terça-feira, maio 13, 2025

O jornal que incomodava: livro conta a história de ‘A Voz do Povo’


Durante 18 anos, o jornal sobreviveu a dificuldades financeiras, limitações técnicas e à escassez de pessoal para manter em circulação um dos poucos veículos de imprensa voltados aos interesses da classe trabalhadora

TJ suspende concurso da PM após denúncias de irregularidades no TAF

 em 12 maio, 2025 15:57

A decisão foi assinada nesta segunda-feira, 12

(Foto: Igor Matias)

A Justiça de Sergipe determinou a suspensão do concurso público da Polícia Militar após denúncias de irregularidades no Teste de Aptidão Física (TAF) do certame. A decisão foi assinada nesta segunda-feira, 12.

Segundo o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), o pedido de tutela de urgência foi formulado por uma candidata do certame, que afirmou ter sido indevidamente eliminada na etapa do TAF. Ela pediu para ser reintegrada nas próximas fases do concurso ou, alternativamente, que o concurso fosse suspenso.

Entre as irregularidades apontadas pela candidata estão a aplicação equivocada da versão anterior do edital, a ausência de critérios objetivos para eliminação e a atuação de examinadores da SELECON, instituto responsável pelo certame, como preparadores físicos de candidatos antes da aplicação do TAF.

Diante das informações apresentadas, o juiz Gustavo Adolfo Plech Pereira decidiu indeferir o pedido de reintegração da candidata no concurso, por entender que não há, por enquanto, provas suficientes para autorizar a volta da candidata às fases seguintes.

No entanto, determinou a suspensão do concurso, considerando que há indícios de irregularidades, principalmente por suspeita de que avaliadores do TAF também atuaram como treinadores de alguns candidatos, buscando preservar a legalidade e evitar prejuízos maiores.

Conforme o documento, o Estado de Sergipe e o Instituto SELECON serão informados e devem cumprir a decisão no prazo de 48 horas. O Ministério Público de Sergipe (MPSE) foi comunicado sobre o caso e foi concedido o benefício de assistência jurídica gratuita à candidata.

 

por Carol Mundim e Verlane Estácio

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Nota da redação deste BlogEsse é um exemplo claro de como a Justiça pode e deve atuar com responsabilidade diante de indícios de irregularidades. A decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe em suspender o concurso da Polícia Militar, mesmo que de forma cautelar, mostra o compromisso com a lisura e a transparência dos processos públicos. Diferente de muitos lugares onde as denúncias são ignoradas ou engavetadas, em Sergipe bastaram indícios para que se tomasse uma medida firme e imediata.

Isso reforça a importância do controle social e da atuação do Judiciário na garantia dos direitos dos candidatos. Afinal, concursos públicos devem ser pautados pela isonomia e mérito, e qualquer falha no processo precisa ser corrigida para não comprometer todo o certame.

Que sirva de exemplo para outros estados, onde muitas vezes as denúncias caem no esquecimento e os prejudicados ficam à mercê da omissão e da impunidade.

Jacaré é encontrado na piscina de um condomínio em Aracaju

 em 12 maio, 2025 18:16


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Moradores de um condomínio no bairro Aruana, em Aracaju, foram surpreendidos na manhã desta segunda-feira, 12, com a presença de um jacaré na piscina do residencial. Imagens do animal circularam pelas redes sociais e chamaram a atenção de internautas.

Segundo a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), o órgão foi acionado e realizou o resgate do jacaré ainda pela manhã. O animal estava saudável e foi devolvido à natureza, sendo solto em uma área de reserva ambiental.

A Adema reforça que, ao se deparar com animais silvestres como jacarés ou cobras fora do habitat natural, é fundamental que a população evite qualquer tipo de aproximação, manuseio ou tentativa de alimentar ou medicar o animal. O mais indicado é acionar imediatamente os órgãos ambientais, que possuem equipes capacitadas para garantir um resgate seguro tanto para o animal quanto para as pessoas envolvidas.

O atendimento da Adema pode ser acionado por meio dos telefones (79) 3198-7152 (fixo) ou (79) 99983-7148 (whatsapp), disponíveis de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h. Aos fins de semana, o atendimento via whatsapp continua funcionando no mesmo horário, com equipe de plantão.

