Thais Rocha e Nelson Barros Neto, do A TARDE
Para Wagner anúncio da saída dos senadores Marina Silva e Flávio Arns do PT são perdas política
O governador Jaques Wagner defendeu, nesta sexta, 21, que sejam investigadas as denúncias que desencadearam a crise do Senado. Ele falou pela manhã, durante a abertura da I Feira Estadual de Economia Feminista e Solidária, evento que contou com a presença dos ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel e da secretária Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freire.
“Existe uma luta política que fica subjacente: há um problema que tem que ser investigado. O Senado tem que dar as suas explicações, tem que esclarecer, disse Wagner. O governador ponderou, porém, que esta questão não pode ser vista “com ingenuidade”. “Estamos há um ano da disputa eleitoral e tenta-se potencializar, e às vezes, até precipitar as acusações em função da disputa que está aí”, completou.
Wagner também criticou a partidarização na defesa da ética, uma das antigas práticas do PT. “Às vezes, tenta-se tomar, a partir de um problema ocorrido, esta bandeira da ética, como se fosse patrimônio de um lado ou de outro. Esta deve ser a bandeira de todos os partidos. Eu não reconheço ninguém, nem do meu partido, nem dos outros, como dono do patrimônio da ética. Esta é uma coisa anterior à formação partidária”, completou.
De acordo com o governador o anúncio da saída dos senadores Marina Silva e Flávio Arns do PT são perdas políticas, mas não deve interferir no processo eleitoral. “Conversei longamente com a senadora Marina e ela se apoia em uma questão que é a bandeira ambiental. O senador Arns, eu nem sei se ele saiu e se for, aí é por outro motivo, é por esta crise. Sinto muito a saída da Marina, sinto a saída do Flávio. Mas neste momento, qualquer problema, vão querer reverberar politicamente, mas acredito que eleitoralmente ainda precisamos esperar”, concluiu.
O ministro Guilherme Cassel comentou que, apesar de grave, a crise política do Senado é um “fator secundário“ nas eleições de 2010. “Estes episódios sempre enfraquecem o partido, enfrentamos uma situação difícil, mas o que apoia o governo federal é o resultado do seu trabalho“, comentou o ministro.
Para a ministra Nilcéia Freire, as duas perdas do PT no Senado serão sentidas pelo partido. Ela destacou a diferença das razões que levaram ao afastamento da senadora Marina Silva e o senador Flávio Arns. “As razões da senadora Marina têm a ver com a ecessidade de individualizar uma causa e trabalhar mais profundamente nesta questão do meio ambiente. Ela entende que é desta maneira que vai melhorar. Mas, lamenta-se e segue em frente. O PT é um partido nacional, estruturado nacionalmente e com muita força. Vamos superar mais este obstáculo“, completou.
Página virada - À tarde, no Palácio de Ondina, Wagner reiterou não ter visto motivo ”concreto“ para o PMDB ter rompido a aliança com o PT baiano., ”Mas não quero mais discutir isso, já é página virada, já fiz a recomposição do governo e estou me preparando para governar esse ano e cinco meses que tenho e que, evidentemente, para a disputa eleitoral de 2010“, declarou, provocando: ”se o ministro Geddel (Vieira Lima) vai defender a candidatura do governador (José) Serra, ou da ministra Dilma (Rousseff), essa não é uma decisão que me pertence“.
Fonte: A Tarde
sábado, agosto 22, 2009
Salvador pode perder verba do Minha Casa
Thais Rocha, do A TARDE
Salvador corre risco de perder investimentos privados para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, devido à inoperância do município e, assim, inviabilizar o acesso de famílias carentes a estes imóveis. O motivo: a prefeitura não se mobilizou para realizar o projeto propondo isenções fiscais previstas para o programa (IPTU, ISS e ITIV), que deve ser aprovado pela Câmara.Sem a isenção dessas taxas, uma família de renda de um salário mínimo, por exemplo, seria obrigada a pagar cerca de R$ 1,5 mil ao receber o seu imóvel – valor aproximado do Imposto de Transferência Inter Vivos (ITIV), calculado sobre o valor do imóvel em Salvador (considerando que cada casa do programa na capital é orçada em aproximadamente R$ 46 mil, conforme o único projeto aprovado até agora).Segundo o último balanço, apenas 380 unidades habitacionais estão autorizadas para Salvador, número muito baixo se considerarmos que a Caixa Econômica Federal (CEF) tinha previsto a construção de 6,2 mil unidades em todo o Estado. O compromisso de reduzir o IPTU, ITIV e ISS durante o período de obras foi assinado pelo prefeito João Henrique Carneiro, em abril, quando foi realizada a adesão do município ao programa federal.Comissão – A isenção, no entanto, precisa da aprovação da Câmara Municipal. Até a sexta-feira, 21, o projeto pedindo esta redução não havia sido encaminhado para os vereadores. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente (Sedham), foi formada “uma comissão” com representantes do órgão, procuradoria geral do município e Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) para elaborar o projeto. A coordenação seria da Sefaz, que não deu posicionamento, até o final do dia, sobre o andamento dos trabalhos da comissão.
Fonte: A Tarde
Salvador corre risco de perder investimentos privados para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, devido à inoperância do município e, assim, inviabilizar o acesso de famílias carentes a estes imóveis. O motivo: a prefeitura não se mobilizou para realizar o projeto propondo isenções fiscais previstas para o programa (IPTU, ISS e ITIV), que deve ser aprovado pela Câmara.Sem a isenção dessas taxas, uma família de renda de um salário mínimo, por exemplo, seria obrigada a pagar cerca de R$ 1,5 mil ao receber o seu imóvel – valor aproximado do Imposto de Transferência Inter Vivos (ITIV), calculado sobre o valor do imóvel em Salvador (considerando que cada casa do programa na capital é orçada em aproximadamente R$ 46 mil, conforme o único projeto aprovado até agora).Segundo o último balanço, apenas 380 unidades habitacionais estão autorizadas para Salvador, número muito baixo se considerarmos que a Caixa Econômica Federal (CEF) tinha previsto a construção de 6,2 mil unidades em todo o Estado. O compromisso de reduzir o IPTU, ITIV e ISS durante o período de obras foi assinado pelo prefeito João Henrique Carneiro, em abril, quando foi realizada a adesão do município ao programa federal.Comissão – A isenção, no entanto, precisa da aprovação da Câmara Municipal. Até a sexta-feira, 21, o projeto pedindo esta redução não havia sido encaminhado para os vereadores. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente (Sedham), foi formada “uma comissão” com representantes do órgão, procuradoria geral do município e Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) para elaborar o projeto. A coordenação seria da Sefaz, que não deu posicionamento, até o final do dia, sobre o andamento dos trabalhos da comissão.
