segunda-feira, abril 06, 2026

A nova pesquisa Datafolha para a presidência após o lançamento da candidatura de Caiado

 Instituto Datafolha realiza levantamento para a presidência, o primeiro após a oficialização da candidatura de Ronaldo Caiado e o fim do prazo de desincompatibilização, buscando medir as tendências eleitorais em um momento-chave

Por: Ivan Longo

Publicado: 06/04/2026 


Lula e Flávio Bolsonaro, os dois principais candidatos nas eleições 2026 - Fotos: Ricardo Stuckert PR / Waldemir Barreto Ag. Senado)


Oinstituto Datafolha inicia, entre terça-feira (7) e quinta-feira (9), uma nova rodada da pesquisa de intenção de voto para a presidência da República. Trata-se do primeiro levantamento após o lançamento oficial da pré-candidatura de Ronaldo Caiado, pelo Partido Social Democrático (PSD), e a conclusão do prazo de desincompatibilização para políticos que almejam concorrer às eleições. A expectativa é que os resultados sejam divulgados no próximo sábado (11).

A pesquisa será realizada a menos de seis meses do pleito, em um momento crucial para a definição das estratégias eleitorais e para a consolidação ou alteração das candidaturas. O Datafolha trará ainda a trajetória de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Paralelamente, o instituto vai revelar se Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sustenta o crescimento nas intenções de voto observado nas últimas pesquisas. Um dos focos principais será, contudo, verificar o impacto do lançamento da candidatura de Ronaldo Caiado, avaliando se sua entrada na disputa alterou de forma significativa seus índices nas pesquisas anteriores do instituto, que até então o mostravam com apoio mais limitado.

Para a execução deste abrangente levantamento, 2.004 eleitores serão entrevistados presencialmente em diversas localidades do país. A margem de erro estimada para os resultados é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O questionário da pesquisa é estruturado para captar diferentes nuances do eleitorado e aprofundar a compreensão sobre suas escolhas. Inicialmente, os entrevistados respondem de forma espontânea sobre sua preferência de candidato a governador em seu respectivo estado. Em seguida, o pesquisador apresenta uma lista com os nomes de sete pré-candidatos à Presidência: Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo, solicitando a indicação de voto. Após esta etapa de intenção de voto estimulada, o Datafolha se dedica a medir o grau de conhecimento do eleitor sobre cada um dos nomes apresentados.

Como foi o último Datafolha

No levantamento mais recente do instituto, divulgado em 7 de março março, o cenário eleitoral indicou uma disputa mais acirrada do que em rodadas anteriores, com redução da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seus principais adversários.

No principal cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece 39% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra entre 33%, consolidando-se como principal nome da oposição.

Na sequência, os demais pré-candidatos surgem em patamares mais baixos: Ratinho Jr. atinge cerca de 7%, Romeu Zema aparece com 4% a 5%, Ronaldo Caiado marca aproximadamente 4%, Renan Santos oscila em torno de 3%, e Aldo Rebelo registra cerca de 2%.

Brancos, nulos e indecisos somam entre 14% e 15%, indicando ainda um contingente relevante de eleitores sem decisão consolidada.

No segundo turno, o levantamento aponta um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. O presidente aparece com 46% das intenções de voto, contra 43% do senador, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Michelle celebra evolução da saúde de Bolsonaro; Carluxo descreve quadro grave

Publicado em 5 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Saúde de ex-presidente vira disputa de narrativas

Deu no O Globo

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou no sábado (4) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está há seis dias sem episódios de soluços e apresenta evolução no quadro de saúde. A declaração foi feita nas redes sociais e contrasta com o relato recente do filho, que havia descrito uma situação mais delicada.

Segundo Michelle, Bolsonaro voltou a realizar sessões de fisioterapia. Em publicação no Instagram, ela comemorou a melhora clínica, referindo-se ao marido como “galego” e agradecendo a Deus pelo progresso.

CRISES – A avaliação difere da apresentada por Carlos Bolsonaro na quarta-feira (1). Após visitar o pai, o vereador afirmou que o ex-presidente enfrentava crises contínuas de soluços e apontou agravamento do estado geral, citando comorbidades e restrições impostas pela situação judicial.

Condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar temporário. A Justiça autorizou a transferência do complexo da Papuda para casa por 90 dias, após o ex-presidente permanecer dez dias internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no fim de março.


