terça-feira, junho 17, 2025

Veja como votaram os deputados baianos na urgência pela derrubada do IOF; PSD votou unânime contra o governo Lula

 Foto: Kayo Magalhães/Arquivo/Câmra

Plenário da Câmara17 de junho de 2025 | 07:18

Veja como votaram os deputados baianos na urgência pela derrubada do IOF; PSD votou unânime contra o governo Lula

exclusivas

A maioria dos deputados federais da Bahia votou pela aprovação do regime de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 314/2025, que suspende o decreto do governo Lula sobre o aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O requerimento foi aprovado na noite desta segunda-feira (16) por 346 votos a favor e 97 contra.

Os baianos deram 24 votos a favor e 11 contra. Quatro parlamentares não votaram [veja lista no final].

Da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) – que é aliado de Lula, os seis federais baianos do PSD (Antonio Brito, Charles Fernandes, Diego Coronel, Gabriel Nunes, Otto Alencar Filho, Paulo Magalhães) marcharam unidos em favor da urgência, contrariando o Planalto.

Por outro lado, o PT, partido do presidente, foi unânime no voto contrário para acelerar a tramitação da matéria. Com a exceção do deputado Zé Neto, que não votou, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Joseildo Ramos, Josias Gomes, Valmir Assunção e Waldenor Pereira saíram em defesa do governo.

A urgência apenas permite que o projeto seja votado diretamente no Plenário, sem precisar passar pelas comissões temáticas, mas o mérito do PDL ainda precisa ser votado para decidir, de fato, se o decreto presidencial será ou não suspenso.

AUMENTO DO IOF – O aumento do IOF foi inicialmente anunciado pelo Executivo em 22 de maio e, no mesmo dia, houve um recuo parcial. As críticas de parlamentares e de empresários levaram os presidentes da Câmara e do Senado a dar prazo para o governo rever as medidas. Na última quarta-feira (11), o Poder Executivo publicou uma medida provisória sobre tributação de investimentos e propostas de corte de gastos e um novo decreto com alíquotas menores do IOF, mas ainda assim com aumentos.

VEJA COMO VOTARAM OS DEPUTADOS BAIANOS:

A favor da urgência:

Adolfo Viana (PSDB)
Alex Santana (Republicanos)
Antonio Brito (PSD)
Capitão Alden (PL)
Charles Fernandes (PSD)
Claudio Cajado (PP)
Dal Barreto (União)
Diego Coronel (PSD)
Elmar Nascimento (União)
Félix Mendonça Jr. (PDT)
Gabriel Nunes (PSD)
João Leão (PP)
José Rocha (União)
Leo Prates (PDT)
Leur Lomanto Jr. (União)
Márcio Marinho (Republicanos)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Neto Carletto (Avante)
Otto Alencar Filho (PSD)
Paulo Azi (União)
Paulo Magalhães (PSD)
Raimundo Costa (Podemos)
Ricardo Maia (MDB)
Rogéria Santos (Republicanos)

Contra a urgência:

Alice Portugal (PCdoB)
Bacelar (PV)
Daniel Almeida (PCdoB)
Ivoneide Caetano (PT)
Jorge Solla (PT)
Joseildo Ramos (PT)
Josias Gomes (PT)
Lídice da Mata (PSB)
Pastor Isidório (Avante)
Valmir Assunção (PT)
Waldenor Pereira (PT)

Não votaram:

Arthur Oliveira Maia (União)
João Carlos Bacelar (PL)
Roberta Roma (PL)
Zé Neto (PT)

Política Livre

Não critiquem Israel pelo fulminante ataque ao Irã. Agradeçam a eficiência

 

Publicado em 16 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Ali Khamenei, lider supremo do Irã -- Metrópoles

O regime dos aiatolás do Irã é uma ameaça à paz mundial

Mario Sabino
Metrópoles

Ao contrário do que você pode ser levado a pensar, o mundo está mais seguro desde que Israel lançou o seu ataque fulminante contra o Irã. Pouco antes do ataque, a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) divulgou que o regime iraniano havia violado o acordo assinado em 2015, com Estados Unidos, China, Rússia, França, Alemanha e Reino Unido, e que o país já contava com urânio enriquecido suficiente para fabricar nove bombas nucleares.

“A Aiea declara que não pode garantir que o programa atômico iraniano seja exclusivamente pacífico”, disse a agência.

NÃO AO ACORDO – Junte-se a isso a recusa do Irã em ceder a Donald Trump nas exigências de um novo acordo, não restava outro caminho a Israel, se não o de atacar instalações nucleares e militares do país. O regime iraniano é uma ameaça existencial ao país. É objetivo declarado da ditadura dos aiatolás eliminar o Estado judaico.

