sábado, abril 07, 2018
sexta-feira, abril 06, 2018
Sinto-me envergonhado de publicar essa imundice.

Só publico porque infelizmente a verdade doa em quem doer tem que ser mostrada para que o povo tome conhecimento.
Fato dessa natureza ainda acontece no Hospital Municipal de Jeremoabo, porém, acontece ainda coisa pior, mais bizarra.
Pergunto, a população de Jeremoabo está satisfeita com essa degradação?
O povo de Jeremoabo ainda deseja continuar engolindo sapo desse tamanho sem vomitar e sem mudar?
Mas como cada povo tem o governo que merece, fazer o que?
Jeremoabo: tudo pelo poder
Em Jeremoabo os costumeiros obcecados pelo poder: "Tudo por nós e nada contra nós, assim como do faça o que mando e não olhe o que faço."
A primeira tramoia da candidata sem registro foi mentir até a última hora assegurando e jurando que era candidata, posteriormente arranjaram outra maneira para continuar enganando e iludindo os aculturados, jurando que não não iria haver novas eleições em Jeremoabo, mais uma vez foram desmascarados e desmentidos, agora o último golpe é que irão conseguir uma liminar, liminar essa que nem eles acreditam,pois já marcaram a sua convenção,
E o pior de tudo é que o objetivo dessa trama é o poder pelo poder.
E o pior de tudo é que essa trama nojenta, está sendo engendrada por ex-prefeitos que sequer moral tem na cidade para ser síndico de rinha, ou seja, de "briga de galo". Mas para os que creem em Deus a Justiça pode até tardar um pouco, mas não falha nunca, por isso Deri do Paloma está determinado em passar a limpo toda essa situação.
. E o mais importante ainda, é que o povo jeremoabense está ansioso por mudanças, porque sabe que mudanças é sinônimo de gestão profícua e, naturalmente, sábia.
ACM Neto confirma que não vai disputar o governo do estado
Paula Pitta
O prefeito ACM Neto (DEM) informou nesta sexta-feira, 6, que não vai concorrer ao governo do Estado nas eleições de outubro. Em discurso emocionado, o democrata disse que "ouviu seu coração" e que por isso pretende continuar à frente da Prefeitura de Salvador.
"Eu quero dizer que falando com a máxima de sinceridade. Eu amo o que eu faço, eu amo essa prefeitura. Nesse momento, eu não consegui me separar da prefeitura. Essa é a verdade", afirmou o democrato que era cogitado como possível candidato da oposição para a eleição deste ano para o governo estadual.
A declaração foi feita durante inauguração da urbanização da Comunidade Guerreira Zeferina. O prazo para desincompatibilização dele do governo municipal terminaria neste sábado, 7, seis meses antes das eleições.
Dificuldade
Neto reconheceu que teve dificuldade em tomar uma decisão e que chegou a conversar com políticos, amigos e familiares. Ele afirmou que sonha em ser governador da Bahia desde que acompanhou a terceira gestão do avô ACM no Estado, em 1971. "Foi ali que decidi que queria ser político, vendo meu avô".
Apesar do desejo de governar, o prefeito de Salvador garantiu que quer continuar o trabalho no governo municipal e tentou desvincular sua decisão de questões políticas. "Eu não vou criar situações. Não tem nada a ver com política. Se fosse por política, eu seria candidato", disse, evitando também falar de adversários políticos.
Candidato
O presidente do DEM não quis confirmar quem será o candidato da oposição em seu lugar. De acordo com ele, a decisão não depende apenas dele. Mas aproveitou o evento para elogiar o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), que estava ao seu lado.
De acordo com ele, Zé Ronaldo "está mais do que preparado para construir o futuro da Bahia". Os partidos da oposição devem se reunir para negociar a composição da chapa majoritária.
Vice
O prefeito ainda ressaltou que sua decisão de não deixar a prefeitura não tem relação com sua confiança no seu vice Bruno Reis. "Eu quero dizer a vocês que se minha decisão hoje fosse a de renunciar a prefeitura, Salvador estaria entregue em mãos excelentes", disse Neto, elogiando a lealdade e amizade do vice e ressaltando a trajetória de trabalho dos dois.
VALE TUDO PELO PODER?
Os que perseguem o poder a qualquer custo, todos temos testemunhado nas pugnas eleitorais, sobretudo os que não se impõem limites, agem descontroladamente, desgovernadamente, sem freios e sem peias; agem como um carro desgovernado descendo uma ladeira íngreme, daí que se predispõem a lutar com as armas que têm às mãos, ainda que o façam, muitas vezes, arrostando, lancetando a honra dos que se põem no caminho como um obstáculo a ser removido de qualquer maneira, a qualquer custo.
_________________________________________________________
Há uma teoria segundo a qual todas as nossas motivações, todas as nossas energias, enfim, não passam de aspirações pelo poder. Essa seria, pois, segundo a teoria, a essência da energia humana.