Congresso esvazia poder de Lula e deixa 77% das MPs perderem a validade

 

Congresso esvazia poder de Lula e deixa 77% das MPs perderem a validade

Taxa de aprovação é a menor desde 2001

Pedro Penteado
Estadão

O Congresso Nacional converteu em lei apenas 23% das medidas provisórias do terceiro governo Lula (PT). É a menor taxa registrada desde a Emenda Constitucional 32, de 2001, que proibiu a reedição de MPs e fixou prazo máximo de 120 dias para cada medida, encerrando a prática de manter normas provisórias em vigor indefinidamente por renovação automática.

Os dados são do levantamento do Ranking dos Políticos com base na plataforma oficial do Planalto e mostram que o principal instrumento legislativo do Executivo federal perdeu eficácia ao longo das últimas duas décadas, independentemente do partido no poder.

CADUCIDADE – Das 192 MPs editadas por Lula no terceiro mandato, 38 foram convertidas em lei. Outras 26 ainda estavam em tramitação no fechamento do levantamento. Das 166 com desfecho definido, 128 — ou 77% — não chegaram a se tornar lei. Na maior parte dos casos, o mecanismo foi a caducidade: o prazo máximo de 120 dias, composto por dois períodos consecutivos de 60 dias, se encerrou sem que o Congresso deliberasse sobre o texto.

Ao não pautar uma MP dentro do prazo, o Congresso a barra sem assumir o custo político de uma rejeição formal. O estudo descreve o fenômeno como “veto silencioso”, estratégia que se consolidou nos últimos anos e permite ao Legislativo exercer poder concreto sem confronto direto com o Executivo.

A série histórica levantada pelo Ranking dos Políticos começa no período pós-EC 32 do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, que abrange o último ano e meio de seu governo: 102 MPs editadas, 84 aprovadas, taxa de 82,3%. No primeiro mandato de Lula, de 2003 a 2006, o índice subiu para 90,4%, o mais alto do período analisado: das 240 MPs editadas, 217 foram aprovadas. A partir daí, a tendência geral é de queda.

RECUO – No segundo mandato, a taxa recuou para 83,2%, com 149 aprovações em 179 MPs editadas. No primeiro governo de Dilma Rousseff, caiu para 74,4%, com 108 aprovações em 145 MPs. No segundo mandato dela, encerrado pelo impeachment, o índice foi de 78%, com 46 aprovações em 59 MPs editadas. Michel Temer registrou 75%, com 108 aprovações em 144 MPs e Jair Bolsonaro chegou a 68,3%, com 194 aprovações em 284 MPs editadas, o maior volume do período, parcialmente explicado pelo uso intensivo do instrumento durante a pandemia de Covid-19.

O contraste com o período anterior à reforma constitucional é ainda mais expressivo. No governo Fernando Collor, o Plano Collor foi implementado por meio de 17 medidas provisórias, incluindo o confisco da poupança. Todas foram aprovadas pelo Congresso sem alteração de nenhum dispositivo, retrato de uma época em que o Executivo legislava com quase nenhuma resistência parlamentar.

O levantamento aponta dois fatores estruturais para a reversão desse padrão. O primeiro é o fortalecimento orçamentário do Parlamento, em especial após a institucionalização das emendas parlamentares impositivas, que deram a deputados e senadores capacidade de entrega direta de políticas públicas em suas bases eleitorais, reduzindo a dependência da intermediação do governo federal.

POLARIZAÇÃO – O segundo é a polarização política iniciada nas eleições de 2014, que fragmentou coalizões tradicionais, culminou no impeachment de Dilma Rousseff e produziu um ambiente de desconfiança persistente entre os Poderes.

A isso se soma uma mudança de comportamento dos próprios presidentes. A partir do segundo mandato de Lula, os governos passaram a recorrer com mais frequência a outros instrumentos legislativos, como projetos de lei, propostas de emenda constitucional e projetos de lei complementar, enviados pelo próprio Executivo ou por líderes dos partidos da base. As MPs foram deixando de ser a principal via de produção legislativa do Executivo.

COMPOSIÇÃO – O processo se acentuou após 2022. A disputa polarizada entre Lula e Bolsonaro produziu um Congresso heterogêneo, com parcela da bancada estruturalmente inclinada à oposição ao Executivo eleito, não por estratégia conjuntural, mas por composição eleitoral.

O estudo conclui que o presidencialismo brasileiro preserva sua capacidade de ação, mas o centro decisório se deslocou. A medida provisória, instrumento que na origem simbolizava a força unilateral do Executivo, passou a medir a capacidade de cada governo de entrar em consenso com o Parlamento antes de agir.

Mendonça errou ao impedir Ibaneis de depor na CPI do Crime Organizado


CartaCapital | O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal,  decidiu nesta quinta-feira 2 que o ex-governador do Distrito Federal Ibaneis  Rocha... | Instagram

Reprodução do Arquivo Google

Vicente Limongi Netto

O Supremo Tribunal Federal (STF) está tão desmoralizado que não causam surpresa essas decisões favoráveis dadas pelos ministros a algum imoral pendurado em recurso. Isso  não significa nada de saudável. Espelha, apenas, que ambos não merecem o respeito da opinião pública. Se igualam em podridão.

