quarta-feira, junho 18, 2025

PF acusa “Abin de Lula” de impedir investigação da “Abin de Bolsonaro”


Delegado aposentado da PF é nomeado diretor-geral da Abin

Diretor Luiz Fernando Corrêa comandava a blindagem

Aguirre Talento
do UOL

A Polícia Federal apontou, no relatório final da investigação sobre irregularidades na Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que o atual diretor-geral do órgão, Luiz Fernando Corrêa, realizou ações para obstruir a investigação policial e também assediou moralmente a então corregedora da Abin para dificultar a apuração sobre desvios no uso de ferramentas de espionagem na agência.

Procurado por meio da Abin, Luiz Fernando Corrêa ainda não se manifestou sobre o indiciamento da Polícia Federal. Em depoimento, ele negou ter cometido irregularidades e disse que não tinha interesse em impedir apuração de fatos envolvendo a gestão anterior.

IRREGULARIDADES ATUAIS – A apuração da PF foi aberta para investigar irregularidades na gestão do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, da época do governo Bolsonaro. Mas a PF identificou desvios também nas ações da atual gestão da agência.

Luiz Fernando Corrêa é homem de confiança do presidente Lula e foi escolhido no início do governo para comandar a agência de inteligência. No mandato anterior de Lula, ele havia sido diretor-geral da Polícia Federal.

Por causa dos fatos identificados na investigação, Luiz Fernando Corrêa foi indiciado sob acusação de três crimes: embaraço à investigação de organização criminosa, prevaricação por impedir a continuidade de operações ilegais sob sua gestão e coação no curso do processo “pelo uso de assédio moral e intimidação contra a ex-Corregedora e servidores, visando favorecer interesse próprio ou alheio nas investigações”.

OUTRO ENVOLVIDO – A PF também apontou que Luiz Fernando Nóbrega, chefe de gabinete de Luiz Fernando, teria cometido os mesmos crimes por auxiliar o diretor-geral nesses atos.

A PF descreve que Luiz Fernando adotou uma estratégia para intimidar os servidores da Abin e dificultar o repasse de informações às investigações.

De acordo com o relatório final, essas ações obstruíram o avanço da sindicância da Abin sobre o uso da ferramenta First Mile, que rastreava a localização de telefones e era usada na gestão Bolsonaro para monitorar adversários.

As apurações da sindicância só avançaram depois que foram encaminhadas à CGU (Controladoria-Geral da União). Segundo a PF, isso gerou ações de assédio moral de Luiz Fernando Corrêa contra a então corregedora.

Prossegue a PF: “A insatisfação com aqueles que colaborassem com a presente investigação era devidamente exposta pelo Diretor Geral da Abin tanto que defendeu em tom agressivo a intervenção na corregedoria”.

Essa intervenção foi concretizada com a nomeação de outra pessoa para a Corregedoria. De acordo com o relatório final, as ações de Luiz Fernando também dificultaram a colheita de provas pela PF, o que só foi possível com medidas ostensivas como a realização de busca e apreensão na agência.

“A Direção-Geral agiu para controlar as oitivas e garantir que os servidores não colaborassem com a apuração. A promessa de que a investigação seria ‘acomodada politicamente’ no STF e que tudo se resolveria numa sindicância interna funcionou como um salvo-conduto para o silêncio”, concluiu a Polícia Federal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Era só o que faltava. O escândalo da Abin Paralela se transforma num escândalo muito maior, atingindo a Abin de Lula. “Que país é esse?”, perguntaria o ex-governador Francelino Pereira, e o cantor Renato Russo responderia: “É o pais da esculhambação!”. (C.N.)


Netanyahu diz que o objetivo é evitar holocausto nuclear, mas quem acredita?


Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante coletiva de imprensa em Jerusalém

Netanyahu diz que Irã quer lançar bomba atômica em Israel

Wálter Maierovitch
do UOL

O premiê israelense Benjamin Netanyahu, conhecido no seu país pelo apelido de Bibi, busca legitimidade internacional para a operação Leão Nascente. As suas palavras, numa interpretação à luz do direito internacional, da geopolítica relativa ao Oriente Médio e da geoestratégica militar, podem ser entendidas com facilidade.

