Ministra acabou aplaudida depois de exaltar as realizações do governo do presidente Lula
SÃO PAULO - A ministra do Turismo, Marta Suplicy, foi vaiada ontem ao discursar no evento promovido pela Força Sindical, em São Paulo, para comemorar o Dia do Trabalho. A manifestação do público começou assim que Marta foi anunciada pelo anfitrião da festa, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, como ex-prefeita de São Paulo.
Para minimizar o constrangimento à convidada, o parlamentar voltou ao microfone e fez um apelo. "Gente, ela não está aqui como prefeita. Vamos ouvi-la", pediu. As vaias logo cessaram. Foi a primeira vez que a petista, assídua freqüentadora do palco da festa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), participou do ato da Força.
Marta falou menos de cinco minutos, exaltou realizações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área econômica, ressaltou a origem humilde e o passado de trabalhador dele e conseguiu arrancar aplausos do público no final do seu pronunciamento.
Em entrevista, Marta disse que não ficou constrangida e considerou "normal" e "natural" a vaia recebida na sua chegada. "Um pequeno grupo vaiou. Muita gente aplaudiu. Não dá para ir numa reunião desse porte e não ter algumas pessoas que vaiam. Isso você sabe antes de vir", comentou.
Chinaglia
O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, evitou dar sua posição sobre a proposta de redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, durante a festa de 1º de Maio promovida pela CUT em Interlagos, Sona Sul de São Paulo.
Porém, reconheceu os benefícios da diminuição do número de horas trabalhadas. "Eu avalio que a redução da jornada cria condições de aumentar o numero de empregos no País", disse. Chinaglia citou a Constituição da 1988, que reduziu a jornada semanal de 48 para 44 horas, destacando que a mudança "não quebrou empresas e nem tirou a competitividade do País".
Entretanto, ele destacou sua posição de presidente da Câmara, e acrescentou: "Não estou aqui para defender posições." Ele afirmou que vai ouvir dirigentes sindicais e criar condições para ouvir aqueles que sejam contrários à proposta.
Chinaglia chamou atenção para o fato de que instituiu uma Comissão Especial para avaliar a proposta. "Já está constituída a comissão e (a proposta) vai, em algum momento, para o plenário", declarou.
Fonte: Tribuna da Imprensa
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