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PONDO REMENDO EM REDE VELHA...
A vida nos mostrar que
o ser humano em suas qualidades natas, individuais, diferente das qualidades inatas
que se atribuem a alguns da espécie humana, nos faz entender com clareza o
perfil de cada um, quer por suas ações já realizadas ou por demonstração do se
reconhecer pequeno e não produtivo, volta-se a defesa de quem à sua frente
espalha migalhas ao chão, migalhas essas que lhes servem de sustentação dia a
dia, é incapaz de produzir ou criar algo seu, pois até as cópias que faz saem
pioradas, mas mesmo assim não é capaz de enxergar o desprezo com o qual é visto,
categoria de capacho, menino de recado, únicos feitos para agradar, já que nada
mais aprendeu!
Vemos ainda que a mania
de por roupa nova em caras velhas permanecem sendo copiadas, velhos sistemas
que se repetem através da ausência de capacidade para criação de coisa própria,
então, nada mais do que repetição de cópias, e que agora são copiadas nas
piores de suas formas, suplantando a própria mediocridade, e nada mais do que
reafirmando o já sabido, incompetência para inovar, mas se sobressaindo em um
ponto em particular: o somatório de erros, pois esses, mesmos praticados em
excessos que suplantam a história passada, apenas pioraram as práticas dos
mesmos erros, inclusive das novas maneiras de fazer e pratica-los, ratificando
o já dito, até as cópias são pioradas.
Aprendi com um
professor de que há cinco degraus para se alcançar a sabedoria, que são: calar, ouvir, lembrar, sair e estudar!
Parei para analisa-los e assim pude defini-los:
Calar – quando diante de uma situação onde o diálogo se perdeu
no sentido de gerar algo produtivo, não vale a pena por remendo em rede velha,
ela rasgará a margem da costura e continuará rasgando, chegou o seu tempo, isso
nos ensina que muitas vezes é melhor calar a querer justificar o injustificável,
silencie e aprenda mais;
Ouvir – princípio da sabedoria para o aprendizado, pois quem não
é capaz de ouvir está de antemão condenado ao fracasso, saber ouvir, nos leva a
fazer melhor análise de cada pré-julgamento, pois se ninguém é dono da verdade,
devemos ter humildade para saber ouvir e assim aprender mais;
Lembrar – para aperfeiçoar-se e não continuar praticando os mesmos
erros do passado, ao tempo em que busca melhorar a si mesmo, utilizando-se da
biblioteca construída com todo aprendizado passado;
Sair – é ter consciência de que “bater em retirada” não é se sentir derrotado, é na realidade, uma
estratégia para retornar com mais força e conhecimento sobre o ponto de
partida, acaso julgue necessário ali voltar, há momentos em que a permanência
só piora os erros, ampliando-os;
Estudar – o único caminho para que o cidadão saia da ignorância e
não se perca na caminhada evolutiva da história, quem não estuda não aprende,
quem não aprende ignora, passa a viver em torno do que lhe é dito ou do ouvi
dizer, quando lê não sabe interpretar, se julga, o faz de forma empírica, não
analisa por lhe faltar discernimento entre o certo e o errado. Aqui está nossa
realidade do momento ora vivido.
J. M. VARJÃO
Em, 12/01/2019.
Nota da redação deste Blog - Caro José Mário, apenas te parabenizar por essa sábia matéria, e completar esse curto comentário com o pensamento:
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