terça-feira, junho 17, 2025

Irã apela a Trump, que pede evacuação de Teerã e avisa: Irã não pode ter arma nuclear

Publicado em 17 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Ministro da Defesa israelense diz que 'Teerã vai queimar' após ataques com  mísseis e drones iranianos

Teerã vai se transformando numa nova Faixa de Gaza

Giovanna Estrela
Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu, nesta segunda-feira (16/6), que a população de Teerã, capital do Irã, deixe a cidade imediatamente. A declaração foi feita em sua rede social, a Truth Social, em meio à escalada de tensão entre Israel e Irã.

“O Irã deveria ter assinado o ‘acordo’ que eu disse para assinarem. Que vergonha, e desperdício de vidas humanas. Em poucas palavras: O IRÃ NÃO PODE TER UMA ARMA NUCLEAR. Eu já disse isso várias vezes! Todos deveriam evacuar Teerã imediatamente!”, escreveu o republicano.

ISRAEL ATACA – O que está acontecendo? Na última quinta-feira (12/6), as Forças de Defesa de Israel dispararam uma “ofensiva preventiva” contra o programa nuclear do Irã.

O governo israelense já vinha, antes do ataque, subindo o tom contra o regime do aiatolá Ali Khamenei, com ameaças ao programa nuclear.

Nos últimos anos, o avanço nuclear do Irã incomodou a comunidade internacional. Israel, que é uma potência militar, via o avanço como uma ameaça.

INSTABILIDADE – Embora ambos os países sejam rivais históricos, o ataque levou ao aumento da instabilidade no Oriente Médio. A declaração de Trump ocorre horas após o Irã, por meio do ministro das Relações Exteriores, Seyed Abbas Araghchi, pedir que Trump intervenha para interromper os ataques de Israel.

Segundo Araghchi, bastaria uma ligação de Washington para influenciar o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O ministro iraniano afirmou que, se houver um cessar-fogo, o país estaria disposto a flexibilizar posições em futuras negociações sobre o programa nuclear.

“Se o presidente Trump for genuíno em relação à diplomacia e estiver interessado em acabar com essa guerra, os próximos passos são importantes”, declarou Araghchi em uma publicação no X (antigo Twitter).

CRIMINOSO DE GUERRA – O chanceler iraniano também acusou Netanyahu de ser um “criminoso de guerra” e disse que as ações militares de Israel visam impedir avanços nas tratativas entre Teerã e Washington. Além do apelo a Trump, o governo iraniano busca apoio de países como Catar, Arábia Saudita e Omã, com o objetivo de pressionar os Estados Unidos a atuar por um cessar-fogo imediato.

Enquanto isso, os EUA reforçam sua presença militar na região. Nesta segunda-feira, o porta-aviões USS Nimitz, movido a propulsão nuclear, foi deslocado do mar do Sul da China para o Oriente Médio. Segundo o site Marine Traffic, que acompanha a movimentação de embarcações militares, a escala prevista no Vietnã foi cancelada.

Com a chegada do USS Nimitz, os Estados Unidos passam a ter dois porta-aviões de propulsão nuclear posicionados na região. O USS Harry S. Truman está no Oriente Médio desde maio. Além disso, mais de 30 aviões-tanque da Força Aérea americana decolaram de bases nos EUA em direção ao Atlântico, em operação que, segundo autoridades, pode estar ligada a exercícios da Otan na Europa.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O Departamento de Estado norte-americano negou qualquer envolvimento direto em ataques aéreos de Israel contra o Irã e reiterou que o apoio dos EUA ao governo israelense é apenas em caráter defensivo. O Irã com bomba atômica? Nem pensar… Desse jeito, o insensível criminoso de guerra Netanyahu acaba ganhando o prêmio Nobel da Paz. (C.N.)

Acareação de Mauro Cid com generais vai destruir a delação e o processo


Mauro Cid quer fechar delação com a PF; Moraes precisa validar acordo

Mauro Cid vai sofrer acareação com Braga e com Freire Gomes

Daniel Gullino e Mariana Muni
O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira as acareações pedidas pelos ex-ministro Walter Braga Netto e Anderson Torres com, respectivamente, o tenente-coronel Mauro Cid e o ex-comandante do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes.

As acareações foram marcadas para o dia 24 de junho, e ocorrerão no próprio STF. Moraes determinou que a primeira delas será realizada entre Braga Netto e Mauro Cid, e em seguida, será feita a acareação entre Anderson Torres e Freire Gomes.

IDA A BRASÍLIA – Braga Netto, que está preso preventivamente no Rio de Janeiro desde dezembro, foi autorizado a ir para Brasília, apenas para a acareação. No interrogatório dos réus, na semana passada, ele foi ouvido por videoconferência.

