segunda-feira, novembro 28, 2022

A melhor solução será Rosa Weber transmitir a faixa presidencial a Lula

Publicado em 28 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Tarefa seria também forma de reconhecer destaque do Judiciário

Pedro do Coutto

Já que o presidente Jair Bolsonaro nunca cogitou transmitir a faixa de presidente a Lula da Silva, eleito em outubro, e o vice-presidente, Hamilton Mourão, já afirmou que também não deseja fazê-lo, a melhor solução para a solenidade é a que foi proposta pelo jornalista Elio Gaspari nas edições de ontem de O Globo e da Folha de S. Paulo, que é a de transferir a missão à presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber.

O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, não deve desempenhar a tarefa pelo simples fato de ter que presidir a sessão que receberá o juramento constitucional de Lula da Silva. O presidente da Câmara, Arthur Lira, também não poderá fazê-lo porque estará na sessão do Congresso também à espera do novo presidente da República.

PLURALIDADE – Gaspari comenta que um grupo do PT pensou na possibilidade de representantes da sociedade civil transmitirem o símbolo da Presidência da República. Mas seria inadequado estabelecer uma pluralidade de pessoas para uma solenidade. Superado o problema da faixa, passemos ao problema da transição difícil por vários motivos.

O primeiro seria por faltar dados do governo que termina o seu período. O próprio Elio Gaspari  cita que o país deve US$ 84,5 milhões de pagamentos não feitos à ONU. Caso não pague até o final de dezembro, perde o direito de voto no plenário da organização. Uma vergonha tremenda.

NÚMERO EXCESSIVO – A transição é dificultada também pelo número excessivo de pessoas nas equipes do lado vencedor. Geraldo Alckmin nomeou integrantes demais e estabeleceu-se uma confusão entre o que é transição e o que é planejamento para o próximo período administrativo. Mas isso é o de menos.

A dificuldade maior está refletida em um artigo de Miriam Leitão no O Globo deste domingo, sobre os problemas existentes criados pelo governo Bolsonaro. Não há, a rigor, um setor que tenha estado imune aos descalabros desta gestão. Além disso, vale acentuar, que Jair Bolsonaro deixa o Planalto sem deixar o projeto definido de desenvolvimento social. Uma vergonha cujas consequências se espalham pelas mais diversas áreas.

Bolsonaristas e lulistas são iguais à espera do “Messias”, nos quartéis ou na PF em Curitiba

 

Publicado em 28 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Bolsonaristas acampados diante do quartel em São Paulo

Eduardo Affonso
O Globo

Nos anos 80, ocupavam a Cinelândia, no Centro do Rio. Resistiram algumas décadas — hoje não há mais vestígios do que um dia foi a aguerrida Brizolândia. Em 2018, começaram uma vigília em frente à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Por 580 manhãs, renovavam sua fé gritando: “Bom dia, presidente Lula!”. Desde o segundo turno das eleições de 2022, estão acampados diante de quartéis ou bloqueando estradas.

Muda a cor das roupas e bandeiras — sai o vermelho, entram o verde e o amarelo. Mudam as palavras de ordem: “Lula livre!”, “Intervenção militar!” e… (o que é mesmo que queriam os brizolistas, além de lutar contra as “perdas internacionais”?).

FÉ NUM MESSIAS – Em comum, a inabalável fé num messias. E a negação — do resultado de eleições, da condenação ou do ocaso do seu líder, do seu capitão, do seu salvador. Nunca chegam a formar multidões — talvez daí o empenho em fazer tanto barulho.

São pessoas que se desconectaram de si mesmas e embarcaram num delírio coletivo. Não necessariamente por desinformação ou déficit cognitivo, mas para se congregar no seio de uma ficção compartilhada. Para ter a sensação de pertencimento, de estar do lado do Bem. E suprir sua grande carência — e de todo ser humano: a de amparo. Funciona para qualquer seita, religiosa ou ideológica.

Em linguagem de autoajuda: deixam de ser gota para se sentir oceano. Mal sabem que, nessa mudança, passam de sujeito a objeto, tornando-se cada vez mais manipuláveis: a permanência no grupo implica investimento psíquico incessante. Paga-se um boi para entrar e uma boiada e meia para tentar sair do rebanho.

