quinta-feira, abril 25, 2024

Luta anticorrupção não pode ser criminalizada, diz Transparência

Publicado em 24 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Sentado, o presidente do conselho da entidade Transparência Internacional, François Valérian, durante entrevista exclusiva à Folha em hotel no bairro de Copacabana no Rio de Janeiro

No Rio, Françoise Valerian defende a Lava Jato

Flávio Ferreira
Folha

Em visita ao Brasil, o presidente do conselho da Transparência Internacional (TI), François Valérian, defendeu a entidade de combate à corrupção das acusações feitas em processo no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que investiga o acordo feito pela Petrobras na operação Lava Jato, no qual a TI atuou como conselheira.

Em entrevista à Folha, Valérian disse que as alegações no CNJ configuram mais uma situação de assédio judicial contra a entidade e não se pode permitir a “perseguição e criminalização do trabalho daqueles que lutam contra a corrupção de indivíduos poderosos”.

Em relatório para o CNJ, a Polícia Federal afirmou que a relação de proximidade da Transparência InternacionaI com os procuradores da Lava Jato teria beneficiado diretamente a TI. Qual a posição do sr. sobre essa acusação?
Primeiro, fomos alvo das notícias falsas de que a TI estava recebendo dinheiro das multas da Lava Jato e havia estabelecido sua presença no Brasil com esse propósito. Quando ficou claro que não havíamos recebido um centavo e as pessoas perceberam que estamos presentes em mais de cem países, as notícias falsas mudaram.

No mesmo relatório, a Polícia Federal levanta uma hipótese criminal de que o então procurador da República Deltan Dallagnol revelou à Transparência “informações contidas em documento preparatório que deviam permanecer em segredo”…
A principal razão da minha visita ao Brasil foi expressar o apoio e a confiança do movimento global da TI no trabalho ético e corajoso realizado pelo nosso capítulo brasileiro, que tem sido alvo de campanhas difamatórias e assédio judicial há cinco anos. Além disso, vim em um esforço para envolver diferentes atores para que o Brasil possa recuperar sua liderança global na luta contra a corrupção, assim como tem feito na agenda climática e na luta contra a pobreza.

E a Lava Jato?
Como a TI Brasil afirmou muitas vezes, os erros e excessos que inegavelmente ocorreram na Lava Jato devem ser corrigidos, quaisquer responsabilidades devidamente atribuídas e, acima de tudo, melhorias legais e institucionais promovidas para preservar e fortalecer a luta contra a corrupção, evitando que seja cooptada por interesses políticos. O que não pode ser permitido é a perseguição e criminalização do trabalho daqueles que lutam contra a corrupção de indivíduos poderosos.

Como o sr. avalia o voto do corregedor do CNJ, Luis Felipe Salomão, no qual ele afirmou que os acordos da Lava Jato instituíram uma espécie de sistema “cash back” com autoridades estrangeiras?
Nunca ouvi falar de um sistema de reembolso em cooperação criminal internacional. O que sei é que, há décadas, o mundo vem discutindo o retorno dos recursos da corrupção aos seus países de origem. Hoje, convenções já determinam isso, assim como leis nacionais, como na França. Portanto, parece peculiar para mim que um caso de cooperação penal internacional, que resultou na efetiva sanção do maior esquema de suborno transnacional da história e no retorno de recursos significativos ao país onde as vítimas estavam, possa se tornar, ou ser interpretado, como um sistema de “cash back” da corrupção, liderado por agentes da lei.

A Transparência Internacional assinou um memorando e foi a conselheira da força-tarefa da Lava Jato no acordo com a Petrobras. Isso não indica uma posição a favor de um dos lados nos processos, no caso a favor do Ministério Público Federal, da acusação?
Não estamos tomando partido. O que a TI tem defendido é a boa governança e transparência dos acordos, esse foi e tem sido o único propósito. Nosso papel é constantemente apoiar os sistemas judiciários a fazerem o trabalho contra a corrupção. Então, eu não vejo como inadequado que grupos anticorrupção trabalhem com promotores ou juízes anticorrupção. Cada um com seu papel, mas sim, deve haver uma cooperação.