Fonte: A Tarde
Municípios do interior da Bahia não têm bancos
Donaldson Gomes, do A TARDE
Em um ano, o número de cidades baianas que têm agências bancárias aumentou 2,58%. Os dados do Banco Central sobre o setor apontam que dos 417 municípios baianos, 271 têm banco ou um posto de atendimento bancário (PAB). Para 146 deles, a opção de acesso aos serviços são o atendimento em lotéricas ou correspondentes bancários.Nacionalmente, o número de contas correntes passou dos 63,7 milhões, no ano 2000, para 125,7 milhões, em 2008, de acordo com dados da Federação Nacional dos Bancos. No Estado, a entidade aponta a existência de três mil agências e PABs, sendo que quase um terço delas (973) está concentrada na cidade de Salvador.Enquanto em um grande centro, como a capital baiana, o cliente bancário tem condições de procurar, às vezes com alguma dificuldade de sucesso, as melhores opções de atendimento, em cidades do interior da Bahia, encontrar atendimento já é uma vitória. Na pequena Serrolândia, com pouco mais de 20 mil habitantes e a 350 km de Salvador, por exemplo, agência só uma do Banco do Brasil. A Caixa Econômica atende por meio de uma lotérica, e o Bradesco tem um posto avançado em um estabelecimento comercial. “Quando preciso do Bradesco, tenho de recorrer a um posto avançado, onde não dá para tirar talão de cheques. É só pagamentos ou saque”, explica o pastor Francisco Sobrinho. Sem a agência do banco, os correntistas ficam nas mãos das financeiras na hora de buscar crédito. “Quando precisam de crédito, os aposentados correm para as financeiras, que chegaram aqui com tudo”, explica.Correspondentes – O processo de ampliação nos serviços dos bancos através da implantação de correspondentes é bem-visto pelos bancos por representar a inclusão da população de baixa renda e, claro, ampliar a carteira de clientes do setor. Mas a inclusão feita a partir da implantação de correspondentes gera críticas dos bancários por conta da falta de segurança nas operações e da limitação nos serviços.“Hoje, a Caixa Econômica Federal tem representações em todos os municípios brasileiros”, garante o gerente regional do banco, José Ronaldo Cunha. A Caixa tem um serviço chamado Caixa Fácil, que oferece facilidades de acesso a contas correntes similares às oferecidas pelo Banco Popular do Brasil. “O cliente pode ter uma conta corrente só com o RG e o CPF”, o que exclui até a exigência de comprovação de residência. “Se tiver, melhor para manter o relacionamento, mas isso não impede a abertura da conta”, garante o gerente. Com 120 dias de bom relacionamento, o banco oferece uma linha de crédito de R$ 200, que vai aumentando com o tempo.Para o Sindicato dos Bancários, a expansão através de correspondentes é ilusória. “O cliente tem acesso a produtos limitados. O que a Bahia precisa é de uma expansão da rede bancária para todos os municípios”, cobra o vice-presidente da entidade, Emanoel Souza.
Fonte: A Tarde
Em um ano, o número de cidades baianas que têm agências bancárias aumentou 2,58%. Os dados do Banco Central sobre o setor apontam que dos 417 municípios baianos, 271 têm banco ou um posto de atendimento bancário (PAB). Para 146 deles, a opção de acesso aos serviços são o atendimento em lotéricas ou correspondentes bancários.Nacionalmente, o número de contas correntes passou dos 63,7 milhões, no ano 2000, para 125,7 milhões, em 2008, de acordo com dados da Federação Nacional dos Bancos. No Estado, a entidade aponta a existência de três mil agências e PABs, sendo que quase um terço delas (973) está concentrada na cidade de Salvador.Enquanto em um grande centro, como a capital baiana, o cliente bancário tem condições de procurar, às vezes com alguma dificuldade de sucesso, as melhores opções de atendimento, em cidades do interior da Bahia, encontrar atendimento já é uma vitória. Na pequena Serrolândia, com pouco mais de 20 mil habitantes e a 350 km de Salvador, por exemplo, agência só uma do Banco do Brasil. A Caixa Econômica atende por meio de uma lotérica, e o Bradesco tem um posto avançado em um estabelecimento comercial. “Quando preciso do Bradesco, tenho de recorrer a um posto avançado, onde não dá para tirar talão de cheques. É só pagamentos ou saque”, explica o pastor Francisco Sobrinho. Sem a agência do banco, os correntistas ficam nas mãos das financeiras na hora de buscar crédito. “Quando precisam de crédito, os aposentados correm para as financeiras, que chegaram aqui com tudo”, explica.Correspondentes – O processo de ampliação nos serviços dos bancos através da implantação de correspondentes é bem-visto pelos bancos por representar a inclusão da população de baixa renda e, claro, ampliar a carteira de clientes do setor. Mas a inclusão feita a partir da implantação de correspondentes gera críticas dos bancários por conta da falta de segurança nas operações e da limitação nos serviços.“Hoje, a Caixa Econômica Federal tem representações em todos os municípios brasileiros”, garante o gerente regional do banco, José Ronaldo Cunha. A Caixa tem um serviço chamado Caixa Fácil, que oferece facilidades de acesso a contas correntes similares às oferecidas pelo Banco Popular do Brasil. “O cliente pode ter uma conta corrente só com o RG e o CPF”, o que exclui até a exigência de comprovação de residência. “Se tiver, melhor para manter o relacionamento, mas isso não impede a abertura da conta”, garante o gerente. Com 120 dias de bom relacionamento, o banco oferece uma linha de crédito de R$ 200, que vai aumentando com o tempo.Para o Sindicato dos Bancários, a expansão através de correspondentes é ilusória. “O cliente tem acesso a produtos limitados. O que a Bahia precisa é de uma expansão da rede bancária para todos os municípios”, cobra o vice-presidente da entidade, Emanoel Souza.
Fonte: A Tarde
sexta-feira, agosto 21, 2009
Mulher de Ronaldo espera o segundo filho do casal

Luís André Rosado Agora
Bia Anthony, mulher de Ronaldo, está grávida novamente, oito meses após o nascimento, em 24 de dezembro, de Maria Sophia, primeira filha do casal.
Será o terceiro filho de Ronaldo, que é pai também de Ronald, nove anos, filho de Milene Domingues, sua primeira mulher.
"É uma coisa maravilhosa ser pai novamente. Não tem jeito. É só eu me machucar que chega um filho", disse o Fenômeno à Globo.
A brincadeira se refere ao fato de também estar contundido quando Maria Sophia nasceu. E por ter operado o joelho três meses depois de saber que Milene estava grávida, em 1999.
Já há especulações de que, se for menino, o filho de Ronaldo pode se chamar Romeu. Mas esse nome foi afastado por Bia Anthony já na sua primeira gravidez.
Nélio Nazário, pai de Ronaldo, falou à revista "Quem" sobre a alegria de ser avô uma vez mais. "Fui pego de surpresa com essa notícia, ainda não deu para falar direito com ele. Mas, com certeza, será um neto bem vindo. Fiquei sabendo por meio da imprensa. Gosto da ideia de ser avô de novo, lógico", disse.
Ele contou que a mão esquerda de Ronaldo ainda está bastante inchada. "Ele está aborrecido com isso e vai continuar em São Paulo no final de semana para fazer tratamento", afirmou o pai do Fenômeno.
Fonte: Agora
'Denúncia é fantasiosa'
Folha de S. Paulo
O advogado José Luis Oliveira Lima, um dos defensores do médico Roger Abdelmassih, disse que a denúncia apresentada pela Promotoria é fantasiosa.
Médico iniciou abuso há 40 anos, diz promotor
"Eu reafirmo que essa denúncia é fruto da criatividade intelectual do representante do Ministério do Público", disse. "Não é verdade essa afirmação. Não há provas disso", afirmou Lima. O advogado não comentou, porém, o caso específico da suposta vítima de Campinas. Disse de uma forma geral, referindo-se às 56 acusações de estupro.
Com relação às outras acusações, de supostas irregularidades em procedimentos médicos (sexagem e turbinagem) e suposta sonegação fiscal, Lima afirmou que isso também não ocorreu. "Um homem que teve 20 mil clientes, e mais de 7.000 clientes tiveram filhos, eu não tenho a menor dúvida que todo procedimento dele foi dentro da ética e da legalidade", afirmo Lima.
O advogado ainda disse que, com relação suposta sonegação fiscal, todas as questões serão esclarecidas quando seu cliente for questionado sobre isso.
"Ele emitia nota fiscal de todos os contratos".