Petistas organizam Réveillon 'com Lula' ao lado da sede da PF em Curitiba - Bem Paraná

Antes, foram os petistas que ficaram acampados em Curitiba

IMPERMEÁVEIS – São gente como a gente — só que, no momento, impermeáveis a argumentos. Como os amigos que me entopem a caixa postal com notícias falsas, falsos alarmes, teorias conspiratórias. Aponto o erro, encaminho o desmentido — em vão. Daí a pouco recomeça tudo, numa amnésia voluntária. Foi assim na época do impítimã (“É golpe!”); é agora no pós-eleições (“É fraude!”).

Pessoas até outro dia bastante sensatas, mas que marcam território com bandeiras na janela (de casa ou do carro), cantam o Hino Nacional no portão de algum quartel (felizmente, não em torno de pneus) e clamam pelo fim do Estado de Direito (pelo menos não com o celular na cabeça pedindo socorro a extraterrestres).

Não refletem, agem reativamente. Ao domínio cultural tirânico das esquerdas e à patrulha vingativa das minorias, respondem com o orgulho da tosquice, a celebração anticiência.

DIA DA MARMOTA – Lula elegeu Bolsonaro, Bolsonaro reelegeu Lula. Sem uma terceira via à vista, é possível que esse “Dia da Marmota” ainda dure muitos anos.

Os brizolistas conseguiam, no máximo, atravancar a passagem de pedestres na Cinelândia. Os lulistas, que penaram no frio de Curitiba, perturbaram apenas o sossego do pacato bairro de Santa Cândida. Os “patriotas” infernizam a vida de quem precisa viajar ou transportar sua carga e podem causar estragos à economia, ao convívio civilizado, à democracia.

Vai ser um desafio trazê-los de volta ao diálogo. É longo e penoso o luto de um messias.

Seis caminhões da empresa de Maggi são alvo de tiros em área de bloqueio no Pará

Publicado em 28 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

No Pará, tiros atingem caminhões de empresa de ex-ministro ligado a Lula

Os caminhões estavam na BR-163, onde há manifestações

Luísa Marzullo
O Globo

Seis caminhões da Amaggi, empresa do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP), foram atingidos por tiros na manhã deste domingo na BR-163, na região de Novo Progresso, no interior do Pará. Os autores seriam apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), que se organizavam em um bloqueio antidemocrático na rodovia motivado pela vitória de Lula (PT). Maggi declarou apoio ao petista na disputa.

A Polícia Militar do Pará foi acionada para o trecho por volta das 11h de domingo. O local, há cerca de 81km do Centro de Novo Progresso, tem sido palco de atos bolsonaristas desde o último dia 30. No total, seis veículos foram alvejados. A Amaggi, em nota, afirma que um dos caminhões ficou sem a possibilidade de prosseguir viagem. De acordo com a PM, não houve vítimas.

Tiros atingem caminhões de empresa de ex-ministro ligado a Lula em área de  bloqueio bolsonarista - Estadão

Tiro furou a carroçaria do caminhão

SEM FERIDOS – A empresa de Maggi também confirmou que os caminhões pertencem à frota e que os danos foram apenas materiais, sem motoristas feridos. Ainda segundo a Amaggi, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada logo após o ocorrido. A PRF foi procurada, mas ainda não retornou o contato. O espaço permanece aberto.

Ex-governador do Mato Grosso, Blairo Maggi declarou apoio a Lula logo no primeiro turno. Durante a disputa contra Bolsonaro, o ex-ministro da Agricultura do governo de Michel Temer representou um importante apoio ao petista no setor do agronegócio, onde o presidente eleito enfrentava dificuldade de articulação. Na indústria, ele é conhecido como “rei da soja” por ser um dos maiores exportadores do alimento no mundo.

Maggi também foi apoiador da campanha ao senado em MT de Neri Geller, também do PP. O político, no entanto, teve sua candidatura indeferida por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A que ponto chegamos… Sem comentários. (C.N.)

