domingo, abril 21, 2024

Bolsonaro discursa sobre ameaça à democracia após ter exaltado ditadura em sua trajetória

 Foto: PETER ILICCIEV/Agencia Enquadrar/Folhapress

Bolsonaro e apoiadores no Rio de Janeiro21 de abril de 2024 | 15:15

Bolsonaro discursa sobre ameaça à democracia após ter exaltado ditadura em sua trajetória

BRASIL

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou seu discurso na manhã deste domingo (21) para alertar sobre o que enxerga como ameaças à democracia brasileira, exaltando Elon Musk, o dono do X, como um defensor da liberdade de expressão. Bolsonaro, porém, é conhecido por defender a ditadura militar, período durante o qual se impunha censura prévia contra conteúdos que desagradassem o regime.

Veja dez vezes em que Bolsonaro exaltou a ditadura militar.

“REPUBLIQUETA”

No aniversário do golpe militar, em 2022, Bolsonaro afirmou que o Brasil seria uma “republiqueta” não fossem as obras realizadas durante o regime. “O que aconteceu nesse dia? Nada. Nenhum presidente da República perdeu o mandato nesse dia. O Congresso, com quase 100% dos presentes, elegeu Castello Branco presidente à luz da Constituição”, disse.

Em cerimônia no dia 31 de março de 2022

“PROBLEMINHA”

“Temos de conhecer a verdade. Não quer dizer que foi uma maravilha, não foi uma maravilha regime nenhum. Qual casamento é uma maravilha? De vez em quando tem um probleminha, é coisa rara um casal não ter um problema, tá certo? […] E onde você viu uma ditadura entregar pra oposição de forma pacífica o governo? Só no Brasil. Então, não houve ditadura.”

Em entrevista ao Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, em março de 2019

“NÃO FOI DITADURA”

“Eu mostrei, e hoje em dia grande parte da população entende, que o período militar não foi ditadura, como a esquerda sempre pregou. (…) Por que tinha censura muitas vezes? De acordo com o articulista, a palavra-chave que estava naquela matéria era para executar um assalto a banco ou até mesmo executar uma autoridade em cativeiro. Essa foi a censura.”

Em entrevista ao Jornal da Band, da TV Bandeirantes, em outubro de 2018

“NOVO 7 DE SETEMBRO”

“31 de março de 1964, Devemos, sim, comemorar esta data. Afinal de contas, foi um novo 7 de setembro […] O Brasil merece os valores dos militares de 1964 a 1985.”

Em vídeo publicado nas redes sociais, no dia 31 de março de 2016

USTRA

“Sou capitão do Exército, conhecia e era amigo do coronel, sou amigo da viúva. (…) o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra recebeu a mais alta comenda do Exército, a Medalha do Pacificador, é um herói brasileiro.”

Sobre o notório torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, durante sessão do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, em novembro de 2016

TORTURA

“O erro da ditadura foi torturar e não matar.”

Em entrevista à rádio Jovem Pan em julho de 2016

SEGUNDA DATA DA INDEPENDÊNCIA

“Eu quero, Sr. Presidente, saudar o 31 de março de 1964, segunda data da independência do nosso Brasil. Não quero saudar apenas os militares das Forças Armadas. Quero saudar todo o povo brasileiro, que naquela época foi às ruas pedir o afastamento do comunista João Goulart.

O Congresso, ouvindo a voz das ruas, este Congresso que aqui está, no dia 2 de abril de 1964, cassou o mandato de João Goulart.”

Em discurso na Câmara dos Deputados, em 31 de março de 2016

RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS

“E nós passamos, Sr. Presidente, 20 anos de período, não de ditadura, mas de um regime com autoridade, em que o Brasil cresceu, tivemos pleno emprego, respeito aos direitos humanos – porque hoje em dia a violência está aí fora -, segurança, amor à pátria e democracia. E mais ainda, nenhum presidente militar ou militar enriqueceu, respondeu a qualquer processo por corrupção.