O advogado disse que visitou seu cliente na tarde de ontem na delegacia e que ele estava bastante abalado. "Está profundamente abalado, está na base de remédios. Mas confiante na imparcialidade e na serenidade no Tribunal de Justiça de São Paulo", disse o advogado.
Desde a prisão de Abdelmassih anteontem, Lima sustenta que essa decisão foi "ilegal" porque não há motivos para tirar a liberdade do médico. "O doutor Roger é um homem de passado ilibado, [réu] primário, de bons antecedentes, residência fixa. Em momento algum se furtou ao chamamento da autoridade policial e continua desempenhando as suas funções na sua clínica", disse anteontem.
Fonte: Agora
O advogado José Luis Oliveira Lima, um dos defensores do médico Roger Abdelmassih, disse que a denúncia apresentada pela Promotoria é fantasiosa.
Médico iniciou abuso há 40 anos, diz promotor
"Eu reafirmo que essa denúncia é fruto da criatividade intelectual do representante do Ministério do Público", disse. "Não é verdade essa afirmação. Não há provas disso", afirmou Lima. O advogado não comentou, porém, o caso específico da suposta vítima de Campinas. Disse de uma forma geral, referindo-se às 56 acusações de estupro.
Com relação às outras acusações, de supostas irregularidades em procedimentos médicos (sexagem e turbinagem) e suposta sonegação fiscal, Lima afirmou que isso também não ocorreu. "Um homem que teve 20 mil clientes, e mais de 7.000 clientes tiveram filhos, eu não tenho a menor dúvida que todo procedimento dele foi dentro da ética e da legalidade", afirmo Lima.
O advogado ainda disse que, com relação suposta sonegação fiscal, todas as questões serão esclarecidas quando seu cliente for questionado sobre isso.
"Ele emitia nota fiscal de todos os contratos".
O advogado disse que visitou seu cliente na tarde de ontem na delegacia e que ele estava bastante abalado. "Está profundamente abalado, está na base de remédios. Mas confiante na imparcialidade e na serenidade no Tribunal de Justiça de São Paulo", disse o advogado.
Desde a prisão de Abdelmassih anteontem, Lima sustenta que essa decisão foi "ilegal" porque não há motivos para tirar a liberdade do médico. "O doutor Roger é um homem de passado ilibado, [réu] primário, de bons antecedentes, residência fixa. Em momento algum se furtou ao chamamento da autoridade policial e continua desempenhando as suas funções na sua clínica", disse anteontem.
Fonte: Agora
57.778 atrasados serão pagos em setembro
Juca Guimarãesdo Agora
O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou ontem R$ 256,7 milhões para o pagamento de 57.778 atrasados (diferenças não pagas pela Previdência em um prazo de cinco anos). O dinheiro será pago aos segurados que ganharam, na Justiça Federal, uma ação de revisão ou concessão de benefício --na qual não há mais chance de recurso para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
O valor máximo de pagamento é de R$ 27.900 (o que corresponde a 60 salários mínimos, o teto dos juizados).
O segurado poderá sacar os atrasados a partir do dia 10 do mês que vem, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. O crédito será feito em nome do segurado que ganhou a ação, por meio de RPV (Requisições de Pequeno Valor) --nome dado ao crédito dos atrasados.
Normalmente, o segurado com direito ao dinheiro é avisado por meio de carta sobre o local e a data do saque.
A liberação do dinheiro é feita de acordo com o pedido de pagamento feito pelos TRFs (Tribunais Regionais Federais), onde as ações foram julgadas.
O pedido de pagamento para quem mora no Estado de São Paulo é feito pelo TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que também faz o pedido das RPVs referentes às ações julgadas em Mato Grosso do Sul. Para o mês de setembro, o TRF 3 solicitou o pagamento de 6.593 atrasados. Em média, cada segurado deverá receber R$ 8.353,82.
Como consultarQuem ganhou a ação de revisão ou de concessão do benefício e ainda não recebeu os atrasados pode consultar, pela internet, se o pagamento será no próximo mês.
Os segurados que entraram com a ação de revisão ou de concessão do benefício em São Paulo devem fazer a consulta do pagamento dos atrasados no site do TRF 3. É preciso acessar www.trf3.jus.br, entrar no andamento processual da ação e verificar qual é o mês do pedido da RPV.
Se o pedido de RPV foi feito em julho pelo TRF 3, a grana será paga no mês que vem.
Para quem entrou com a ação pelo juizado, basta alterar o campo "Escolha o fórum" e marcar a opção "Juizado Especial Federal".
Para fazer a consulta, o segurado irá precisar do número da ação. Se houve recurso do INSS, o pagamento dos atrasados só será feito depois que sair a decisão definitiva da Justiça.
Fonte: Agora
O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou ontem R$ 256,7 milhões para o pagamento de 57.778 atrasados (diferenças não pagas pela Previdência em um prazo de cinco anos). O dinheiro será pago aos segurados que ganharam, na Justiça Federal, uma ação de revisão ou concessão de benefício --na qual não há mais chance de recurso para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
O valor máximo de pagamento é de R$ 27.900 (o que corresponde a 60 salários mínimos, o teto dos juizados).
O segurado poderá sacar os atrasados a partir do dia 10 do mês que vem, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. O crédito será feito em nome do segurado que ganhou a ação, por meio de RPV (Requisições de Pequeno Valor) --nome dado ao crédito dos atrasados.
Normalmente, o segurado com direito ao dinheiro é avisado por meio de carta sobre o local e a data do saque.
A liberação do dinheiro é feita de acordo com o pedido de pagamento feito pelos TRFs (Tribunais Regionais Federais), onde as ações foram julgadas.
O pedido de pagamento para quem mora no Estado de São Paulo é feito pelo TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que também faz o pedido das RPVs referentes às ações julgadas em Mato Grosso do Sul. Para o mês de setembro, o TRF 3 solicitou o pagamento de 6.593 atrasados. Em média, cada segurado deverá receber R$ 8.353,82.
Como consultarQuem ganhou a ação de revisão ou de concessão do benefício e ainda não recebeu os atrasados pode consultar, pela internet, se o pagamento será no próximo mês.
Os segurados que entraram com a ação de revisão ou de concessão do benefício em São Paulo devem fazer a consulta do pagamento dos atrasados no site do TRF 3. É preciso acessar www.trf3.jus.br, entrar no andamento processual da ação e verificar qual é o mês do pedido da RPV.
Se o pedido de RPV foi feito em julho pelo TRF 3, a grana será paga no mês que vem.
Para quem entrou com a ação pelo juizado, basta alterar o campo "Escolha o fórum" e marcar a opção "Juizado Especial Federal".
Para fazer a consulta, o segurado irá precisar do número da ação. Se houve recurso do INSS, o pagamento dos atrasados só será feito depois que sair a decisão definitiva da Justiça.
Fonte: Agora
TV RECORD e TV GLOBO SE ACUSAM MUTUAMENTE
Por: Helio Fernandes
Não bastasse a baixaria diária protagonizada pelos “nobres” senadores da República, que não legislam, depreciam a classe política e consomem anualmente 4 bilhões de reais do orçamento nacional, agora a população está sendo obrigada também a suportar a divulgação das “qualidades” dos dirigentes de duas das principais redes de TV do País. Estão lavando roupa suja em rede internacional.
A Globo acusa Edir Macedo de estar se apossando de doações de milhões de crédulos evangélicos para aumentar seu patrimônio pessoal. É dono de inúmeros canais de TV, emissoras de rádio, casas e apartamentos de luxo e de aeronaves com capacidade de vôo intercontinental.