Até que Israel reagisse ao massacre de 7 de outubro de 2023, o Irã vinha promovendo uma guerra por procuração contra o seu grande inimigo, via Hamas e Hezbollah, principalmente. Mas a invasão bárbara do território israelense mostrou a Tel Aviv que o confronto direto com Teerã era questão de pouco tempo, a necessária etapa seguinte à dizimação dos grupos de sicários palestino e libanês.

Em abril do ano passado, Israel bombardeou a embaixada iraniana em Damasco para matar oficiais graduados da Força Quds, unidade do exército do Irã responsável por treinar, equipar e financiar os terroristas aliados do regime dos aiatolás.

DRONES E MÍSSEIS – Em retaliação, o Irã lançou centenas de drones e mísseis contra o território de Israel. O que era para ser uma demonstração de força virou o seu contrário: o ataque inédito e aparentemente grandioso causou mais ansiedade do que vítimas entre os israelenses, graças ao sistema de defesa antiaérea que os protege e que contou com a ajuda dos Estados Unidos e de outros países.

Com ou sem Benjamin Netanyahu, Israel empreenderia uma guerra contra o Irã para destruir as suas instalações nucleares. Os israelenses nunca acreditaram na conversa fiada de que o programa atômico iraniano tinha fins pacíficos.

Só não atacaram antes porque o acordo firmado em 2015 criou obstáculos políticos no plano internacional, que foram removidos pelo 7 de outubro e, agora, pelo reconhecimento da Aiea que, durante todo esse tempo, os iranianos levaram no bico os países que acreditaram que a assinatura de aiatolás e de seus prepostos valia alguma coisa.

OUTROS ATAQUES – Agora, Israel apenas começou o serviço no qual as suas forças armadas operam em conjunto com agentes do serviço secreto, o Mossad, infiltrados em território iraniano. Outros ataques virão nas próximas duas semanas, como anunciado.

Além de destruir parte das instalações nucleares e militares do Irã, os israelenses mataram os cientistas que conduziam o programa nuclear e os comandantes das Forças Armadas do Irã. Outros oficiais graduados também foram eliminados.

A cadeia do comando militar iraniano foi quebrada por mais uma ação prodigiosa de Israel. Os israelenses prestam um grande serviço a si mesmos, ao Oriente Médio e, portanto, ao mundo ao atacar as instalações onde o regime medieval dos aiatolás, opressor do próprio povo e patrocinador de grupos terroristas que desestabilizam perigosamente a região, vinham preparando bombas atômicas e fabricando mísseis que as pudessem carregar, ao mesmo tempo que mentiam sobre as suas reais intenções.

Hipocrisia habitual – Os protestos ouvidos contra Israel dos governos de países muçulmanos e ocidentais são a expressão da hipocrisia habitual da qual o país é alvo.

Enfraquecer e derrubar o regime iraniano, tanto pela mão militar como pela política, é passo fundamental a ser dado para a paz no Oriente Médio, e ele inclui a constituição de um Estado palestino que conviva em harmonia com o Estado israelense, objetivo impossível de ser alcançado enquanto houver aiatolás e cúmplices para ressuscitar continuamente Hamas e Hezbollah.

Não critiquem Israel pelo ataque ao Irã. Agradeçam a Israel.

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PS:
 A nota do Itamaraty é mais do mesmo. O Brasil se compraz na sua irrelevância. (M.S.)

 

Jogo já tem resultado antes de começar: STF 4 x 1 Bolsonaro, com viés de 5 x 0


Fux vai rasgar a CLT ? — Conversa Afiada

Charge do Bessinha (Conversa Afiada)

J.R. Guzzo
Estadão

A única questão que de fato interessou os atores da vida pública brasileira nos últimos dois anos, e que como sempre não teve nada a ver com qualquer necessidade real do País neste período de tempo, chegou enfim aos seus melhores momentos. Já foram os gols, os pênaltis e as corridinhas do juiz para o VAR; agora, é esperar que acabe a transmissão.

Como estamos no Brasil, o jogo já estava com o resultado acertado antes de começar. Ainda falta aparecer no placar do estádio, mas pelo que está dando para se entender, foi STF 4 x Bolsonaro 1, com viés de 5 x 0.

INIMIGO POLÍTICO – A partida vem sendo uma dessas coisas da política brasileira desde a “redemocratização”: não há adversário político, e sim inimigo a ser abatido a qualquer custo, como é o caso, o tempo todo, nessas ditaduras de fim de mundo que se espalham por aí afora.

O inimigo da ocasião, ou homem marcado para morrer, é Bolsonaro. O pelotão de fuzilamento é o consórcio Lula-STF. Decidiram que ele tem de ser banido da vida política do país. E está chegando a hora de executar a sentença de condenação.

É uma comédia que tenta dar a si própria a cara de julgamento segundo os ritos da lei, com inquérito policial, denúncia do Ministério Público, juízes, testemunhas e até advogados de defesa. Mas, no mundo dos fatos, sempre foi uma operação de vingança política por parte de quem tem a força armada a seu favor.

