quinta-feira, março 28, 2019

Paulo Guedes joga seu destino político na aprovação da reforma da Previdência


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Paulo Guedes faz declarações espantosas e absolutamente improváveis
Pedro do Coutto
O ministro Paulo Guedes, provavelmente para reduzir o mal estar registrado na Câmara dos Deputados pelo fato de não ter comparecido terça-feira na Comissão de Constituição e Justiça, ontem esteve no Senado para debater a matéria e também outras questões colocadas pelos senadores e senadoras.               O comparecimento de Paulo Guedes estendeu-se ao longo de várias horas. Começou pouco depois das 14 horas e passou da tarde à noite, não acrescentando nenhum ponto a que não tenha se referido antes ao longo de suas entrevistas e palestras.
Num determinado momento, ao responder a uma indagação acentuou praticamente que sua presença no Ministério e no Governo depende da aprovação pelo Congresso do projeto de reforma previdenciária.
SÓ AMEAÇAS – Foram tocados diversos pontos sobre os quais há temores e divergências quanto a seu reflexo concreto. Paulo Guedes voltou a destacar que empresários americanos, europeus e asiáticos estão dispostos a investir no Brasil, mas desde que seja aprovada a reforma da Previdência.
A meu ver, uma comparação espantosa, porque não acredito que o sistema previdenciário possa ser considerado como algo extremamente essencial e capaz, por si, de mover montanhas. Não creio tampouco que o equilíbrio fiscal do governo Jair Bolsonaro dependa da redução de custos na área social.
De qualquer forma foi importante a presença do ministro no Senado. Vamos esperar agora por sua presença na Câmara dos Deputados. Principalmente nos próximos dias, porque na terça-feira as lideranças de 11 partidos criaram uma frente para mudar o projeto de emenda constitucional do governo. Foi a manchete de primeira página da Folha de São Paulo de ontem e a reportagem está assinada por Tiago Resende, Ângela Boldrini e Mariana Carneiro.
BASE ALIADA – Provavelmente, os partidos do governo estão sendo coordenados pelo Ministro Onix Lorenzoni, visando a constituir o bloco parlamentar favorável ao projeto. A diferença entre uma articulação e outra encontra-se no dilema quanto à aprovação ou à derrota do projeto. Isso porque há necessidade de 308 votos favoráveis para a emenda constitucional.
Vai se travar, portanto, o embate entre governistas e opositores a partir da data em que o projeto começar a transitar na Câmara Federal. Os deputados, aliás terão oportunidade de apresentar questionamentos novos para o ministro Guedes, que adiou para semana que vem seu comparecimento àquela casa do Legislativo.

Se arrependimento matasse, estaríamos assistindo ao velório do ministro Sérgio Moro