A TV Record defende-se, repetindo que a TV Globo cresceu à sombra da ditadura e que, com mão de ferro e com apoio de organismos federais, manteve-se líder de audiência e de faturamento às custas do definhamento da concorrência. Prestigiou os ditadores e foi por eles agraciada. (Está tudo no livro “O outro lado do Poder”, do general Hugo de Abreu, Chefe da Casa Militar de Geisel, e que dava ordens aos que se submetiam a recebê-las).
Nada de novo nas velhas e requentadas acusações tanto de um como de outro lado. As duas redes têm telhado de vidro.
Na guerra, a TV Record tomou a iniciativa de trazer à discussão o caso da compra da Rádio Televisão Paulista S/A (hoje TV Globo de São Paulo) por Roberto Marinho com recibos, procurações e substabelecimentos anacrônicos e falsos e que foram considerados válidos pelo DENTEL, em janeiro de 1977, quando pela Portaria 430, o governo “revolucionário” buscou dar validade e ares de legalidade a uma transação inexistente e irreversivelmente contaminada.
O Ministério Público Federal está aguardando o julgamento do recurso especial que tramita no Superior Tribunal de Justiça, no qual se sustenta a inexistência de contrato de venda do citado canal entre as famílias Ortiz Monteiro e Roberto Marinho, para, então, decidir se propõe ou não ação anulatória da transferência da concessão para os seus atuais controladores. Essa concessão acaba de ser renovada por mais 15 anos pelo governo federal, ato esse que pode ser judicialmente contestado e declarado sem efeito.
Quanto às falsidades produzidas para se obter o deferimento da transferência das ações da Tv Globo de São Paulo para o jornalista Roberto Marinho, entre 1964 e 1977, o Instituto Del Picchia de Documentoscopia advertia em seu laudo que “no Direito também, os documentos quando autênticos, sem vícios ou máculas de qualquer espécie, provam os fatos declarados”.
“Não são os fatos que poderiam permitir provar a autenticidade dos documentos. E muito menos os fatos provariam a autenticidade de algum documento quando este padece de FALSIDADE INCONTROVERSA, como a irrealidade e impossibilidade de sua data, por exemplo”.
“O verdadeiro, o real, o legítimo, não carece de RATIFICAÇÃO, prescinde do fabrico malicioso de vários outros documentos com o fito de ser ratificado”.
“A verdade resiste sozinha. A fraude precisa de suporte! E se alguém comete falsidades, para ratificar um documento, a credibilidade deste é a mesma, acompanha aquela das fraudes ratificadoras”.
* * *
PS – Se Victor Costa Júnior não era acionista e nem dono da TV Paulista por que Roberto Marinho comprou ações que não lhe pertenciam?
PS2 – Se a família Ortiz Monteiro nada negociou com Roberto Marinho por que, então, a produção de recibos, procurações e substabelecimentos anacrônicos e falsos para sustentar um negócio inexistente, impossível?
PS3 – Esta é exclusiva. Se Victor Costa Junior não era dono da TV Bauru e nem do Canal 11 do Recife como e por que essas emissoras também passaram a ser controladas pela família Marinho, depois da assinatura do Instrumento Particular firmado em 9 de novembro de 1964 com o mesmo não acionista da TV Paulista, Victor Costa Junior?
Fonte: Tribuna da Imprensa
Não bastasse a baixaria diária protagonizada pelos “nobres” senadores da República, que não legislam, depreciam a classe política e consomem anualmente 4 bilhões de reais do orçamento nacional, agora a população está sendo obrigada também a suportar a divulgação das “qualidades” dos dirigentes de duas das principais redes de TV do País. Estão lavando roupa suja em rede internacional.
A Globo acusa Edir Macedo de estar se apossando de doações de milhões de crédulos evangélicos para aumentar seu patrimônio pessoal. É dono de inúmeros canais de TV, emissoras de rádio, casas e apartamentos de luxo e de aeronaves com capacidade de vôo intercontinental.
A TV Record defende-se, repetindo que a TV Globo cresceu à sombra da ditadura e que, com mão de ferro e com apoio de organismos federais, manteve-se líder de audiência e de faturamento às custas do definhamento da concorrência. Prestigiou os ditadores e foi por eles agraciada. (Está tudo no livro “O outro lado do Poder”, do general Hugo de Abreu, Chefe da Casa Militar de Geisel, e que dava ordens aos que se submetiam a recebê-las).
Nada de novo nas velhas e requentadas acusações tanto de um como de outro lado. As duas redes têm telhado de vidro.
Na guerra, a TV Record tomou a iniciativa de trazer à discussão o caso da compra da Rádio Televisão Paulista S/A (hoje TV Globo de São Paulo) por Roberto Marinho com recibos, procurações e substabelecimentos anacrônicos e falsos e que foram considerados válidos pelo DENTEL, em janeiro de 1977, quando pela Portaria 430, o governo “revolucionário” buscou dar validade e ares de legalidade a uma transação inexistente e irreversivelmente contaminada.
O Ministério Público Federal está aguardando o julgamento do recurso especial que tramita no Superior Tribunal de Justiça, no qual se sustenta a inexistência de contrato de venda do citado canal entre as famílias Ortiz Monteiro e Roberto Marinho, para, então, decidir se propõe ou não ação anulatória da transferência da concessão para os seus atuais controladores. Essa concessão acaba de ser renovada por mais 15 anos pelo governo federal, ato esse que pode ser judicialmente contestado e declarado sem efeito.
Quanto às falsidades produzidas para se obter o deferimento da transferência das ações da Tv Globo de São Paulo para o jornalista Roberto Marinho, entre 1964 e 1977, o Instituto Del Picchia de Documentoscopia advertia em seu laudo que “no Direito também, os documentos quando autênticos, sem vícios ou máculas de qualquer espécie, provam os fatos declarados”.
“Não são os fatos que poderiam permitir provar a autenticidade dos documentos. E muito menos os fatos provariam a autenticidade de algum documento quando este padece de FALSIDADE INCONTROVERSA, como a irrealidade e impossibilidade de sua data, por exemplo”.
“O verdadeiro, o real, o legítimo, não carece de RATIFICAÇÃO, prescinde do fabrico malicioso de vários outros documentos com o fito de ser ratificado”.
“A verdade resiste sozinha. A fraude precisa de suporte! E se alguém comete falsidades, para ratificar um documento, a credibilidade deste é a mesma, acompanha aquela das fraudes ratificadoras”.
* * *
PS – Se Victor Costa Júnior não era acionista e nem dono da TV Paulista por que Roberto Marinho comprou ações que não lhe pertenciam?
PS2 – Se a família Ortiz Monteiro nada negociou com Roberto Marinho por que, então, a produção de recibos, procurações e substabelecimentos anacrônicos e falsos para sustentar um negócio inexistente, impossível?
PS3 – Esta é exclusiva. Se Victor Costa Junior não era dono da TV Bauru e nem do Canal 11 do Recife como e por que essas emissoras também passaram a ser controladas pela família Marinho, depois da assinatura do Instrumento Particular firmado em 9 de novembro de 1964 com o mesmo não acionista da TV Paulista, Victor Costa Junior?
Fonte: Tribuna da Imprensa
E se depois de tudo ela não emplacar?
Carlos Chagas
A pergunta que se fazia em Brasília ontem, dia seguinte do enterro do PT, era se alguém terá coragem de perguntar ao presidente Lula se tanta truculência valerá à pena, se no final de tudo Dilma Rousseff não emplacar. Porque desde a inusitada imposição da chefe da Casa Civil como candidata até o lamentável episódio de quarta-feira, no Senado, o primeiro-companheiro não hesitou em humilhar seu próprio partido. Sem esquecer as pressões sobre os diretórios estaduais dos estados onde o PMDB tem os governadores, para que neles o PT não lance candidatos.