Segundo a mesma teoria, até mesmo o sexo pode se traduzir em categorias de poder, “seja porque queremos possuir o corpo de outra pessoa – e, portanto, possuímos a pessoa completamente -, seja porque achamos que, ao possuí-lo, impedimos outros de fazê-lo; ambas as situações nos permitem a satisfação do poder que exercemos sobre alguém” (Leszek Kolakowki, in Pequenas Palestras sobre Grandes Temas, editora Unesp, p. 12).
Hobbes, nessa linha de compreensão, entendia que o movimento primário de todo ser humano é, sim, em direção ao poder. É de Hobbes a conclusão: “[…]evidencio uma inclinação geral de toda humanidade, um perpétuo e incansável desejo de poder após poder, que só cessa com a morte”. Por causa disso, entendia que devia haver um poder absoluto para controlar o homem[…]” (apud Martin Cohen, Casos Filosóficos, 2012, p.135).
Compreensível, pois, à luz dessas menções teóricas – corroboradas na prática -, que muitas das nossas energias são, sim, despendidas na busca pelo poder, daí que não são poucos os que, obstinados, perseguem o poder de todo forma, sem sopesar as consequências, despendendo até as energias que não têm, pois são daqueles que buscam o poder pelo poder, sejam quais forem os caminhos, pouco importando os meios.
Os que perseguem o poder a qualquer custo, todos temos testemunhado nas pugnas eleitorais, sobretudo os que não se impõem limites, agem descontroladamente, desgovernadamente, sem freios e sem peias; agem como um carro desgovernado descendo uma ladeira íngreme, daí que se predispõem a lutar com as armas que têm às mãos, ainda que o façam, muitas vezes, arrostando, lancetando a honra dos que se põem no caminho como um obstáculo a ser removido de qualquer maneira, a qualquer custo.
Nessa liça, nesse afã, há, sim, os que se sentem estimulados a usar de expedientes pouco convencionais para ascender, pouco importando as consequências de sua ação. Isso é fato! Fato que testemunhamos todos os dias, sobretudo nas refregas eleitorais, nas quais o que o menos importam são as ideais e o interesse público, afinal, para os que buscam o poder pelo poder, o poder é um fim em si mesmo, daí que o almejam, sim, de toda sorte.
É preciso ter presente, entrementes, que assassinar reputações, denegrir a imagem do adversário, vilipendiar a honra são expedientes que não contribuem para o aperfeiçoamento democrático.
A busca do poder, tenho isso muito presente, com inabalável convicção, não deve levar os postulantes a uma luta fratricida e sem limites. A luta pelo poder impõe aos contendores o necessário e inefável respeito à dignidade e a honra do adversário; dignidade e respeito que não devem nunca ser negligenciados.
Não vale tudo pelo poder, definitivamente. A disputa regada a ódio, ambição e vaidade não constrói; antes, dependendo dos expedientes utilizados, destrói reputações, macula a honra, levando a reboque, nessa faina, e em alguns casos, a própria instituição que se pretende comandar.
A disputa é sempre salutar, é sempre benfazeja; faz parte do jogo democrático. Mas quando falo em disputa me restrinjo ao campo das ideais, não a disputa regada a falsos dossiês, notícias requentadas ou fabricadas, com objetivo de destruir reputações.
O homem público se credencia para o exercício do poder em face da sua honradez, da história que construiu, daí que a sua conduta deve, como imperativo moral, ser escorreita, ilibada, imaculada. Nesse sentido, entendo que não se deve transigir com ataques oportunistas à honra e a história dos que se envolvem numa disputa, mesmo nas disputas políticas paroquiais, nas quais o que menos valem são as propostas, atomizadas, não raro, por agressões torpes contra a honra dos contendores.
A luta pelo poder não pode ser travada olvidando-se os contendores do interesse público e da preservação das instituições. Por isso, tudo tem limites. A tentativa de arrostar a reputação de um membro de uma instituição, por exemplo, a pretexto da disputa, é um desserviço à própria instituição.
Por mais fascinante e inebriante que seja o poder, a sua busca não pode ser levada às últimas consequências, pela via da intolerância, que, como lembra Voltaire, cobriu a terra de morticínios, ou com menoscabo da dignidade da pessoa humana, que é valor a ser sublimado a qualquer custo, por mais renhida que seja a disputa.
A dignidade da pessoa humana, solapada amiúde nas pugnas eleitorais, cumpre lembrar aos que dela se descuram e para realçar a sua relevância, é valor-guia não apenas dos direitos fundamentais, mas de toda ordem jurídica, constitucional e infraconstitucional, cumprindo consignar, com a advertência de Immanuel Kant, que as coisas têm preço e as pessoas, dignidade; dignidade que não deve ser vilipendiada, por mais renhida que seja uma disputa e por mais que se ambicione o poder.
É isso.
Segundo a mesma teoria, até mesmo o sexo pode se traduzir em categorias de poder, “seja porque queremos possuir o corpo de outra pessoa – e, portanto, possuímos a pessoa completamente -, seja porque achamos que, ao possuí-lo, impedimos outros de fazê-lo; ambas as situações nos permitem a satisfação do poder que exercemos sobre alguém” (Leszek Kolakowki, in Pequenas Palestras sobre Grandes Temas, editora Unesp, p. 12).
