José Sarney, Mário Covas, Teotônio Vilela e Renan Calheiros. Como ministra do Planejamento, foi zero à  esquerda e à direita.

Simone cospe no prato que comeu e se lambuzou. No MDB, Tebet ganhou visibilidade. Que sirva de lição para o partido, que precisa passar a ser mais seletivo em suas escolhas.

A REBOQUE – Com mais de 800 prefeituras, não pode ficar eternamente a reboque do PT que tem menos de 300 prefeituras. O MDB precisa manter a dignidade e a grandeza, conquistadas em lutas democráticas.

Arrogante, dissimulada e pretensiosa, Simone Tebet foi para o PSB. Com apenas 15 prefeitos dos 645 em São Paulo. Não aparece nem com traço nas pesquisas para o senado. Mostra o que sempre foi.

Nas eleições para presidente do Senado, Renan Calheiros era o virtual eleito. Tebet disputou com Renan e perdeu na votação da bancada. No plenário, traiu Renan, que acabou perdendo para Davi Alcolumbre. O PSB, ao abrigar Simone Tebet, ganhou oceânico presente de grego. Bom proveito.


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