sábado, março 23, 2019

Habeas corpus de Temer só será julgado na quarta-feira pela 1ª turma do TRF-2


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Michel Temer se recusou a prestar depoimento e voltou para a prisão
Aguirre TalentoO Globo
O desembargador federal Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, preferiu não decidir individualmente no habeas corpus do ex-presidente Michel Temer (MDB) e marcou o julgamento para a sessão da 1ª Turma na próxima quarta-feira, dia 27. Na mesma sessão, também serão analisados os pedidos de habeas corpus do coronel João Baptista Lima, operador de Temer, e do ex-ministro Moreira Franco. A primeira turma especializada é composta pelos desembargadores Paulo Espírito Santo e Abel Gomes, além de Ivan Athié. Preso na Superintendência da Polícia Federal no Rio, o ex-presidente usou o direito de ficar em silêncio, durante depoimento. O coronel Lima também agiu assim e apenas Moreira Franco aceitou depor, para se dizer inocente das acusações.
OFÍCIO A BRETAS – Athié proferiu despacho sobre o assunto às 14h31 desta sexta-feira. O desembargador federal ainda determinou que fosse enviado um ofício para o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, perguntando-lhe se mantém os fundamentos da decisão de prisão preventiva. Caso a resposta de Bretas seja positiva, o que é o esperado, Athié pede que o habeas corpus de Temer seja incluído na pauta da sessão da próxima quarta-feira.
O desembargador federal poderia dar uma decisão individual, mas preferiu levar o assunto para apreciação de um colegiado maior de desembargadores. A interlocutores, ele admitiu desconforto em resolver individualmente uma questão tão sensível. A decisão foi interpretada, no primeiro momento, como uma derrota para a defesa de Temer, já que ele terá que ficar preso ao menos até a próxima quarta-feira.
DESCONTAMINAÇÃO – O ex-presidente foi preso na operação Descontaminação, um desdobramento da Operação Radioatividade, que investiga desvios nas obras da Usina de Angra 3 e tem como base a delação do empresário José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que menciona pagamentos de R$ 1 milhão em 2014.
Para o advogado Thiago Machado, um dos defensores do ex-presidente, a prisão do emedebista é um abuso de direito. “Não diria que é abuso de autoridade. A autoridade judiciária tem a prerrogativa quando entender ser necessário. Mas entendo ser um abuso de direito na medida em que não há fundamento legal e embasamento concreto para que seja determinada uma medida dessa natureza”— afirmou o advogado.
PRESO NUMA SALA – Temer passou a noite na sala do corregedor da Polícia Federal , que ganhou uma cama improvisada, no terceiro andar do prédio do órgão do Rio. Segundo o site G1, a sala tem 20 metros quadrados e é uma das poucas no edifício que tem banheiro privativo, e conta também com ar-condicionado e frigobar.
Inicialmente, Temer iria ser levado para o Batalhão Especial Prisional (BEP), em Niterói, para onde foi levado o ex-ministro Moreira Franco e está preso também o ex-governador Luiz Fernando Pezão. Mas o juiz federal Marcelo Bretas aceitou um pedido da defesa de Temer e determinou que ele ficasse no prédio da PF.
LÍDER DA QUADRILHA – No pedido de prisão, o MPF argumenta ser “fundamental se lembrar que (Temer) era líder de organização criminosa com reconhecida periculosidade e gravidade”. A referência ao ex-presidente como “líder da organização criminosa” também aparece na sentença assinada por Bretas, que aponta Temer como “principal responsável pelos atos de corrupção” ocorridos ao longo dos últimos 40 anos no Rio.
Segundo os procuradores, a organização chefiada por Temer teria recebido ou cobrado propina no valor total de R$ 1,8 bilhão nesse período, em diversas frentes.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O adiamento da decisão já é uma derrota para Temer. Mas o resultado do julgamento na quarta-feira é imprevisível. Os três desembargadores – Ivan Athié, Abel Gomes e Paulo Espírito Santo – têm confirmado ou recusado decisões do juiz federal Marcelo Bretas. Pode-se dizer que tudo é possível. Mas estará em julgamento apenas a prisão, o processo ainda vai demorar um bocado, porque o juiz Marcelo Bretas ainda tem de dar a sentença de mérito, para depois os recursos serem julgados pela 1ª Turma. Muita água ainda vai rolar. (C.N.)