Bibi centrou, juridicamente e por não prever o direito internacional o chamado ataque preventivo (defesa preventiva), no “estado de necessidade”. Ou seja, no mesmo “estado de necessidade” invocado pelos EUA depois da tragédia terrorista do 11 de setembro.

NOVO HOLOCAUSTO – O premiê israelense falou em necessidade, para evitar o “holocausto nuclear”. A lembrar: há 80 anos os judeus foram vítimas do holocausto nazista. Agora, conforme Bibi, o Irã, com o programa atômico para fim não pacífico, tentaria varrer Israel do mapa.

Frisou Bibi, numa repetição do falado quando da ação do Mossad em Teerã e que resultou no assassinato do líder político do Hamas, não terem os judeus nada contra os iranianos, mas contra o sanguinário, opressivo e expansionista regime dos aiatolás.

Só faltou Bibi recordar ter sido o então xá da Pérsia, na ONU, favorável à criação do Estado de Israel.

ACORDO NUCLEAR – Pelo que se nota, bastou o Irã começar a colocar areia para não celebrar o acordo nuclear, com o governo Donald Trump, para Israel reagir.

A propósito, neste espaço foi informado, com base no que circulava entre os 007 da Inteligência europeia, o fim do prazo, na véspera do ataque de Israel ao Irã, dos 61 dias dado por Trump: prazo para a retomada das conversações sobre o acordo nuclear.

Também não foi olvidada a situação política interna de Netanyahu.

O premiê precisa de guerras para se manter no poder e evitar processo por corrupção, além do inquérito pela sua responsabilidade pelo 7 de outubro, quando o Hamas invadiu Israel pra fazer reféns.=.

LEÃO NASCENTE – O premiê Bibi Netanyahu não dá ponto sem nó. Como está amarrado numa coalizão com dois partidos religiosos, de matriz ortodoxa, Bibi foi buscar na Torá, mais especificamente no Livro dos Números, o nome da operação de guerra contra o Irã.

Usou o simbolismo dos leões (leoas e leões), capítulos 23-44): “O povo se levanta como a leoa que puxa os leões. E não irão parar até a presa ser devorada e bebido todo o sangue” (tradução livre do inglês).

O texto bíblico trata da convocação, pelo rei dos Moabiti, do bruxo e adivinho Ballaan. A meta era a eliminação dos judeus que haviam vagado 40 anos pelo deserto.

META DE BIBI – A ação militar de Israel conta com atuações complementares realizadas pelo Mossad, a agência de espionagem externa. No primeiro dia do ataque, foram assassinados o comandante da Guarda Revolucionária (Pasdaran) e o subchefe do Estado maior das Forças Armadas.

Netanyahu avisou que Ali Khamenei, o líder da teocracia iraniana, está na mira: em seguida o bairro onde mora Khamenei foi bombardeado.

Até o momento, 14 cientistas nucleares prestadores de serviços ao governo dos aiatolás morreram nos ataques. Algo a mostrar que a preocupação não é apenas arrasar os locais estratégios, mas eliminar as mentes responsáveis pelas implantações e objetivo final: bomba atômica.

META DO BINÔMIO – Bibi, na sua propaganda de guerra, usa um binômio: evitar o holocausto nazista e libertar o povo iraniano da tirania dos aiatolás.

Preocupados com o desenvolvimento da guerra entre Israel e o Irã, os estados árabes (o Irã é persa) assistem com preocupação essa guerra e isso porque não confiam em Netanyahu e nem nos aiatolás.

Quanto à bomba atômica, há décadas Israel tem seu estoque, porém não se imagina que venha a usá-las sem motivo justo.

Surpreso com nova queda nas pesquisas, Lula vive ‘Adeus, Lênin!’ nos trópicos

Publicado em 17 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

PETROBRAS E DENÚNCIAS DE CINGAPURA: “SIM! APURA!” – IPUB – Instituto de  Psiquiatria da UFRJ

Charge reproduzida do Arquivo Google

Bernardo Mello Franco
O Globo

No filme “Adeus, Lênin!”, uma senhora da Alemanha Oriental sofre um infarto, passa meses em coma e acorda sem saber que o Muro de Berlim havia caído. Para protegê-la do choque, o filho esconde a notícia e se esforça para simular um país e de um regime que não existem mais.