(…)

Todo o Congresso queria a saída de João Goulart. Todo o Congresso. Tirem esse peso das costas dos militares. Todos nós salvamos o Brasil de uma comunização, de um regime ditatorial.”

Em discurso na Câmara dos Deputados, em novembro de 2013

DO LADO CERTO

“Sr. Presidente, quero saudar o dia 31 de março de 1964, em que os militares, estimulados por toda a imprensa —falada, escrita e televisada—, por toda a Igreja Católica, pelas mulheres em passeata pelas ruas, pelos empresários e pelos ruralistas, assumiram os rumos do País, evitando que fôssemos comunizados e transformados numa grande Cuba.

Foram 20 anos de pleno emprego, prosperidade, respeito à família e liberdade, onde nenhum militar ficou rico, do soldado ao general.

Os que hoje estão no poder idolatram ditaduras e ditadores pelo mundo afora, dando provas de que, na verdade, os militares estavam do lado certo, o lado do povo.

Concluindo, Sr. Presidente, daqui a pouco estarei na frente do Ministério da Defesa, com fogos de artifício, com faixas e cartazes, para acordar o Ministro Celso Amorim, mostrando para ele que nós, militares, amamos o 31 de março, porque amamos a democracia.”

Em discurso na Câmara dos Deputados, em março de 2013

PLENA LIBERDADE

“Nós devemos a liberdade que temos hoje aos militares. (…)

Então, Sr. Presidente, no regime militar, o Brasil cresceu. Ninguém pode negar isso aí. Por exemplo, a esquerda era contra a Usina Nuclear de Angra. Hoje mudou a sua visão. Meus parabéns à esquerda! Foram construídas hidrelétricas como Itaipu, rodovias, postos de telecomunicações, portos, aeroportos etc.

Vivíamos em plena segurança. Quem quisesse, podia sair do País. Em Cuba, ninguém sai nem entra. Tínhamos plena liberdade. É lógico, alguns reclamam que não tinham liberdade porque naquele tempo existia a figura da detenção por vadiagem.”

Em discurso na Câmara dos Deputados, em outubro de 2009

FolhapressPoliticaLivre

Costa Neto refaz cálculos para traçar plano eleitoral de Michelle Bolsonaro


Valdemar Costa Neto e Michelle Bolsonaro (ao fundo) em jantar do PL em Brasília

Costa Neto diz que Michelle será um fenômeno eleitoral

Rafael Moraes Moura e Malu Gaspar
O Globo

Apesar de as pesquisas internas do PL mostrarem que Michelle Bolsonaro teria uma eleição fácil para uma vaga no senado pelo Paraná, em caso de cassação de Sergio Moro (União Brasil-PR), a cúpula do partido – mais especificamente Valdemar Costa Neto, não considera que essa seria a opção mais inteligente, do ponto de vista estratégico.

Os cálculos de Valdemar para o destino político da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seguem outra lógica, que tem a ver com a meta do partido de ampliar sua bancada no Senado Federal, que atualmente reúne 13 senadores, em 2026.

MUITA CHANCE – De acordo com as pesquisas internas, em caso de cassação de Moro e de uma eventual eleição suplementar no Paraná, Michelle largaria com vantagem. Mas para Valdemar faz mais sentido lançar a mulher de Jair Bolsonaro na disputa por uma cadeira no Senado só em 2026 – e pelo Distrito Federal, onde ela e o marido vivem.

No roteiro do presidente do PL, o melhor cenário para a legenda seria apoiar a candidatura do ex-deputado federal Paulo Eduardo Martins para ocupar a vaga de Moro, já que ele disputou o posto na eleição de 2022 e terminou em segundo lugar na acirradíssima corrida pelo Senado.

Martins obteve 1,67 milhão de votos, ante 1,95 milhão do ex-juiz da Lava-Jato. A diferença entre Martins e Moro foi de apenas 255 mil votos, num colégio eleitoral em que 8,4 milhões de votos estavam em jogo, o que anima os aliados a insistirem na nova candidatura.