O ministro analisou pedidos apresentados pelas defesas dos oito réus da trama golpista. Foram solicitadas as chamadas diligências complementares, que são medidas que podem ser solicitadas pelos réus para auxiliar no julgamento.

Durante os interrogatórios, Cid reforçou seu relato de que Braga Netto entregou dinheiro a ele, que seria utilizado para o plano golpista. Ao ser ouvido, o ex-ministro negou ter feito isso. Além disso, há divergências entre os dois do que foi discutido em uma reunião na casa de Braga Netto, em novembro de 2022, que contou com outros dois militares investigados.

QUESTÃO DA MINUTA – Moraes também autorizou medidas solicitadas por outros réus. O ministro deu 48 horas para que o Google informe “os dados do responsável pela inserção da minuta, que decreta Estado de Defesa, em domínio público”, como foi pedido por Anderson Torres.

O mesmo prazo para que a Marinha informe a data em que foi expedida a ordem de movimento relativa à Operação Formosa 2021, cuja execução se deu no mês de agosto de 2021.

A solicitação foi feita pelo ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, tudo isso indica que Alexandre Moraes enfim acordou, descobriu que Mauro Cid é um tremendo mentiroso, covarde e chorão, que confirma o que o ministro quiser. Sua delação não tem o menor valor, mas Moraes estava levando a sério o ajudante de ordens de Bolsonaro. A desmoralização da delação significa que o processo tem de ser jogado no lixo, porque é todo baseado nas palavras desse El Cid moderno (C.N.)

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Gravação mostra Cid dizendo que Bolsonaro não ia dar golpe algum

Publicado em 17 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

PF identificou que parte da família de Mauro Cid viajou para os EUA | Política | Valor Econômico

Como é possível acreditar nessa delação de Mauro Cid?

Cézar Feitoza
Folha

O advogado Luiz Eduardo Kuntz, defensor de um dos réus da trama golpista, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (17) fotos e áudios de conversas que ele diz ter mantido com o tenente-coronel Mauro Cid após o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) ter firmado acordo de delação premiada.

No diálogo, Cid supostamente conta detalhes de seus depoimentos à Polícia Federal, faz desabafos sobre a falta de apoio de seus antigos aliados.

FERRANDO TODO MUNDO – “O mais foda é sentir que eu estou ferrando todo mundo”, diz uma das mensagens. “Fruto de uma perseguição que eu não tive maldade que iria acontecer”.

Advogado do réu Marcelo Câmara, Kuntz pediu ao STF a anulação da delação sob a justificativa de falta de voluntariedade do colaborador.

“Sem embargos, nas palavras de ‘desabafo’ do delator, conforme se depreende desta conversa o princípio da voluntariedade foi absolutamente arranhado, para não dizer que foi ferido de morte”, disse.

NO INSTAGRAM -As mensagens teriam sido trocadas por um perfil no Instagram utilizado por Mauro Cid. A conta tinha o nome de sua esposa, não tinha fotos publicadas e era seguida por poucas pessoas. As conversas têm data de 29 de janeiro de 2024 a 13 de março de 2024.

“Eu fui bem claro lá… Pr (Jair Bolsonaro) não iria dar golpe nenhum… Ele estava mal”, diz uma das mensagens supostamente enviadas por Cid. “Ele queria encontrar uma fraude nas urnas… De forma oficial pelo partido. Muita gente estava tentando ajudar a encontrar uma fraude”.

Anteriormente, após divulgação de diálogos por esse perfil pela revista Veja, a defesa do militar havia negado que ele tivesse usado conta de sua esposa para se comunicar sobre o caso.

PRISÃO DE BOLSONARO – Nas conversas enviadas por Kuntz, o perfil que seria utilizado pelo militar fez críticas ao ministro do STF Alexandre de Moraes e disse que o ministro já tinha pronta a ordem de prisão de Bolsonaro. “Não precisa de provas!!! Só de narrativas!!! E quando falam de provas…. metem os pés pelas mãos”, disse.

Ele teria afirmado ainda que os investigadores da Polícia Federal tentavam “sempre me conduzir a falar a palavra golpe”. “Tanto que tive o cuidado de não usar essa palavra.”

Luiz Eduardo Kuntz disse ao Supremo que conhece Cid há tempos, com relação mais próxima pelas atividades equestres e pelo histórico militar. Ele anexou em sua petição um “relatório de diligências”, uma espécie de diário que explicava tudo de importante para o processo que havia acontecido naquele dia.

TUDO GUARDADO – O advogado diz que decidiu guardar todas as conversas para possível uso na defesa do réu Marcelo Câmara. “Assumo os riscos de fazer ata notarial oportunamente para consolidar o material no presente procedimento de investigação defensiva e auxiliar na defesa dos meus constituintes, apenas caso algo de relevante seja trazido nestas conversas escritas”, conta.