É o caso do presbiteriano André Mendonça, bolsonarista como o imundo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Convocado pela CPI do Crime Organizado, Ibaneis estava obrigado a comparecer, porém Mendonça o liberou, equivocadamente. Se convocado, o governador tem obrigação legal de comparecer à CPI, embora tenha o direito de ficar calado.

CONFESSAR CULPA – Nas CPIs, calar sempre significa “confessar a culpa”. Quem é inocente, tem como se defender e protesta contra a convocação. O advogado mambembe que veio do Piauí para enricar em Brasília é o mesmo que infelicitou a população da capital. Deixou Brasília imunda e insegura, à mercê de bandidos. A cidade é, hoje, o paraíso de mendigos e desabrigados.

O peçonhento Ibaneis errou de partido. Merece conviver com a escória do Partido Liberal, jamais pertencer ao MDB. Partido de lutas democráticas. De Ulysses Guimarães, Teotônio Vilela,  José Sarney, Renan Calheiros, Alessandro Vieira, Mario Covas, Eduardo Braga etc.

A substituta do apedeuta Ibaneis, a vice Celina Leão, sabe todos os podres do ex-chefe, que desmoralizou o Banco Regional de Brasília com tramas nada republicanas com o Master de Daniel Vorcaro. Celina Leão precisa ficar esperta, para não ver cair no colo dela outra bomba desmascarando, mais uma vez, o cretino Ibaneis. A CPI do Crime Organizado tem tudo a ver, sim, com Ibaneis e Vorcaro. O anjinho de altar de igreja jura que não. É um esmerado canastrão. 

Para limpar seu nome, Moraes trava uso do Coaf contra narcotráfico e corrupção


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal

Moraes procura travar as investigações, para sair ileso…

Malu Gaspar
O Globo

Infelizmente, depois do caso do “powerpoint” da jornalista Andréia Sadi na GloboNews, os irmãos Marinho (Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto, não necessariamente nesta ordem) determinaram que a Organização Globo evite dar destaque a matérias que possam criar problemas para o governo Lula da Silva, principal financiador do grupo de comunicação.

Um dos resultados dessa ordem dos empresários foi a pequena repercussão de uma sensacional reportagem de Malu Gaspar, denunciando mais uma decisão do ministro Alexandre de Moraes em defesa própria, que revela audácia e desfaçatez jamais vista na Suprema Corte.

GUINADA RADICAL – No último dia 28, a colunista de O Globo noticiou que, além de tentar anular uma importantíssima jurisprudência do STF, que desde 2019 é usada para denunciar narcotraficantes e corruptos, Moraes desconheceu seu próprio voto, que na época permitiu o uso de relatórios de inteligência financeira (RIFs) do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf).

É evidente que Moraes está empreendendo uma desesperada tentativa de evitar sua incriminação, que significará o julgamento pela Justiça e o impeachment pelo Senado, porque há apenas sete meses, em agosto de 2025, nessa mesma ação, ele deu uma liminar em sentido contrário, acredite se quiser.

Na decisão que obedeceu a jurisprudência em 2025, ele afirmou que era permitido pela Constituição o “compartilhamento de RIFs sem autorização judicial, desde que em procedimentos formalmente instaurados e com garantia de sigilo”.

DISSE MORAES – Seis anos antes, na histórica decisão do plenário, Alexandre de Moraes justificou que os tribunais não podiam anular investigações que utilizassem RIFs produzidos antes da instrução penal, porque, conforme apontou o Ministério Público Federal, isso teria “graves consequências à persecução penal”.

Entre essas consequências funestas que hoje não lhe interessam mais, o ministro listou “a anulação de provas, o trancamento de inquéritos, a revogação de prisões, a liberação de bens apreendidos e a invalidação de operações policiais essenciais ao combate ao crime organizado, à lavagem de dinheiro e à sonegação fiscal”.

Malu Gaspar conta ainda que, naquela decisão de 2025, Moraes afirmava estar buscando preservar a eficácia do entendimento do STF em 2019, quando ele liderou a corrente a favor do uso dos RIFs em investigações sem prévia autorização judicial e com procedimento formal.

MUDANÇA RADICAL – Sete meses depois, para brecar as apurações sobre o Banco Master e evitar sua própria incriminação por suas ligações com o banqueiro fraudador, agora o mesmo Moraes alega que os relatórios do Coaf só podem ser usados em inquéritos ou procedimentos criminais.