OUTRA POSSIBILIDADE – Para Valdemar, Paulo Martins estaria com a eleição pavimentada em um cenário de cassação de senador do União Brasil, num estado tradicionalmente conservador, onde Bolsonaro obteve 62,40% dos votos válidos no segundo turno da última eleição.

Nesse caso, seria mais vantajoso lançar Michelle para o Senado por Brasília. Assim, resume um interlocutor do chefe do PL, o partido já garantiria duas vagas ao invés de uma – a de Martins no Paraná, e a ex-primeira-dama na capital federal.

Hoje, o PL já tem um senador pelo Distrito Federal, Izalci Lucas, que encerra o mandato em 2026 e poderia ser substituído por Michelle, por exemplo. O partido não tem nenhum senador pelo Paraná.

MAS HÁ RISCOS – A opção de Valdemar, porém, embute riscos. Há outros candidatos com apelo no eleitorado de direita que podem se lançar no estado do Sul, como o ex-senador Alvaro Dias e a mulher de Moro, a deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-SP), que transferiu o domicílio eleitoral de São Paulo para o Paraná, também de olho no resultado do julgamento do marido.

No PT ainda há uma disputa interna pela primazia na candidatura entre a presidente nacional da sigla, a deputada federal Gleisi Hoffmann, e Zeca Dirceu.

O plano de Valdemar também pode enfrentar obstáculos em Brasília, onde o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) também pretendem concorrer a uma cadeira pelo Senado em 2026. Com três nomes competitivos lutando pelos votos do mesmo segmento conservador, alguém teria que recalcular a rota e ceder na disputa pelas duas vagas.

JULGAMENTO DE MORO – Por 5 a 2, Moro foi absolvido na semana passada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná das acusações de abuso de poder econômico, caixa 2 e uso indevido dos meios de comunicação durante o período de pré-campanha da eleição de 2022.

As ações contra ele foram propostas por PT e PL, que vão apresentar recursos.

O julgamento definitivo no TSE corre o risco de ficar para o segundo semestre deste ano, considerando toda a tramitação do caso na instância inferior, o TRE paranaense, o que inclui a publicação do acórdão e análise de recursos antes de as ações “subirem” para o tribunal superior.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 Os cálculos de Valdemar Costa Neto estão furados, porque ele esquece um candidato fortíssimo – Deltan Dallagnol, que pode ser candidato pelo Podemos, caso Álvaro Dias não concorra. Deltan foi o mais votado para a Câmara, está cassado no TSE, mas não perdeu os direitos políticos. Aliás, todos esses cálculos podem não dar em nada, porque as acusações contra Moro são fracas e o ministro Benedito Gonçalves não está mais no TSE. É aquele ministro investigado pela Lava Jato, cujo filho gosta de se exibir mostrando as joias e roupas de grife que evidenciam enriquecimento ilícito. (C.N.)


Ao discursar, Bolsonaro insiste na anistia aos presos do 8 de janeiro e exalta Musk

Publicado em 21 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Bolsonaro faz ato em Copacabana — Foto: Reprodução/TV Globo

Bolsonaro disse que Elon Musk é o mito da liberdade mundial

Por g1 Rio

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores na Praia de Copacabana, na manhã deste domingo (21). A manifestação aconteceu entre os postos 4 e 5. Os manifestantes começaram a chegar pouco depois das 8h. Bolsonaro saiu do hotel ali perto por volta das 10h10, subiu em um dos caminhões e fez um discurso de cerca de 35 minutos, iniciado às 11h26.

Neste horário, os manifestantes ocupavam as duas pistas da Avenida Atlântica na altura da Rua Bolívar, entre as ruas Xavier da Silveira e Barão de Ipanema – não foi divulgada estimativa de público.

