sexta-feira, novembro 11, 2022
Mais um vereador que denuncia desvio de dinheiro público praticado por fantasmas da secretaeia de educação de Jeremoabo
Jeremoabo tem um governo de família
Luiz Brito DRT BA 3.913
Paulo Afonso - Bahia - 10/11/2022
Os moradores da terra da jurema em flor, querem saber quando a Justiça vai desvendar os olhos para enxergar o nepotismo na administração municipal, onde o prefeito Derisvaldo Jose dos Santos, o Deri do Paloma (PP), nomeou parentes seus e de pessoas próximas para cargos nos primeiros e segundo escalões do governo.
Muito criticado através das redes sociais por moradores da cidade, a prática de nepotismo insiste em se manter em evidência quando deveria entrar em cena o Ministério Público.
Há uma imensa lista com nomes de ocupantes de cargos comissionados apontados como parentes do prefeito, que a Câmara já deveria ter protocolado uma representação, com pedido para que o nepotismo possa ser investigado, mas, ao que parece, o prefeito está pouco se "lixando" para isto.
Nota da redação deste Blog - O Nepotismo de Jeremoabo já é comentado em todo Brasil, só não é visto pela Justiça que ainda não conseguiu retirar a venda dos olhos para enxergar.
Justiça: onde estás que não responde?
Silvia Correia
O Brasil está cansado, fraco, no limite da exaustão. Já não tolera a corrupção endêmica, o desprezo, o abismo social... E a injustiça.
Como uma pandemia, a sociedade brasileira foi tomada de um grande sentimento de indignação.
Independentemente de classe social, cultura ou crença, chegou-se a um consenso: nossa sociedade está longe de ser o modelo justo e solidário, sustentado na democracia e na justiça, dentro de um Estado Democrático de Direito, como previu nossa Constituição Federal.
Dia após dia, exemplos evidenciam que os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário falham sistematicamente na tarefa basilar de adequar a carência social-econômica do povo com as políticas públicas almejadas pelo Estado.
Como um dejà vu persistente, o Estado tem ignorado seu dever precípuo de harmonizar os interesses individuais e coletivos, e salvaguardar, sobretudo, o tratamento justo e igualitário a todos os cidadãos. O descalabro das despudoradas práticas estatais atiça a todos a resgatar sua cidadania e a perguntar: existe justiça? E se existe, onde está que não nos responde?
O Brasil está cansado, fraco, no limite da exaustão. Já não tolera a corrupção endêmica, o desprezo, o abismo social... E a injustiça.
Não é preciso repetir o que nos falta como sociedade. Mas cabe lembrar que nas periferias, a lei é o fuzil. E que na fila dos hospitais, nos cárceres, nas ruas de terra ou no asfalto das metrópoles, a morte ficou banal. Nós nos acostumamos a ela. Perdemos o "sentido do trágico". Nossos mortos são contados em números. Não têm nome nem rosto.
Parafraseando George Orwell, "todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros". Ninguém ignora que grandes empresários, grande mídia, políticos, magistrados, sob o pretexto dos poderes que lhes são próprios, fazem o que querem - como querem - quando querem - e decidem quem é mais igual que o outro.
Assim, leis libertam culpados e chancelam suas fraudes. Sentenças lotam presídios ou convalidam o erro de modo irreversível. A liberdade econômica, a liberdade legislativa, e o poder jurisdicional, harmônicos entre si, soterram a mínima concepção de verdadeira igualdade em um país onde tudo se abala, debilita e deforma.
Se é garantia constitucional o tratamento justo e igualitário, a esperança deveria estar na Justiça. Mas esta, pobres de nós, não está somente lenta: está cega, surda e muda. Não ouve os apelos dos que clamam sua imposição. E se cala diante dos que zombam da sua autoridade com o dedo em riste.
Não há quem não enxergue a falibilidade jurisdicional. A Justiça é tão tardia, que as falhas e os erros a precedem.
Pobre o país em que a Justiça é desacreditada. Doente o país em que a Justiça é covarde. Inexistente uma nação em que a Justiça falece.
Em uma civilização globalizada, a Justiça de um país é luz para os demais. E toda causa, por mais insignificante que possa parecer, é caminho de esperança e de transformação. Sob seu martelo pode se chancelar a liberdade de um povo e salvar gerações futuras.
Se há indignação no lamento de uma sociedade, é sinal que a indiferença não derrubou nossa imunidade e podemos resistir. É sinal que a Justiça desfaleceu, mas ainda pulsa. Nas urnas, nos fóruns ou nas ruas, que saibamos acordá-la.
__________
*Silvia Correia é advogada, mestre em Direito Econômico e membro do Instituto dos Advogados Brasileiros.
//www.migalhas.com.br/depeso/255509/justica--onde-estas-que-nao-responde
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