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Com R$ 375,848 milhões, a Bahia é o estado que mais receberá recursos da linha de crédito de R$ 4 bilhões que vinha sendo negociada com o governo Federal como compensação pelas perdas com o Fundo de Participação dos Estados (FPE), principalmente no Nordeste.
A linha de crédito foi aprovada sexta-feira passada (17), em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN). Os recursos vêm do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o custo será a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 3% ao ano, incluída a remuneração do agente financeiro repassador de 1% ao ano. O prazo para pagar é de até oito anos, com carência de um ano.
O governador Jaques Wagner disse que “a ajuda para os municípios, e agora para os estados, vem em boa hora e será muito importante para manter os investimentos que reforçarão a posição do Brasil como um dos países em melhores condições de superar a crise e retomar o crescimento econômico”.
O segundo estado mais beneficiado é o Ceará, com R$ 293,476 milhões. Distrito Federal, com R$ 27,608 milhões, e São Paulo, com R$ 40 milhões, vão receber os menores valores.
Ainda estão em negociação a suspensão da contrapartida dos governos estaduais em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a flexibilização do limite de endividamento dos estados.
Wagner: “decisão expressa sensibilidade do presidente Lula”
“A decisão do CMN expressa a sensibilidade do presidente Lula para com os estados e municípios e, ao mesmo tempo, dá mais uma prova contundente da solidez da nossa economia”, disse o governador Jaques Wagner, nesta segunda-feira (20), antes de viajar em missão comercial para a Índia, Inglaterra, Holanda e França.
O governador disse que o país ainda tem margem de manobra em termos de política monetária e condição de baixar os juros. Esses instrumentos, na avaliação dele, estão sendo manejados pelo governo federal com muita competência, de forma a permitir manter o otimismo, sem perder a noção da responsabilidade que o momento exige.
Para Jaques Wagner, essas medidas só estão sendo possíveis porque o presidente teve a coragem de reduzir o superavit primário e, com essa folga, equilibrar a ajuda aos governos municipais e estaduais e medidas como a desoneração da indústria automotiva, dos produtos da chamada linha branca e a redução do imposto de renda.
“Enquanto mantém aquecidos setores da indústria que movimentam diversos outros segmentos e preserva empregos, também preserva a capacidade de consumo de boa parte da população”, analisou o governador da Bahia.
fonte: Tribuna da Bahia
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