A TI realizou um encontro no Brasil para discutir os temas de corrupção e meio ambiente. Em quais situações eles se entrelaçam?
Primeiro, o planeta foi levado à beira de uma catástrofe climática por causa da extração de carvão, petróleo e gás ao longo dos últimos dois séculos, e a corrupção dominou essas indústrias na maior parte dos últimos dois séculos. Então, a crise climática é amplamente causada pela corrupção. Agora, precisamos garantir a transição energética. Mas para fazer isso, precisamos ter políticas que levem a esse objetivo, e não queremos que as políticas sejam capturadas pelos interesses privados que abusam do lobby oculto para capturar políticas. Portanto, a corrupção está realmente no coração da nossa luta contra a crise climática.

A Transparência Internacional tem alertado sobre o problema da impunidade?
O problema da impunidade está relacionado à falta de separação de Poderes e à falta de força do sistema Judiciário. Em muitos países há essa dificuldade em garantir uma aplicação eficiente da justiça. O que observamos em um certo número de países são retrocessos. Observamos no Brasil que evidências foram anuladas no caso Odebrecht e Lava Jato recentemente, que multas estão sendo suspensas. Isso é preocupante porque o Brasil deveria desempenhar um papel importante na luta mundial contra a economia global da corrupção, dado o tamanho econômico do Brasil, dada a importância geopolítica do Brasil. Então, o Brasil deveria desempenhar esse papel, e bem, não é exatamente o caso agora.

 

Moraes prestigia bolsonarista que critica “cidadãos de toga” e “canetaço” do STF

Publicado em 24 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

O ministro Alexandre de Moraes, durante sessão do STF

Ministro Moraes aceitou confraternizar com os inimigos

Rafael Moraes Moura
O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está protagonizando em Londres um evento jurídico promovido por uma empresária bolsonarista que já escreveu artigos repudiando o “canetaço” do Supremo e criticando “cidadãos de toga” que “afrontam a democracia”.

Moraes vai participar de um painel sobre os “Mecanismos de aprimoramento do processo eleitoral”, nesta quinta-feira (25), e ainda da sessão de encerramento do evento, ao lado do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e dos ministros do Supremo Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

TROPA DE ELITE – Além deles, também participam do evento, promovido pelo Grupo Voto, ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e integrantes do primeiro escalão do governo Lula, como o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Ao todo estão entre os convidados três ministros do STF, cinco do STJ e dois ministros do governo Lula. Desses, Moraes e Raul Araújo também são ministros do TSE.

Além da empresária Karim Miskulin, presidente do Grupo Voto, financia o evento de três dias o empresário Alberto Leite, do grupo FS Security – outro entusiasta do bolsonarismo e que se declara admirador de Musk.

CENSURA, NÃO! – Em 15 de dezembro de 2022, no fim do governo Bolsonaro, Karim Miskulin publicou uma análise sobre o cenário nacional “feita, sobretudo, pela Karim cidadã”. E protestou: “Censura, não!”, escreveu, referindo-se aos bloqueios de contas em redes sociais, sem citar explicitamente Moraes.

Agora, ela é anfitriã no evento, que  ocorre no luxuoso hotel The Peninsula, próximo do Palácio de Buckingham, com diárias que

O STF e o TSE informaram à equipe da coluna que não bancaram as despesas de viagem dos magistrados, mas o grupo Voto não respondeu se pagou as passagens e a estadia dos ministros. O STJ também não se manifestou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Quando comentamos aqui na Tribuna da Internet que a política brasileira é a mais surreal do mundo, há quem diga que se trata de um exagero. Mas logo surge a confirmação. No evento que começa hoje em Londres, por exemplo, temos bolsonaristas e lulistas fingindo confraternizar em cenário de luxo, mas na verdade se odeiam desabridamente. Ah, Brasil… (C.N.)

Reação da opinião pública ao STF é inédita e sem paralelo em democracias

Publicado em 25 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Quem confia no sumpremo tribunal federal STF? - Quora

Charge do Zappa (humortadela)

Marcus André Melo
Folha

Um terço da população avalia o trabalho do STF como ruim ou péssimo, enquanto outro terço o faz como ótimo ou bom. O índice de aprovação é mais alto entre os que aprovam o desempenho do governo Lula (55%) e, na direção oposta, a taxa de reprovação é mais elevada entre os que o reprovam (63%) (Datafolha março/2024).