Um observador que dá expediente no Planalto cita a comédia alemã como metáfora do momento atual do governo. Dois anos e meio depois de voltar ao poder, Lula ainda não teria despertado para as mudanças na sociedade e na política.

QUEDA NAS PESQUISAS – O descompasso ajudaria a explicar seu mau desempenho nas pesquisas. Na semana que passou, o petista voltou a amargar 40% de reprovação no Datafolha. É o pior patamar já registrado em seus três mandatos. No fim do segundo, em dezembro de 2010, ele era aprovado por 83% dos brasileiros. Só 4% diziam rejeitar sua gestão.

Anos atrás, a popularidade de um presidente costumava espelhar os resultados da economia. Hoje a dinâmica é outra, e Lula se mostra surpreso ao ver que a recriação de programas antigos e o crescimento do PIB e da renda não parecem capazes de tirá-lo das cordas.

Na última década, a tecnologia transformou o modo de fazer e discutir política. O debate migrou dos palanques, onde o petista era imbatível, para as redes sociais, onde a oposição vence quase todas. A revolução digital também mudou o Congresso. Deputados que se engalfinhavam por espaço na Voz do Brasil hoje estão mais interessados em gravar vídeos curtos para o Instagram e o TikTok.

SEM VOLTA AO PASSADO – O nível da conversa piorou, mas não adianta sonhar com uma volta ao passado. Enquanto o campo progressista reclamava, a extrema direita aprendeu a operar o algoritmo a seu favor.

Sem concorrência nas redes, o bolsonarismo montou o que o professor Marcos Nobre chama de partido digital, uma máquina de produzir engajamento e voto. Essa engrenagem tem dado sucessivas surras no governo, como se viu na crise do Pix, na chamada taxação das blusinhas e no escândalo do INSS.

Em entrevista recente, a primeira-dama Janja admitiu que as novas formas de comunicação não chegaram ao Alvorada. “Vocês sabem que o meu marido é analógico, né? Ele não sabe usar os termos que a gente está acostumado a usar nas redes”, disse.

CELULAR DESGRAÇADO – Na quinta-feira, Lula manifestou inconformismo com esse novo mundo. “Não é possível você imaginar que pode fazer política com o desgraçado de um celular”, protestou, em discurso em Minas Gerais. “Não é possível que as pessoas não percebam a diferença entre governo que trabalha e governo que fica no celular”, insistiu.

O presIdente acrescentou que “o povo gosta do celular porque vê coisa muito rapidinho”. “O povo, às vezes, não gosta de coisa séria. Todo mundo sabe a preguiça que, muitas vezes, o aluno tem de ficar ouvindo o professor”, disse. O petista foi a sexta autoridade a falar numa solenidade enfadonha, assistida por uma claque levada por prefeitos aliados e pela audiência raquítica dos canais oficiais.

Candidato ao quarto mandato em 2026, Lula tem pouco tempo se quiser atualizar o repertório e se reconectar com o eleitor. No filme de Wolfgang Becker, a senhora só percebe que as coisas mudaram quando vê um helicóptero transportar uma estátua de Lênin arrancada do pedestal.


Empresas de Trump citam novamente Moraes e querem indenização

Publicado em 18 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Alexandre de Moraes diz que papel do STF é evitar ditadura da maioria |  Agência Brasil

Moraes não espera essa reação das empresas de Trump

Hugo Henud
Estadão

O Tribunal do Distrito Médio da Flórida, nos Estados Unidos, expediu nesta terça-feira, 17, uma nova citação contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após um pedido das empresas Trump Media & Technology Group, ligada ao ex-presidente Donald Trump, e da plataforma de vídeos Rumble.

As companhias, que movem uma ação contra o magistrado, o acusam de censurar conteúdos publicados dessas redes sociais no Brasil.

SEGUNDA TENTATIVA – A nova notificação foi determinada depois que a primeira tentativa de citação, feita em março, foi frustrada. Procurado por meio do STF para comentar o caso, Moraes ainda não se manifestou. O espaço está aberto.