Por Carol Mundim e Verlane Estácio

Foto e vídeo: Reprodução/Redes sociais

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Após novos ataques, Linda Brasil formaliza denúncias a autoridades

 em 12 maio, 2025 19:05

Em um dossiê detalhado, foram apresentadas as evidências dos ataques praticados nas redes sociais e diversos canais de comunicação

(Foto: Assessoria Parlamentar)

A deputada estadual Linda Brasil (Psol) acionou as autoridades na manhã desta segunda-feira, 12, para denunciar formalmente os crimes violências políticas, ameaças e manifestações transfóbicas. Em um dossiê detalhado, foram apresentadas as evidências dos ataques praticados nas redes sociais, assim como em outros canais de comunicação.

De acordo com Linda Brasil, o levantamento demonstra um padrão de ofensivas que afetam parlamentares em diversas regiões do país. “Os ataques, intensificados por uma campanha orquestrada nas redes sociais, por setores da extrema direita, visam deslegitimar a atuação política de mulheres trans e travestis, assim como silenciar vozes dissidentes no campo dos direitos humanos e da diversidade”, considerou

No dossiê entregue à Delegacia de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV), ao Ministério Público Federal (MPF/SE), ao Ministério Público Estadual (MPE/SE) e à Polícia Federal (PF), foram reunidas mais de 120 mensagens de ameaças, injúrias e discursos de ódio – com teor discriminatório e violento -, enviadas publicamente e de forma privado. A deputada apresentou Notícia Crime e requisitou a apuração formal dos fatos por parte da Polícia Federal e Polícia Civil. As mensagens violam a dignidade humana, a identidade de gênero e o exercício legítimo do mandato eletivo.

Linda Brasil destacou que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece a transfobia como crime equiparado ao racismo, conforme a Lei nº 7.716/1989. “Quando me atacam e tentam me deslegitimar, não estão afetando apenas a mim, mas também o funcionamento da democracia representativa e desestimulando a participação política de outras mulheres, pessoas trans e membros da comunidade LGBTQIA+. Fui eleita democraticamente. Não vou recuar ou me silenciar. Vamos buscar todos os meios necessários para coibir esses crimes praticados de forma covarde, principalmente pela internet”, afirmou.

A equipe da parlamentar aponta que os ataques foram potencializados por vídeos recortados e divulgados fora de contexto, como parte de uma estratégia de desinformação que instiga o ódio e a violência simbólica e psicológica. “Esse tipo de prática distorce informações e incita o discurso de ódio, gerando uma onda de violência. Nenhum debate público relevante é promovido com esse tipo de conteúdo. Pelo contrário, ele alimenta a violência de gênero e compromete o ambiente democrático”, reforçou Linda.

Ameaças de morte e violência sexual

Entre os anos de 2023 e 2024, Linda Brasil já denunciou ao menos três ameaças de morte e violência sexual, todas enviadas anonimamente ao seu e-mail institucional. Uma delas ocorreu no Dia do Orgulho LGBTQIA+, ocasião em que os agressores exigiram sua renúncia ao cargo.

As ameaças, que têm se repetido em diferentes estados do país, também foram denunciadas por outras figuras públicas trans e travestis. As forças de segurança estão investigando o caso.

Com informações da Assessoria Parlamentar

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segunda-feira, maio 12, 2025

Vergonha! No Brasil, muitas pessoas são processadas por crimes que não existem

Publicado em 12 de maio de 2025 por Tribuna da Internet

Juristas Portal e Certificação Digital - Quem concorda, curte e também  compartilha! ;) | FacebookJosé Carlos Werneck

O jornalista Carlos Newton, editor desta Tribuna da Internet, que é formado pela excelente e tradicionalíssima Faculdade Nacional de Direito, tem reiteradamente chamado a atenção que brasileiros estão sendo processadas “por crimes que não existem nas leis”. Parece incrível, muitas pessoas não acreditam, mas é realmente o que está acontecendo.

Em Direito Penal, a expressão “típico, antijurídico e culpável” refere-se aos três elementos essenciais para que uma conduta seja considerada um crime.

TRÊS PRESSUPOSTOS – É a chamada “Teoria Tripartite”, que enumera os três elementos que devem estar presentes para que uma ação seja considerada criminosa.

