sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Soltaram o leão na Receita

 

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Arte: Marcelo Chello

O Supremo Xandão não está para brincadeira (como se alguma vez ele tivesse brincado, né?). Enfim, o alvo agora são os auditores da Receita Federal. Na terça de carnaval, uma meia dúzia foi alvo da Polícia Federal. Hoje, um dos auditores foi demitido do cargo de chefia. O presidente da Unafisco, que saiu em defesa dos auditores, foi convocado a depor por Xandão. Se segura, BRASEW, que o leão está solto.

A treta é a seguinte: o Xandão usou o velho (literalmente) inquérito das fakes para mandar investigar quais foram os auditores da Receita Federal que andaram bisbilhotando a vida fiscal dos supremos, dos filhos supremos, dos genros supremos, das mulheres supremas, enfim, de toda a parentada. A investigação surgiu depois que a imprensa divulgou aquele contratinho da Vivi Barci, esposa do Xandão, com o Master. Aquele de R$ 130 milhões. Lembrou?

Eis que a Receita descobriu que teve gente acessando, sim, os dados. Foi aí que veio a operação da Polícia Federal em pleno carnaval. O presidente da Unafisco, Kleber Cabral, correu para dizer que não se podia usar os auditores da Receita como bodes expiatórios da crise suprema. E lembrou que, lá no começo do inquérito das fakes, no distante 2019, aconteceu a mesma coisa: funcionários foram exonerados e depois não teve prova nenhuma contra eles.

Em entrevistas, Cabral ousou e disse que era menos arriscado mexer com o PCC do que com os ministros supremos. Aff!!!! Cutucou o leão com vara curta. Deu ruim pro Cabral. O Xandão, em pessoa, mandou a Polícia Federal chamá-lo para depor.

Cabral contou que pelo menos um dos auditores, Ricardo Mansano, chegou mesmo a acessar os dados de uma enteada do Gilmar Mendes, de nome Maria Carolina Feitosa (gente, ela nem tem o Mendes). Aí o tal Mansano diz que foi uma burrice, porque ele viu o nome dela no jornal e só queria checar se era esposa de um amigo dele. E detalhe: nem teve vazamento da tal Maria Carolina. Hoje, o auditor foi demitido do cargo de chefia que ocupava.

Outra auditora garante que estava fazendo atendimento no balcão, presencialmente, quando alguém usou o seu computador para acessar uns dados da Vivi. Mas foi só CPF, endereço e situação eleitoral.

Enfim, BRASEW, estou dizendo que o leão está solto.

Enquanto isso, o Mendonça

O terrivelmente supremo André Mendonça assumiu mesmo o caso Master. Já autorizou a Polícia Federal a fazer todo tipo de perícia que precisar e a tomar os depoimentos (o supremo Toffoli tinha restringido tudo isso). Ele manteve o sigilo, mas não aquele ultrassigiloso que o Toffoli estabeleceu. Agora, mais gente tem acesso ao processo. O supremo André ainda deu a ordem de que qualquer nova investigação só vai rolar se antes passar pela sua caneta.

Tixa nas Eleições 2026

Não faltam notícias das eleições hoje.

Em Santa Catarina, a novidade é que Bolsonaro teria determinado que Carluxo e Carol de Toni fossem os candidatos ao Senado. Fritou, assim, o Jorginho Mello, o governador. Explico: Jorginho fez um acordo com o Esperidião Amin, garantindo o apoio de Bolsonaro para que o PP e o União Brasil o apoiassem à reeleição. Amin foi largado à própria sorte, e o PP já nem anda muito afim de apoiar Bolsonaro mesmo, imagina o Jorginho Mello. Enfim, toda essa confusão por conta de que o Carluxo decidiu se lançar candidato em Santa Catarina, que, como todo mundo sabe, é Bolsonaro desde criancinha.

