segunda-feira, março 30, 2026

Valdemar diz que Flávio terá de mostrar programa e torce por vice mulher na chapa do PL

 

Valdemar diz que Flávio terá de mostrar programa e torce por vice mulher na chapa do PL

Por Geovani Bucci, Lavínia Kaucz e Pedro Penteado, Estadão Conteúdo

30/03/2026 às 16:15

Foto: Divulgação/Arquivo

Imagem de Valdemar diz que Flávio terá de mostrar programa e torce por vice mulher na chapa do PL

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira, 30, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) "vai ter que mostrar o que vai fazer" e "não deve perder tempo" atacando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Valdemar disse ainda torcer para que Flávio escolha uma mulher como candidata a vice na chapa do partido para a eleição presidencial de 2026.

"Ele está se preparando para isso. Está fazendo plano de governo para poder apresentar algo que seja real e que seja viável", disse Valdemar em evento do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo.

Sobre a vice, o presidente do PL foi direto: "Eu torço para que seja uma mulher. Porque as mulheres, apesar de ter pouca mulher aqui, são muito melhores do que os homens, em todos os sentidos"

Valdemar comparou Flávio ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e avaliou o senador de forma positiva. "O Flávio tem um comportamento diferente, lógico, não é a mesma pessoa do Bolsonaro. É um camarada que escuta mais, ouve mais, é mais preparado, é mais político, tem tudo para dar certo."

O dirigente admitiu que há tensões internas na família Bolsonaro, mas disse que o partido precisará equacioná-las antes de 2026. "Eles têm problema na família, lógico, mas nós vamos ter que resolver todos, porque essa eleição vai ser decidida por muito pouca diferença. Se nós não resolvermos esses problemas dentro da família, o Eduardo Bolsonaro não volta mais para o Brasil", afirmou, referindo-se ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos.

Valdemar também disse que o PL formará "a maior coligação", com partidos que hoje têm espaço no governo federal mas querem apoiar Flávio.

Crescimento do PL

O presidente do PL prevê que o partido deve encerrar a janela partidária, neste sábado, 4, com mais de 100 deputados federais. O PL tem hoje 94 deputados na Câmara. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Valdemar projetou chegar a 28 deputados estaduais

Ele também citou pesquisas eleitorais recentes que mostram Flávio Bolsonaro empatado com Lula. "Estamos vendo que o governo colabora muito com o nosso crescimento, por tudo que tem acontecido no País", afirmou.

CPI do Banco Master

Valdemar defendeu a criação da CPI do Banco Master no Senado e reclamou da falta de apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para instalar a comissão. A abertura depende da leitura do requerimento por Alcolumbre.

Segundo ele, "quem não assinou CPI mista do Banco Master no Senado foi a base do governo federal". Valdemar negou envolvimento do PL no caso e afirmou que a resistência da base governista indica que "deve ter gente do governo federal envolvida no caso do Banco Master".

Um grupo de senadores ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar garantir a instalação da comissão, que já reúne o mínimo de assinaturas necessárias. A ação é relatada pelo ministro Kássio Nunes Marques.

Politica Livre

Alckmin deixa ministério, pressiona Lula e mantém incógnita sobre 2026


Alckmin diz que seu futuro político será definido por Lula

Deu no O Globo

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 2 de abril para se dedicar às eleições. Ele seguirá como vice-presidente até o fim do mandato.

Ainda não está definido se Alckmin seguirá como vice do presidente Lula (PT) em sua chapa à reeleição em outubro ou se irá concorrer a outro cargo, mas para disputar qualquer cargo ele precisa se desincompatibilizar da função de ministro, de acordo com a Lei Eleitoral.

DESINCOMPATIBILIZAÇÃO – “Cumprindo a legislação, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então, a data é 4 de abril, mas dia 3 é Sexta-feira Santa… então provavelmente dia 2.”, falou durante evento da Confederação Nacional da Indústria, em São Paulo, sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia. Indagado sobre seu futuro político, Alckmin apenas afirmou que “o presidente define”.