O MITO MUSK – Em sua fala, Bolsonaro criticou o atual presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, citou Elon Musk como “mito” e um “homem que preserva a liberdade”, e voltou a defender a anistia para os presos pelos atos de 8 de janeiro – como já havia feito no ato na Avenida Paulista, em São Paulo, no fim de fevereiro.

“Quando eu estive com Elon Musk em 2022, começaram a me chamar de ‘mito’. Eu falei: Não – aqui, em 2022 – temos um mito da liberdade, Elon Musk”, disse, antes de pedir palmas para o bilionário, que tem usado sua rede social, o X (antigo Twitter), para atacar Moraes por suspender da plataforma contas de apoiadores de Bolsonaro.

O ex-presidente voltou a falar sobre as eleições de 2022, que perdeu para Lula, mas alegou ter havido fraude nas urnas, sem nunca apresentar provas. Desta vez, disse que “não estava duvidando” e que era uma “página virada”.

ELEIÇÃO LIMPA – “O que mais nós queremos é que o Brasil volte à sua normalidade, que possamos disputar eleições sem qualquer suspeição. Afinal de contas, a alma da democracia é uma eleição limpa onde ninguém pode sequer pensar em duvidar dela. Temos problemas hoje em dia. Façamos a coisa certa. Não estou duvidando das eleições, página virada”, disse.

O protesto foi convocado por Bolsonaro em meio a investigações das quais é alvo por suspeita de participação numa tentativa de golpe de Estado para permanecer no poder. O ex-presidente, ex-ministros e assessores e militares são alvos de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga essa tentativa de golpe.

Em fevereiro, durante ato na Paulista, Bolsonaro defendeu passar uma “borracha no passado” e anistiar os presos que teriam participado ou financiado os atos golpistas que culminaram no ataque contra as sedes dos três poderes em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

MAIOR FAKE NEWS – Durante a semana, Bolsonaro citou, por meio de sua rede social, que a manifestação era para dar continuidade ao ato realizado em São Paulo, em favor do estado democrático de direito e para falar sobre a “maior fake news da história do Brasil, que está resumido hoje na minuta de golpe” – o que ele repetiu em seu discurso neste domingo.

Além de Bolsonaro, discursaram o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto; a ex-primeira-dama, Michelle; os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano; a cubana nacionalizada brasileira Zoe Martínez; e os deputados federais Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer – que discursou em inglês por um momento.

Também participaram, sem discursar, os filhos de Bolsonaro Carlos (vereador), Eduardo (deputado federal) e Flávio (senador); o deputado federal e ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem; o general Walter Braga Netto, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), entre outros.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Bolsonaro aprendeu a lição e está sendo mais comedido, devido à ameaça de ser preso. O ministro Moraes decretou uma série de exigências, inclusive o ex-presidente não pode falar com Costa Neto, presidente do PL, e como o general Braga Netto, que foi candidato a vice na eleição de 2022(C.N.)

Musk usa o Brasil como exemplo de censura à liberdade de expressão

Publicado em 21 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Defensoria entra com ação de danos morais contra Musk e pede R$ 1 bi

Musk diz que só está defendendo o regime democrático

Deu no Poder360 

Elon Musk anunciou nesta quinta-feira que financiará uma campanha de assinaturas em apoio à Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos e a liberdade de expressão. O anúncio do bilionário foi feito depois de Katherine Maher passar a ocupar o cargo de CEO da NPR, a rádio pública do país.

Katherine Maher, em 2021, criticou o poder da legislação norte-americana afirmando que a principal dificuldade no combate à desinformação é a Primeira Emenda da Constituição dos EUA. Segundo a executiva, o texto – que protege a liberdade de expressão e opinião no país – torna “complicado” censurar informações prejudiciais.