O Brasil não é exceção: a avaliação da Suprema Corte americana é a mais baixa em 50 anos e a brecha entre democratas (46%) e republicanos (68%) nunca foi tão alta: 44 pp. Pela primeira vez, mais gente desaprova (54%) do que aprova a instituição.

GANHADOR/PERDEDOR – O que explica avaliações e sentimentos díspares em relação às instituições políticas na opinião pública? Na literatura especializada o principal fator explicativo é o hiato ganhador-perdedor (winner-loser gap).

As taxas de confiança/aprovação de instituições e do governo, ou de satisfação com a democracia, são muito mais elevadas entre os “ganhadores” —eleitores que votaram no governo (coalizão) ou simpatizam com ele— do que entre os “perdedores” (os demais).

No caso do Poder Judiciário, há uma dinâmica peculiar: os apoiadores do presidente ou primeiro-ministro tendem a avaliar negativamente o Poder Judiciário, o qual limita a ação do Executivo. E vice-versa.

EUROPA E ÁFRICA – Estudo com 34 democracias europeias, intitulado “Between Impartiality and Politicization: Confidence in the Judiciary among Political Winners and Losers” (2024), traz evidências claras quanto ao hiato ganhador/perdedor. Estudo similar com 34 países africanos chegou a mesma conclusão.

A avaliação dos governos e do parlamento é muito desfavorável entre os perdedores. A brecha é menor em relação às Supremas Cortes.

No caso europeu, desagregando-se a informação por tipo de partido, o hiato aumenta entre eleitores de partidos populistas em relação ao não populistas. É forte no primeiro grupo, mas inexistente no segundo.

GRAVE EQUÍVOCO – Tratar estas questões como ideológicas ou doutrinárias, como é comum no debate público, é grave equívoco. Apoiadores do PT vilipendiaram o STF durante o mensalão e o impeachment de Dilma (embora os juízes nomeados pelo PT fossem maioria), quando eram governo. Quando passaram à oposição, a avaliação mudou radicalmente.

E vice-versa: sob Bolsonaro, o STF tornou-se vilão. Paradoxalmente, continua sendo pelo desdobramento das ações.

Dois fatores geram hiperpolitização no sentimento em relação ao STF: sua a ampla jurisdição criminal e o fato de que este passou a ser objeto de ataque institucional e individuais, tornando-se parte do litígio não só arbitro, o que nunca ocorrera antes, como já discuti aqui na coluna. Estes dois aspectos conferem ao fenômeno características únicas, sem paralelo em outras democracias.

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“Pede a banda pra tocar um dobrado, olha nós outra vez no picadeiro…”


Ivan Lins e Vitor Martins são os Donos da Música - Rede E

Ivan e Vitor, parceiros sensacionais

Paulo Peres
Site Poemas & Canções

Na letra de “Somos todos iguais nesta noite”, em parceria com Ivan Lins, o compositor (letrista) paulista Vitor Martins compara o mundo a um circo, onde seguimos o ritmo da banda de fanfarra, em alusão à ditadura militar vigente no país de 1964 a 1985. A música intitula o LP Somos todos iguais nesta noite, lançado por Ivan Lins, em 1977, pela EMI-Odeon.

SOMOS TODOS IGUAIS NESTA NOITE
Ivan Lns e Vitor Martins

Somos todos iguais nesta noite
Na frieza de um riso pintado
Na certeza de um sonho acabado
É o circo de novo

Nós vivemos debaixo do pano
Entre espadas e rodas de fogo
Entre luzes e a dança das cores
Onde estão os atores

Pede a banda
Pra tocar um dobrado
Olha nós outra vez no picadeiro
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Vamos dançar mais uma vez

Somos todos iguais nesta noite
Pelo ensaio diário de um drama
Pelo medo da chuva e da lama
É o circo de novo