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Charge do Nani (nanihumor.com)
Carlos Newton
O ex-juiz Sérgio Moro vive uma terrível fase de inferno astral. Fazia uma carreira esplendorosa, já se tornara uma das personalidades mais importantes do mundo, mas cometeu um gravíssimo erro e agora tudo está desabando sobre sua cabeça. Seu maior inimigo chama-se Rodrigo Maia, que comanda a bancada da corrupção, amplamente majoritária no Congresso Nacional, cujo objetivo é esvaziar a Lava Jato e destruir o que resta do trabalho de Moro e dos demais juízes da Lava Jato, que levaram adiante o esforço concentrado e incessante das forças-tarefas, formadas pela Polícia Federal, Procuradoria e Receita.
Moro cometeu um tremendo erro de avaliação. Julgou que, ao assumir o Ministério da Justiça, poderia fortalecer a Lava Jato, mas isso não aconteceu. O trabalho das forças-tarefas não depende mais de ninguém, passou a se desenvolver automaticamente, embora os governos Dilma Rousseff e Michel Temer tenham tentado bloquear, através do corte de verbas.
GAROTO-PROPAGANDA – Moro entrou para valer na função de ministro e apresentou um moderno e eficiente projeto anticrime, pensando que o governo iria se empenhar pela aprovação. Mas se enganou, sua proposta não é prioridade.
Ao mesmo tempo, passou a ser usado pelo presidente como uma espécie de “garoto-propaganda” do governo. O presidente faz questão de levá-lo em todas as viagens internacionais, quando diz os maiores disparates e fica parecendo que Moro concorda com as barbaridades do suposto “Mito”.
E a situação vai ficando cada vez mais embaraçosa para o líder da chamada República de Curitiba, que se transformou numa espécie de “escudo” para Bolsonaro.
ATAQUES DE MAIA – Mais constrangedor ainda é Moro ser atingido por ataques de Rodrigo Maia, um deputado investigado por receber propinas e caixa 2 de empreiteiras. Como se sabe, há alguns dias o ministro da Justiça se julgou no direito de defender que a Câmara examinasse simultaneamente a reforma da Previdência e o pacote anticrime. Foi o que bastou. O presidente da Câmara simplesmente o esculhambou, dizendo que Moro não entendia da política e acusando o ministro de ter plagiado a proposta de Alexandre de Moraes, do Supremo.
Maia mentiu propositadamente, porque os projetos são muito diferentes. As sugestões de Moraes sequer incluem prisão após decisão de segunda instância. O ponto em comum é um maior rigor nas penas e na progressão, o que é o óbvio ululante tão perseguido por Nelson Rodrigues.
Moro teve de engolir as mentiras de Maia, aceitou um encontro com o senhor dos anéis da Câmara, mas já sabe que seu pacote anticrime não passará, como diria La Passionaria.
ESTRATÉGIA – Regida pelo maestro Maia, a Câmara vai adotar uma estratégia ardilosa, aprovando um projeto híbrido, bastante rigoroso contra os crimes dos narcotraficantes e assemelhados, mas absolutamente omisso quanto a corrupção política.
Como recordar é viver, precisamos lembrar que no início do governo Temer o deputado Rodrigo Maia já presidia a Câmara e pautou de surpresa, numa sessão de segunda-feira à noite (algo verdadeiramente inusitado) a votação de um projeto arranjado às pressas do arquivo, que nem autor conhecido tinha, e essa armação tinha o objetivo de anistiar o caixa 2.
Só não funcionou porque havia dois experientes deputados no plenário, Ivan Valente (PSol-SP) e Miro Teixeira (Rede-RJ), que perceberam e denunciaram o golpe contra a Lava Jato e Maia teve de retroceder.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Por essas e outras, Sergio Moro está arrependidíssimo de ter largado a magistratura e deixado a tranquilidade da República de Curitiba, pois em Brasília é obrigado a conviver com esses cidadãos de terceira classe que infestam a política brasileira. (C.N.)

Abandonada, Brasília chega ao aniversário de 59 anos como uma cidade feia e velha


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Brasília se tornou uma espécie de retrato da derrocada do país
Vicente Limongi Netto
Amo Brasília. Quem não gosta de Brasília são seus infelizes governantes. Perto de completar 59 anos, tornou-se uma cidade comum, igual às outras. Em alguns aspectos, até pior. Crimes, assaltos, feminicídios, roubos, sequestros, assassinatos são constantes. Em todo canto. Faz tempo que o brasiliense não tem mais sossego, paz nem tranquilidade. O desemprego aumenta. O transporte coletivo é tenebroso. Os hospitais e prontos-socorros humilham o cidadão. As escolas são medonhas. Verdadeiros pardieiros. Viadutos caindo e inseguros. As cidades satélites são sujas e esburacadas.
Segurança, só se for nas mansões dos ricos, que mesmo assim não escapam da fúria dos marginais.
SAUNA OU FORNO – Os Postos de Polícia que ainda restam mais parecem saunas ou fornos micro-ondas, com dois ou três guardinhas de plantão, sem viaturas nem armas apropriadas.
Portanto, a meu ver, é uma colossal balela, um escárnio, os tolos encherem a boca para falar do céu bonito de Brasília. Dos encardidos projetos de Lúcio Costa e de Oscar Niemeyer, como se os brasilienses comessem concreto e cimento com arroz e feijão.
Brasília chega aos 59 anos feia e velha. Seus administradores, cada vez mais insensíveis, demagogos e incompetentes, estão se lixando para os graves problemas da população, embora botem uma banca danada e tentam posar de operosos. Morro de rir. Sei quem eles são.