A chapa esquentou no Rio

O Eduardo Paes vai ser candidato a vereador e já fechou com Lula. Aí anunciou hoje sua vice, Jane Reis, irmã de Washington Reis, que é presidente estadual do MDB. E o que o Washington declarou? Que vai pedir voto pro Flavitcho. É o BolsoLula no Rio.

E repararam no Flavitcho?

Quem te viu, quem te vê, hein, Flavitcho? Adeus Golden Shower. Flavitcho está cheio de postagens exaltando o Carnaval, exaltando a maior festa do planeta, combatendo o racismo, abraçando bandeira LGBTQIAPN+ (na verdade, era uma imagem de IA com o 01 ganhando um beijo na bochecha e a bandeira atrás). O Dudu Bolsonaro escreveu: “Vocês já ouviram alguma fala homofóbica de Flávio?”.

E o Hélio Lopes?

O Hélio Lopes é aquele deputado conhecido como Hélio Negão Bolsonaro. Agora ele se candidatou a uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União, dizendo que tem todo o apoio do Bolsonaro. Se segurem. Ou melhor, que o Hugo Motta lute. Para ganhar o apoio do PT na sua eleição para presidente da Câmara frigorífica, Huguito prometeu apoiar Odair Cunha, do PT, para a vaga. Quem não quer a vaga? É vitalícia. E parece que todo mundo quer a vaguinha, e o Huguito vai ter que administrar a galera.

Dino escala

O supremo Dino acabou com a farra dos penduricalhos ilegais do funcionalismo público, que fazem com que a galera tenha salários acima do teto constitucional. Hoje ele fez um remendo na decisão e determinou que, além disso, ninguém pode fazer novas leis que instituam penduricalhos.

Trumpices

E vocês viram que o Trump está de novo ameaçando o Irã???? Já dizem que é questão de dias. Socorro, BRASEW.

A velha mentira travestida de moral: o uso do preconceito para dividir o Brasil

A velha mentira travestida de moral: o uso do preconceito para dividir o Brasil


* Por José Montalvão

Não é de hoje que setores da política brasileira recorrem à mentira, ao preconceito e ao medo como instrumentos eleitorais. A polêmica criada em torno do desfile que homenageou Luiz Inácio Lula da Silva não passa de mais um capítulo dessa velha cartilha: distorcer fatos, criar escândalos artificiais e atacar valores familiares e religiosos para tentar desgastar quem governa olhando para o povo.

A acusação de que o desfile teria “desrespeitado famílias” ou “atacado a fé cristã” é não apenas falsa, mas profundamente preconceituosa. Trata-se de uma tentativa deliberada de dividir o povo brasileiro, colocando uns contra os outros com base em mentiras repetidas à exaustão — na esperança de que, repetidas mil vezes, se tornem “verdades”.

Essa tática já está mais do que manjada. Só acredita quem vive enclausurado na própria bolha ideológica ou quem, conscientemente, prefere ser enganado para se agarrar a qualquer discurso que ataque o adversário político. É o vale-tudo eleitoral em sua forma mais rasteira, especialmente às vésperas de eleições, quando candidatos e pré-candidatos sem propostas recorrem ao medo e à desinformação para tentar conquistar votos.

Liberdade religiosa: fatos contra a mentira

É importante lembrar: Lula, em toda a sua trajetória política, nunca atacou religiões. Ao contrário, seu governo sempre garantiu e respeitou a liberdade religiosa, princípio assegurado pela Constituição. Católicos, evangélicos, espíritas, religiões de matriz africana e todas as demais crenças sempre tiveram espaço e proteção institucional durante seus mandatos.

O que incomoda não é um desfile cultural — que é expressão artística e popular —, mas o fato de o governo Lula ter recolocado o Estado a serviço da maioria da população, especialmente dos mais pobres. E quando faltam argumentos contra resultados concretos, inventam-se escândalos morais.

A reciclagem de mitos antigos

A história se repete. Entre os mitos mais antigos usados para atacar a esquerda está a absurda ideia de que “comunistas comem crianças”. Um delírio tão grotesco que hoje chega a ser risível, mas que, no passado, já foi usado com sucesso para espalhar pânico e justificar perseguições políticas.