Nós vivemos debaixo do pano
Pelo truque malfeito dos magos
Pelo chicote dos domadores
E o rufar dos tambores

quarta-feira, abril 24, 2024

"Demolição do Parque de Exposição: Um Atentado à Legalidade e ao Bem Público"

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O vídeo que estou reproduzindo aborda um assunto crucial para a comunidade de Jeremoabo: o direito municipal e a alienação de bens públicos. A questão levantada sobre a ação do prefeito Deri do Paloma, que resultou na demolição do parque de exposição, é de extrema importância, pois envolve não apenas questões legais, mas também éticas e de responsabilidade para com o município e seus cidadãos.
.É fundamental destacar que a administração pública deve pautar-se pela legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, conforme preconiza a Constituição Federal brasileira. Portanto, qualquer ato que contrarie esses princípios pode ser considerado ilegal e passível de questionamento.

Ao demolir o parque de exposição, o prefeito Deri do Paloma agiu de forma unilateral, sem a devida consulta à população e sem observar os trâmites legais necessários para a alienação de um bem público. Além disso, ao doar o espaço sem a competência legal para tal, ele pode ter incorrido em grave infração às leis municipais, estaduais e federais que regem a gestão pública.

A omissão dos vereadores também é preocupante, pois são eles os representantes do povo e têm o dever de fiscalizar os atos do Executivo municipal, garantindo que estes estejam em conformidade com a lei e os interesses da comunidade.

A demolição de um parque de exposição, um bem público com finalidade claramente voltada para o interesse da coletividade, representa não apenas um prejuízo financeiro para o município, mas também uma perda cultural e social para a população. Ações como essa demonstram a necessidade de uma maior conscientização e participação da sociedade civil na fiscalização e no controle das ações dos gestores públicos.

Infelizmente os vereadores foram omissos, desrespeitados, desmoralizados e o pior, não cumpriu com seu dever de fiscalizar e denunciar, mesmo o prefeito desrespeitando a Constituição, o Código de Processo Cívil, a lei das licitações, conforme explicado e demonstrado no vídeo acima.

Por fim, é essencial que casos como esse sejam investigados e que os responsáveis sejam responsabilizados conforme determina a lei, garantindo assim a integridade das instituições democráticas e o respeito ao Estado de Direito.

Essa omissão. essa impunidade e essa dilapidação do bem público não pode nem deve continuar, inclusive outro ato ilegal, a doação do terreno frente ao cemitério.

2º Congresso Brasileiro de Direito Municipal

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Ataques de Bolsonaro não impedem que Kassab se fortaleça junto a Tarcísio

Publicado em 24 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Tarcísio privilegia antigos aliados e Kassab no governo de SP | Política |  Valor Econômico

Kassab tornou-se rei dos bastidores e incomoda Bolsonaro

Bianca Gomes e Guilherme Caetano
Folha

A ampliação da esfera de influência de Gilberto Kassab na gestão Tarcísio de Freitas, com a nomeação de Paulo Sérgio de Oliveira e Costa para a chefia do Ministério Público, incomodou bolsonaristas, que veem o secretário de Governo e Relações Institucionais com desconfiança. Ele já vinha sendo alvo do ex-presidente Jair Bolsonaro em sua lista de transmissão no WhatsApp.

Costa, nomeado por Tarcísio para a Procuradoria-Geral de Justiça, é próximo tanto de Kassab quanto de outro desafeto do bolsonarismo: o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) .

BOLSONARO ATACA – Enquanto busca manter sua influência no campo da direita e se defender das investigações da Polícia Federal e do STF, Bolsonaro tem enviado recados para seus aliados por meio de sua lista de transmissão no WhatsApp, por onde costuma compartilhar fotos, vídeos e mensagens sobre temas diversos. Kassab é citado em um dos disparos do último mês.

“O Kassab, pelos seus 3 ministérios, apoia as políticas do PT, como a ideologia de gênero, maconha, aborto, censura, defesa do MST, destruição da família, defesa do Hamas, desarmamento, fim da propriedade privada, etc”, escreveu Bolsonaro sobre o ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD.

Na mensagem, o ex-presidente destaca que “o senhor Kassab” orientou seus parlamentares a votarem pela “incriminação de inocentes” do 8 de Janeiro e que o dirigente está interessado na cassação do senador bolsonarista Jorge Seif (PL-SC).