Bolsonaro recua depois de afrontar Maia: “Não existe brincadeira de minha parte”


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Bolsonaro tentou ridicularizar Rodrigo Maia e teve de recuar
Silvia Amorim e Bruno GóesO Globo
Em meio às dificuldades de articulação política do governo federal, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, protagonizaram mais uma série de troca de farpas nesta quarta-feira.
Em entrevista à TV Band Bolsonaro afirmou que Maia estava “abalado” após a prisão do marido de sua sogra, Moreira Franco. A declaração não foi bem recebida por Maia, que reagiu dizendo que o presidente precisava parar de “brincar de presidir o Brasil”. Ele chegou a dizer que estava na “hora de parar”.  Mas, logo depois, em uma tréplica, Bolsonaro rebateu Maia.
DISSE BOLSONARO — “Não existe brincadeira de minha parte. Muito pelo contrário. Quero não acreditar que ele (Maia) tenha falado isso” — afirmou Bolsonaro.
O presidente comentou que as palavras usadas por Maia não eram as esperadas de alguém que ocupa a posição do deputado. “Se foi isso que ele disse mesmo eu lamento. Não é palavra de uma pessoa que conduz uma Casa (legislativa)”. Bolsonaro disse também que a aprovação da reforma da Previdência não é responsabilidade apenas dele ou do Congresso, mas de todos.
Antes dessa tréplica, Maia havia afirmado que Bolsonaro precisa parar de “brincar de presidir o Brasil” depois que foi perguntando sobre a frase dita por Bolsonaro em entrevista à Band. O presidente dissera que Maia “está um pouco abalado com questões pessoais que vem acontecendo na vida dele” Bolsonaro se referia à prisão de Moreira Franco, marido da sogra do presidente da Câmara.
MAIA REAGIU – Diante dessa ironia de Bolsonaro, o presidente da Câmara reagiu. “Abalados estão os brasileiros que estão esperando desde primeiro de janeiro que o governo comece a funcionar. São 12 milhões de desempregados, 15 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de pobreza, capacidade de investimento do Estado brasileiro diminuindo, 60 mil homicídios… E o presidente brincando de presidir o Brasil” — disse o deputado do DEM.
Após Bolsonaro responder dizendo que não estava brincando e argumentar que esse tipo de declaração não era apropriada a um presidente da Câmara, Maia foi procurado novamente. E disse que está sendo atacado por aliados do presidente: 
“Eu não vou responder. Eu sei muito bem o que eles têm usado de palavras contra mim. Palavras de baixo calão, grosserias. Então é engraçado que uma pessoa que acha graça neste tipo palavreado na internet faça algum tipo de crítica, mas eu prometi que acabou”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O comportamento do chefe do governo é altamente irresponsável. Ao invés de repreender o filho Carlos Bolsonaro, que ridicularizou Maia e precipitou a crise, o presidente continua a fazer provocações. Com esse tipo de governante, aonde iremos parar, enquanto la nave va, em ritmo cada vez mais felliniano. (C.N.)

Maia responde ironia de Bolsonaro e diz que país precisa de “presidente que funcione”


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Bolsonaro ridicularizou Maia e levou de volta uma “tamancada”
Camila TurtelliEstadão
Alvo de ataques nos últimos dias por parte do presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu o fim da ‘brincadeira’ e que o País passe a ser levado a sério. Bolsonaro concedeu uma entrevista à TV Band, divulgada hoje, na qual afirma que Maia está “abalado” por questões pessoais, insinuando o caso da prisão de Moreira Franco, sogro de Maia por afinidade. “Abalados estão os brasileiros que esperam desde janeiro que o Brasil comece a funcionar”, respondeu Maia ao ser questionado sobre as declarações do presidente.
 “São 12 milhões de desempregados, capacidade de investimento diminuindo”, citou. “Está na hora de pararmos com esse tipo de brincadeira. Está na hora dele (Bolsonaro) sentar na cadeira e o parlamento aqui, e, em conjunto, resolvermos os problemas do Brasil”, declarou.
PERDENDO TEMPO – “Não dá mais para a gente perder tempo com coisas secundárias, com coisas que não vão resolver a fome dos brasileiros”, afirmou. Para ele, é necessário focar no que é considerado fundamental para o País. Ele voltou a ressaltar, como tem feito nos últimos dias, que defende como prioridade a reforma da Previdência para a recuperação da economia brasileira.
“Vamos parar de brincadeira e vamos tratar de forma séria. O Brasil precisa de um presidente funcionando. Precisamos que o governo do Bolsonaro dê certo, gere empregos”, disse.
O presidente da Câmara foi questionado se irá colocar no plenário algumas das chamadas pautas-bomba. “Não tem a menor possibilidade de votar qualquer pauta-bomba e nenhum projeto que gere aumento de despesas sem um diálogo com a equipe econômica”, afirmou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Com toda certeza, Bolsonaro parece ter um parafuso frouxo, como se dizia antigamente. Afinal, o que ele ganha ao ridicularizar o presidente da Câmara? Como se vê, Bolsonaro é mesmo um completo idiota, conforme antecipamos aqui na TI, antes da eleição
(C.N.)