A “tipicidade” indica que a conduta deve estar descrita como crime na lei (tipificação penal). A “antijuridicidade” significa que a conduta deve ser ilícita, ou seja, contrária ao ordenamento jurídico, e não justificada por excludentes de ilicitude. E a “culpabilidade” é o elemento subjetivo que avalia se o agente, ao praticar a conduta típica e antijurídica, poderia e deveria ter agido de forma diferente.

Vamos conferir, então, como se caracteriza cada um desses importantíssimos elementos jurídicos.

TIPICIDADE – Para que uma conduta seja considerada um crime, ela precisa estar descrita em uma norma penal, ou seja, a lei deve ter previsto aquela conduta como um crime.

A tipicidade é o ponto de partida para a análise de um crime, pois se a conduta não estiver descrita na lei, não há crime, indiciamento, denúncia, processo, julgamento ou pena.

ANTIJURIDICIDADE – A antijuridicidade, também conhecida como ilicitude, significa que a conduta deve ser contrária ao ordenamento jurídico, ou seja, deve ser uma conduta que viole uma norma legal, constitucional ou infraconstitucional.

No entanto, nem toda conduta contrária à lei é um crime, pois existem situações em que a conduta, embora ilícita, é justificada por alguma causa legal, como legítima defesa, estado de necessidade, estrito cumprimento de dever legal ou exercício regular de direito.

CULPABILIDADE – A culpabilidade é o elemento subjetivo do crime, que avalia a reprovação da conduta ao agente. A culpabilidade é composta por três elementos: imputabilidade, potencial consciência da ilicitude e inexigibilidade de conduta diversa.

A imputabilidade refere-se à capacidade da pessoa entender e querer o resultado de sua conduta ilegal. A potencial consciência da ilicitude significa que o agente, mesmo que não saiba que a conduta é crime, deve ter a possibilidade de saber que ela é proibida.

A inexigibilidade de conduta diversa significa que o agente não podia ter agido de forma diferente, devido a alguma circunstância que o impediu de escolher uma conduta diferente.

PONTO FINAL – Assim, se esses três elementos não estiverem presentes na conduta praticada, seu autor jamais poderá ser indiciado, denunciado, processado, julgado ou condenado.

O resto é casuísmo, mera interpretação política ou manipulação da lei, e todos os advogados e operadores do Direito têm obrigação de se manifestar a respeito e apontar os erros que vêm sendo cometidos, como tem feito a Tribuna da Internet.

Nota da redação deste Blog - Seu comentário toca num ponto crucial para as democracias locais, especialmente em cidades de pequeno porte como Jeremoabo: o uso político das leis como instrumento de perseguição. Nessas localidades, onde os poderes são mais concentrados e as relações pessoais interferem diretamente nas instituições, o casuísmo jurídico e a violação da liberdade de expressão se tornam armas frequentes contra quem ousa questionar o sistema — em especial, a imprensa livre e os jornalistas independentes.

Quando um jornalista ou cidadão é processado sem que sua conduta se enquadre nos três elementos do crime penal — fato típico, antijurídico e culpável — estamos diante de um verdadeiro atentado ao Estado Democrático de Direito. É o uso da justiça como ferramenta de intimidação, não para garantir o cumprimento da lei, mas para calar vozes incômodas, desestimular denúncias e perpetuar o poder de quem teme a verdade.

Esse tipo de abuso é ainda mais grave quando parte de agentes públicos, pois fragiliza a confiança da população na imparcialidade da justiça e evidencia a instrumentalização do poder institucional em benefício pessoal ou político.

Cabe à sociedade, aos juristas e principalmente à imprensa manter firme o compromisso com a verdade e com a Constituição. E mais do que nunca, é necessário coragem para romper o silêncio imposto pelo medo, porque o maior aliado da perseguição é o conformismo.

Jeremoabo e tantas outras cidades do interior clamam por liberdade, justiça e respeito à legalidade. E é justamente por isso que vozes como a do jornalista Carlos Newton e de todos que denunciam esse casuísmo jurídico devem ser ecoadas, fortalecidas e protegidas.

Fatalidade ou excesso de velocidade? Reflexões sobre o acidente em Jeremoabo

 



Fatalidade ou excesso de velocidade? Reflexões sobre o acidente em Jeremoabo

Um acidente trágico foi registrado no entroncamento de Jeremoabo, envolvendo um veículo Hilux e resultando na morte de uma pessoa .  Gervásio, proprietário de um quiosque no trevo, sua esposa e o filho Ricardo, estavam sentados em frente à casa quando foram atingidos, porém segundo informações estão hospitalizados.