Bolsonaro acha que ‘não deu motivo’ para Maia deixar articulação da Previdência


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Se Bolsonaro não enquadrar os filhos, não conseguirá governar
Por G1 — Brasília
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (dia 22) que pretende conversar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tentar trazê-lo de volta à articulação da reforma da Previdência. Ao site do jornal “O Globo”, Maia disse que a responsabilidade “daqui para frente” sobre a articulação para aprovar a reforma é do governo.
Isso porque, segundo noticiou o jornal, Maia ficou insatisfeito com críticas feitas a ele em redes sociais pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Bolsonaro.
ME DÊ MOTIVO – “Eu quero saber o motivo que ele está saindo [da articulação da Previdência]. […] Estou sempre aberto ao diálogo. Eu estou fora do Brasil, mas quero saber qual o motivo, mais nada. Eu não dei motivo para ele sair”, disse Bolsonaro nesta sexta no Chile, onde está para participar de encontro com outros presidentes sul-americanos.
Questionado, então, sobre como trazer Maia “de volta” para a articulação, respondeu: “Só conversando, não é? Você nunca teve uma namorada? E quando ela quis embora, o que você fez para ela voltar? Conversou?”
“Estou à disposição para conversar com o Rodrigo Maia, sem problema nenhum”, concluiu o presidente.
ÚLTIMA CHANCE – Reeleito presidente da Câmara com 334 dos 512 votos, Maia já fez diversas declarações públicas a favor da reforma da Previdência e chegou a afirmar, em entrevista à GloboNews, que esta é a “última” chance de o Congresso aprovar a reforma sem retirar direitos da população.
Enviada em fevereiro, a reforma da Previdência está em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Em seguida, será discutida por uma comissão especial e, por fim, pelo plenário.
Por se tratar de emenda à Constituição (PEC), a proposta precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação. Se aprovada, seguirá para o Senado. Inicialmente, Rodrigo Maia estimou a votação da proposta no plenário em maio e, depois, junho. Bolsonaro já pediu “celeridade” ao Congresso para que a PEC e o projeto que trata da aposentadoria dos militares sejam aprovados “no máximo no meio do ano”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Cantando “Me dê motivo”,  Bolsonaro é uma nova versão do Tim Maia, Ora, o motivo todos já sabem. No entanto, como diz Jô Soares, tem pai que é cego. Se Bolsonaro não acabar com essas brincadeiras dos filhos, que se manifestam como se fossem príncipes-regentes, o reinado da falsa família imperial não dura mais seis meses, conforme prevê o guru astrológico Olavo de Carvalho. Se Rodrigo Maia tirar o time de campo, o último a sair que apague a luz. A piada é velha, mas sempre funciona. (C.N.)

sexta-feira, março 22, 2019

Trecho BR-235 perto Lagoa do Mato

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Galera a BR 235 rompeu próximo ao Povoado Lagoa Escondida, se souberem de alguém que esteja indo ao sentido de Jeremoabo, avisem que não passa pela BR, como foi nesse momento o trecho não está sinalizado.(Fonte: Jovino - Rádio Alvorada FM - Jeremoabo)




Povoado Itapicuru D'água - Jeremoabo - Bahia

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Muita chuva hoje à tarde no Povoado Itapicuru BR 110,  Jeremoabo-Bahia

No Chile, o “chanceler informal” defende uso na força na Venezuela e depois de arrepende