Na noite da última sexta-feira, Alckmin participou da filiação de Simone Tebet ao PSB, que vai concorrer ao Senado por São Paulo. “Vamos ter, este ano, uma escolha entre quem respeita o povo e quer democracia e quem gosta de ditadura, que é mandar no povo”, declarou Alckmin no evento, que ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

CANDIDATO AO SENADO – Há algumas semanas, Lula sinalizou que Alckmin também poderia ser candidato ao Senado na chapa de Fernando Haddad (PT) na eleição paulista. O vice-presidente, porém, deseja ficar no cargo de vice-presidente.

Dirigentes do PSB optaram por não rebater publicamente o assunto, mas admitem, sob reserva, que o presidente tensiona a relação e gera certa pressão e constrangimento com Alckmin. Isso porque, segundo interlocutores, o presidente nacional da sigla, João Campos, prefeito de Recife, já deixou claro a Lula que o único ponto não negociável da aliança eleitoral passa pela manutenção do vice-presidente no cargo.

O partido, nesse sentido, não pretende criar empecilhos para a segunda vaga ao Senado em São Paulo, nem pela composição com Haddad, assim como se coloca à disposição para impulsionar a campanha paulista do PT. Mas, segundo afirmam essas fontes consultadas pelo GLOBO, a alternativa de Alckmin, caso seja preterido em nome de uma articulação com uma sigla do Centrão, como o MDB, seria “voltar para casa”, e não encarar as urnas para outra função pública.


"A corrupção na modernidade periférica..." by Revista Eurolatinoamericana de Derecho Administrativo

 

A corrupção na modernidade periférica sob a ótica do constitucionalismo brasileiro
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Author Photo Revista Eurolatinoamericana de Derecho…
2019, Revista Eurolatinoamericana De Derecho Administrativo
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ABSTRACT
Este trabalho tem o escopo de analisar a posição do Estado (pós)moderno em relação ao combate à corrupção, sob a ótica do desenvolvimento histórico do constitucionalismo, levando em consideração a linha abissal do pensamento moderno, concretizada na reprodução da dualidade ensejadora da segmentação entre Estados...
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EDITORIAL: Transparência e Autoridade – O Caso do Pescado e o Resgate da Dignidade em Jeremoabo

 


EDITORIAL: Transparência e Autoridade – O Caso do Pescado e o Resgate da Dignidade em Jeremoabo


Por José Montalvão

Quem conhece a índole de Tista de Deda, herdada da retidão de seus pais, sabe que ele jamais usaria a necessidade dos menos favorecidos para fazer demagogia ou promoção pessoal — muito menos durante a Semana Santa, um período de sagrado respeito. A polêmica recente sobre a distribuição de peixes não passa de um transtorno causado por terceiros, que a gestão municipal enfrentou com a rapidez e o rigor que a lei exige.

É preciso deixar claro: o prefeito jamais autorizaria a doação de "apenas cabeças de peixe" para famílias que, muitas vezes, contam apenas com esse auxílio para realizar sua ceia de Sexta-feira Santa. O que ocorreu foi um descumprimento grave por parte da empresa fornecedora, e a resposta da prefeitura foi imediata.


1. O Rigor da Lei contra o Desrespeito ao Povo

Assim que tomou conhecimento de que a empresa responsável não estava cumprindo as especificações do contrato de aquisição dos pescados, Tista de Deda não hesitou:

  • Suspensão Imediata: As entregas programadas para os dias 30 e 31 de março foram suspensas e canceladas para evitar que o povo recebesse um produto fora dos padrões de qualidade exigidos.

  • Rescisão Contratual: Fazendo valer a Lei Federal nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações), o prefeito determinou a rescisão do contrato. Em Jeremoabo, empresa que não cumpre o que assina e tenta ludibriar a administração pública sofre as sanções da lei.