O caso levanta uma questão crucial: teria sido uma fatalidade inevitável ou o resultado de excesso de velocidade? Essa pergunta nos leva a refletir sobre a importância de medidas de segurança no trânsito e o impacto das decisões dos condutores.

Segundo dados , o excesso de velocidade é um dos principais fatores que contribuem para acidentes fatais. A conscientização sobre os limites de velocidade e a fiscalização eficaz são elementos essenciais para evitar tragédias como essa.

Aguardamos mais informações sobre o caso para entender as circunstâncias exatas do ocorrido. Enquanto isso, a sociedade deve continuar debatendo formas de tornar o trânsito mais seguro e de prevenir perdas irreparáveis como essa.

Em nome da verdade e da história: o caso da retirada do nome do Coronel João Sá das Escolas Reunidas de Jeremoabo

 



Em nome da verdade e da história: o caso da retirada do nome do Coronel João Sá das Escolas Reunidas de Jeremoabo

A recente decisão da Câmara de Vereadores de Jeremoabo de retirar o nome do Coronel João Sá das Escolas Reunidas – tradicional instituição de ensino do município – segue causando indignação e perplexidade entre a população. Para que não pairem dúvidas, é necessário esclarecer alguns pontos, inclusive a importância do nome que foi retirado, sem com isso desmerecer aqueles que poderiam, com toda justiça, serem homenageados em outras instituições.

A finada professora Maria Luzia dos Santos, por exemplo, foi uma educadora digna, respeitada, e cuja trajetória de vida e dedicação ao ensino poderia perfeitamente ser eternizada em muitas outras escolas do município. Em especial, seria uma justa homenagem batizar com seu nome a Escola Estadual localizada no Parque de Exposição, que ainda carece de identidade histórica própria.

O que se contesta, portanto, não é o nome da professora, mas o método nada republicano que foi usado pela Câmara Municipal para cassar, à revelia da vontade do povo, o nome do Coronel João Sá – figura central e incontornável da história política de Jeremoabo.

Estudei na antiga Escola Duque de Caxias, que, posteriormente, por reconhecimento e gratidão, passou a se chamar Escolas Reunidas Coronel João Sá. Não foi uma escolha política, mas uma decisão da comunidade que reconhecia no Coronel não apenas o político mais importante de Jeremoabo, mas um símbolo de progresso, educação e compromisso com o município.

A demonstração de insatisfação popular diante da exclusão desse nome não se limita a discursos ou postagens. É um sentimento generalizado, que se revela em depoimentos emocionados, como este, de um ex-aluno da instituição:

"Não busque água em poço seco, ou seja, pedir ao legislativo municipal que entenda o valor que a Escola Reunidas representa para Jeremoabo e muitos dos seus filhos. Ali estudei por alguns anos, posteriormente, estagiei concluindo o curso de Magistério, mesmo já sendo Técnico em Contabilidade. O que posso dizer é: não se faz história apagando a história da história que se busca escrever... contudo, uma coisa é certa, em nenhum momento o ex-prefeito teve controle sobre o legislativo municipal, logo, quem não pecou por não fazer, pecou por omissão."

Esse depoimento reflete a dor e a indignação de muitos jeremoabenses. Não se apaga a memória de um povo por decreto. A Escola Reunidas Coronel João Sá não era apenas um prédio escolar: era um marco afetivo, político e educacional. E foi isso que tentaram destruir com uma canetada.

A Câmara de Vereadores deveria se retratar. Reconhecer o erro e reabrir o debate com participação popular. A história de Jeremoabo não pode ser moldada por vaidades políticas ou interesses ocultos. Ela pertence ao povo, à memória coletiva, à verdade.

Que se homenageiem os que merecem. Mas que se preserve o que tem valor. E que a justiça histórica seja feita – ainda que tardiamente.

Câmara de Vereadores de Jeremoabo deve um pedido de desculpas ao povo e à história pela retirada do nome do Coronel João Sá da principal escola do município

                                         Foto Divulgação - A Culpa Condena


Câmara de Vereadores de Jeremoabo deve um pedido de desculpas ao povo e à história pela retirada do nome do Coronel João Sá da principal escola do município

A Câmara de Vereadores de Jeremoabo protagonizou um dos episódios mais vergonhosos da história política recente do município ao retirar, de forma desrespeitosa e covarde, o nome do Coronel João Sá da mais importante escola da cidade – justamente às vésperas da comemoração dos 100 anos da sua fundação.

