quarta-feira, agosto 14, 2019

Comissão aprova proposta que proíbe nepotismo em indicação para embaixadas


Charge do Sinfronio (sinfronio.wixsite.com/sinfronio)
Deu no O Tempo 
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, dia 14, em rápida votação, a proposta do deputado Roberto de Lucena (Podemos-SP) que proíbe o nepotismo na administração pública federal. O texto trata a prática como ato de improbidade administrativa e fixa pena de detenção de três meses a um ano para quem descumprir a regra.
O Projeto de Lei 198/19 recebeu uma emenda do relator, deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), que transforma em nepotismo a nomeação de parente de autoridade para os cargos de ministro de Estado e embaixador. Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que o filho Eduardo Bolsonaro será indicado para comandar a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos. O cargo de embaixador não precisa ser ocupado por um diplomata. O nome do deputado deverá ser analisado pelo Senado. Eduardo Bolsonaro preside atualmente a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara.
SÚMULA – No parecer, Kataguiri afirma que o nepotismo é uma “injustiça patente que demonstra profundo desprezo pela coisa pública e, por consequência, desrespeito ao pagador de impostos”. Ele lembrou que, em 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma súmula vinculante proibindo autoridades de nomearem cônjuge ou parente até terceiro grau para cargos públicos. O texto, porém, deixou de fora as nomeações para cargos políticos, como os de ministro ou secretário estadual.
Para o deputado, o assunto precisa ser tratado de vez em lei, de forma abrangente, e não apenas por decisões do Judiciário. “É uma vergonha que o Parlamento ainda não tenha tratado do nepotismo em nível federal e que isso tenha sido tratado pelo Supremo Tribunal Federal”, disse Kataguiri antes da votação do projeto.
PROIBIÇÃO MAIS AMPLA –  O texto aprovado altera o capítulo que trata das proibições aos servidores públicos, previstos no Regime Jurídico Único (Lei 8.112/90). Hoje a lei apenas proíbe o servidor de manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau. Entre outros casos, o projeto considera nepotismo a nomeação para cargo ou a contratação temporária de cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor da mesma unidade investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento.
Os casos de nepotismo cruzado, em que uma unidade contrata o parente de alguém de outra e vice-versa, também são abrangidos pelo projeto. Conforme o texto, fica proibida ainda a contratação de empresa que tenha como sócio cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau da autoridade contratante ou de servidor da mesma unidade administrativa investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento.

INSS E MINISTÉRIO DA SAÚDE ENCAMINHAM OFÍCIO DE ADESÃO AO IPES


SINDIPREV construindo novas possibilidades
13/08/2019 20h:18
Que os valores da GEAP estão abusivos, nós já sabemos!
Que os salários não aumentam, nós já sabemos!
Que é preciso solução para não ficarmos sem Planos de Saúde, também sabemos!
O achatamento salarial, aliado ao valor exorbitante da GEAP tem causado falta de sono em nossos filiados e direção do SINDIPREV/SE, que buscam novas fontes de renda e formas de manter algum plano de Saúde que caiba no bolso do servidor. Após convocação para apresentação de soluções de Planos de Saúde, fomos visitados pela empresa Dósea Corretora de Seguros que apresentou uma série de propostas de Planos de Saúde privados para que fosse apreciado e apresentado ao filiado. Após análise das propostas, constatamos que apenas a HAP VIDA apresentava preço condizente com a realidade financeira do nosso filiado, e assim o fizemos: divulgamos as propostas, com desconto de, até, 30% da HAP VIDA.
Os Planos de Saúde da UNIMED, PLAMED e BRADESCO não apresentaram valores compatíveis e descontos com a realidade da nossa base.
IPES SAÚDE SURGE COMO POSSIBILIDADE
No dia 26 de abril, o Vereador Isac Silveira, o Coordenador Geral do SINDIPREV SE, Joaquim Antonio, e o presidente do SINDMISFU, Ricardo da SUCAM, se reuniram com o diretor-presidente do Ipesaúde, Dr. Christian Olivieira, para tratar da adesão dos servidores públicos federais ao IPES, conforme notícia publicada pela assessoria do Deputado Estadual Iran Barbosa, sobre a indicação 100/2019 – Estudo da viabilidade de inclusão dos servidores federais no IPES.
Ao final da reunião, o diretor do IPES aceitou discutir e apresentar a viabilidade de convênios para as bases do SINDIPREV SE e SINDIMISFU, após ofício dos representantes dos Órgãos Públicos solicitando a adesão. O SINDIPREV/SE e SINDMISFU, se comprometeram em procurar os gestores para que fosse feita a solicitação pública para a adesão ao convênio, já que o SINDIPREV/SE não poderia representar, juridicamente, convênio entre o IPES e servidores da UNIÃO.
GESTORES APROVAM CONVÊNIO COM O IPES
Hoje, 13, o Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Joaquim Antonio, esteve reunido com os gestores do INSS, Raimundo Brito, e Ministério da Saúde, Dielson Barreto, para explicar da possibilidade jurídica da adesão dos servidores da base do SINDIPREV/SE ao IPES SAÚDE, após consulta jurídica do IPES e aval do MINISTÉRIO DA ECONOMIA.
O Gerente-executivo do INSS, Raimundo Brito, e o Chefe do Núcleo do Ministério da Saúde em Sergipe, Dielson Barreto, falaram da realidade financeira dos servidores dos respectivos órgãos e da necessidade de novos horizontes em relação aos planos de saúde. Após a reunião, os gestores dos dois Órgãos, se comprometeram em fazer Ofício solicitando a viabilidade jurídica da adesão ao Plano ao IPES SAÚDE, para que o mesmo fosse enviado ao Ministério da Economia para sacramentar o convênio.
O SINDIPREV/SE se dispôs a fazer toda interlocução política, jurídica e administrativa para a consolidação do convênio.
O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA!
Por: Marcos Jefferson (DRT/SE 376)