MAIOR DESAFIO – “Do ponto de vista da regulamentação governamental, o principal desafio que vemos aqui é, é claro, a Primeira Emenda nos EUA, que é uma proteção bastante robusta dos direitos, tanto para as plataformas – o que eu acho realmente importante, que as plataformas tenham esses direitos para regular que tipo de conteúdo desejam em seus sites – mas também significa que é um pouco complicado lidar com alguns dos desafios reais de onde vem a má informação e os influenciadores que criaram uma verdadeira economia de mercado em torno disso”, disse Katherine Maher.

Em posição contrária, nos últimos dias, Musk tem criticado decisões de autoridades, inclusive do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, por supostamente cercearem a liberdade de expressão.

Ele acusou as “ações de censura contra representantes eleitos” feitas pelo ministro Moraes, de violarem as leis do Brasil. Por conta disso, o bilionário está sendo denunciado por intermediar as relações de conservadores norte-americanos com grupo grupos de “extrema-direita global”.  Em resposta, Elon Musk disse que, se apoiar liberdade de expressão é ser de “extrema-direita”, então ele acha que é.

CASO DA “NPR” – O jornalistaUri Berliner escreveu em 9 de abril o artigo “Eu estou na NPR há 25 anos. Eis como nós perdemos a confiança da América”. Nele, o profissional premiado e muito respeitado no setor faz um extenso relato sobre como a emissora de rádio adotou uma política de pautas identitárias e do universo woke depois que Trump venceu as eleições presidenciais de 2016.

Na quinta-feira (18.abr.2024), o editor sênior da NPR Uri Berline se demitiu. Ele havia sido suspenso em 12 de abril depois da repercussão do artigo.

A NPR é uma empresa de comunicação social sem fins lucrativos e mantida com dinheiro estatal (recursos dos pagadores de impostos nos EUA) e com doações diretas de seus ouvintes. Produz conteúdo que é compartilhado com centenas de emissoras locais norte-americanas.

PARTIDARIZAÇÃO – Com sede em Washington D.C., a NPR está presente em diversas cidades dos EUA e, até recentemente, era admirada pelo seu tom equilibrado. Mas, segundo Berliner, o ambiente de trabalho se transformou depois da eleição de Trump.

“Não existe mais um espírito de mente aberta [na emissora]”, declarou o jornalista. No artigo, Berliner também fala da mudança do perfil dos profissionais da NPR.

Em maio de 2021, na redação em Washington, sede da emissora, havia 87 eleitores registrados como democratas e zero como republicanos. Nos EUA, diferentemente do Brasil, quando alguém decide votar, é possível informar com qual partido se identifica.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A Primeira Emenda é um dispositivo sagrado, orgulho da democracia norte-americana, que agora é atacado por membros do Partido Democrata. Isso significa que Musk está travando uma briga enorme na matriz USA e usa o péssimo exemplo da filial Brazil para mostrar os males do desrespeito à liberdade de expressão. Ou seja, podemos comprar mais pipocas. (C.N.)  


"Política em Ação: Trocas de Apoio e Reconhecimento em Jeremoabo"


"Ao assistir um vídeo do Canal Sertão TV, publicado no blog dedemontalvao, em que o governador da Bahia é o entrevistado, fiquei em parte, surpreso com a referência feita ao prefeito do nosso município, onde o governador demonstra e reconhece e apoio incondicional recebido. Vejo, embora a política seja uma caixa de surpresas, que ele, apesar de estarem em siglas partidárias diferentes, não deixará o prefeito para declarar apoio aos dissidentes, decisão que reflete um banho de água fria sobre a candidatura do PT em nosso município, o que na verdade é assegurar apoio para 2026, considerando que diante da perspectiva refletida para o cenário do momento, o eleito será Tista de Déda, que mesmo estando na base aliada, via Oto Alencar, a afinidade está abalada pela ausência de apoio a candidatura do governador, contudo, não há divergência que amanhã não possa ser superada, diante da ausência de ACMNETO Sem nosso município.

Em face ao exposto, relembro texto escrito há alguns dias em que cita: a volta dos que não foram... " (Comentário enviado pelo WhatsApp).

