domingo, agosto 30, 2020

Não sou livre, porque faço parte dessa liberdade abstrata que o neoliberalismo inventou

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Charge do Céllus (site Charge Online)
Nilson Lage
Ao criar uma base extensiva e universal de investidores em mercados que se movimentam conforme expectativas e convicções, o capitalismo propiciou a geração de lucros que eventualmente superam os da economia real; o fato de serem eles virtuais passa despercebido porque a moeda é a mesma nos dois casos, e se entesoura.
Em decorrência, há o descolamento entre os negócios que se fazem visando valores abstratos do dinheiro (as bolsas) e o universo produtivo que processa bens e serviços.
SEM LUTA DE CLASSES – O neoliberalismo permitiu assim ao capital libertar-se da armadilha da luta de classes, tornada explícita na sociedade industrial.
A superação do conflito típico da relação patrão-empregado se dá por via da radicalização do conceito de liberdade individual e consequente alienação. A sensação a ele associada, de libertação, é poderosa, mas provisória. Prolongada e levada a extremo, torna o trabalhador sujeito ou agente da própria sujeição, isto é, explorador de si mesmo, para quem a única revolta possível é subjetiva.
Provavelmente por isso, as vítimas desse processo tornam-se tão sensíveis à proposta de um deus que negocia benesses, residindo em um não-espaço interior-celestial.
EXEMPLO EM CASA – O rapaz – nem tão moço, já um senhor – entra em minha casa às dez da noite, acompanhado de um aprendiz. Retira da mala do carro instrumentos – tubos, compressor, balão de gás – de que precisará para reparar o aparelho de ar condicionado. Se tiver que vender qualquer dessas coisas, o automóvel inclusive, receberá bem menos do que pagou por elas.
Trabalha, hoje e todos os dias, desde a madrugada e me mostra a foto dos filhos, que pouco vê. Dentro de uns vinte anos, persistindo, terá, talvez, uma casa e a renda, duvidosa e sempre minguante, de algum fundo de investimento ou de aposentadoria por capitalização – não, provavelmente, o bastante para confrontar os custos da velhice.
Contudo, não sabe que, em sua plena liberdade, é servo do capital que transita como essência em cada coisa e movimento de sua vida.
UMA PRISÃO ABERTA – A extrema liberdade é prisão terrível, porque sem portões. Para suportá-la, é necessário suprimir da consciência a história de cada trabalhador e seu entorno, dando por natural, hereditário, o que os condicionamentos da vida determinaram e se sustenta no plano das relações objetivas.
Os grandes sistemas de falácias genéticas – a eugenia, a herança de talentos – integram o discurso neoliberal porque servem a esse fim.
Um visitante, recém-restabelecido da infecção por vírus, pergunta-me como consigo estar relativamente bem após seis meses de reclusão neste meu quarto, cuidado pela companheira porque nos amamos há 50 anos: ele, em 14 dias de isolamento, desesperava-se.
NÃO SOU LIVRE – Disse-lhe, então, que meu segredo era não ser livre. Se fosse, estaria deprimido, por não ter benefícios a auferir ou objetivos a alcançar em vida; faltaria a mim motivação.
Como sou prisioneiro do passado e de uma concepção de mundo, guardo metas da família e entorno cosmopolita e solidário de trabalhadores e faço minhas reivindicações de gente como o moço do ar-condicionado – embora ele não saiba disso; persigo objetivos que pessoalmente não atingirei.
Não sou livre, enfim, porque faço parte.
Na verdade, somos produtos de uma história inscrita sobre a lousa de vagas determinações biológicas; jamais de comprovou a herança de comportamentos, atitudes ou valores.
FANTASIA TÓXICA – Se os adultos não achassem tão interessante aquele menino de quatro anos que lia os cartazes pregados nos muros do estádio de futebol em frente de casa, eu não teria perseverado e seria, talvez outra pessoa – por exemplo, caso chamasse a atenção pela habilidade em fazer embaixadas com a bola de meia ou imitar os trejeitos de Oscarito ou de Carmem Miranda em filmes de Hollywood.
Em todos os momentos, e agora mesmo, cada um de nós pode dar respostas a desafios, mas não os formula. Somos o que espelharam, disseram que éramos, e acreditamos; em regra, reativos.
O oba-oba da liberdade como projeto neoliberal é uma fantasia tóxica que se exaspera em colapsos civilizatórios – ou surtos coletivos de falta de educação – como o que nos assalta no momento.
(Artigo enviado por Carlos Alverga)