O presidente tem uma fixação maior do que fazer um bom governo, recuperar o poder aquisitivo das massas, distribuir o bolsa-família e impulsionar uma política externa independente.
Mais do que tudo, ele quer eleger Dilma sua sucessora. Para isso, curva-se às imposições do PMDB, faz concessões variadas a diversos partidos da base oficial, adula governadores e comporta-se como um cabo eleitoral daqueles do interior. Acima de tudo, porém, enquadra e desconsidera o PT e seu passado. Importa-lhe menos que Marina Silva e Flávio Arns peçam as contas ou que Aloísio Mercadante deixe a liderança da bancada pela porta dos fundos do Senado. Ou que o sonho uma vez sonhado pelos companheiros de transformar o Brasil revele-se um pesadelo dos diabos, pelo abandono de programas, metas e ideais antes presididos pela ética política.
Tragédia será se depois de tudo isso, arriscando até parte de sua popularidade, o presidente defrontar-se com o impacto da inviabilidade da candidatura de Dilma ou, pior ainda, sua derrota nas eleições do ano que vem.
O PT posto em frangalhos dificilmente se irá recuperar, tanto em sua trajetória parlamentar quando nos resultados eleitorais em termos do novo Congresso e dos governos estaduais. Sem falar na desmoralização das instituições parlamentares e no fato de ter contra ele, senão a opinião pública, ao menos a totalidade da opinião publicada, irradiada e televisada. Há quem preveja tempestades, se isso acontecer. Retrocessos, na hipótese da passagem do poder para os defensores do neoliberalismo e da prevalência absoluta do mercado comprovadamente fracassado no planeta inteiro.
Os trapalhões
Anos atrás os trapalhões eram quatro: Dedé, Didi, Muçum e Zacarias, os dois últimos de saudosa memória. Hoje, são muitos mais. Acima de fazer rir, fazem chorar, lamentar e ranger os dentes. Jamais se viu na crônica do Senado comportamento tão indigno de boa parte de seus integrantes.
Trapalhões foram Paulo Duque, conduzindo o Conselho de Ética como a Mãe Joana conduzia o seu estabelecimento. Aloísio Mercadante, girando mais do que biruta de aeroporto, desagradando o PT inteiro e servindo de chacota para os demais partidos. Wellington Salgado, fazendo as vezes de Sansão às avessas, pois quanto mais crescem seus abomináveis cabelos, mais se credencia a demonstrar fraqueza e indigência. Almeida Lima, um Rolando Lero mais eficiente do que o original, na escolinha de horror do Senado. Ideli Salvatti, a perfeita bruxa da Branca de Neve que em vez de oferecer maçãs envenenadas, engoliu todas de uma vez. Romero Jucá, líder dos dois mundos, pensando em imitar Taillerand mas representando o papel Luís XVI a caminho da guilhotina. E quantos mais, envolvidos na mais execrável das pantomimas parlamentares, dirigida dos porões do palácio do Planalto?
Indaga-se quando e como o Senado poderá pensar em recuperar sua imagem, depois do espetáculo desta semana. Parece que nunca, porque não se tratou apenas de salvar José Sarney de acusações que ele poderia ter respondido com segurança e altivez. No caso, os trapalhões transformaram a atividade parlamentar num circo. No qual tocaram fogo.
Requião com DilmaIronicamente, o prato principal foi “coelho à caçadora”. Falamos do jantar de quarta-feira, que reuniu no palácio na Alvorada o presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff e o governador do Paraná, Roberto Requião, que não foi caçado ou, muito menos, servido.
A preocupação maior do anfitrião foi saber se o convidado de honra seria ou não candidato à presidência da República, embolando ainda mais o meio campo da sucessão do próximo ano. Sem esquecer as duas tentativas em que se lançou, e foi derrotado pelos lamentáveis caciques do PMDB, Requião deixou claro não dispor das menores condições para insistir. Seu partido não é um partido, mas uma federação de discordâncias onde pontificam o fisiologismo e interesses regionais divergentes.
O governador está pronto para apoiar a candidatura de Dilma, claro que sob certas condições, a primeira delas de que a chefe da Casa Civil não selecione para seu companheiro de chapa um dos camaleões do PMDB. Mas entende que o governo Lula, se não é o mais eficiente em toda a história da República, será ao menos um dos mais competentes. Apóia o presidente em gênero, número e grau, tornando-se natural, assim, seu acoplamento à candidata.
Quanto à sucessão no Paraná, Requião não admite interferências alienígenas. Lançou a candidatura de seu vice-governador e aguarda os entendimentos, mas rejeita respaldar os dois irmãos Dias, seja Álvaro, seja Osmar. Há tempo para as composições. Pessoalmente, espera candidatar-se ao Senado.
Contando, ninguém acredita
Capítulo extra no festival de lambanças encenado pelo Senado em torno das representações contra José Sarney aconteceu quanto o líder do governo, Romero Jucá, em plena sessão da Comissão de Constituição e Justiça, apresentou requerimento convocando a ministra Dilma Rousseff a comparecer e depor a respeito da reunião que teria ou não tido com a ex-chefe da Receita Federal, Lina Vieira.
Em poucos segundos o presidente da Comissão percebeu a manobra. Jucá pretendia apresentar e ver rejeitado o pedido, porque naquela hora a bancada governista era amplamente majoritária. Rejeitada a petição que os oposicionistas pretendiam apresentar mais tarde, mas recusada pelos governistas, não poderia mais ser reapresentada.
Um golpe pueril que o senador Demóstenes Torres identificou e, para evitá-lo, encerrou a sessão. A gente fica pensando se Romero Jucá trata os oposicionistas que lá liderou no passado, como se fossem os governistas de hoje.
Fonte: Tribuna da Imprensa
A pergunta que se fazia em Brasília ontem, dia seguinte do enterro do PT, era se alguém terá coragem de perguntar ao presidente Lula se tanta truculência valerá à pena, se no final de tudo Dilma Rousseff não emplacar. Porque desde a inusitada imposição da chefe da Casa Civil como candidata até o lamentável episódio de quarta-feira, no Senado, o primeiro-companheiro não hesitou em humilhar seu próprio partido. Sem esquecer as pressões sobre os diretórios estaduais dos estados onde o PMDB tem os governadores, para que neles o PT não lance candidatos.
O presidente tem uma fixação maior do que fazer um bom governo, recuperar o poder aquisitivo das massas, distribuir o bolsa-família e impulsionar uma política externa independente.
Mais do que tudo, ele quer eleger Dilma sua sucessora. Para isso, curva-se às imposições do PMDB, faz concessões variadas a diversos partidos da base oficial, adula governadores e comporta-se como um cabo eleitoral daqueles do interior. Acima de tudo, porém, enquadra e desconsidera o PT e seu passado. Importa-lhe menos que Marina Silva e Flávio Arns peçam as contas ou que Aloísio Mercadante deixe a liderança da bancada pela porta dos fundos do Senado. Ou que o sonho uma vez sonhado pelos companheiros de transformar o Brasil revele-se um pesadelo dos diabos, pelo abandono de programas, metas e ideais antes presididos pela ética política.
Tragédia será se depois de tudo isso, arriscando até parte de sua popularidade, o presidente defrontar-se com o impacto da inviabilidade da candidatura de Dilma ou, pior ainda, sua derrota nas eleições do ano que vem.
