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William Maia e Da Redação A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (10/10), em Minas Gerais, o empresário Marcos Valério. A prisão faz parte da operação Avalanche, que desarticulou um grupo de empresários despachantes aduaneiros, advogados e policiais civis e federais que teriam praticado extorsão, fraudes fiscais e corrupção.Além de Valério, foram presas outras 16 pessoas —dois policiais civis, três policiais federais da ativa, três advogados, um servidor da Receita Federal, três empresários e três delegados da PF aposentados.O grupo responderá pelos crimes de corrupção ativa e passiva, extorsão, formação de quadrilha, contrabando e descaminho, quebra de sigilo e divulgação de dados sigilosos. A juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo, é responsável pelo caso.Segundo a PF, Marcos Valério atuava como conselheiro dessa empresa, localizada na região de Sorocaba (SP) e com atuação no bairro de Brás (centro de São Paulo). A prisão é temporária e vale por cinco dias, podendo ser prorrogada por mais cinco.O grupo investigado atuava em três núcleos distintos e interligados. O primeiro obtinha informações privilegiadas sobre determinados empresários que apresentavam problemas com o Fisco. Com base nesses dados, praticavam extorsão, exigindo valores em troca de possível solução. Um fiscal da Receita Federal foi preso por supostamente fornecer informações para esse grupo. O segundo grupo atuava em fraudes fiscais. Contando com a ação de despachantes aduaneiros no Porto de Santos, praticavam importações ilegais por meio de empresas de fachada. O terceiro grupo foi identificado no momento em que uma empresa que havia sido autuada pela Receita Estadual em mais de R$ 100 milhões utilizou-se, como tática de defesa, da desmoralização dos fiscais responsáveis pela autuação através da instauração de inquérito policial com base em fatos inverídicos. Os fatos imputados aos fiscais foram ainda amplamente noticiados pela imprensa de Santos e em coluna de repercussão nacional.Marcos Valério faria parte desse esquema, segundo a PF, intermediando a relação entre dois delegados federais de Santos e policiais civis da capital, instaurando inquéritos fraudulentos contra fiscais da Receita paulista. O sócio do empresário, Rogério Tolentino, também foi preso sob as mesmas acusações. Valério, Tolentino e outros dois empresários foram presos em Minas Gerais e transferidos para a carceragem da Polícia Federal em São Paulo.Segundo a PF, foram apreendidos mais de R$ 500 mil na casa de um empresário em Minas Gerais. O órgão cumpriu 17 mandados de prisão (8 preventivas e 9 temporárias) em São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo e 33 mandados de busca e apreensão.
Fonte: Última Instância
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