Com altas doses de cinismo, Guedes vai acabar aprovando a CPMF e a capitalização da Previdência


Charge: Guedes, o menino que taxava livros. Por Nani
Charge do Nani (nanihumor.com)
Roberto Nascimento
O ministro Paulo Guedes quer acabar com as deduções do Imposto de Renda para despesas da Educação e da Saúde, com objetivo de aumentar a arrecadação e facilitar a vida de grandes empresários e banqueiros. Sua política é de aniquilação dos servidores, dos empregados das estatais e da classe média em geral. Mais na frente, com altas doses de cinismo, vai conseguir passar a capitalização da Previdência e o Imposto do cheque, o execrável CPMF, que ele malandramente chama de imposto de transação digital para enganar trouxas, aliás categoria de gente que só aumenta neste país.
Não tem jeito nem chorumela, é disso daí para pior. O ministro da Economia não tem limites e chega a falar em taxar livros.
NÃO FOI PÊNALTI – Ele diz que levou um “carrinho” de Bolsonaro, mas foi “fora da área e não houve pênalti…”. Trata-se de um gaiato. Leva bola nas costas e ainda faz graça da própria desgraça.
Repudiado pelo presidente, que aos poucos está se desvencilhando dele, Guedes se humilha com brincadeiras tolas. No fundo, tem medo de perder o cargo.
Esse ministro neoliberal da Escola de Chicago trabalhou para o ditador chileno, o sanguinário Pinochet, que invadiu o Palácio La Moneda para depor o presidente eleito Salvador Allende, em 1973. O uso do cachimbo faz a boca ficar torta. Isso quer dizer que Guedes é muito bom ao conduzir a Economia em regimes ditatoriais. Na democracia, ele é um zero a esquerda, pois não sabe negociar com as forças políticas. Sua prática de vida é a imposição de cima para baixo. Quando há resistência ele se transmuda de leão para gatinho siamês.
CONTRA A CLASSE MÉDIA – O que dizer do massacre que a equipe econômica de Guedes implementa contra a classe média, desde sempre, enquanto ameniza a vida dos banqueiros e empresários.
É aquela coisa tenebrosa dos indivíduos sem nenhum caráter: bate duro nas camadas mais pobres, e verga a coluna para os poderosos da vez. Os principais nomes da equipe econômica já sentiram o drama e deixaram os cargos. Guedes está cada vez mais sozinho.
Estamos vivendo o fim dos tempos. E durma-se com um barulho desses.

sábado, agosto 29, 2020

Decisão sobre Witzel deveria ter sido tomada por colegiado e não por decisão individual, avaliam ministros do STF