O PT posto em frangalhos dificilmente se irá recuperar, tanto em sua trajetória parlamentar quando nos resultados eleitorais em termos do novo Congresso e dos governos estaduais. Sem falar na desmoralização das instituições parlamentares e no fato de ter contra ele, senão a opinião pública, ao menos a totalidade da opinião publicada, irradiada e televisada. Há quem preveja tempestades, se isso acontecer. Retrocessos, na hipótese da passagem do poder para os defensores do neoliberalismo e da prevalência absoluta do mercado comprovadamente fracassado no planeta inteiro.
Os trapalhões
Anos atrás os trapalhões eram quatro: Dedé, Didi, Muçum e Zacarias, os dois últimos de saudosa memória. Hoje, são muitos mais. Acima de fazer rir, fazem chorar, lamentar e ranger os dentes. Jamais se viu na crônica do Senado comportamento tão indigno de boa parte de seus integrantes.
Trapalhões foram Paulo Duque, conduzindo o Conselho de Ética como a Mãe Joana conduzia o seu estabelecimento. Aloísio Mercadante, girando mais do que biruta de aeroporto, desagradando o PT inteiro e servindo de chacota para os demais partidos. Wellington Salgado, fazendo as vezes de Sansão às avessas, pois quanto mais crescem seus abomináveis cabelos, mais se credencia a demonstrar fraqueza e indigência. Almeida Lima, um Rolando Lero mais eficiente do que o original, na escolinha de horror do Senado. Ideli Salvatti, a perfeita bruxa da Branca de Neve que em vez de oferecer maçãs envenenadas, engoliu todas de uma vez. Romero Jucá, líder dos dois mundos, pensando em imitar Taillerand mas representando o papel Luís XVI a caminho da guilhotina. E quantos mais, envolvidos na mais execrável das pantomimas parlamentares, dirigida dos porões do palácio do Planalto?
Indaga-se quando e como o Senado poderá pensar em recuperar sua imagem, depois do espetáculo desta semana. Parece que nunca, porque não se tratou apenas de salvar José Sarney de acusações que ele poderia ter respondido com segurança e altivez. No caso, os trapalhões transformaram a atividade parlamentar num circo. No qual tocaram fogo.
Requião com DilmaIronicamente, o prato principal foi “coelho à caçadora”. Falamos do jantar de quarta-feira, que reuniu no palácio na Alvorada o presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff e o governador do Paraná, Roberto Requião, que não foi caçado ou, muito menos, servido.
A preocupação maior do anfitrião foi saber se o convidado de honra seria ou não candidato à presidência da República, embolando ainda mais o meio campo da sucessão do próximo ano. Sem esquecer as duas tentativas em que se lançou, e foi derrotado pelos lamentáveis caciques do PMDB, Requião deixou claro não dispor das menores condições para insistir. Seu partido não é um partido, mas uma federação de discordâncias onde pontificam o fisiologismo e interesses regionais divergentes.
O governador está pronto para apoiar a candidatura de Dilma, claro que sob certas condições, a primeira delas de que a chefe da Casa Civil não selecione para seu companheiro de chapa um dos camaleões do PMDB. Mas entende que o governo Lula, se não é o mais eficiente em toda a história da República, será ao menos um dos mais competentes. Apóia o presidente em gênero, número e grau, tornando-se natural, assim, seu acoplamento à candidata.
Quanto à sucessão no Paraná, Requião não admite interferências alienígenas. Lançou a candidatura de seu vice-governador e aguarda os entendimentos, mas rejeita respaldar os dois irmãos Dias, seja Álvaro, seja Osmar. Há tempo para as composições. Pessoalmente, espera candidatar-se ao Senado.
Contando, ninguém acredita
Capítulo extra no festival de lambanças encenado pelo Senado em torno das representações contra José Sarney aconteceu quanto o líder do governo, Romero Jucá, em plena sessão da Comissão de Constituição e Justiça, apresentou requerimento convocando a ministra Dilma Rousseff a comparecer e depor a respeito da reunião que teria ou não tido com a ex-chefe da Receita Federal, Lina Vieira.
Em poucos segundos o presidente da Comissão percebeu a manobra. Jucá pretendia apresentar e ver rejeitado o pedido, porque naquela hora a bancada governista era amplamente majoritária. Rejeitada a petição que os oposicionistas pretendiam apresentar mais tarde, mas recusada pelos governistas, não poderia mais ser reapresentada.
Um golpe pueril que o senador Demóstenes Torres identificou e, para evitá-lo, encerrou a sessão. A gente fica pensando se Romero Jucá trata os oposicionistas que lá liderou no passado, como se fossem os governistas de hoje.
Fonte: Tribuna da Imprensa
A saída pulando o muro da vergonha
Mesmo que o presidente Lula não admita que tenha errado na montagem do esquema para a sua sucessão, é impossível que a esta altura do esfacelamento moral do Partido dos Trabalhadores, que não demora a ser vaiado em comício em São Bernardo do Campos, onde nasceu com a ascensão do maior líder sindical do país e a balbúrdia, com jeito de velório, do pior Congresso de todos os tempos.Basta passar uma vista pelas manchetes dos jornais ou prestar atenção nos noticiários da rede do TV. No mesmo dia, a senadora Marina Silva anunciou a sua saída do PT, depois de três décadas de militância partidária, virtualmente enxotada pela cambalhota da política ambiental do governo, que parece inspirada pelo sindicado dos madeireiros do Amazonas. O presidente só cuida da sucessão e da eleição da sua candidata, a ministra Dilma Rousseff, cujo interesse pela preservação do meio ambiente nunca foi manifestada.A senadora Marina Silva, peso pluma, com a magreza de retirante, demonstrou uma energia a serviço da coerência que engasga o PT e embaraça o presidente Lula. E a sua candidatura à Presidência da República muda a correlação no Norte, Nordeste e repercute nos muitos setores que se preocupam com a defesa do meio ambiente.Logo que a coisa esteja definida, o preto no branco, as pesquisas acompanharão o desempenho da candidata.Pior, desesperadora é a situação do PT, que não sabe com que cara enfrentará o eleitor, depois do seu inqualificável comportamento da crise da roubalheira do Senado.O PT virou casaca. Os votos petistas, obedientes às ordens de Lula, foram decisivos no Conselho de Ética do Senado para sepultar as investigações sobre o presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB-AP) e mais 11 pedidos de investigação sobre supostos crimes de nepotismo, tráfico de influência e outras irregularidades. Em meia hora de votação em bloco, os três senadores do PT no Conselho de Ética deram os votos que garantiram o engavetamento dos 11 pedidos de investigação.O Conselho de Ética concluiu a tarefa, absolvendo por unanimidade o senador Arthur Virgílio (AM) líder do PSDB. O PT mergulhou nas águas do desespero. O líder da bancada, senador Aloizio Mercadante (SP) foi desautorizado publicamente pelo presidente do partido, deputado Ricardo Berzoini (SP) e o senador Flávio Arns (PR) anunciou o seu desligamento do partido. O Senador Mercadante desabafou: “Minha vontade era sair da liderança. Só não fiz para não agravar a crise na bancada. Mas, o meu cargo está à disposição do partido.”Mais dura foi a despedida do senador Flávio Arns: “O PT jogou a ética no lixo. Vai ter que achar outra bandeira. O partido deu as costas para a sociedade, o povo e as bandeiras que sempre foram tão caras a tantas pessoas. Posso dizer que me envergonho de estar no PT.”Lula e a candidata Dilma vão enfrentar uma parada na campanha que se antecipa duríssima, com a veemência dos discursos da oposição que não tem nada a perder e tudo a ganhar.