Sobre credibilidade, relevância e estratégias de sobrevivência para o jornalismo



No cenário de crise de credibilidade, talvez seja importante nos perguntarmos, afinal, para quê serve o jornalismo. Ou melhor: qual tipo de jornalismo importa?

A queda de confiança dos públicos é uma das maiores questões enfrentadas atualmente pelo jornalismo em diversos países. Nos Estados Unidos, por exemplo, foi de 34% a porcentagem daqueles que confiavam pouco ou nada na mídia em 2015 para 39% em 2019, de acordo com dados do Instituto Gallup.

Por Andressa Kikuti* no Jornal GGN

O problema é grave, visto que o jornalismo trabalha (ou deveria) basicamente para informar a população sobre aquilo que acontece de mais relevante dentro de sua área de cobertura, ajudando a organizar a vida em sociedade e a fiscalizar os poderes das demais instituições.

Mas o jornalismo também tem feito a sua parte para aumentar essa descrença. Não são raros os casos de notícias publicadas sem que as informações tenham sido verificadas, assim como é comum ver discursos racistas, xenofóbicos, ou declarações mentirosas de governantes serem reproduzidos acriticamente. Sem falar na repetição de fórmulas que nada contribuem para a mudança social, como foi o caso da cobertura da grande mídia norte-americana sobre os assassinatos em massa nos Estados Unidos, na semana passada (o Farol Jornalismo também falou dela, aqui).

John Temple, diretor do programa de reportagem investigativa em Berkeley, criticou a cobertura jornalística feita sobre esses episódios desde Columbine, em 1999, até hoje. Em um texto desesperançoso publicado no The Atlantic, ele diz que conseguiu ver onde estão os limites do jornalismo: todas as coberturas de tragédias desse tipo, diz ele, utilizam a mesma fórmula e terminam da mesma maneira – ritual que faz com que o jornalismo pareça fútil. “Sou forçado a perguntar por que os jornalistas estão fazendo esse trabalho dessa maneira e se, no final, vale a pena. Os jornalistas sentem a necessidade de testemunhar. Mas para o mesmo horror, de novo e de novo? Não posso mais dizer que acredito que aprendemos com coisas terríveis”, declarou.

No cenário de crise de credibilidade, talvez seja importante nos perguntarmos, afinal, para quê serve o jornalismo. Ou melhor: qual tipo de jornalismo importa, e como as organizações jornalísticas podem ser mais democráticas e acessíveis. Harry Backlund, do laboratório de jornalismo City Bureau tentou responder a essa questão promovendo encontros entre jornalistas locais (de Chicago), e eles concluíram que muitos recursos jornalísticos são destinados para “servir às necessidades abstratas de uma minoria confortável, passando completamente por cima das necessidades básicas da maioria”. Em outras palavras, as questões mais relevantes para a vida da população (como encontrar moradia, abrigo, comida, transporte e oportunidades econômicas) não estavam recebendo a atenção que deveriam pelos jornais. Como observa Backlund em seu texto, “nós ouvimos um coro de dicas para “viver mais inteligente”, mas quase um silêncio sobre como sobreviver nos Estados Unidos”.