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Marco Aurélio diz que medida gera insegurança muito grande
Rafael Moraes Moura
Estadão
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de diferentes alas, ouvidos pelo Estadão/Broadcast nesta sexta-feira, dia 28, avaliam que a medida de afastamento do governador Wilson Witzel (PSC) do cargo deveria ter sido tomada pelo colegiado, ao invés de uma decisão individual do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A decisão de Benedito que afastou Witzel do cargo por 180 dias será analisada na próxima quarta-feira, dia 2, pela Corte Especial do STJ, que reúne 15 dos 33 ministros com mais tempo de atuação no tribunal. Segundo quatro ministros do STJ que vão participar do julgamento de Witzel, a tendência é a de que seja mantida a decisão que afastou o governador do cargo.
INSEGURANÇA – Para o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, um ato de maior envergadura, que afasta governador do cargo para o qual foi eleito, deveria ter sido tomado pelo colegiado, e não individualmente por um magistrado. “Várias cabeças pensam melhor e sopesam melhor os fatos. Não sei quais foram os cometimentos lá do governador, mas numa primeira visão, gera insegurança muito grande. Por ser uma decisão monocrática (individual), o afastamento de chefe do Executivo estadual é um ato indesejável”, disse Marco Aurélio à reportagem.
“Isso que me preocupa um pouco, porque ele (Witzel) chegou escolhido pelo povo do Rio de Janeiro. E eu potencializo muito a manifestação do povo, o voto, que é um critério essencialmente democrático. Agora, claro, se o governador comete desvios de conduta sérios – eu não sei o que ele fez, mas se comete -, tem de haver providências, mas essas providências são excepcionais, não podem se tornar corriqueiras”, acrescentou.
Outros dois ministros do Supremo, de alas opostas (um mais garantista, outro punitivista), concordam com a avaliação de Marco Aurélio Mello. Um ministro, considerado mais linha-dura, considerou “ruim” Witzel ter sido afastado por uma decisão individual.
MEDIDA “FORÇADA” – Um integrante da Corte achou “forçada” a medida contra Witzel e lembrou que, quando o ministro Teori Zavascki afastou o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, das funções parlamentares, a medida foi confirmada no mesmo dia pelo plenário do STF.
Em representação enviada ao Superior Tribunal de Justiça, a subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo estimou que, somente com esquema criminoso de contratação de organizações sociais na área de Saúde, a organização criminosa supostamente chefiada pelo governador afastado Wilson Witzel pretendia angariar quase R$ 400 milhões em valores ilícitos, ao final de quatro anos de mandato. A estimativa leva em consideração suposto objetivo do grupo em cobrar propina de 5% de todos os contratos para gestão de unidades de Saúde.
A indicação é feita, segundo a subprocuradora, ‘para se ter uma ideia’ da dimensão do esquema criminoso somente na Saúde. Isso porque, segundo o delator e ex-secretário de Sáude do Rio Edmar Santos, o suposto esquema de corrupção instalado no governo Witzel abrangeria todas as secretarias de Estado do Rio de Janeiro.

Governo federal quer direito de resposta no Jornal Nacional por reportagem dos 100 mil mortos

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Charge do Adnael (humorpolitico.com.br)
Ana Mendonça
Correio Braziliense
O governo federal entrou com uma ação no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) pedindo direito de resposta à TV Globo após a exibição da edição especial do Jornal Nacional de 8 de agosto, que criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante da pandemia de COVID-19 e à marca dos 100 mil mortos no Brasil.O telejornal abriu a edição com a leitura de um editorial com críticas ao trabalho do presidente.
Segundo o teor da ação, enviada nesta sexta-feira, dia 28, a reportagem exibida no JN sobre o dever do Estado para evitar doenças contém “indevidas ilações sobre uma suposta omissão deliberada por parte do governo federal.” As informações são da revista Veja.
NOTIFICAÇÃO – O governo ainda afirma que enviou uma notificação extrajudicial à Globo, mas a emissora não concedeu o direito de resposta por entender que não fez acusações diretas ao presidente. A Advocacia-Geral da União (AGU) ainda enviou um texto a ser lido no JN “a título de direito de resposta por parte da União”. Segundo o documento, a Rede Globo afirmou que apenas divulgou o posicionamento editorial da empresa e disse que não “não houve imputação de fato inverídico”.
Na ação, o governo alega que a reportagem do Jornal Nacional procurou responsabilizar Bolsonaro pelas mortes, o que configura uma acusação que precisa ser respondida. Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro criticou a Globo pelo editorial. De acordo com ele, a rede de televisão “só espalhou o pânico na população e a discórdia entre os Poderes”.
CLOROQUINA – Além disso, Bolsonaro afirmou que a emissora “desdenhou, debochou e desestimulou” o uso da hidroxicloroquina. O remédio não tem comprovação científica comprovada. “O tempo e a ciência nos mostrarão que o uso político da COVID-19 por essa TV trouxe-nos mortes que poderiam ter sido evitadas”, escreveu.
Após as críticas, o chefe do Executivo finalizou dizendo que a TV Globo “festejou a marca de 100 mil mortes de forma “covarde e desrespeitosa”, como uma “final de Copa do Mundo” e que a emissora está com saudades dos governantes que a colocavam “como prioridade ao fazer o Orçamento da União, mesmo sugando recursos da saúde e educação.”