2. O Fim da Era onde as Empresas Ditavam as Regras

Houve um tempo em Jeremoabo em que as empresas fornecedoras faziam o que queriam, ditavam as normas e a gestão aceitava calada. Essa era acabou. Nesta gestão, em primeiro lugar está a transparência e o respeito ao dinheiro público. Se o produto não é de excelência para o cidadão, ele não entra na casa do jeremoabense. O transtorno causado pela empresa é lamentável, mas a postura firme do prefeito em rescindir o contrato mostra que ninguém está acima do bem-estar da população.


3. Solução Garantida: O Povo não ficará Desassistido

A administração municipal já adotou medidas emergenciais para sanar o problema. O objetivo é garantir que as famílias carentes não sejam prejudicadas pelo erro da fornecedora e tenham garantida a sua ceia.

  • Compromisso Social: Não existe problema sem solução para quem governa com o coração voltado para o social.

  • Ação Corretiva: A Secretaria de Assistência Social está trabalhando incansavelmente para que o alimento chegue à mesa com a dignidade que o povo merece.


Conclusão: A Verdade sempre Prevalece

Tentar manchar a imagem de um gestor sério por conta de uma falha de fornecedor é o último recurso de uma oposição desesperada. Tista de Deda provou, com a rescisão do contrato e a transparência da nota oficial, que seu compromisso é com a qualidade e com a lei.

O transtorno passa, a solução chega, mas a autoridade de quem não aceita o erro permanece. Jeremoabo agora tem um prefeito que fiscaliza, que pune o mau fornecedor e que protege o cidadão.


Blog de Dede Montalvão: Informação com responsabilidade e defesa da verdade.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

Debandada no governo Lula: 16 ministros deixam cargos para disputar poder nos estados


Prazo para a desincompatibilização termina no sábado 

Guilherme Balza
G1

Pelo menos 16 ministros vão deixar suas pastas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana para concorrer a algum cargo nas eleições de outubro ou para ajudar nas campanhas nos estados, segundo levantamento feito pela GloboNews. O número pode subir, uma vez que a situação de quatro ministros ainda não está definida. O terceiro mandato de Lula deve bater o recorde de saídas de ministros para disputar as eleições.

No governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2022, foram 10 trocas, mesmo número observado nos últimos anos de mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2014, e do segundo governo de Lula, em 2010. O prazo para a desincompatibilização de cargos públicos para disputar as eleições termina no próximo sábado (4), mas Lula fará uma reunião nesta terça-feira (31) com os atuais ministros e os substitutos, numa espécie de passagem de bastão. Segundo auxiliares, o presidente deseja efetivar o máximo de trocas já na terça.

AFASTAMENTO – Algumas autoridades que pretendem concorrer a cargos eletivos em outubro devem se afastar, de forma temporária ou definitiva, do cargo ou função que ocupam. Os prazos variam de três a seis meses, dependendo da função atual de quem deseja disputar um mandato.

O elevado número de saídas neste ano tem dois motivos principais: para melhorar a governabilidade, Lula montou um gabinete com muitos ministros, de vários partidos, que foram eleitos para o Legislativo em 2022 e agora vão tentar se eleger novamente. Além disso, o presidente escalou seus principais auxiliares para disputar as eleições, seja para ajudá-lo a conseguir votos nos estados ou para tentar impedir que a oposição eleja muitos senadores.

De acordo com auxiliares de Lula, o presidente quer minimizar a possibilidade de que as trocas atrapalhem o andamento do funcionamento do governo. Por isso, na maioria dos casos, os secretários-executivos dos ministérios – que estão logo abaixo dos atuais titulares na hierarquia das pastas – foram escolhidos para substituir os ministros. No entanto, há algumas exceções. Bruno Moretti, que hoje é secretário de Análise Governamental da Casa Civil, é um nome citado por auxiliares de Lula para ocupar a vaga de Simone Tebet (PSB) no Ministério do Planejamento e Orçamento.

“SUCESSOR NATURAL” – O nome dado como certo para substituir Gleisi Hoffmann (PT) na articulação política era o do chefe do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, Olavo Noleto. A própria ministra o qualificou como um “sucessor natural”.