Juízes federais ganham novo penduricalho e podem embolsar até R$ 2 milhões


TRIBUNA DA INTERNET

Charge do Kemp (Humortadela)

Luiz Vassallo
Estadão

Órgão administrativo e de fiscalização, o Conselho da Justiça Federal (CJF) restabeleceu para magistrados desse ramo do Poder Judiciário um benefício salarial extinto há 16 anos. Conhecido como quinquênio, o aumento automático de 5% nos vencimentos a cada cinco anos voltará a cair nos contracheques de quem ingressou na carreira federal até 2006. A medida prevê ainda o pagamento retroativo do penduricalho com correção pela inflação.

O conselho afirma não ter a estimativa do impacto financeiro da decisão tomada no dia 16 deste mês. São contemplados apenas integrantes da Justiça Federal – Ministério Público, Justiça do Trabalho e Justiças Estaduais não respondem ao órgão. Segundo projeção do consultor legislativo do Senado Luiz Alberto dos Santos, feita a pedido do Estadão, um juiz empossado em 1995, por exemplo, poderá receber R$ 2 milhões em atrasados.

O CEU É O LIMITE – O adicional por tempo de serviço (ATS) e uma série de vantagens que ficavam de fora do teto foram eliminados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – órgão de controle de todo o Judiciário. Na época, o vencimento da magistratura fora limitado a R$ 21 mil, equivalentes ao que recebiam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Hoje, o teto é de R$ 39,3 mil, e, se aprovado no Congresso o reajuste de 18% pedido pela Corte, chegará a R$ 46,3 mil.

Em maio deste ano, o Senado retomou o debate para ressuscitar o ATS acima do teto nas folhas de pagamento de juízes e também procuradores. Foi uma nota técnica do consultor Santos que alertou os impactos da proposta de emenda à Constituição (PEC) que recria o benefício de forma mais abrangente – R$ 7,5 bilhões anuais. Deixado de lado na via legislativa, o adicional agora volta para parte da magistratura federal pela via administrativa.

ATENDENDO A PEDIDOS – O CJF atendeu a um pedido da Associação dos Juízes Federais (Ajufe). A entidade argumenta que o adicional não podia ter sido cancelado para juízes que tivessem o alegado direito adquirido antes da decisão do CNJ. A entidade usou como base precedente do STF que beneficiou servidores e considerou que o bônus deveria continuar a valer para aqueles que já o recebiam.

Responsável por julgar a demanda, o CJF é um colegiado formado em parte por integrantes da própria Justiça Federal. Compõem o órgão ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e desembargadores federais.

Relatora do caso e presidente do STJ e do CJF, Maria Thereza de Assis Moura votou contra o pedido. Segundo a ministra, no processo citado como precedente “o autor era um servidor estadual aposentado que não recebia seu benefício pelo regime de subsídio”, que, adotado na magistratura, prevê pagamento em parcela única, sem gratificações e adicionais.

DIREITO ADQUIRIDO – A presidente do Tribunal Regional Federal da 6.ª Região (TRF-6), Mônica Sifuentes, por sua vez, abriu divergência. A desembargadora afirmou que a implementação do regime de subsídio não devia eliminar o adicional, apontado por ela como um dos “direitos adquiridos e atos jurídicos formal e materialmente” vigentes desde o modelo anterior.

Não raro (as entidades de magistrados) obtêm decisões favoráveis ao reconhecimento do pagamento de indenizações (nos conselhos). Ou seja, reconhecem a si mesmos um direito e a forma de satisfazê-lo

A tese de Mônica Sifuentes venceu por sete a quatro. Conforme a decisão, ficou estabelecida a “reintrodução” do adicional à “folha de pagamento, em parcela separada, sujeita à correção pelos mesmos índices de reajuste do subsídio, e o pagamento, respeitando o teto remuneratório do serviço público”. Em uma nota distribuída aos magistrados logo após o fim da sessão no conselho, a entidade autora do pedido afirma que o caso é uma “vitória histórica da Ajufe e da magistratura federal”.