Moraes terá um prazo de 21 dias para apresentar uma resposta formal à ação ou apresentar uma petição para contestar o processo, conforme as regras processuais federais dos Estados Unidos.

Caso não se manifeste dentro desse período, a Justiça americana poderá declará-lo em revelia, permitindo que o caso avance com base apenas nas alegações apresentadas pelas empresas.

INDENIZAÇÃO – A solicitação da nova citação ocorreu após as duas companhias apresentarem, no dia 6 de junho, um aditamento à ação pedindo indenização por supostos prejuízos à reputação, perda de receita e oportunidades de negócio. O pedido foi protocolado no mesmo tribunal da Flórida, onde o caso tramita.

A Rumble e a Trump Media alegam que Moraes violou a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão, ao ordenar a remoção de contas de influenciadores brasileiros de direita na plataforma e por outras supostas “tentativas de censura”.

Na petição do início de junho, as empresas também citaram o inquérito aberto contra o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como exemplo do que classificam como “abuso de autoridade” por parte de Moraes.

INVESTIGAÇÃO – A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo passou a ser investigado por supostamente buscar sanções internacionais contra o Brasil para pressionar o Supremo.

As empresas pedem que a Justiça americana declare as ordens de Moraes “inexequíveis” em território norte-americano, por violarem a Primeira Emenda.

Também solicitam indenização financeira e a responsabilização pessoal do ministro brasileiro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Moraes tirou uma onda de valentão latino, ao enfrentar o império do Norte, pensando que estaria livre de represálias devido às fronteiras diplomáticas, mas a coisa não funciona bem assim. O dedo esticado do Tio Sam acabará por atingi-lo, no mínimo, moralmente. E para que tudo isso? Não era muito mais simples respeitar a lei, ao invés de tentar reinterpretá-la, como se fosse uma tese de mestrado? (C.N.)


Aracaju só perde com as festas divididas entre governo e prefeitura

 O governador Fábio Mitidieri (PSD) alardeia que promove o maior São João à beira-mar do Brasil, já a prefeita Emília Corrêa (PL) jura que sua gestão faz o melhor São João do mundo.

em 17 jun, 2025 8:10

Diferente de Campina Grande e Caruaru, onde os festejos juninos são concentrados, em Aracaju o forrobodó é fatiado em locais diferentes. Na Orla de Atalaia, o governo de Sergipe promove o milionário Arraiá do Povo, enquanto a Prefeitura espalhou o Forró Caju por vários pontos da cidade.  O governador Fábio Mitidieri (PSD) alardeia que promove o maior São João à beira-mar do Brasil, já a prefeita Emília Corrêa (PL) jura que sua gestão faz o melhor São João do mundo. Certamente, se estado e município concentrassem os recursos e esforços num único evento, Aracaju poderia concorrer de igual para igual com Campina Grande e Caruaru. Vale ressaltar que essa divisão de palcos começou em 2003, quando o então governador João Alves Filho instalou a Vila do Forró na Orla de Atalaia. O objetivo era concorrer com o tradicional Forró Caju, promovido pela gestão do ex-prefeito Marcelo Déda (PT) nos mercados centrais.  Desde então, essa disputa entre o governo e a prefeitura para ver quem faz o evento mais bonito só diminui a visibilidade dos festejos juninos em nível nacional e, por consequência, reduz o interesse dos turistas, que acabam optando pela grandiosidade do São João de Pernambuco e da Paraíba. Simples assim!

Quase sergipano

O ex-governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), será diplomado, hoje, como deputado federal. Filho ex-ministro do STJ, Armando Rollemberg, um sergipano de Japaratuba, o pessebista vai substituir Gilvan Máximo (Republicanos-DF), que perdeu o mandato após uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre as “sobras eleitorais”. A determinação que beneficiou Rodrigo Rollemberg atingiu sete deputados federais. De sangue sergipano, o novo parlamentar ocupava até ontem um cargo no segundo escalão do governo Lula da Silva (PT). Ah. bom!