Sugiro aos vereadores de Jeremoabo que ao invés de Comida Requentada,INSTALE A CPI DO NEPOTISMO

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Senhores Vereadores da Oposição, com a devida Vênia sou obrigado a dizer aos   ilustres EDIS que essa CPI do Transporte no meu entender não passa de Comida Requentada já que na Justiça Federal j´s existe ums Ação Popular e o MPF  já instarou IC . No caso não se apresenta nenhuma das hipóteses de cassação de mandato fo Dec.Lei 201/67. 

Como os senhores poderão observar através de matérias transcritas neste BLOG só no Estado da Bahia já existe cetenas de casos de Condenações por IMPROBIDADES e SUSPENSÃO DE DIREITOS DE PREFEITOS, devido a improbidades semelhantes as existentes na Prefeitura de Jeremoabo, portanto, seria mais producente a INSTALAÇÃO DE  UMA  CPI DO NEPOTISMO.

O Nepotismo

O Nepotismo é o favorecimento de parentes na contratação para o exercício de cargos públicos. O nepotismo acontece quando agentes públicos se valem do poder do cargo para exercer influência na contratação ou nomeação de um servidor. Essa prática viola as garantias constitucionais de impessoalidade moralidade, publicidade e eficiência.

Responsabilidade

Quando essa prática fica comprovada, o agente público fica sujeito à ação civil pública por ato de improbidade administrativa, o que inclui desde o ressarcimento integral do dano ao erário público até a perda da função e dos direitos políticos de três a cinco anos. ( vereador Elber Batalha (PSB))

Cabe aos vereadores acompanhar as ações do Executivo municipal e fiscalizar se os compromissos legais e metas do governo estão sendo cumpridos. 

O Vereador é a pessoa eleita pelo povo para cuidar do bem e dos negócios do povo em relação à administração pública, ditando as leis necessárias para esse objetivo, sem, contudo, ter nenhum poder de execução administrativa. 

Os Vereadores têm quatro funções principais: 
1. Função Legislativa: consiste em elaborar as leis que são de competência do Município, discutir e votar os projetos que serão transformados em Leis, buscando organizar a vida da comunidade.
2. Função Fiscalizadora: o Vereador tem o poder e o dever de fiscalizar a administração, cuidar da aplicação dos recursos, a observância do orçamento e o respeito à Lei Orgânica do Município. Também fiscaliza através do pedido de informações.
3. Função de Assessoramento ao Executivo: esta função é aplicada às atividades parlamentares de apoio e de discussão das políticas públicas a serem implantadas por programas governamentais, via plano plurianual, lei de diretrizes orçamentárias e lei orçamentária anual (poder de emendar, participação da sociedade e a realização de audiências públicas). 

4. Função Julgadora: a Câmara tem a função de apreciação das contas públicas dos administradores e da apuração de infrações político-administrativas por parte do Prefeito e dos Vereadores. 

O que estamos cobrando aqui é a função fiscalizadora, Srs. Vereadores! 
Nepotismo afronta a Súmula Vinculante nº 13 do STF e a Lei Orgânica Municipal veda expressamente a prática. 

Assim a população da cidade de Jeremoabo EXIGE que seja apurada pela casa de leis as diversas denuncias de nepotismo, contratações irregulares e desvios de função. 