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Como sugere o pastor Malafaia, Eduardo precisa parar de dizer asneiras
Nilson KlavaGloboNews
Um dos cinco filhos de Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta sexta-feira (22), em entrevista ao jornal chileno “La Tercera”, que, na opinião dele, “em algum momento, será necessário o uso da força” para tirar o presidente venezuelano Nicolás Maduro do poder.
Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, o parlamentar do PSL acompanhou o pai na visita oficial ao Chile na qual Jair Bolsonaro participou nesta sexta-feira de uma cúpula com outros sete presidentes sul-americanos para discutir a criação de um fórum regional para substituir a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
INTERVENÇÃO – Entrevistado pelo jornal chileno em um estúdio e falando espanhol, Eduardo Bolsonaro fez o comentário após ser questionado sobre se avalia que deve haver uma intervenção militar para solucionar a crise política da Venezuela.
Ao responder, ele disse que “ninguém quer uma guerra”, porém, pessoalmente acredita que “Maduro não vai deixar o poder de uma maneira pacífica”.
“Porque Maduro é um criminoso. Ele sabe que, saindo do poder, vai acabar sendo preso por conta do tráfico de drogas, está envolvido com terrorismo, o hezbollah está fortíssimo lá [na Venezuela]”, declarou o filho do presidente da República aos jornalistas.
USO DA FORÇA – “Então, de alguma maneira, eu penso que será necessário o uso da força. Tanto que Maduro sabe que Chávez começou, em 2012, com um programa de controle de armas, de desarmamento. Exatamente para ficar confortável e para fazer o que quisesse com o uso das armas contra os venezuelanos” , disse Eduardo Bolsonaro ao jornal chileno.
Mais tarde, em entrevista à GloboNews em Santiago, o deputado do PSL disse que “ninguém quer intervir militarmente na Venezuela. “O Brasil não pensa nisso [intervenção militar]. Eu falei a mensagem do Trump, todas as possibilidades estão sobre a mesa”, afirmou Eduardo Bolsonaro, referindo-se à declaração dada nesta semana pelo presidente norte-americano Donald Trump durante a visita de Jair Bolsonaro a Washington.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Eduardo Bolsonaro acompanhou o pai nas três viagens realizadas até agora – Davos, Washington e Santiago. Assim, o filho 03 consolida cada vez mais a imagem de “chanceler informal”, que a todo momento dá pitacos sobre política externa, falando o que deve e o que não deve. Como diz o pastor Silas Malafaia, Eduardo precisa parar de dizer asneiras. Se Bolsonaro não acabar logo com essa maluquice, o Itamaraty vai se transformar num hospício diplomático.(C.N.)

Maia ironiza ‘nova política’ de Bolsonaro e abandona a articulação da reforma


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Maia cansou da “nova política” e de repente decidiu sair de cena 
Mônica BergamoFolha
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou na quinta-feira (dia 21) em um telefonema ao ministro Paulo Guedes, da Economia, que a responsabilidade por conquistar votos para a reforma da Previdência, a partir de agora, será do presidente Jair Bolsonaro. E não mais dele. De acordo com interlocutores de Maia, ele afirmou a Guedes que a partir de agora fará a “nova política”. E que ela se resume a não fazer nada e esperar por aplausos das redes sociais.
Questionado, Maia negou à coluna que tivesse feito afirmações no tom relatado. Mas disse que, sim, a responsabilidade de buscar votos para a aprovação da reforma é de Bolsonaro. “O papel de articulação do executivo com o parlamento nunca foi e nunca será do presidente da Câmara”, afirma.
VAI AJUDAR… – “Eu continuo ajudando. Sei que a reforma da Previdência é fundamental e não abro mão dela”, diz. “E concordo com o presidente [Bolsonaro]: é preciso construir uma maioria de uma nova forma. Essa responsabilidade é dele”, segue.
“Quando ele [Bolsonaro] tiver a maioria e achar que é a hora de votar a reforma, ele me avisa e eu pauto para votação. E digo com quantos votos posso colaborar”, diz Maia.
A relação de Bolsonaro com o Congresso passa por desgastes. Os parlamentares se queixam de que não são ouvidos pelo Palácio do Planalto e se irritam com as recorrentes declarações que Bolsonaro de que não fará a “velha política”. No caso de Maia, a situação é agravada pelos ataques que o próprio filho do presidente Carlos Bolsonaro já fez a ele nas redes sociais.  E a prisão de Michel Temer, na quinta-feira (dia 21), conturbou ainda mais o ambiente político.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É grave a crise. Sob condução de Paulo Guedes, um estranho no ninho da política, a reforma da Previdência virou uma gaiola das loucas, onde ninguém se entende. Não houve uma auditoria, o déficit é superestimado com a inclusão dos gastos com desvalidos e deficientes, além de trabalhadores rurais que jamais contribuíram para o INSS. Os militares não cedem e também manipularam a situação, exigindo aumento dos soldos e gratificações, o que reduz muito a tal economia de gastos, e a confusão é geral. E ainda nem chegamos ao final do terceiro mês de governo. Desse jeito, a previsão de Olavo de Carvalho acaba se concretizando. (C.N.)