Talvez a chave para a recuperação da confiança perdida esteja na conexão mais profunda e persistente com as necessidades das audiências. No Brasil, há uma pesquisa que busca fundamentar as bases para a construção de um jornalismo de novo tipo, pensado a partir das demandas dos públicos: o GPSJor. O estudo constatou um forte desejo por conteúdo hiper local, ou seja, por notícias que falem sobre o que acontece nos bairros e rincões mais distantes. Um dos entrevistados aponta que há certas localidades da cidade de Joinville/SC (onde a pesquisa foi feita) que são praticamente desconsiderados pela mídia local, prejudicando a identificação dos moradores com o jornalismo praticado pelos veículos. Outros entrevistados reclamam da cobertura já existente sobre os bairros da periferia, que são retratados nos extremos: ou é crime/violência, ou histórias de sucesso/superação.


Mais uma demanda importante identificada pela pesquisa foi o jornalismo comunitário, ou seja, aquele produzido em conjunto com as populações menos favorecidas. Essa necessidade de descentralização da notícia também remete a uma presença mais efetiva e menos oportunista do jornalismo na comunidade. Isso também pode ajudar a compreender como melhorar o engajamento e a participação dos públicos – já que as pessoas tendem a participar mais nas mídias em que já se sentem representadas. Em outro estudo, desta vez ouvindo representantes de mídias, Mônica Guzmán (2016) chega a conclusão similar: a credibilidade se constrói quando o público sabe que o trabalho jornalístico está criando algo de valor para a comunidade. E quando essas informações são publicadas em estilo e linguagem que soem familiares.


Na crise, só sobrevive o que for útil
Em tempos de audiências cada vez mais fragmentadas em rede e a possibilidade de ler uma notícia de cada veículo, todas na timeline do Facebook, Twitter ou enviadas pelo WhatsApp, ganhar a atenção da audiência se torna uma disputa acirrada, na qual ganha quem for mais bem sucedido em entregar conteúdo relevante e confiável. O jornalismo precisa, mais do que nunca, provar que é útil para as pessoas. Que o seu trabalho é sério e seu conteúdo é compatível com a verdade.

E mais: é preciso ser capaz de transmitir as mensagens de forma eficaz e convidativa, utilizando as potencialidades de dispositivos móveis e mídias sociais (de acordo com pesquisas como o Digital News Report, o consumo de notícias nessas plataformas tem aumentado ano após ano); usando linguagens mais próximas do público e, principalmente, buscando abordagens que fujam da reprodução de padrões de cobertura que nada têm a acrescentar ao jornalismo e às pessoas.


Só assim é possível melhorar o engajamento dos públicos, que é fundamental para garantir a sobrevivência jornalística em um cenário no qual não se pode mais contar apenas com receitas publicitárias para financiar a produção de notícias. Bons exemplos, como o The Intercept Brasil, atestam a correlação entre confiança e sustentabilidade, como observa a pesquisadora Tânia Gusti. E além disso, uma conexão mais profunda com as necessidades informativas dos públicos evita que organizações jornalísticas usem seus já escassos recursos de um jeito errado.

*Andressa Kikuti é doutoranda do PPGJOR/UFSC e pesquisadora do objetos

FONTE:

https://jornalggn.com.br/artigos/sobre-credibilidade-relevancia-e-estrategias-de-sobrevivencia-para-o-jornalismo-por-andressa-kikuti/

Manifestações estudantis levaram um milhão às ruas e houve simpatia da mídia conservadora



As manifestações dos estudantes em defesa da educação e de repúdio a Bolsonaro voltaram a surpreender por seu vigor. As estimativas oscilam entre 900 mil e 1,5 milhão de pessoas nas ruas. Um fato novo foi a cobertura da mídia conservadora, claramente simpática à mobilização. Em 7 de setembro haverá outra rodada de protestos.

BRASIL 247 - As manifestações dos estudantes brasileiros em defesa da educação e de repúdio a Bolsonaro voltaram a surpreender o país por seu vigor nesta terça-feira (13). As estimativas oscilam entre 900 mil e 1,5 milhão de pessoas nas ruas. Um fato novo foi a cobertura da mídia conservadora, claramente simpática à mobilização.

Segundo a União Nacional dos Estudantes, participaram dos protestos cerca de 1,5 milhão de pessoas em 205 cidades em todos os Estados e no Distrito Federal. Com o sucesso, nova mobilização está convocada para 7 de setembro.

CONTINUE LENDO AQUI:

https://www.brasil247.com/brasil/manifestacoes-estudantis-levaram-um-milhao-as-ruas-e-houve-simpatia-da-midia-conservadora

Com a popularização das redes sociais, jornalistas ganham novo campo de atuação



Em tempos de likes e views, jornalismo digital se torna uma área promissora para profissionais capacitados

Quando se fala na profissão do jornalista, o primeiro pensamento é, geralmente, um repórter segurando um microfone, em um programa de rádio ou TV, ou na produção de um jornal impresso. Mas não existem somente esses campos de atuação. Além dessa área, o jornalista pode estar presente na comunicação interna de empresas e também pode atuar na criação de marketing de conteúdo, área que vem ganhando força para profissionais de comunicação.