Hobbes, nessa linha de compreensão, entendia que o movimento primário de todo ser humano é, sim, em direção ao poder. É de Hobbes a conclusão: “[…]evidencio uma inclinação geral de toda humanidade, um perpétuo e incansável desejo de poder após poder, que só cessa com a morte”. Por causa disso, entendia que devia haver um poder absoluto para controlar o homem[…]” (apud Martin Cohen, Casos Filosóficos, 2012, p.135).
Compreensível, pois, à luz dessas menções teóricas – corroboradas na prática -, que muitas das nossas energias são, sim, despendidas na busca pelo poder, daí que não são poucos os que, obstinados, perseguem o poder de todo forma, sem sopesar as consequências, despendendo até as energias que não têm, pois são daqueles que buscam o poder pelo poder, sejam quais forem os caminhos, pouco importando os meios.
Os que perseguem o poder a qualquer custo, todos temos testemunhado nas pugnas eleitorais, sobretudo os que não se impõem limites, agem descontroladamente, desgovernadamente, sem freios e sem peias; agem como um carro desgovernado descendo uma ladeira íngreme, daí que se predispõem a lutar com as armas que têm às mãos, ainda que o façam, muitas vezes, arrostando, lancetando a honra dos que se põem no caminho como um obstáculo a ser removido de qualquer maneira, a qualquer custo.
Nessa liça, nesse afã, há, sim, os que se sentem estimulados a usar de expedientes pouco convencionais para ascender, pouco importando as consequências de sua ação. Isso é fato! Fato que testemunhamos todos os dias, sobretudo nas refregas eleitorais, nas quais o que o menos importam são as ideais e o interesse público, afinal, para os que buscam o poder pelo poder, o poder é um fim em si mesmo, daí que o almejam, sim, de toda sorte.
É preciso ter presente, entrementes, que assassinar reputações, denegrir a imagem do adversário, vilipendiar a honra são expedientes que não contribuem para o aperfeiçoamento democrático.
A busca do poder, tenho isso muito presente, com inabalável convicção, não deve levar os postulantes a uma luta fratricida e sem limites. A luta pelo poder impõe aos contendores o necessário e inefável respeito à dignidade e a honra do adversário; dignidade e respeito que não devem nunca ser negligenciados.
Não vale tudo pelo poder, definitivamente. A disputa regada a ódio, ambição e vaidade não constrói; antes, dependendo dos expedientes utilizados, destrói reputações, macula a honra, levando a reboque, nessa faina, e em alguns casos, a própria instituição que se pretende comandar.
A disputa é sempre salutar, é sempre benfazeja; faz parte do jogo democrático. Mas quando falo em disputa me restrinjo ao campo das ideais, não a disputa regada a falsos dossiês, notícias requentadas ou fabricadas, com objetivo de destruir reputações.
O homem público se credencia para o exercício do poder em face da sua honradez, da história que construiu, daí que a sua conduta deve, como imperativo moral, ser escorreita, ilibada, imaculada. Nesse sentido, entendo que não se deve transigir com ataques oportunistas à honra e a história dos que se envolvem numa disputa, mesmo nas disputas políticas paroquiais, nas quais o que menos valem são as propostas, atomizadas, não raro, por agressões torpes contra a honra dos contendores.
A luta pelo poder não pode ser travada olvidando-se os contendores do interesse público e da preservação das instituições. Por isso, tudo tem limites. A tentativa de arrostar a reputação de um membro de uma instituição, por exemplo, a pretexto da disputa, é um desserviço à própria instituição.
Por mais fascinante e inebriante que seja o poder, a sua busca não pode ser levada às últimas consequências, pela via da intolerância, que, como lembra Voltaire, cobriu a terra de morticínios, ou com menoscabo da dignidade da pessoa humana, que é valor a ser sublimado a qualquer custo, por mais renhida que seja a disputa.
A dignidade da pessoa humana, solapada amiúde nas pugnas eleitorais, cumpre lembrar aos que dela se descuram e para realçar a sua relevância, é valor-guia não apenas dos direitos fundamentais, mas de toda ordem jurídica, constitucional e infraconstitucional, cumprindo consignar, com a advertência de Immanuel Kant, que as coisas têm preço e as pessoas, dignidade; dignidade que não deve ser vilipendiada, por mais renhida que seja uma disputa e por mais que se ambicione o poder.
É isso.
(JOSÉ LUIZ OLIVEIRA DE ALMEIDA é desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão)
Sexta, 06 de Abril de 2018 - 00:00
'Estranho seria se Moro não pedisse a prisão de Lula', diz especialista em direito penal
por Ana Cely Lopes

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Quinta, 05 de Abril de 2018 - 23:08
Advogado entra com habeas corpus no STF para evitar prisão de Lula; Mello será relator

Foto: Nelson Jr./ SCO/ STF
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