Porém, nos últimos dias, Lula manifestou a aliados que deseja alguém com experiência no Legislativo, ou seja, que já tenha cumprido mandato como senador ou deputado, o que não é o caso de Noleto. O chefe do Conselhão, no entanto, ainda não está descartado.

SAÍDA CONFIRMADA – Ministros com saída confirmada do governo e que podem disputar governos estaduais: Fernando Haddad (PT), da Fazenda, já deixou o governo e lançou pré-candidatura ao governo de São Paulo; Renan Filho (MDB), dos Transportes, deve disputar o governo de Alagoas, onde já foi governador por dois mandatos.

Podem disputar o Senado:  Rui Costa (PT), da Casa Civil, concorrerá ao Senado na Bahia, estado que governou por oito anos; Gleisi Hoffmann (PT), da Secretaria de Relações Institucionais, já foi senadora pelo Paraná e deve disputar uma das duas vagas no mesmo estado; Simone Tebet (PSB), do Planejamento, mudou do MDB para o PSB e também o domicílio eleitoral do Mato Grosso do Sul para São Paulo, pode fazer parte da chapa de Haddad; Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente, pode mudar de partido e também se lançar ao Senado por São Paulo; André Fufuca (PP), do Esporte, é deputado atualmente e deve ser candidato ao Senado pelo Maranhão; Carlos Fávaro (PSD), da Agricultura, foi exonerado para tirar vaga da oposição na CPMI do INSS na sexta-feira (27) e disputará reeleição em Mato Grosso. Waldez Góes (PDT), da Integração Nacional, pode disputar o Senado no Amapá, onde já foi governador.

Podem disputar vaga na Câmara dos Deputados:  Silvio Costa Filho (Republicanos), de Portos e Aeroportos, mantinha o desejo de ser candidato ao Senado por Pernambuco, mas deve se candidatar à reeleição para deputado; Paulo Teixeira (PT), do Desenvolvimento Agrário, vai disputar a reeleição por São Paulo; Anielle Franco (PT), da Igualdade Racial, vai disputar sua primeira eleição disputando uma vaga na Câmara pelo Rio de Janeiro; Sônia Guajajara (PSOL), dos Povos Indígenas, disputará a reeleição por São Paulo.

ASSEMBLEIAS ESTADUAIS – Pode disputar vaga nas assembleias estaduais: Macaé Evaristo (PT), dos Direitos Humanos, deve concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Devem ajudar nas campanhas: Geraldo Alckmin (PSB), da Indústria e Comércio Exterior, deve ser o vice novamente, além disso, deve ajudar na campanha estadual da chapa de Lula em São Paulo; Camilo Santana (PT), da Educação, deve coordenar a campanha de Elmano Freitas (PT) ao governo do Ceará, mas também pode ser o candidato do partido ao cargo.

INDEFINIÇÃO – Em situação indefinida estão: Márcio França (PSB), do Empreendedorismo, deseja disputar uma vaga ao Senado em São Paulo, mas também é cotado para substituir Alckmin no MDIC; Wolney Queiroz (PDT), da Previdência, estuda concorrer ao cargo de deputado federal em Pernambuco, embora o cenário mais provável seja a permanência no ministério; Alexandre Silveira (PSD), de Minas e Energia, pode ser candidato ao Senado em Minas Gerais ou seguir no governo para lidar com a crise dos combustíveis; Luciana Santos (PC do B), da Ciência e Tecnologia, que pode concorrer a algum cargo em seu estado natal, Pernambuco.

Outro ministro que deixará o governo, mas não para disputar um cargo nas eleições, é o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, que irá atuar como marqueteiro na campanha de Lula. A previsão é que ele deixe o governo apenas no meio do ano.


Caiado é lançado pelo PSD com discurso anti-Lula e críticas ao legado Bolsonaro


Kassab diz que Caiado será a “terceira via” no pleito

Yago Godoy
O Globo

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a decisão de lançar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o pré-candidato do partido à Presidência da República, foi motivada pelo fato do goiano ter “mais chances” de alcançar o segundo turno das eleições e, segundo ele, vencer a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O líder partidário rechaçou que Caiado será a “terceira via” no pleito, sendo definido como uma “alternativa aos brasileiros”.