Marcelo Câmara, defendido por Kuntz, é réu no Supremo no caso da trama golpista, acusado de monitorar a localização do ministro do STF Alexandre de Moraes, o principal alvo de grupos bolsonaristas e militares para viabilizar o golpe de Estado, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República).

A defesa de Câmara nega que ele tenha monitorado Moraes. Diz que o ex-assessor de Bolsonaro somente fazia pesquisas na internet sobre a agenda pública do ministro e os eventos dos quais participaria para saber a cidade em que se encontrava.

PERGUNTAS A CID – Nos diálogos, Kuntz faz perguntas para Cid específicas sobre o que havia dito sobre Câmara à Polícia Federal. “No seu acordo, vc tinha incluído deixar o Câmara de fora Tb ou ele não?”, perguntou.

“Pedi para o Dr Cezar verificar isso”, teria respondido Cid, em referência a seu advogado, Cezar Bittencourt. “Pq ele havia me dito que ele aceitou tudo”.

Em outro momento do diálogo, o perfil que seria usado por Cid pergunta ao advogado o que Marcelo Câmara havia falado sobre a acusação de monitoramento ilegal de Moraes —citado na conversa com o codinome “professora”.

PROFESSORA – Kuntz nega ter havido monitoramento paralelo ou uso de equipamentos sofisticados para saber a localização do ministro. Ele tentou ainda confirmar com Cid a informação de que o codinome “professora” não havia sido combinado entre os dois réus antes.

“Se puxar todas as conversas não vai ter isso”, perguntou Kuntz. O perfil que seria usado pelo militar respondeu: “Nunca vai ter nada”.As conversas de Cid pelo perfil no Instagram começaram a ser reveladas pela Revista Veja na última semana. Com base nas reportagens, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao STF na segunda-feira (16) a anulação do acordo de colaboração premiada do militar.

“Os fatos trazidos a público após os interrogatórios são graves, para dizer o mínimo e muito pouco. As conversas demonstram o descumprimento dos termos do acordo de delação premiada, já que expõem o fato de que o delator quebrou o sigilo imposto à sua delação, bem como mentiu na audiência na qual foi interrogado, o que é causa para a rescisão do acordo”, disse o advogado Celso Vilardi.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Cid é um mentiroso contumaz, sua delação não vale nada. O advogado Vilardi perguntou a ele, durante interrogatório na última semana, se o militar havia usado a conta @gabrielar702 para conversar com amigos sobre sua delação premiada. O tenente-coronel negou três vezes. (C.N.)

Em indireta a Tarcísio, Eduardo Bolsonaro faz crítica a apoio a candidatos da ‘direita permitida’

 Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Arquivo

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)16 de junho de 2025 | 18:30

Em indireta a Tarcísio, Eduardo Bolsonaro faz crítica a apoio a candidatos da ‘direita permitida’

brasil

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu neste domingo (15) que a militância bolsonarista mantenha a defesa da elegibilidade de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), em vez de aceitar uma “direita permitida” pelo “establishment”, em fala interpretada por aliados como crítica à movimentação para que Tarcísio de Freitas (Republicanos) seja candidato à Presidência em 2026.

“Eu não sei ainda se no Brasil as pessoas entenderam. Sem Bolsonaro, com Bolsonaro condenado, a gente não vai ter uma eleição normal no Brasil. A gente vai ter uma eleição onde, no máximo, poderá ser eleita uma ‘direita permitida’, o que fica longe de atender aos anseios populares, o que significa dizer que o establishment ainda seguirá dando as cartas no Brasil”, disse Eduardo, em entrevista para o canal de direta do YouTube Estúdio 5° Elemento.

O deputado federal licenciado está em autoexílio nos Estados Unidos, onde busca persuadir o governo Donald Trump a impor sanções contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, relator da ação sobre a trama golpista da qual Bolsonaro é acusado de liderar.

Jair Bolsonaro está inelegível por duas decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A primeira, de junho de 2023, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação pública, decorre da reunião com embaixadores estrangeiros, em 18 de julho de 2022, na qual atacou a credibilidade das urnas eletrônicas. A segunda, de outubro do mesmo ano, também por abuso de poder, foi motivada pelo uso das comemorações públicas do Bicentenário da Independência para fins eleitorais.

No programa, que durou cerca de uma hora e 30 minutos, um dos convidados questionou Eduardo sobre os “governadores democráticos” que seriam “aceitos pelo mercado financeiro”, perguntando se era necessário “desconfiar” de quem o mercado “anda elogiando demais”.