ÂNIMOS EXALTADOS – “As mulheres do Brasil não cairão nessa conversa mole do Kassab. Não se conquista ninguém com mentiras”, termina a mensagem, em referência a uma publicação do PSD convidando mulheres a se filiarem ao partido.

Procurado pelo Globo, Kassab atribuiu os ânimos exaltados ao período eleitoral e disse que “quando um dos lados não quer, a temperaturanãosobe.”

Correligionários sustentam que o ex-presidente tem intensificado os ataques a Kassab para desgastá-lo perante o bolsonarismo, pois teme que o dirigente possa concorrer como vice de Tarcísio em uma eventual tentativa de reeleição ao governo de São Paulo em 2026. Nesse cenário, Kassab poderia assumir o Palácio dos Bandeirantes caso o ex-ministro da Infraestrutura de Bolsonaro renuncie ao cargo para disputar a Presidência da República mais à frente.

Embora essa conjuntura esteja ainda distante, aliados de Kassab reconhecem que ele tem pretensão de ser governador do estado. Portanto, dizem pessoas próximas ao ex-presidente, difamá-lo a partir de agora poderia desmotivar Tarcísio a abrir espaço para o secretário em seus planos eleitorais.

SEM APOIO -A desconfiança de Bolsonaro deve ter repercussões eleitorais. Em fevereiro, o ex-presidente enviou um áudio a seus aliados vetando alianças com o PSD. “Deixo claro: PSD do Kassab eu não apoio ninguém, tá ok?”, disse. A decisão tem atrapalhado articulações para as eleições municipais em cidades espalhadas por estados como Santa Catarina, São Paulo e Goiás.

Oficialmente, Tarcísio minimiza a boa relação entre o novo procurador-geral, Kassab e Moraes, e atribui a sua decisão ao alinhamento de Costa com o próprio Conselho do MP e seu tempo de carreira.

— Proximidade com o secretário (Kassab) todos os três (da lista) têm. Obviamente, a opinião de ministros (do Supremo) é sempre relevante, mas não é determinante — afirmou Tarcísio ao Globo.

ALGO NATURAL – Aliados de Kassab tratam a crescente influência do ex-prefeito no governo como algo “natural” e enfatizam que o secretário é o único no primeiro escalão com perfil político.

Integrantes da administração estadual relatam que Tarcísio costuma recorrer a Kassab sempre que precisa resolver alguma questão política. O secretário desempenhou papel crucial ao ajudar o governador a se aproximar da Câmara Municipal de São Paulo e, em especial, de seu presidente, o vereador Milton Leite (União Brasil), com quem Tarcísio não mantinha boa relação. Foi depois da articulação de Kassab que Leite destravou a votação do projeto de lei que viabiliza a privatização da Sabesp, uma bandeira da gestão Tarcísio.

Membros do governo também afirmam que Kassab faz incursões em Brasília a pedido do governador, para tratar de assuntos de interesse da gestão estadual.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Kassab é o melhor cacique político-eleitoral, um verdadeiro artista, que sempre está no poder, não interessa quem ganhe a eleição. Consegue, ao mesmo tempo, estar com Tarcísio e com Lula. E só não está também com Bolsonaro, ao mesmo tempo, porque o capitão já sacou como Kassab joga. (C.N.)

Consórcio é ferramenta financeira poderosa para potencializar negócios, diz especialista; entenda

 

                                              Foto Divulgação

Consórcio é ferramenta financeira poderosa para potencializar negócios, diz especialista; entenda

Em Salvador, especialista paranaense palestra para empresários imobiliários sobre futuro do mercado

A Ademicon, unidade de negócios da Bahia, promove um encontro especial para empresários, empreendedores e investidores locais com o renomado especialista Patrick Suyti, diretor regional e líder em fechamentos de negócios em 2023, totalizando mais de 1 bilhão em vendas. O evento acontece entre os dias 21 e 25 de abril em terras baianas, com visitas a lojas em Salvador, Camaçari e Lauro de Freitas.