Prometendo banheiro

Repercutiu negativamente a declaração do governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), sobre a constante falta d’água na capital e no interior do estado. Indagado por um repórter sobre esse problema que afeta principalmente as famílias mais pobres, o pedessista preferiu ironizar o comunicador: “Se faltar água em sua casa eu vou lhe oferecer um banheiro, tá bom?”, frisou Mitidieri. Enquanto o governador se esquiva de perguntas que não lhe agradam, o povo segue com a lata d’água na cabeça ou esperando para ser abastecido por um carro-pipa. Aff Maria!

Conversa mole

Este primeiro ano das administrações municipais passará quase em branco, pois os prefeitos alegam falta de condições para começar a honrar as promessas de campanha. É bem verdade que aqui e ali a situação encontrada foi de terra arrasada, mas no geral os queixumes não passam de pano de fundo para empurrar os compromissos com a barriga. Tanto isso é verdade que alguns prefeitos não economizaram na contratação de shows artísticos e na distribuição de cargos em comissão com parentes e apadrinhados. Bastam estes dois exemplos para demonstrar que a choradeira dos prefeitos não passa de conversa mole para boi dormir. Arre égua!

https://infonet.com.br/blogs/adiberto/aracaju-so-perde-com-as-festas-divididas-entre-governo-e-prefeitura/

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Montalvão Advogados Associados: Um Legado Jurídico de Geração em Geração

 

Montalvão Advogados Associados: Um Legado Jurídico de Geração em Geração


Montalvão Advogados Associados: Um Legado Jurídico de Geração em Geração

A história do escritório Montalvão Advogados Associados é um testemunho da força e da resiliência de um legado familiar no campo do Direito. Com raízes que remontam à cidade de Jeremoabo, na Bahia, e hoje solidamente estabelecido em Paulo Afonso, o escritório representa mais do que uma banca de advocacia; é uma instituição onde a prática jurídica e a gestão são transmitidas de geração em geração, moldando uma trajetória de décadas de sucesso.


Fundado pelo visionário João Isaías Montalvão, o escritório lançou as bases de uma tradição que se perpetuaria. Sua dedicação e expertise não apenas estabeleceram uma reputação sólida, mas também pavimentaram o caminho para que as gerações seguintes pudessem dar continuidade e expandir a atuação do Montalvão Advogados Associados.


Hoje, sob a liderança de Antônio Fernando Montalvão, o escritório mantém sua essência, combinando a sabedoria acumulada com uma visão contemporânea do Direito. Antônio Fernando, herdeiro direto desse valioso legado, tem a missão de honrar a tradição enquanto impulsiona o escritório rumo ao futuro.


A continuidade desse legado é ainda mais evidente com a atuação de seu filho, o advogado Igor Matos Montalvão. Representando a nova geração, Igor não apenas abraça a paixão pela justiça transmitida por sua família, mas também busca aprimoramento constante. Através da renomada Escola Brasileira de Atuação nos Tribunais Superiores, Igor está se especializando em Atuação no Supremo Tribunal Federal, uma área de suma importância e complexidade no cenário jurídico brasileiro. Essa especialização demonstra o compromisso do escritório em se manter na vanguarda do Direito, oferecendo aos seus clientes uma representação ainda mais qualificada e estratégica nas mais altas instâncias judiciais do país.


O Montalvão Advogados Associados, com sua longa história e forte senso de identidade, é um exemplo notável de como a paixão pelo Direito, aliada a uma gestão familiar dedicada, pode construir um legado duradouro, impactando positivamente a vida de inúmeras pessoas e contribuindo para a justiça ao longo de várias gerações. É a prova de que a tradição, quando aliada à inovação e ao aprimoramento contínuo, é um pilar fundamental para o sucesso e a longevidade no universo jurídico.


Nota da Redação Deste Blog - Assessoria Especializada em Gestão Pública 

O comprometimento do Montalvão Advogados Associados com a excelência se estende também à área de gestão e consultoria. O escritório tem o privilégio de contar com a expertise de José Montalvão, que oferece consultoria e assessoria. José Montalvão, graduado e pós-graduado em Gestão Pública, agrega um valor inestimável ao escritório, trazendo um olhar estratégico e aprofundado sobre as nuances da administração pública. Essa colaboração fortalece a capacidade do Montalvão Advogados Associados em atender às demandas complexas de seus clientes, especialmente em questões que envolvem o setor público, garantindo uma abordagem completa e eficiente.


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