A inobservância dos srs. à CONSTITUIÇÃO e Lei Orgânica, também poderá ser interpretada como conivência. A insatisfação da população é geral e não se trata de grupo político. Basta verificar os comentários nas ruas, nas redes sociais e verão que é anseio da população que o que ocorreu no município (se é que de fato ocorreu), não volte a ocorrer, tendo mais uma vez os Srs. como meros espectadores.
https://peticaopublica.com.br

  Foto Divulgação.



Nepotismo: Justiça determina afastamentos em Irecê

Parentes do prefeito, de secretários e vereadores do Município de Irecê devem ser afastados das suas funções públicas após a Justiça atender pedido apresentado em ação civil pública movida pelo Ministério Público estadual. Nove casos de nepotismo foram identificados pela promotora de Justiça Edna Márcia Barreto de Oliveira no Município. Todas as nomeações foram suspensas por decisão da juíza Andrea Neves Cerqueira, que determinou os afastamentos dos servidores, dentre eles o irmão e o sobrinho do prefeito, respectivamente, Joelson Vaz de Matos e Paulo Eugênio Matos.
Na ação, a promotora de Justiça registrou que a nomeação de parentes viola o comando constitucional inerente aos princípios da moralidade e impessoalidade, visto que os mesmos se valem da condição de parentes das autoridades para proverem cargos comissionados, e fere a Súmula Vinculante nº 13. Além do chefe de Gabinete, foram exonerados Carine Dourado, filha do secretário de Agricultura; Auba Freitas, irmã do secretário de Educação; Gardênia Freitas, esposa do secretário de Educação; Naiara Oliveira Santos, irmã de vereador; Bruno Paiva, irmão de vereador; Alan Paiva, irmão de vereador; e Juliano Matias, filho do secretário de Assistência Social.

Cecom/MP - Telefones: (71) 3103-0446 / 0449 / 0448 / 0499 / 6502


quarta-feira, março 27, 2019

Guedes, o serviçal dos banqueiros, volta a ameaçar sair se a sua reforma fracassar


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Guedes fez o velho teatro de sempre ao se explicar aos senadores
Deu em O Tempo
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira, em audiência no Senado Federal, que se o país não precisar de seus serviços, pode deixar o cargo. Ele apontou que uma possível derrota da Previdência poderia fazê-lo deixar a função, mas reiterou que não sairá do ministério na primeira derrota.
 “Estou aqui para servi-los, se ninguém quiser o serviço, terá sido um prazer ter tentado. Não tenho apego ao cargo, mas não a terei irresponsabilidade de sair na primeira derrota”, afirmou.
AMEAÇA – Em sua participação num debate na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado,  Paulo Guedes colocou sua permanência no cargo também nas mãos do presidente Jair Bolsonaro.
“Acredito em uma dinâmica virtuosa da democracia, não tenho dúvida de que os Poderes cumprirão seu papel. Se o presidente (Bolsonaro) apoiar coisas que acho que podem resolver o Brasil, estarei aqui. Se o presidente ou os Poderes não assumirem, eu tenho vida fora daqui”, completou.
BOLA DO CONGRESSO — “Se fizermos (a reforma), não tem problemas. Se não fizermos, vamos condenar nossos filhos e netos, por nosso egoísmo, nossa incapacidade de fazer um sacrifício” — declarou, acrescentando: “Essa bola está com o Congresso”.
O ministro disse também que existe uma “bomba demográfica” devido aos gastos previdenciários. Segundo Guedes, os gastos já são elevados para um país com população ainda jovem. E disse que a oposição deveria apoiar a reforma da Previdência, para assegurar a governabilidade nos próximos anos.
“Fique a oposição atacando a reforma da Previdência um ano só e depois tente ser eleita (e governar), ao invés de tentar atacar frontalmente o problema” — disse ele.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Guedes é um garotinho mimado, mais bronzeado do que Aristóteles Onassis e mais cegueta do que Mister Magoo. Preocupado em pegar uma cor, como se dizia antigamente, não consegue ver o que significa a dívida pública e fica fazendo terrorismo e ameaças com o Apocalypse Now da reforma previdenciária. É um mau brasileiro, serviçal dos banqueiros. Se pedir o boné, conforme ameaça, o país vai respirar aliviado. Já vai tarde. (C.N.)

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