POR UBM

O aumento do uso da internet nos últimos anos e a popularização das redes sociais fizeram com que as pessoas consumissem mais informações diretamente na web. Com isso, o jornalismo teve que se adaptar para não perder seu espaço, criando novas áreas de atuação a partir dos meios digitais.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil possui cerca de 140 milhões de pessoas ativas nas redes sociais, sendo que 130 milhões acessam através de seus smartphones — o que corresponde a 61% da população. Além disso, a cada 10 brasileiros, 7 fazem compras regularmente pela internet. Essas informações mostram, ainda, que a população está cada vez mais dependente dos meios digitais.

Esse alto consumo fez com que diversos mercados se adaptassem, como grandes empresas, lojas físicas e até jornais impressos fossem aliados às plataformas digitais. Graças ao marketing digital, novos campos de atuação surgiram para o profissional de comunicação, seja na criação de conteúdo para web e gerenciamento de redes sociais, seja na produção de conteúdo utilizando técnicas de SEO.

E é neste ponto que o jornalista especializado em Marketing Digital ganha espaço neste novo nicho de mercado. Ele é o responsável por inserir essas empresas nas mídias digitais, criando conteúdo relevante e realizando o gerenciamento delas. Organizações que buscam resultado, engajamento com usuários e querem que a sua imagem esteja em evidência nas redes sociais estão cada vez mais apostando neste profissional para fazer parte de sua equipe de marketing.

No sul fluminense, buscando a melhor maneira para capacitar o profissional da área de comunicação, o UBM — Centro Universitário de Barra Mansa — está com inscrições abertas para a pós-graduação em Jornalismo Digital, curso único na região. A especialização traz temas como Tecnologia de Informação aplicada ao Jornalismo, práticas com jornalismo de dados, assessoria de imprensa na web, produção audiovisual, entre outros. Para mais informações acesse nosso site.

FONTE:

https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/especial-publicitario/ubm/conhecimento-transforma/noticia/2019/08/12/com-a-popularizacao-das-redes-sociais-jornalistas-ganham-novo-campo-de-atuacao.ghtml

Obesidade e o diabetes

Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela.George Bernard Shaw     
Dois dos maiores problemas da saúde pública do atual milênio são a obesidade e o diabetes. O número de indivíduos acometidos com estas condições, muitas vezes as duas, é assustador. E o que é pior, a situação continua se agravando, tanto nos países desenvolvidos como, e principalmente, entre alguns em desenvolvimento.
O Brasil faz parte deste grupo.
No país mais gordo do mundo, os Estados Unidos, mais de 65% da população adulta tem sobrepeso e quase 40% é obesa. Como todos sabemos a obesidade é uma condição extremamente desfavorável à saúde, ou seja, cerca de 80% dos diabéticos do tipo adulto, não teriam a doença se não tivessem excesso de peso.
Por conta dos malefícios que a obesidade acarreta, a atual geração dos americanos irá viver menos do que a anterior, um fato absolutamente inédito na história daquele país. São dois os principais motivos reconhecidos como responsáveis pela atual situação: os maus hábitos alimentares em quantidade e qualidade e realização cada vez menor de atividades físicas, nas chamadas sociedades modernas.  No entanto, segundo alguns, apenas estes dois fatores não poderiam explicar este aumento tão substancial nas duas condições.
Um dos argumentos nesta linha de pensamento, seria o fato de que nas últimas décadas o número de pessoas que faziam atividades físicas era muito maior do que era antes da obesidade e o diabetes não vem diminuindo, muito pelo contrário,vem crescendo de forma assustadora.
Na última reunião anual de uma das mais importantes Sociedades de Endocrinologia do Mundo, a Americana, estudou-se com bastante afinco e bastante cuidado a possibilidade de que a menor quantidade de sono teria importância no aumento dos casos da obesidade e diabetes.
Na década de 70, quando as duas condições não eram tão freqüentes, a maioria dos americanos dormia 8 horas por dia, porém nas décadas subsequentes a quantidade de sono foi diminuindo progressivamente, e hoje 30% dos indivíduos dormem menos de 6 horas diárias.
Porém por uma triste e inequívoca coincidência as duas condições, diabetes e obesidade, aumentaram assustadoramente, e a grande pergunta que ficou no ar é de como a quantidade de horas dormidas poderia contribuir para que isto ocorresse?

Blog Dr. Raimundo Sotero

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