Nos últimos dez anos o setor de consórcios vem apresentando um crescimento consistente, mostrando que além de democrático ele atende desde o consumidor que precisa de um serviço até aqueles que decidem comprar um imóvel ou um veículo pesado, como caminhão ou trator, passando por motocicletas, veículos leves, eletroeletrônicos diversos ou melhorar a qualidade de vida. O sistema de consórcios iniciou 2024 mantendo o ritmo de negócios observado durante o ano passado. 

No primeiro bimestre  de 2024 foi alcançado o volume total de 10,45 milhões de participantes ativos consolidados, com mais uma quebra de recorde histórico, ao avançar 9,9% acima de um ano atrás, segundo dados da ABAC.

No volume total de consorciados ativos, a participação de cada setor ficou assim disposta: 4,54 milhões nos veículos leves; 2,89 milhões nas motocicletas; 1,77 milhão nos imóveis; 797,91 mil

nos veículos pesados; 269,90 mil nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 176,36 mil nos serviços.

O planejamento das finanças pessoais vem comprovando que o sistema de consórcios está, cada vez mais, no dia a dia da cultura financeira do brasileiro. Sem decisões imediatistas pensando no futuro, e substituindo a compra por impulso pelo planejamento financeiro, o consórcio vem multiplicando os desejos e as realizações daqueles que querem qualidade de vida e patrimônio. 

No segmento imobiliário, no total dos doze meses do ano passado, as contemplações representaram potenciais 20,4% de crescimento no total de imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). 

Com 77 mil seguidores no Instagram, Patrick Suyti é referência em vendas e expansão de negócios. Formado em contabilidade e especializado em controladoria, Suyti está concluindo cursos em neurociência e filosofia pela PUC. Além de diretor regional, ele é sócio licenciado de 17 unidades da Ademicon, demonstrando seu compromisso com o crescimento e sucesso do consórcio no Brasil.

Durante sua estadia na Bahia, Patrick Suyti liderará um treinamento interno para todo o time das lojas do Norte e Nordeste, intitulado "Consórcio de A a Z". O treinamento acontece nesta quarta-feira, 24 de abril, na loja de Camaçari, onde Suyti compartilhará seu conhecimento sobre o consórcio como uma ferramenta financeira poderosa para potencializar negócios e realizar sonhos.

À noite, em Salvador, um bate-papo especial com empresários será realizado, com queijos e vinhos, onde o consórcio será discutido como um mecanismo financeiro capaz de transformar empresas e proporcionar oportunidades de investimento. 

Patrick Suyti afirma: “Consórcio é um negócio repleto de oportunidades, tanto para quem faz quanto para quem oferece. Posso provar que, além de uma modalidade de crédito, o consórcio pode ser uma ótima opção de investimento”.

Empresários e empreendedores interessados em participar do evento podem se inscrever através do link: https://www.sympla.com.br/vamos-falar-sobre-negocios__2427619.

O evento é gratuito, mas com vagas limitadas. Mais informações através do WhatsApp: (71) 8129-5078 / Edileusa

Instagram do Patrick Suyti: https://www.instagram.com/patrick.suyti/ - @patrick.suyti

Assessoria de Comunicação:

José Patrício - @josepatriciosn

(84) 99230-8448 

josepatriciosantoss@gmail.com


Artigo enviado por Fábio Almeida

Possível candidatura de mãe de Davi do BBB à Câmara apavora vereadores de Salvador; veja na Radar do Poder

 Foto: Reprodução/Arquivo

Davi e a mãe, Elisângela Brito24 de abril de 2024 | 12:10

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Vereadores ou candidatos que contavam em pongar na popularidade do campeão do BBB 2024 Davi Brito na disputa por uma vaga na Câmara Municipal de Salvador podem levar uma rasteira se sua mãe, Elisângela Brito, decidir concorrer à vereança pelo DC, ao qual se filiou pelas mãos de Igor Dominguez, presidente do partido e assessor especial do prefeito Bruno Reis (União Brasil). Veja quem são os vereadores que estão roendo as unhas com medo de Elisângela, além de outras notas na Radar do Poder, coluna de bastidores do Política Livre que sai às quartas-feiras, clicando aqui.

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