O problema é que alguns ainda tentam reciclar esses fantasmas, agora com novas roupagens: ataque à família, à religião, aos costumes. Tudo para esconder o vazio de propostas e o histórico de votações contra o trabalhador, contra o salário mínimo, contra programas sociais e contra direitos básicos.

Resultados falam mais alto que fake news

Vivemos na era da internet. Hoje, mentiras são rapidamente desmentidas, discursos são confrontados e fatos ficam registrados. O eleitor já não é o mesmo de décadas atrás. A maioria sabe que não se vence eleição com ódio, mas com votos conquistados a partir de benefícios reais para a população.

E é exatamente isso que explica a força política de Lula: programas de combate à fome, valorização do salário mínimo, Bolsa Família fortalecido, Farmácia Popular, acesso ao gás de cozinha, políticas de inclusão social, investimentos em educação, saúde e infraestrutura. São ações concretas, não discursos vazios.

No fim das contas, a regra é simples e democrática: vence quem tem voto. E voto se conquista mostrando trabalho, compromisso social e respeito ao povo — não espalhando mentiras, preconceitos e divisões artificiais.

A velha estratégia do medo pode até enganar alguns, mas já não convence a maioria. O Brasil aprendeu, e quem aposta na mentira como projeto político está ficando para trás.

BlogDedeMontalvao: Onde a verdade não tem mordaça.


quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Mendonça dá carta branca à PF no caso Master e aumenta a tensão no STF


Ministro afirma que caso Master vai marcar sua biografia

Caio Junqueira
CNN

O novo relator do caso Master no STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, disse a interlocutores que a Polícia Federal terá “carta branca” para atuar no caso.

O ministro também disse considerar que o caso é o mais relevante de sua carreira e vai marcar sua biografia, motivo pelo qual pretende conduzi-lo com extrema correção.

PLENA LIBERDADE – As declarações, confirmadas à CNN pelo gabinete do ministro, foram interpretadas como uma sinalização de plena liberdade de atuação para a Polícia Federal, após os embates entre o órgão e o agora ex-relator do caso, ministro Dias Toffoli. Também foram vistas como um contraponto a posições de outros integrantes da Corte em relação à PF.

No caso de Toffoli, por exemplo, ele impôs restrições ao trabalho da corporação ao determinar que o material apreendido em uma das operações permanecesse em seu gabinete e que apenas peritos por ele designados pudessem analisá-lo.

CRÍTICAS – Já o ministro Alexandre de Moraes, segundo relatos, tem feito críticas à atuação da PF nos bastidores. Na reunião reservada do Supremo que selou o afastamento de Toffoli da relatoria do caso Master, coube justamente a Moraes expressar essas críticas ao órgão.

Ele teria dito que alertou o chefe da PF, Andrei Rodrigues, de que, se houvesse algum achado sobre autoridade, a investigação não poderia seguir; que, se isso ocorreu, era um “papel sujo” da PF e a investigação deveria ser anulada. O ministro está no foco em razão do contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua mulher com o banco Master.


Na semana que vem, o Senado começa a apertar o cerco aos pilantras do Master


Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, gastou R$ 600 mi em patrimônio para  tentar salvar Pleno - 18/02/2026 - Economia - Folha

Augusto Lima (à esq.) fazia a operação com o PT da Bahia

Vicente Limongi Netto

Alto-falantes do timão de banqueiros vigaristas comandado por Daniel Vorcaro informam ao respeitável público a mais nova aquisição do ordinário plantel – é o baiano Augusto Lima, do banco Pleno, liquidado pelo Banco Central, no rastro do Master.

A imundície da banda podre da baianada engomada do PT coloca em polvorosa o senador Jacques Wagner e os ministros Rui Costa e Sidônio Palmeira, grandes destaques do carnaval petista.  