Ainda não satisfeito com essa autoblindagem, o ministro está tentando impor restrições ao uso dos RIFs, como apresentação de “lastro documental” e  “pertinência temática estrita entre o conteúdo do RIF e o objeto da apuração” – critérios que permitem algum grau de subjetividade e podem levar à anulação das provas, a depender da discricionariedade do juiz.

Os relatórios são preparados pelo Coaf sempre que há movimentações financeiras atípicas de pessoas físicas ou jurídicas, e são encaminhados aos órgãos de investigação. Têm sido largamente utilizados na apuração do caso do Banco Master pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, e também foram compartilhados com as CPIs do INSS e do Crime Organizado mediante autorização judicial. Porém, agora Moraes quer mudar tudo isso. Mas não conseguirá.

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P.S. – Por mais que façam, os irmãos Marinho jamais conseguirão calar os jornalistas da Organização Globo. São seus empregados, mas não são servis à causa da compra e venda de consciências. A imprensa livre é mais forte do que qualquer empresário, por mais rico e poderoso que pense ser, porque na verdade esses supostos homens de negócios não valem nada. (C.N.) 


Delação meia-sola excluiria ministros, devolução do dinheiro e prisão de Vorcaro…

Publicado em 6 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Vorcaro completa um mês preso com rotina discreta enquanto elabora delação # charge #cartum #caricatura #editorialcartoon #politicalcartoon

Charge do Clayton (O Povo/CE)

Mario Sabino
Metrópoles

Há alguns dias, publiquei que advogados da ex-equipe de defesa de Daniel Vorcaro (dois deles) haviam procurado o ministro André Mendonça para propor que o seu então cliente deixasse Alexandre de Moraes de fora de uma eventual delação. Receberam uma negativa.

Agora, com novo advogado comandando o espetáculo, Vorcaro continua a resistir à ideia de incluir Moraes na delação que está em fase de negociação com a PF e a PGR. Quanto a Dias Toffoli, a disposição do dono do finado Banco Master não está clara, assim como permanece na penumbra se ele entregará Nunes Marques.

CASO DO RESORT – De acordo com o jornalista Aguirre Talento, “interlocutores de Vorcaro dizem que ele já sinalizou que quer falar sobre os pagamentos ao resort Tayayá, que tinha participação acionária do ministro do STF Dias Toffoli, mas o formato disso ainda não está fechado”.

Diz o jornalista que, se a sua delação for aceita, Vorcaro não quer também ser obrigado a pegar cana de verdade por algum tempo, mandatória dado o tamanho do crime, e rejeita a ideia de sair sem dinheiro nenhum da encrenca que criou, obrigado que será a ressarcir as vítimas das suas fraudes bilionárias.

“A postura inicial do banqueiro chamou a atenção de quem se reuniu com ele ao longo desse período: Vorcaro demonstrou uma resistência em admitir a prática de crimes e assumir o papel de ‘delator’, o que seria essencial para o avanço da colaboração. Essa resistência, em um primeiro momento, é considerada natural pelos advogados e investigadores em um processo de delação, mas pode travar a construção do acordo”, publica Aguirre Talento.

DELAÇÃO MEIA-SOLA – Temos, assim, um criminoso que não quer delatar tudo, mas que exige benefícios a que não teria direito ainda que revelasse toda a tramóia.

Há outro aspecto espantoso na negociação em torno da delação. “Interlocutores” do dono do finado Master acham que a inclusão de Moraes, Toffoli e Nunes Marques pode causar “contra-ataques” da parte do tribunal.

“Mesmo que André Mendonça homologue um acordo que contenha nomes do STF, a percepção é que ele ficaria isolado e perderia votações para os demais ministros”, escreve o jornalista.

IMPRENSA LIVRE – Há um recado desses interlocutores embutido na “percepção”, e esperemos que Mendonça não se intimide. Inexiste delação digna de tal nome que deixe de incluir os ministros do STF envolvidos com o maior fraudador do sistema financeiro da história do país, simples assim.

As dificuldades enfrentadas por Mendonça só serão insuperáveis se a imprensa deixar de fazer o seu trabalho de ajudar a PF, que quer revelar tudo, e constranger a PGR, que gostaria de não revelar nada. É o trabalho da imprensa que mantém vivos o clamor público e a esperança de que ele ultrapasse as fronteiras das redes sociais e ganhe as ruas, em manifestações legítimas que obriguem a casta brasiliense a tomar o caminho certo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É a delação meia-sola ou meia-bomba, a que nos referimos assim que o advogado Oliveira Lima assumiu a defesa de Vorcaro. Será a Piada do Século. (C.N.)


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