Apesar do aumento de produtividade dos tribunais, mais de 77 milhões de processos aguardam solução definitiva

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Deu no Estadão
Os tribunais brasileiros terminaram o ano de 2019 com 77,1 milhões de processos aguardando uma solução definitiva, segundo o relatório Justiça em Números, divulgado nesta terça-feira, dia 25, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A produtividade dos magistrados, que decidiram em média 2,1 mil ações cada um, aumentou pelo segundo ano consecutivo, o que resultou em menos 1,5 milhão de processos pendentes em relação a 2018.
“É a maior queda de toda a série histórica contabilizada pelo CNJ, com início em 2009”, destacou o presidente do CNJ, ministro Dias Toffoli, na apresentação do balanço. “A produtividade média dos magistrados também foi a maior dos últimos 11 anos. Em 2019, essa produtividade média elevou-se em 13%”, completou. Se, de um lado, o desempenho da Justiça em solucionar os casos foi o melhor desde 2009, de outro, o  Judiciário viu serem ajuizadas 30,2 milhões novas ações que se somaram ao ‘estoque’.
CONCILIAÇÃO – O estudo mostra que apenas 12,5% dos processos foram solucionados pela via da conciliação. “A litigiosidade no Brasil permanece alta e a cultura da conciliação, incentivada mediante política permanente do CNJ desde 2006, ainda apresenta lenta evolução”, reconheceu Toffoli.
O Judiciário custou R$ 100,2 bilhões aos cofres públicos no ano passado, um crescimento de 2,6% em relação a 2018, segundo o relatório. Gastos com salários, auxílios, benefícios e aposentadorias consumiram 90,6% do total. As pensões somaram cerca de R$ 18 bilhões, de acordo com o documento. Ao todo, foram reunidos dados de 90 tribunais da Justiça Federal, Estadual, do Trabalho e Militar. As estatísticas do Supremo Tribunal Federal, que não é submetido ao CNJ, ficam de fora do relatório.

Quatro planos de saúde lucraram R$ 1,3 bilhão no 2º trimestre e Rodrigo Maia está de olho