FAZENDO FILA – Reitero o que escrevi na Tribuna, dia 30 janeiro, quando informei que assessores de senadores e deputados terão que pernoitar nas portas da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), da CPMI do INSS e da CPI do  Crime Organizado, para garantir bons lugares para seus chefes. E a nação verá, ao lado dos dois facínoras, os ricos e qualificados advogados, que tem 129 milhõe de motivos para participar dos trabalhos. 

Daniel Vorcaro, do Master, vai ser o grande expoente da podridão do sistema bancário nos três plenários. Outro patife da mesma nociva laia, agora em cena, Augusto Lima, não vai escapar do mesmo enlameado roteiro.

Assim, nas próximas semanas o Congresso Nacional, especialmente o Senado, será palco de rigorosas investigações que precisam ser sérias, isentas e republicanas, com chances de crescer diante dos olhos da população. Inevitáveis e nefastos palanques eleitoreiros não poderão desvirtuar a verdade. Doa a quem doer, conforme garantem os senadores Renan Calheiros, presidente da CAE, Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, e Fabiano Contarato, presidente da CPI do Crime Organizado.

BRIGA A BORDO – Dizem as más línguas que Lula e Janja da Silva se desentenderam a caminho da Índia, por causa do Carnaval. Lula estava de mau humor por causa da derrota da escola, que ficou em último lugar e foi rebaixada, enquanto Janja continuava inconsolável por ter sido proibida de desfilar, com Lula atendendo sugestão do ministro Sidônio Palmeira e de outros ministros e dirigentes petistas.

O clima esquentou a bordo do Aerolula e Janja decidiu viajar direto para a Coreia do Sul, deixando o maridão sozinho em Nova Délhi.

Vorcaro-Toffoli é retrato de compadrio que começa com fazendeiros e juízes…

 

Nota da Redação deste Blog -  O artigo do jornalista Leonardo Sakamoto, colunista do UOL, toca em uma ferida antiga da República: a promiscuidade estrutural entre poder econômico e poder judicial. Ao comentar os encontros entre o empresário Daniel Vorcaro e o ministro Dias Toffoli, especialmente no contexto do inquérito envolvendo o Banco Master, Sakamoto sustenta que o problema não é um “desvio da regra”, mas a própria regra funcionando como sempre funcionou em muitos rincões do país.

A crítica central é contundente: o Brasil naturalizou o convívio íntimo entre quem julga e quem tem interesse direto nas decisões. E essa naturalização não nasce hoje, nem se restringe aos tribunais superiores. Ela se reproduz historicamente em relações de compadrio que remontam aos grandes proprietários de terra, aos coronéis, aos chefes políticos locais que sempre souberam cultivar proximidade com juízes, promotores e delegados.

Nos grandes centros urbanos, ainda existe uma imprensa estruturada, com capacidade de investigação e repercussão nacional. Há constrangimento público. Há escrutínio. Mas, nas pequenas cidades do interior — esses “Brasis” espalhados pelo território — a realidade pode ser bem diferente. Onde a imprensa é frágil ou dependente economicamente do poder local, o silêncio vira regra. Onde blogs independentes ousam denunciar, não raro enfrentam processos judiciais, condenações por danos morais ou multas que funcionam como instrumento de intimidação.

O ponto mais sensível da análise é justamente o conflito de interesse. Quando um magistrado mantém relação próxima com partes potencialmente interessadas em processos sob sua jurisdição, espera-se, em nome da ética e da credibilidade institucional, que se declare suspeito. Não se trata de acusar previamente, mas de preservar a confiança pública no sistema de Justiça. A imparcialidade não precisa apenas existir — precisa parecer existir.

Sakamoto sugere que o caso envolvendo Vorcaro e Toffoli não é um raio em céu azul. É um sintoma. E sintomas não devem ser tratados como exceções folclóricas, mas como sinais de uma cultura institucional que tolera zonas cinzentas. Quando encontros privados entre autoridades e partes interessadas deixam de causar estranhamento, é porque a régua moral já foi rebaixada.