Fux se diz “ultrajado” com vazamento de delação envolvendo um ex-assessor


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Fux foi citado num anexo de uma pré-delação de Jabob Barata
Mônica BergamoFolha
O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse nesta sexta (22) à coluna que está “chocado” com o vazamento de um anexo da pré-delação do empresário Jacob Barata, do Rio, que envolve um ex-assessor de seu gabinete. “Estou chocado com tamanha leviandade. Fica claro o desespero em querer ofender a honra e a dignidade de quem serve a nação”, afirmou ele.
“Publicou-se apenas uma insinuação, um ataque a um ministro honrado e sem máculas. Ministro que continuará a apoiar os esforços da nação brasileira contra a corrupção, dentro da lei. E que continuará um defensor perpétuo da liberdade de imprensa, mesmo quando ela erra”, afirma Fux.
SAIU NA VEJA – A coluna revelou que o STF entrou em alerta já na quinta-feira (21) com os rumores de que uma delação premiada poderia atingir um de seus ministros.
Nesta sexta-feira (22), a revista “Veja” revelou a existência de um anexo da delação que Jacob Barata tentou firmar com o Ministério Público Federal em 2017. Nele, Barata, conhecido como o “rei do ônibus” do Rio de Janeiro, diz que um ex-assessor de Fux, José Antonio Nicolao Salvador, teria sido o destinatário de uma propina de milhões de reais para ajudar a influenciar uma decisão judicial.
Segundo a publicação, Barata diz que, em 2011, ouviu do então presidente do conselho da Fretranspor, José Carlos Lavouras, que precisava retirar dinheiro do caixa para repassar ao assessor do ministro. Salvador foi demitido do gabinete de Fux em 2016 porque, segundo o magistrado, parecia ostentar um padrão de vida superior ao que seu salário permitia. O empresário Lavouras vive hoje em Portugal.
FUX SE DEFENDE – O assessor nega que tenha recebido recursos. A assessoria de Barata diz que ele desistiu da delação e confessou seus crimes. Aguarda ainda por uma sentença.
Fux diz que se sente “ultrajado” com a publicação da reportagem que, para ele, carece de fundamentos. “Ela se baseia não numa delação, mas numa proposta de delação, ainda não aceita, em que o que promete delatar diz que ouviu falar no pagamento de uma propina, mas não sabe de quanto e nem se ela foi efetivamente paga. A própria revista menciona que só examinei a matéria que afetava a entidade [Fetranspor] numa votação, segundo a revista, com ‘decisão totalmente previsível'”.
Segundo Fux, ele herdou o processo do ministro Eros Grau. “A decisão a favor do pleito já tinha sido aprovada por unanimidade pelo plenário antes de minha entrada no tribunal [STF]. A mim coube embargos de declaração, incapazes de mudar a decisão. E o plenário mais uma vez votou unanimemente.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É preciso entender que evitar vazamentos é impossível, porque já inventaram o pen drive e o e-mail, os depoimentos e inquéritos passam pelas mãos de várias pessoas, é muito difícil identificar quem vazou, a não ser que o jornalista indique sua fonte. Para quem é inocente, o jeito é ir respondendo às denúncias e esclarecendo as coisas, procedimento que muitos não fazem, como o ex-assessor Fabricio Queiroz, que está em lugar incerto e não sabido. Ou seja, está tacitamente foragido, junto com toda a família, sem que se saiba quem os está sustentando. Se é que vocês me entendem, como dizia o grande jornalista Maneco Muller. (C.N.)
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Ciro Gomes sobre a prisão de Michel Temer: “Não se sustenta”

Também jurista, Ciro Gomes afirmou que a decisão do juiz Marcelo Bretas "afronta o melhor Direito" e "fere a Constituição"

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