“A decisão foi por uma questão eleitoral, entendendo que Ronaldo Caiado tem mais chances de chegar no segundo turno. E chegando no segundo turno, que precisa chegar no segundo turno para ganhar as eleições, ele vencerá as eleições “, disse Kassab, em declaração concedida durante o evento Banco Safra Macro Day.

ELOGIOS – Kassab elogiou os outros presidenciáveis do PSD — os governadores Ratinho Junior, do Paraná, que desistiu da disputa, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, preterido pelo partido em relação a Caiado. Na manhã desta segunda-feira, Leite publicou um vídeo em que criticou a decisão e disse que postura mantém cenário de “polarização radicalizada”.

“Isso (escolher Caiado) não quer dizer que o Ratinho não teria sido um excelente candidato e um grande presidente da República. E da mesma maneira o Eduardo Leite, com a sua juventude, a sua vontade de acertar e, assim como o Ratinho, com a sua excelência e sua excelente gestão”, avaliou Kassab.

Ainda de acordo com o presidente do PSD, Caiado se colocaria como uma alternativa após os resultados de governos recentes. Ele declarou que os resultados positivos de Lula no campo social são “inegáveis”, mas criticou a gestão econômica do petista e os recentes “casos de corrupção”. Já ao lembrar do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Kassab afirmou que ele foi “lamentável” durante a pandemia da Covid-19, o que justifica sua rejeição.

OPORTUNIDADE – “Os últimos governos, e tanto a família Bolsonaro, quanto a família petista, tiveram suas oportunidades. A gente quer que venha alguém que ainda não teve oportunidade, e foi muito bem-sucedido em todas as missões que teve na sua carreira”, afirmou.

Nos últimos dias cresceu uma pressão, vinda de personalidades de centro de fora do PSD, para que Eduardo Leite fosse o escolhido. Os economistas e ex-presidentes do Banco Central Armínio Fraga e Pérsio Arida se posicionaram publicamente a favor de uma candidatura de Leite, mas a posição na cúpula do partido é que Caiado ainda seria o melhor nome para representar a sigla.

Já Ratinho Júnior desistiu da candidatura presidencial depois de considerar que estava com o futuro político ameaçado no Paraná, após o PL formalizar uma aliança com o senador Sergio Moro. Depois de indicar que aceitaria a candidatura, o governador recuou de olho na sucessão no comando de seu estado.

SUCESSÃO DIFÍCIL –  Se Eduardo Leite enfrenta um cenário interno adverso no Rio Grande do Sul, Caiado, pavimentou um caminho mais sólido para eleger seu sucessor, o vice-governador Daniel Vilela (MDB). Responsável por uma das gestões mais bem avaliadas do país, o governador deixar o cargo nas mãos de Vilela nesta semana, que terá liberdade para operar o governo até as eleições.

O vice de Caiado é filho de Maguito Vilela, que chefiou Goiás entre 1995 e 1998. A pré-candidatura foi lançada em 14 de março, em evento marcado pela formalização da filiação de Caiado ao PSD e que contou com a presença do presidente da sigla, Gilberto Kassab, e do líder nacional do MDB, o deputado federal Baleia Rossi (SP).

PRETERIDO – Já Leite, por sua vez, agora preterido na corrida à Presidência, precisa deixar o Executivo gaúcho até o prazo máximo de desincompatibilização, estipulado para 4 de abril. A definição faria com que o vice, Gabriel de Souza (MDB), assumisse o governo a seis meses do pleito, o que lhe permitiria ampliar a capilaridade no estado e buscar consolidar costuras de olho em uma candidatura mais forte à reeleição.