O Coronel João Sá não foi apenas um nome. Ele foi, sem dúvida, o político mais influente e relevante que Jeremoabo já teve. Um homem que marcou época, deixou legado e construiu as bases políticas e sociais do município. Tirar seu nome de uma escola centenária é mais do que um ato administrativo: é um ataque direto à memória, à identidade e à dignidade do povo jeremoabense.

Por ironia cruel do destino, os mesmos que retiraram seu nome agora se escoram nele para fazer bonito nas comemorações do centenário da escola. Em convites e discursos, tentam se esconder atrás da grandeza do Coronel, como se o tempo apagasse a vergonha da traição. Não apaga. O povo lembra. E a história, implacável, também julgará.

O Coronel João Sá, mesmo sem poder se defender – pois já não está entre nós –, segue sendo maior do que a covardia cometida. Sua importância para Jeremoabo atravessa gerações, resiste às perseguições políticas e sobrevive à ingratidão dos que, por vaidade ou mesquinhez, quiseram reescrever a história ao seu bel-prazer.

Felizmente, o atual prefeito Tista de Deda não foi cúmplice dessa afronta. Não homologou essa aberração. Demonstrou respeito ao passado e compromisso com a preservação da memória do município. Isso é o mínimo que se espera de quem ocupa um cargo público com responsabilidade.

A Câmara de Vereadores deveria, sim, pedir desculpas formais ao povo de Jeremoabo. Não é fraqueza reconhecer o erro. Fraqueza é seguir em silêncio, fingindo que nada aconteceu, enquanto a população cobra, indigna-se e repudia a atitude. A verdadeira grandeza está em restaurar a honra de quem merece ser lembrado com respeito e gratidão.

Que os traidores da memória sejam lembrados por sua desfeita, mas que o nome do Coronel João Sá continue ecoando, como símbolo de uma Jeremoabo digna, forte e que sabe quem são seus verdadeiros heróis.


A Bahia Celebra a Recondução de Fábio Costa Pinto ao Conselho Deliberativo da ABI

 

                         Foto Divulgação


Por: José Montalvão

Matrícula ABI

C-002025

Recondução de Fábio Costa Pinto ao Conselho da ABI reforça compromisso com a liberdade de imprensa e os direitos humanos

Em um momento de reconhecimento da sua incansável atuação em defesa da liberdade de imprensa e dos direitos humanos, o jornalista baiano Fábio Costa Pinto será empossado, pela quarta vez, como membro do conselho deliberativo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). A cerimônia, que ocorrerá no dia 13 de maio, na sede da ABI no Rio de Janeiro, também marcará a posse da nova diretoria da entidade, que permanecerá sob a liderança dos experientes jornalistas Octávio Costa e Regina Pimenta, eleitos para um mandato de três anos.

A recondução de Fábio Costa Pinto ao conselho da ABI representa não apenas um reconhecimento da sua dedicação à causa jornalística, mas também a valorização da sua voz ativa em defesa das questões do Nordeste. Sua participação na entidade tem sido marcada por um fervoroso compromisso com a liberdade de expressão e a defesa dos direitos humanos, temas cruciais para a consolidação de uma sociedade democrática e informada.

Este momento ganha ainda mais relevância diante do testemunho desteum colaborador deste Blogdedemontalvao, que destaca o apoio fundamental de Fábio Costa Pinto em meio a perseguições e processos infundados. Essa solidariedade demonstra o engajamento do jornalista com a realidade de veículos de comunicação que buscam denunciar supostas irregularidades, mesmo enfrentando retaliações. Faço  menção específica à denúncia de nossa parte envolvendo um funcionário do Fórum de Jeremoabo, já alvo de queixas por parte de diversos advogados da região, sublinha a coragem e o compromisso de Fábio Costa Pinto com a verdade e a justiça ao não medir esforços em paoiar e orientar nosso Blog orientando a acreditar na Justiça.