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Cerimônia mostra prestígio dos secretários empossados
Fernanda Chagas
Ontem a tarde, em uma cerimônia bastante concorrida, no salão Oxalá, do Centro de Convenções, o governador Jaques Wagner emplacou dois, dos três espaços deixados pelo PMDB, do ministro Geddel Vieira Lima. Na ocasião, além de agradecer aos chefes de gabinete e auxiliares que assumiram interinamente as Secretarias e órgãos vagos, “pelo profissio-nalismo demonstrado ao permanecerem nos cargos sem qualquer prejuízo às atividades até a posse dos novos titulares”, fez questão de reiterar, num claro recado ao PMDB, que é candidato à reeleição e que estará no palanque da ministra Dilma Roussef, pré-candidata à presidência da República. O líder peemedebista não esconde o desejo de instalar dois palanques petistas no estado. Wagner enfatizou ainda, diante de uma plateia que lotava o salão, o novo jeito de governar a Bahia. “Estamos construindo um novo modo de fazer política, com transparência, aberto ao diálogo e com muito trabalho”. Aliado a isso, afirmou apostar todas as fichas nos novos integrantes do seu time: João Leão que assumiu a pasta de Infraestrutura e James Correia, que será o novo secretário de Indústria e Comércio.
Em relação à pasta de Ciência e Tecnologia, negociada a exaustão com o PDT, mas que ainda está vaga, o governador afirmou estar tranquilo quanto ao assunto, em especial com a confirmação da ida do secretário-geral da legenda na Bahia Alexandre Brust para a presidência do partido, a pedido do presidente nacional, ministro Carlos Lupi. Brust substituirá o deputado federal, Severiano Alves, único empecilho para a concreti-zação do “matrimônio”.
Sem esconder sua posição contrária, no que diz respeito ao PDT selar aliança com o PT, o próprio Severiano, colocou o cargo à disposição de Lupi. “Deixei claro a Lupi que, se ele achava melhor apoiar o PT e me tirar da presidência, que assim o fizesse. Tratou-se de uma decisão pensada”, declarou, complementando que “embora tivesse tentado engolir o PT, não deu”. Severiano, por sua vez, afirmou que não deixará o PDT.
Com base nos novos episódios e conforme reforçou o deputado estadual pedetista, Roberto Carlos, que ao contrário de Severiano, sempre defendeu a bandeira em prol da formalização do apoio ao governador, declarou que o ministro Lupi, garantiu que o PDT vai compor com o Wagner. “Nesta segunda-feira (24), Lupi terá uma conversa com a executiva nacional para reafirmar o compromisso”. Quanto à definição dos nomes que irão ocupar os espaços negociados com o PT, destacou que não existe nada definido. “Somente após a reunião de segunda, iniciaremos debate, neste sentido”. Por fim, Roberto Carlos fez questão de ressaltar, que o PDT continuará tentando convencer Severiano para que volte atrás da decisão. “E permaneça conosco na luta pela mudança da Bahia”.
Fonte: Tribuna da Bahia
Ontem a tarde, em uma cerimônia bastante concorrida, no salão Oxalá, do Centro de Convenções, o governador Jaques Wagner emplacou dois, dos três espaços deixados pelo PMDB, do ministro Geddel Vieira Lima. Na ocasião, além de agradecer aos chefes de gabinete e auxiliares que assumiram interinamente as Secretarias e órgãos vagos, “pelo profissio-nalismo demonstrado ao permanecerem nos cargos sem qualquer prejuízo às atividades até a posse dos novos titulares”, fez questão de reiterar, num claro recado ao PMDB, que é candidato à reeleição e que estará no palanque da ministra Dilma Roussef, pré-candidata à presidência da República. O líder peemedebista não esconde o desejo de instalar dois palanques petistas no estado. Wagner enfatizou ainda, diante de uma plateia que lotava o salão, o novo jeito de governar a Bahia. “Estamos construindo um novo modo de fazer política, com transparência, aberto ao diálogo e com muito trabalho”. Aliado a isso, afirmou apostar todas as fichas nos novos integrantes do seu time: João Leão que assumiu a pasta de Infraestrutura e James Correia, que será o novo secretário de Indústria e Comércio.
Em relação à pasta de Ciência e Tecnologia, negociada a exaustão com o PDT, mas que ainda está vaga, o governador afirmou estar tranquilo quanto ao assunto, em especial com a confirmação da ida do secretário-geral da legenda na Bahia Alexandre Brust para a presidência do partido, a pedido do presidente nacional, ministro Carlos Lupi. Brust substituirá o deputado federal, Severiano Alves, único empecilho para a concreti-zação do “matrimônio”.
Sem esconder sua posição contrária, no que diz respeito ao PDT selar aliança com o PT, o próprio Severiano, colocou o cargo à disposição de Lupi. “Deixei claro a Lupi que, se ele achava melhor apoiar o PT e me tirar da presidência, que assim o fizesse. Tratou-se de uma decisão pensada”, declarou, complementando que “embora tivesse tentado engolir o PT, não deu”. Severiano, por sua vez, afirmou que não deixará o PDT.
Com base nos novos episódios e conforme reforçou o deputado estadual pedetista, Roberto Carlos, que ao contrário de Severiano, sempre defendeu a bandeira em prol da formalização do apoio ao governador, declarou que o ministro Lupi, garantiu que o PDT vai compor com o Wagner. “Nesta segunda-feira (24), Lupi terá uma conversa com a executiva nacional para reafirmar o compromisso”. Quanto à definição dos nomes que irão ocupar os espaços negociados com o PT, destacou que não existe nada definido. “Somente após a reunião de segunda, iniciaremos debate, neste sentido”. Por fim, Roberto Carlos fez questão de ressaltar, que o PDT continuará tentando convencer Severiano para que volte atrás da decisão. “E permaneça conosco na luta pela mudança da Bahia”.
Fonte: Tribuna da Bahia
Enquanto o Senado se derrete na lama, deputados baianos trabalham
É isso mesmo. Enquanto o Senado, essa instituição caduca, se deixa levar pelo jogo da oposição buscando desestabilizar o governo Lula e, por tabela, a candidatura de Dilma Roussef à presidência da República, muitos deputados da bancada baiana trabalham. Dou dois exemplos. Primeiro exemplo. O Projeto de Lei do estatuto das Famílias, da autoria do deputado federal Sérgio Carneiro (PT-BA) avançou mais um passo ao obter parecer favorável na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. A votação, portanto, está mais próxima.O Estatuto das Famílias foi concebido e elaborado pelo Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) e visa promover uma revisão legislativa ao reunir, numa legislação única, todos os direitos referentes às novas configurações familiares brasileiras, além de dar suporte aos magistrados brasileiros no trato das ações de Direito de Família. O projeto trata de questões como o valor jurídico da socioafetividade, adoção e guarda compartilhada, entre outros assuntos.O segundo exemplo: O deputado federal Emiliano José (PT-BA), como relator, deu Parecer favorável ao Projeto de Resolução que cria o Prêmio Barbosa Lima Sobrinho de Jornalismo. O Parecer de Emiliano foi aprovado por unanimidade quarta-feira (18/08) na Comissão de Educação e Cultura. Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho, falecido em 2000 aos 103 anos, foi advogado, jornalista, ensaísta, historiador, professor e político.Presidiu por longos anos a Academia Brasileira de Letras, foi deputado federal, constituinte de 1946 e governador de Pernambuco. Barbosa Lima Sobrinho abraçou a campanha pela anistia ampla, geral e irrestrita, lutou pelo impeachment de Collor, tendo participado de praticamente todos os episódios que marcaram a vida política brasileira.
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Bahia de Fato
Onde é mesmo que fica o Brasil?