O problema maior não é apenas jurídico; é republicano. A República pressupõe separação clara entre interesses privados e decisões públicas. Quando essa linha se embaralha, o cidadão comum passa a desconfiar que a Justiça tem endereço, sobrenome e relações pessoais. E desconfiança crônica corrói a legitimidade das instituições.

No interior, onde muitas vezes “todos se conhecem”, o desafio é ainda maior. A amizade pessoal não pode ser confundida com neutralidade institucional. O juiz que é amigo íntimo de uma das partes e não se declara suspeito transmite a mensagem de que a toga pode conviver confortavelmente com interesses particulares. E quando comunicadores locais são processados por denunciar essas relações, o efeito é pedagógico — mas pelo lado errado: ensina-se que questionar custa caro.

O debate levantado por Sakamoto não deve ser reduzido a nomes específicos. Ele expõe uma engrenagem histórica. Se quisermos fortalecer o Estado de Direito, é preciso discutir com seriedade mecanismos de transparência, regras mais rígidas sobre encontros privados de autoridades judiciais e proteção efetiva à liberdade de imprensa — especialmente nos pequenos municípios.

Porque, como bem sugere o colunista, não estamos diante de um ponto fora da curva. Em muitos lugares, essa é a curva. E normalizar a curva é aceitar que o compadrio continue sendo parte do método — quando deveria ser parte do passado.

Por José Montalvão - Editor Deste Blog



PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro por propaganda eleitoral antecipada

                            Flavio Bolsonaro (Imagem/Reprodução/Jovem Pan)


líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, protocolou nesta semana uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.

O motivo? A distribuição de adesivos com a foto do senador ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro, promovida pelo ex-ministro Gilson Machado no Nordeste.

PT vai ao TSE contra Flávio Bolsonaro, e Gilson Machado promete ação por homenagem a Lula no Carnaval

A ação petista era esperada. Já na terça-feira (17), o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliava recorrer à Justiça Eleitoral contra a iniciativa. Agora, o ataque veio oficialmente.

O material apreendido é claro: o adesivo traz a inscrição “O Nordeste está com Flavio Bolsonaro 2026” , estampada ao lado de uma fotografia do pré-candidato e de seu pai, Jair Bolsonaro. Para o PT, a peça ultrapassou os limites do permitido antes do período eleitoral oficial.

Na legenda do vídeo em que mostra a distribuição, Gilson não escondeu o entusiasmo. O ex-ministro disse que está “fazendo trabalho de formiguinha” e ressaltou que “fizeram fila para adesivar” , citando diretamente o perfil de Flávio. A declaração virou prova nos autos.

Na representação, Lindbergh Farias afirma que o conteúdo tem o objetivo claro de “promover, perante o eleitorado, a futura candidatura, associando seu nome, imagem e identidade política ao pleito eleitoral” .

Constata-se estratégia clássica de antecipação de campanha eleitoral, cujo propósito é construir capital político antes do marco legal permitido, em evidente tentativa de obter vantagem indevida em relação aos demais potenciais candidatos” , ressalta o líder partidário no documento.

Lindbergh vai além e aponta o dedo direto no alvo. Ele afirma que Flávio é o “beneficiário direto, exclusivo e inequívoco da propaganda irregular” . Por isso, pede medida urgente: a interrupção imediata da distribuição dos adesivos, aplicação de multa tanto para Gilson quanto para Flávio, e que o caso seja encaminhado ao Ministério Público Eleitoral.

Por outro lado, Gilson disse que queria exatamente que o PT ingressasse com o pedido judicial. E mais: prometeu devolver na mesma moeda.

Eu também vou entrar com representação pelo uso de dinheiro público para propaganda eleitoral antecipada na escola de samba” , afirmou Gilson, em clara referência à homenagem a Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói.

https://www.msn.com/pt-br/

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