JOGO JOGADO – Como o jogo ainda oficialmente não acabou, a prudência recomenda esperar. Mas a menos que a arbitragem mude de ideia, o desfecho já está pronto.

O público pagante pôde ver, nestes últimos dias, os movimentos finais da partida. Foi interrogada, enfim, a testemunha-bomba da acusação – o tenente-coronel Cid, que há dois anos aparece na mídia como o homem que iria provar, acima de qualquer dúvida, que Bolsonaro pensou, ou quis, ou preparou, ou tentou, dar um golpe de Estado.

Apareceu, enfim, a prova-bomba do MP, a “minuta do golpe” – ou melhor, não apareceu, mas foi oficialmente apresentada à plateia como se fosse mesmo uma prova-bomba. Veio à linha de frente, enfim, o réu-bomba em pessoa, Jair Bolsonaro.

POTÊNCIA ZERO – Tudo isso somado, em termos do que realmente tinha de aparecer – provas materiais do crime e da culpa dos acusados – rendeu zero elevado à potência zero. Cid disse “não” a quase tudo o que lhe perguntaram – ou então que não se lembrava mais, não poderia dizer, não tinha visto.

Não provou o pouco que disse – ficou a sua palavra contra a palavra dos outros. A “minuta do golpe”, agora de forma oficial, não existe no mundo da matéria: não está nos autos, não tem autor, não é assinada por ninguém.

Tudo o que sabe é o que a polícia e a PGR dizem dela: um desfile (“em mau português”, na opinião de Cid) de suposições sobre a viabilidade de se solicitar ao Congresso, conforme está na Constituição, um estado de sítio, ou de defesa, que levaria a uma nova eleição em 2022.

NÃO HOUVE GOLPE – O único fato realmente indiscutível a respeito, além da inexistência física da “minuta”, é que não foi assinado, nem apresentado, nem requerido e muito menos executado qualquer estado de sítio. Não se suspendeu a eleição. Não aconteceu nada. Falaram do que poderia ter sido feito. Não fizeram nada do que se falou.

Quanto a alguma prova séria sobre a tentativa de “golpe armado” e sobre a culpa que Bolsonaro teria tido nela, o depoimento supostamente fatal do ex-presidente em juízo acrescentou nada ao nada que existia até agora.

Na verdade, ele repetiu que depois da eleição só se manifestou contra a intervenção militar ou outras viradas de mesa. Não foi contestado em nada do que disse pelo MP, nem desmentido com algum fato pelos interrogadores.

TRIBUNAL OU FACÇÃO – Só que tudo isso, na vida real, pode não ter nenhuma relevância para o STF. Quem acha que a nossa “suprema corte”, como diz Lula, precisa de alguma prova, do apoio da lei ou da mera lógica elementar para fazer o que bem lhe der na telha?

No fim das contas, o que vai decidir a questão não é o devido processo legal; a lei já foi violada dezenas ou centenas de vezes por esse STF desde que deixou de ser um tribunal de justiça para se transformar em facção política.

O que vai decidir tudo é a realidade objetiva na hora de darem a sentença – a sentença para valer. Aí, como diziam os intelectuais de épocas menos estúpidas do que a que vivemos hoje, vai valer a “correlação de forças”. Quem puder mais vai chorar menos.


Ganha força a chapa Tarcísio-Michelle para pôr fim à hegemonia do PT no Brasil

Publicado em 17 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Pesquisa Quaest: Tarcísio e Michelle lideram para substituir Bolsonaro

Tarcísio e Michelle formarão uma chapa imbatível em 2026

Gustavo Zucchi
Metrópoles

Aliados de Jair Bolsonaro enxergam um possível caminho para que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) consiga chegar ao Palácio do Planalto nas eleições de 2026: como candidata a vice.

A avaliação desse grupo é de que, por nunca ter ocupado um cargo eletivo, Michelle não teria apoio político para ser a cabeça de chapa. Nesse cenário, o melhor caminho seria ser vice de Tarcísio de Freitas.

MELHOR CANDIDATO – O atual governador de São Paulo é o favorito do Centrão, do mercado financeiro e de parte dos bolsonaristas para ser o candidato de Bolsonaro, que está inelegível para o pleito do próximo ano.

Caso aceite ser vice de Tarcísio, Michelle abriria espaço para outro aliado de Bolsonaro disputar o Senado pelo Distrito Federal (DF), vaga para a qual a ex-primeira-dama é cotada originalmente.

Em 2026, duas vagas de senador estarão em disputa por estado. No DF, o campo da centro-direita está engarrafado, com o governador Ibaneis Rocha (MDB) e a deputada Bia Kicis (PL-DF) de olho no Senado.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A chapa Tarcísio-Michelle é imbatível, porque terá os votos massivos dos evangélicos, que se somarão aos bolsonaristas, aos tarcisistas e aos antipetistas como um todo, sob os auspícios do Centrão. Aliás, não será uma eleição, vai ser um massacre. (C.N.)

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