Nota da rdação deste BlogParece que você está discutindo a dinâmica política em Jeremoabo, considerando os nomes mencionados. Vamos tentar dissecar o que foi dito.

Parece haver uma troca de apoio político acontecendo entre figuras influentes na região. O Governador da Bahia, Jerônimo, aparentemente deu um "sinal verde" para o pré-candidato que é sobrinho do prefeito Deri de Paloma. Isso sugere que Jerônimo está disposto a apoiar esse pré-candidato, possivelmente como uma forma de reconhecimento pelo apoio dado por Deri em uma eleição passada para o governo do estado.

.Além disso, menciona-se o prefeito de Jeremoabo, Deri, que abraçou e apoiou a candidatura de Jerônimo. Isso pode implicar que Jerônimo está retornando o favor, mostrando apoio ao candidato sobrinho de Deri, como uma forma de reconhecimento por seu apoio.

A frase "De qualquer forma, independente da data, reconhece o apoio dado por Deri" sugere que o reconhecimento do apoio de Deri é algo importante, independentemente do momento em que ocorreu.

Por fim, a expressão "Isto reflete em festa para Deri e as migalhas para Fábio, acaso venha a sobrarem!" indica que Deri está recebendo um reconhecimento mais significativo pelo seu apoio, enquanto Fábio, possivelmente um outro candidato ou figura política, pode receber um apoio mais limitado ou residual.

Essas observações sugerem uma complexa interação de interesses políticos e alianças na região, onde o apoio é trocado e reconhecido de acordo com as dinâmicas políticas locais.

Ato em Copacabana começa com discurso de Valdemar, vaia a Romário e ‘pancadão da liberdade’

Foto: Reprodução
Valdemar da Costa Neto21 de abril de 2024 | 11:01

Ato em Copacabana começa com discurso de Valdemar, vaia a Romário e ‘pancadão da liberdade’

ECONOMIA

O ato em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo, 21, foi aberto pelo presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. Ele disse que é no Rio onde o partido é mais forte e anunciou os principais nomes da sigla no Estado. O senador Romário (PL-RJ) foi vaiado.

“Quero cumprimentar todos meus parceiros aqui porque o PL mais forte do Brasil é aqui do Rio de Janeiro” disse. “Temos Bolsonaro, que vota no Rio de Janeiro, Michelle Bolsonaro, Cláudio Castro, Flávio Bolsonaro, Carlos Portinho, Romário, grande jogador”, disse Valdemar, para então ouvir vaias do público.

O pronunciamento do presidente nacional do PL foi breve, com elogios ao público. Ele deu destaque para o vereador do Rio e filho do ex-presidente Carlos Bolsonaro, chamado de “fenômeno”. “Vocês e Bolsonaro fizeram do PL o maior partido do Brasil. Agradeço a todos vocês. Deus, pátria, família e liberdade”, concluiu.

Valdemar foi anunciado pelo locutor responsável por animar o público na Praia de Copacabana. Enquanto se preparava para falar, o público presente ouviu Pancadão da Liberdade, paródia da música Baile de Favela, do funkeiro MC João.

Assim como ocorreu em ato do PL em março, Valdemar e Bolsonaro se revezaram no palco para cumprir ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que proíbe os dois de manterem contato.

Depois do discurso, Valdemar afirmou que a proibição atrapalha o funcionamento do partido. “Não posso ficar com Bolsonaro no palanque. Mas isso vai passar. Vamos conseguir reverter essa situação em breve. Não tenho problema nenhum com o Judiciário, então eles vão ter que me liberar. Isso atrapalha o andamento do partido em ano de eleição”, disse.

O líder partidário também destacou que manifestações como a de hoje deverão ser realizadas em outras cidades. Como mostrou o Estadão, a ideia é que a ofensiva continue até às vésperas das eleições municipais, marcadas para outubro.

Levy Teles , Marcio Dolzan , Hugo Henud e Roberta Jansen/Estadão Conteúdo 

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