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Questão 733294 CPCON UEPB - Agente de Portaria (UEPB)/2018
Charge do Son Salvador (Estado de Minas)
Vicente NunesCorreio Braziliense
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não exagera quando diz que as operadoras de planos de saúde estão passando dos limites ao pedirem reajuste de 25% nas mensalidades de seus clientes. Ele foi informado por assessores de que apenas quatro empresas do ramo lucraram R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre do ano, apesar de este ter sido o pior período da pandemia da covid-19.
Um dos casos mais gritantes foi o da NotreDame Intermédica, que mais do que dobrou os ganhos entre abril e junho, com crescimento de 149,2% em relação ao mesmo período de 2019. O lucro líquido da operadora somou R$ 223,4 milhões.
ALTA LUCRATIVIDADE – Já a SulAmérica computou incremento de 83% nos resultados líquidos (depois do pagamento de todos os impostos). O lucro saltou para R$ 398,7 milhões no segundo trimestre. O Bradesco contabilizou incremento de 10,1%, com ganhos de R$ 359 milhões. O lucro da Hapvida, por sua vez, cresceu 24,7%, para R$ 278,6 milhões.
Em todos os casos, as operadores registraram resultados recordes para o período, com aumento de até 62,7% no faturamento. As empresas foram beneficiadas, no período, pelo menor uso dos convênios médicos, a tal sinistralidade, pois muitas pessoas suspenderam consultas, exames e cirurgias por medo da covid-19.
PRESSÃO DE MAIA – É por isso que Rodrigo Maia resolveu partir para cima das operadoras e da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), que, acuada, suspendeu o reajuste de 25% nos planos até o fim do ano. Segundo o presidente da Câmara, se a ANS insistisse no aumento, o Congresso entraria no circuito para reverter a decisão. Mais os aumentos feitos até agora estão valendo, criando dois tipos de segurados com o mesmo plano.
Além dos reajustes considerados abusivos, o Legislativo está de olho num movimento inaceitável por parte das operadoras, sobretudo, as de menor porte. Elas estão expulsando dos convênios pessoas com mais de 60 anos, mesmo cobrando mensalidades entre R$ 1.500 e R$ 2 mil.
Em vários casos, as operadoras comentem fraudes, pois enviam e-mails para os clientes com mais de 60 anos dizendo que partiu deles a decisão de romperem os contratos de prestação de serviços.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A exploração dos usuários pelos planos de saúde chega a seu ápice, e o deputado Rodrigo Maia está perdendo a paciência. Para acalmar o presidente da Câmara, as operadoras fingiram revogar o abusivo reajuste de 25% para uma inflação de 3%, mas vão “cobrar” depois esses “resíduos” adicionando os valores às mensalidade (já majoradas) a partir de janeiro de 2021. O golpe foi tramado assim(C.N.)

Idoso e cardíaco pai do repórter Davi Alves é submetido a terrorismo psicológico, para por tabela calar o radialista, e, não denunciar a corrupção municipal de Jeremoabo,




"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade. Clúadio Abramo."

Ninguém vai nos calar: liberdade de imprensa sempre!


O programa Jeremoabo Alerta não se intimidará e nem vai se calar!

“Tivemos muitos sinais recentes de degradação autoritária na democracia brasileira. O primeiro passo é sempre a perseguição aos jornalistas. Nos regimes autoritários pode até haver um simulacro de jornalismo, mas é impossível ter democracia sem imprensa livre." ( Presidente da Abraji, Marcelo Träsel).

O programa Jeremoabo Alerta é de responsabilidade da ONG-Transparência Jeremoabo, tem um compromisso sério com a verdade e orienta que os seus profissionais sempre zelem pela manutenção da boa prática jornalistica e da boa comunicação, sem ferir os princípios constitucionais, resguardando de forma segura suas fontes e levando a informação de forma plena e imparcial.

Locutor Apresentador: Não segue obrigatoriamente o script. Tem a liberdade de fazer improvisos.

Após a apresentação do programa de ontem (28.08), com varias denúncias a respeito da malversação praticada contra o dinheiro público em beneficio de uma ORCRIM, os coronéis ultrapassados, de forma covarde, canalha e criminosa usaram  do método fascista de terrorismo psicológico para amedrontar um senhor idoso, cardíaco e antenada, para através da chantagens calar o radialista do Programa Jeremoabo Alerta Davi Alves, inclusive através da mentira dizer que a polícia estava a procura do mesmo.
Mesmo diante da inversão de valores, e como em Jeremoabo o impossível acontece, mesmo assim asseguro que quem tem medo de polícia é bandido, é ladrão, cidadão de bem por falar a verdade, não é nem deve ser perseguido nem procurado pela polícia.
Essas paixões torpes, essas ambições sórdidas desses  déspotas, que temem a verdade,   se irritem quando é exposto ou quando existe a possibilidade desses atos virem a público. 
O Programa  não se intimidará e não vai se calar

Jeremoabo ontem à noite (28.08), novo método de combater o COVID-19, que vem contaminando mais gente.





Em Jeremoabo votos valem mais do que vidas...

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