
Abreu acusou o hospital de complô para eleger Bolsonaro
Deu na Folha
O Hospital Israelita Albert Einstein anunciou que irá processar o ator da Globo José de Abreu, 72 anos, por conta de um tuíte no qual ele acusa a instituição de ter apoiado o atentado contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). “Teremos um governo repressor, cuja eleição foi decidida numa facada elaborada pelo Mossad, com apoio do hospital Albert Einstein, comprovada pela vinda do PM (primeiro-ministro) israelense, o fascista matador e corruptor Bibi. A união entre a igreja evangélica e o governo israelense vai dar m*”, dizia o tuíte em questão, publicado por Abreu no dia da posse de Bolsonaro como presidente do Brasil e apagado minutos depois.
Em nota, o hospital qualifica a acusação como “grave, insultuosa e infundada”, além de afirmar que tomará medidas judiciais contra Abreu, para “zelar por seu compromisso com a sociedade brasileira”.
Durante a corrida eleitoral, Abreu, que apoiou Haddad no segundo turno, chegou a se indispor com a colega de canal Regina Duarte, por seu apoio a Bolsonaro.
“Não respeito artista que apoia fascista”, afirmou na ocasião.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A direção do Hospital Albert Einstein deveria rever sua decisão. O ator retirou do ar a ofensa minutos depois de tê-la postado, praticamente ninguém leu, até porque José de Abreu não está com essa bola toda. Seu comportamento foi infantil e patético. Na verdade, ele não ofendeu ao hospital – o principal ofendido foi ele próprio, que demonstrou ser irresponsável e não ter medo do ridículo. Depois dessa bobajada, quem pode levar a sério alguma coisa dita por ele? (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A direção do Hospital Albert Einstein deveria rever sua decisão. O ator retirou do ar a ofensa minutos depois de tê-la postado, praticamente ninguém leu, até porque José de Abreu não está com essa bola toda. Seu comportamento foi infantil e patético. Na verdade, ele não ofendeu ao hospital – o principal ofendido foi ele próprio, que demonstrou ser irresponsável e não ter medo do ridículo. Depois dessa bobajada, quem pode levar a sério alguma coisa dita por ele? (C.N.)