Em sua declaração emocionada, Fábio Costa Pinto expressou sua gratidão aos amigos e colegas, estendendo a vitória a todos os baianos e àqueles que anseiam por seus direitos. Suas palavras ressaltam a importância da união e da esperança, valores intrínsecos à atuação histórica da ABI na luta por direitos sociais e democráticos. A afirmação de que "a democracia venceu e a Bahia continuará vencendo" ecoa como um brado de otimismo e um reforço do papel fundamental da imprensa na construção de um futuro mais justo e transparente.

A posse de Fábio Costa Pinto e da nova diretoria da ABI promete reunir importantes nomes do jornalismo brasileiro, consolidando o compromisso da entidade com a defesa intransigente da liberdade de expressão e o fortalecimento da atuação da imprensa em todo o país. Para a Bahia, essa recondução é motivo de orgulho e a certeza de ter um representante aguerrido e dedicado na principal entidade de defesa da imprensa brasileira.

Calçadas interditadas e lixo: um apelo ao bom senso em Jeremoabo

 

Vias e Calçadas  "Público ou Privado?"

Fonte; JV PORTAL / JEREMOABO TV

RP:9291/BA

Quando a calçada vira obstáculo: o constrangimento de passar por entre as mesas.

Em muitas cidades, a calçada deveria ser um espaço seguro e livre para o pedestre. No entanto, em alguns trechos, em Jeremoabo, esse direito básico é desrespeitado. É constrangedor e, muitas vezes, humilhante, ter que desviar o caminho e passar por entre as mesas de um bar ou restaurante porque a calçada foi fechada com grades ou cercas particulares.

Abra o Link e leia a matéria completa:

https://blogportaljv.blogspot.com/2025/05/vias-e-calcadas-publico-ou-privado.html?m=1


Nota da Redação deste Blog - Calçadas interditadas e lixo: um apelo ao bom senso em Jeremoabo

Mais uma vez, a Jeremoabo TV traz à tona uma questão que impacta diretamente a qualidade de vida e o direito de ir e vir dos cidadãos: a interdição indevida de calçadas por bares e lanchonetes. A denúncia, acompanhada de imagens preocupantes de lixo acumulado e até mesmo a presença de roedores, serve como um alerta para a necessidade urgente de conscientização e ação em nossa cidade.

É fundamental que a população de Jeremoabo compreenda uma premissa básica para a construção de uma cidade melhor: para cobrar ações e melhorias da gestão pública, é imprescindível que cada indivíduo cumpra com seus próprios deveres, respeitando as leis e as normas que regem o convívio em sociedade. Afinal, como bem diz o ditado, "direito tem quem direito anda".

A obstrução das calçadas não é apenas um incômodo; ela representa uma barreira para pedestres, idosos, pessoas com mobilidade reduzida e pais com carrinhos de bebê. Ao se apropriarem de um espaço público para fins comerciais, alguns estabelecimentos negligenciam o direito fundamental de circulação livre e segura. Essa prática, além de ilegal, demonstra falta de consideração com o bem-estar coletivo.

A situação se agrava com o descarte inadequado de lixo nas calçadas. As imagens divulgadas pela Jeremoabo TV, incluindo o vídeo do rato, expõem um problema de saúde pública que não pode ser ignorado. O acúmulo de resíduos atrai vetores de doenças, prejudica a estética da cidade e causa mau cheiro, afetando a todos os moradores.

O prefeito Tista de Deda, certamente com o objetivo de realizar uma boa administração, necessita do engajamento e da colaboração da população. Não se pode esperar uma cidade organizada e agradável se cada um não fizer a sua parte. A cultura de apenas cobrar do poder público, sem o devido respeito às leis e às regras básicas de civilidade, é prejudicial para todos, inclusive para a própria administração municipal.

É inadmissível que em Jeremoabo a obediência às normas só ocorra mediante a aplicação de penalizações e multas. Acreditamos na capacidade do nosso povo de agir com responsabilidade e consciência, entendendo que o respeito ao espaço público e ao direito do outro é essencial para uma convivência harmoniosa.

Este artigo é um apelo ao bom senso dos proprietários de bares e lanchonetes, para que reconsiderem a ocupação indevida das calçadas e adotem práticas adequadas de descarte de lixo. É também um chamado à população, para que se conscientize sobre seus deveres e colabore com a construção de uma Jeremoabo mais limpa, organizada e respeitosa com todos os seus cidadãos. Uma cidade melhor se constrói com a participação de todos, onde cada um cumpre seu papel e respeita o direito do outro.

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