Para a imprensa estrangeira, se não estamos no melhor dos mundos, estamos fora do pior deles, pois o Brasil é um dos únicos países em que a pobreza está diminuindo, apesar das fragilidades e distâncias sociais continuarem de monta. Lá fora o Brasil é descrito como atravessando um ciclo virtuoso, com a melhora da situação social fortalecendo a democracia e vice-versa. E isso vale para jornais e publicações que vão da centro-direita à centro-esquerda. Já na imprensa nativa, o presidente Lula ora aparece como um parvo, ora como um monstro, ora como apequenado. O caso Sarney – agora em vias de ser remetido a um sussurro obsequioso por ter se enredado no caso Arthur Virgílio – começa a ceder espaço ao caso da ex-secretária da Receita Federal versus a ministra chefe da Casa Civil. As virtudes do Brasil são escamoteadas sistematicamente. E isso vale para toda a mídia, que é só de direita, com algumas exceções. Nossa imprensa chega ao ápice de ressuscitar a extrema-direita militar.Quem faz a comparação é o jornalista Flávio Aguiar, na Agência Carta Maior.
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Bahia de Fato
INSS muda cálculo do auxílio-doença e aposentadorias por invalidez
Redação CORREIO
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mudou a fórmula de cálculo dos valores finais dos novos auxílios- doença e das aposentadorias por invalidez, favorecendo os trabalhadores que precisam receber esses benefícios por causa de doenças ou acidentes que os impedem temporariamente ou permanentemente de trabalhar.
A mudança vai beneficiar aqueles segurados que, quando precisarem requerer os auxílios, ainda não cumpriram a exigência de terem feito no mínimo 60% das contribuições exigidas como carência. Antes, o Instituto fazia o cálculo pela média aritmética simples das contribuições feitas até então.
Agora, a Previdência seguirá a mesma regra das demais situações, levando em conta 80% das maiores contribuições feitas desde julho de 1994. Isso, em algumas situações, acabará elevando o valor final dos benefícios, pois desconsidera as contribuições de menores valores.
Fonte: Correio da Bahia
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mudou a fórmula de cálculo dos valores finais dos novos auxílios- doença e das aposentadorias por invalidez, favorecendo os trabalhadores que precisam receber esses benefícios por causa de doenças ou acidentes que os impedem temporariamente ou permanentemente de trabalhar.
A mudança vai beneficiar aqueles segurados que, quando precisarem requerer os auxílios, ainda não cumpriram a exigência de terem feito no mínimo 60% das contribuições exigidas como carência. Antes, o Instituto fazia o cálculo pela média aritmética simples das contribuições feitas até então.
Agora, a Previdência seguirá a mesma regra das demais situações, levando em conta 80% das maiores contribuições feitas desde julho de 1994. Isso, em algumas situações, acabará elevando o valor final dos benefícios, pois desconsidera as contribuições de menores valores.
Fonte: Correio da Bahia
Reclamação sobre atendimento do SAC pode ser feita pela internet
Redação CORREIO
Os consumidores terão, a partir desta sexta-feira (21), um canal na internet para relatar eventuais problemas que ainda são enfrentados nos serviços de atendimento ao consumidor (SACs) via telefone, também conhecidos como call centers.
Trata-se de um link que estará disponível na página do Ministério da Justiça (www.mj.gov.br ) denominado “SAC - Como foi o seu atendimento?”. Ao acessar o link, os consumidores terão que se identificar, fornecer o número do call center ligado, a empresa, o setor econômico em que ela atua e marcar o tipo de problema ocorrido.
Essa é mais uma medida para pressionar as empresas que atuam nos setores regulados a se ajustar às regras do decreto presidencial, assinado em julho do ano passado, que disciplinam o funcionamento dos call centers.
Fonte: Correio da Bahia
Os consumidores terão, a partir desta sexta-feira (21), um canal na internet para relatar eventuais problemas que ainda são enfrentados nos serviços de atendimento ao consumidor (SACs) via telefone, também conhecidos como call centers.
Trata-se de um link que estará disponível na página do Ministério da Justiça (www.mj.gov.br ) denominado “SAC - Como foi o seu atendimento?”. Ao acessar o link, os consumidores terão que se identificar, fornecer o número do call center ligado, a empresa, o setor econômico em que ela atua e marcar o tipo de problema ocorrido.
Essa é mais uma medida para pressionar as empresas que atuam nos setores regulados a se ajustar às regras do decreto presidencial, assinado em julho do ano passado, que disciplinam o funcionamento dos call centers.
Fonte: Correio da Bahia
Assaltantes roubam hotel de luxo no Santo Antônio Além do Carmo
Telma Alvarenga Redação CORREIO
Quatro homens e uma mulher, armados com pistolas e metralhadoras, assaltaram na quarta-feira (19) a Pousada des Arts, aberta há seis meses no aprazível Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico.
À tarde, um casal bem vestido chegou dizendo estar em lua-de-mel. Os dois deixaram uma mala na recepção e voltaram, à noite, acompanhados de três homens, todos usando paletós. Os bandidos sacaram armas e renderam recepcionistas e seis turistas franceses.
Depois de roubar celulares e R$ 1 mil dos hóspedes, quando viram que o cofre da pousada estava vazio, decidiram subir até os quartos. No primeiro deles, uma italiana, assustada, começou a gritar. Os assaltantes, então, fugiram de carro.
Dono da Des Arts, o francês Eric Gouguenheim tentou chamar um carro da PM para ir atrás dos marginais. Ninguém apareceu. “Acho que existe boa vontade, mas a polícia não tem recursos”, tenta encontrar uma explicação.
Eric e outros empresários da região vão se cotizar para pagar segurança particular. “O que aconteceu é muito ruim para a imagem da Bahia e do Brasil. Para atrair turista, é preciso segurança”, diz. “Não adianta reformar aeroporto. Sem segurança, não vem ninguém”.
Presidente da Associação dos Amigos do Santo Antônio Além do Carmo, Dorival Regini faz coro. “Estamos muito preocupados”, diz. Ele é sócio da LGR Empreendimentos, que tem o projeto de transformar aquela região num polo de cultura e gastronomia. “Não vejo o cuidado com a segurança no Centro Histórico que tem sido divulgado”.
Fonte: Correio da Bahia
Quatro homens e uma mulher, armados com pistolas e metralhadoras, assaltaram na quarta-feira (19) a Pousada des Arts, aberta há seis meses no aprazível Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico.
À tarde, um casal bem vestido chegou dizendo estar em lua-de-mel. Os dois deixaram uma mala na recepção e voltaram, à noite, acompanhados de três homens, todos usando paletós. Os bandidos sacaram armas e renderam recepcionistas e seis turistas franceses.
Depois de roubar celulares e R$ 1 mil dos hóspedes, quando viram que o cofre da pousada estava vazio, decidiram subir até os quartos. No primeiro deles, uma italiana, assustada, começou a gritar. Os assaltantes, então, fugiram de carro.
Dono da Des Arts, o francês Eric Gouguenheim tentou chamar um carro da PM para ir atrás dos marginais. Ninguém apareceu. “Acho que existe boa vontade, mas a polícia não tem recursos”, tenta encontrar uma explicação.
Eric e outros empresários da região vão se cotizar para pagar segurança particular. “O que aconteceu é muito ruim para a imagem da Bahia e do Brasil. Para atrair turista, é preciso segurança”, diz. “Não adianta reformar aeroporto. Sem segurança, não vem ninguém”.
Presidente da Associação dos Amigos do Santo Antônio Além do Carmo, Dorival Regini faz coro. “Estamos muito preocupados”, diz. Ele é sócio da LGR Empreendimentos, que tem o projeto de transformar aquela região num polo de cultura e gastronomia. “Não vejo o cuidado com a segurança no Centro Histórico que tem sido divulgado”.
Fonte: Correio da Bahia
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