Apesar disso, na semana passada, o governador gaúcho já havia declarado que, caso não fosse o escolhido por Kassab, ficaria no cargo até o fim de seu mandato, que termina em dezembro. O cenário dificulta a vida de Gabriel, que possui a forte concorrência do deputado federal bolsonarista Luciano Zucco (PL) e, à esquerda, dos ex-deputados estaduais Edegar Pretto (PT) e Juliana Brizola (PDT) — todos aparecem com vantagem sobre Souza nas pesquisas de intenção de voto.

EDITORIAL: A "Política do Farelo" – Onde a Oposição Tenta Criar Escândalo em Cima da Mesa do Pobre


EDITORIAL: A "Política do Farelo" – Onde a Oposição Tenta Criar Escândalo em Cima da Mesa do Pobre


Por José Montalvão 

Enquanto o prefeito Tista de Deda trabalha para garantir que o alimento chegue à mesa de quem mais precisa nesta Semana Santa, a oposição de Jeremoabo — que nada faz em benefício do povo a não ser criticar — resolveu descer ao nível do rasteiro. Estão tentando transformar um pacote de peixe em uma "propaganda negativa" barata, pelo simples fato de terem encontrado cabeças e partes de pescado em algumas embalagens.

Para esses "desinformados" de plantão, é preciso dar uma aula básica de gestão e de realidade: o Município doa o peixe por quilo, e não por unidade. O que importa é o peso que garante a refeição, e não a estética do corte que agrada aos olhos de quem nunca passou fome.


1. A Verdade sobre a Distribuição: Tradição, não Obrigação

É fundamental esclarecer à população que a distribuição de peixe durante a Semana Santa não é uma obrigação legal. Não existe lei federal que obrigue prefeituras a comprar ou entregar pescado.

  • Ação Facultativa: Essa é uma iniciativa de sensibilidade social do prefeito Tista de Deda. Depende de planejamento, orçamento e vontade política da Secretaria de Assistência Social.

  • Foco no Social: O programa "Peixe na Mesa" é desenhado para famílias carentes cadastradas. E quem realmente precisa, quem sabe o valor de ter o que comer, não reclama se recebeu uma cabeça ou um rabo; reclama quem quer usar a pobreza alheia como "cobaia" para ganhar curtidas em rede social.


2. O Peixe é apenas um Símbolo do Cuidado com o Povo

A oposição tenta fazer barulho com um pacote de peixe porque não consegue apagar as benfeitorias gigantescas que a gestão vem realizando. O prefeito Tista de Deda faz questão de doar muito mais do que o alimento da Semana Santa:

  • Doa Saúde: Com a ampliação histórica do Hospital Municipal.

  • Doa Educação: Com equipamentos e mobiliários novos para nossas crianças.

  • Doa Infraestrutura: Tirando Jeremoabo da inadimplência para pavimentar ruas e povoados.

  • Doa Dignidade: Levando água e segurança para onde antes só havia promessa de véspera de eleição.


3. O Desespero de quem Nada Tem a Oferecer

O que realmente incomoda a oposição é ver Jeremoabo avançando "tudo pelo social". Como eles não têm obras para mostrar, nem recursos para apresentar e muito menos diálogo com o povo, restou-lhes a tática da "imbecilidade": caçar cabeças de peixe para tentar jogar o cidadão contra a administração.

É uma estratégia cruel, que tenta usar a fé e a necessidade das famílias humildes como instrumento de politicagem. Mas o povo de Jeremoabo é sábio. O cidadão sabe quem é que está trabalhando o ano inteiro e quem é que só aparece para colocar defeito no que é dado de coração.


Conclusão: Mais Respeito com o Alimento do Povo

Nesta Semana Santa, enquanto a prefeitura garante a tradição na mesa do pobre, a oposição mastiga a própria amargura. O prefeito Tista de Deda segue focado no que interessa: reconstruir Jeremoabo com trabalho, transparência e respeito ao dinheiro público.

Que a paz e o espírito de reflexão prevaleçam. E que a "política do farelo" da oposição continue onde deve estar: no esquecimento de quem não tem projeto para a nossa terra.


Blog de Dede Montalvão: Defendendo quem trabalha e denunciando a demagogia de quem só sabe criticar.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)



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