“Eu desconfiaria, né?”, respondeu o deputado licenciado. “Acho que, quando você entra na vida pública, tem que priorizar o interesse público, e não deste ou daquele segmento. Ainda mais quando você assume certas posições”, completou.

Parte dos dirigentes de seu partido, incluindo o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, defende o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para o posto de vice em uma chapa encabeçada por Tarcísio.

Embora defenda que o ex-presidente seja o candidato da direita na próxima disputa, Eduardo já se colocou como alternativa ao pai e, segundo aliados, trabalha para convencê-lo a endossar seu nome para concorrer contra Lula (PT).

Ao comentar sobre a fragmentação de seu partido e do campo da direita, com a possibilidade de nomes diferentes se lançarem às eleições no cenário sem Bolsonaro, Eduardo voltou a fazer críticas.

“As pessoas que pensam diferente do Bolsonaro, que acham que ele é uma página virada, ainda não têm conforto para dizer isso abertamente e serem eleitas. Elas sabem que precisam de Bolsonaro para sua eleição”, afirmou.

“Então, o que pode ocorrer é uma torcida para que o Bolsonaro esteja fora do jogo, para que isso abra caminho para essa, entre aspas, nova direita. Mas acho que, cada vez mais, você vai depurando”, completou.

Bruno Ribeiro/Folhapress

Veja como votaram os deputados baianos na urgência pela derrubada do IOF; PSD votou unânime contra o governo Lula

 Foto: Kayo Magalhães/Arquivo/Câmra

Plenário da Câmara17 de junho de 2025 | 07:18

Veja como votaram os deputados baianos na urgência pela derrubada do IOF; PSD votou unânime contra o governo Lula

exclusivas

A maioria dos deputados federais da Bahia votou pela aprovação do regime de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 314/2025, que suspende o decreto do governo Lula sobre o aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O requerimento foi aprovado na noite desta segunda-feira (16) por 346 votos a favor e 97 contra.

Os baianos deram 24 votos a favor e 11 contra. Quatro parlamentares não votaram [veja lista no final].

Da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) – que é aliado de Lula, os seis federais baianos do PSD (Antonio Brito, Charles Fernandes, Diego Coronel, Gabriel Nunes, Otto Alencar Filho, Paulo Magalhães) marcharam unidos em favor da urgência, contrariando o Planalto.

Por outro lado, o PT, partido do presidente, foi unânime no voto contrário para acelerar a tramitação da matéria. Com a exceção do deputado Zé Neto, que não votou, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Joseildo Ramos, Josias Gomes, Valmir Assunção e Waldenor Pereira saíram em defesa do governo.

A urgência apenas permite que o projeto seja votado diretamente no Plenário, sem precisar passar pelas comissões temáticas, mas o mérito do PDL ainda precisa ser votado para decidir, de fato, se o decreto presidencial será ou não suspenso.

AUMENTO DO IOF – O aumento do IOF foi inicialmente anunciado pelo Executivo em 22 de maio e, no mesmo dia, houve um recuo parcial. As críticas de parlamentares e de empresários levaram os presidentes da Câmara e do Senado a dar prazo para o governo rever as medidas. Na última quarta-feira (11), o Poder Executivo publicou uma medida provisória sobre tributação de investimentos e propostas de corte de gastos e um novo decreto com alíquotas menores do IOF, mas ainda assim com aumentos.

VEJA COMO VOTARAM OS DEPUTADOS BAIANOS:

A favor da urgência:

Adolfo Viana (PSDB)
Alex Santana (Republicanos)
Antonio Brito (PSD)
Capitão Alden (PL)
Charles Fernandes (PSD)
Claudio Cajado (PP)
Dal Barreto (União)
Diego Coronel (PSD)
Elmar Nascimento (União)
Félix Mendonça Jr. (PDT)
Gabriel Nunes (PSD)
João Leão (PP)
José Rocha (União)
Leo Prates (PDT)
Leur Lomanto Jr. (União)
Márcio Marinho (Republicanos)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Neto Carletto (Avante)
Otto Alencar Filho (PSD)
Paulo Azi (União)
Paulo Magalhães (PSD)
Raimundo Costa (Podemos)
Ricardo Maia (MDB)
Rogéria Santos (Republicanos)

Contra a urgência:

Alice Portugal (PCdoB)
Bacelar (PV)
Daniel Almeida (PCdoB)
Ivoneide Caetano (PT)
Jorge Solla (PT)
Joseildo Ramos (PT)
Josias Gomes (PT)
Lídice da Mata (PSB)
Pastor Isidório (Avante)
Valmir Assunção (PT)
Waldenor Pereira (PT)

Não votaram:

Arthur Oliveira Maia (União)
João Carlos Bacelar (PL)
Roberta Roma (PL)
Zé Neto (PT)

Política Livre

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