ZONA CINZENTA – Benefícios concedidos por vias administrativas são alvo de críticas. Como mostrou o Estadão em abril, as associações recorrem aos órgãos de controle para obter vantagens financeiras.

Pesquisador do sistema de Justiça na Fundação Getulio Vargas (FGV), Rafael Viegas afirmou que as entidades atuam em uma “zona cinzenta, que não separa o interesse público – o Estado – do que é o interesse privado – seus associados”.

Segundo Viegas, quando o lobby das entidades não dá certo no Congresso, elas provocam os conselhos ou a própria Justiça, “uma estrutura” que tentam “controlar por meio de sua composição”.

“Na forma como a decisão foi proferida, eu a vejo como ilícita. Tem caráter meramente administrativo. E ela tende a ser estendida aos magistrados do trabalho, pelo órgão equivalente da Justiça do Trabalho”, diz Luiz Alberto dos Santos, consultor legislativo do Senado.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Mais um vexame da Justiça. Onde se lê “direito adquirido”, por gentileza leia-se “falta de vergonha”, “falta de caráter”, “falta de hombridade”, “falta de espírito público”, tudo isso foi “adquirido” pelos magistrados brasileiros, que exibem despudoradamente suas qualidades à nação. Procurem um juiz na sexta-feira, não acharão um só. Compareçam a um tribunal numa sexta-feira e encontrarão um deserto de homens e ideias, como dizia Oswaldo Aranha, um brasileiro de verdade. (C.N.)

A administração municipal de Jeremoabo avacalhou por completo, quando não é o prefeito usando dinheiro público para promoção pessoal é seu secretário de estimação.

O prefeito de Jeremoabo juntamente com seu conluio resolveu zombar da justiça cometando diariamente e improbidades, o pior que usam desavergonhadamente.

Ou a justiça acaba com a improbidade em Jeremoabo, ou a improbidade acaba com o município, perderam o senso de responsabilidade, com isso fica parecendo que para eles corrupção é status.

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O que caracteriza a promoção pessoal de prefeitos



Quando nos referimos aos chefes do poder executivo municipal, precisamos compreender que o que caracteriza promoção pessoal é exatamente o prefeito fazer o uso da máquina pública para se comunicar e se promover.

Ao falarmos de comunicação política, a pri

meira coisa que se torna necessário fazer é abrir a nossa Constituição Federal para entender quais os limites legais da comunicação e o que um político deve observar no momento de dar publicidade ao seu trabalho.

Sendo assim, ao consultarmos a Constituição, nos deparamos com o artigo 37, que nos traz os princípios que a Administração Pública e todos os Poderes devem seguir e respeitar. Dentre os cinco princípios previstos no art. 37, CF, temos o princípio que nos interessa por hora: o da impessoalidade. E o que significa esse princípio?

princípio da impessoalidade estabelece que a atuação dos agentes públicos é imputada ao Estado e, portanto, as realizações não devem ser atribuídas à pessoa física do agente público, mas sim à pessoa jurídica estatal a que estiver ligado.

E de que forma esse princípio se aplica no âmbito da comunicação política? Como todo ato da Administração Pública deve ser impessoal, as publicações devem atender ao objetivo ao qual se destina sem deixar nenhuma espécie de “marca” pessoal, propaganda política ou pessoal.

Dessa forma, a promoção pessoal de um prefeito ocorre quando há o desrespeito a um limite jurídico básico, a confusão do CPF de um político, no caso um prefeito, com o CNPJ da sua instituição (prefeitura), não sendo observado o princípio da impessoalidade, previsto no art. 37 da Constituição Federal.

O uso das redes sociais pelo prefeito caracteriza promoção pessoal?

O prefeito, como pessoa física que é, pode livremente fazer o uso de rede social pessoal para promover e divulgar seu trabalho e gestão. A divulgação em sua rede própria é permitida, ninguém pode impedir isso, desde que realizada com recurso próprio ou de seu partido.

O que o prefeito não pode é fazer o uso da máquina pública para a promoção pessoal, não sendo permitido se promover nos canais e redes sociais da prefeitura e nem utilizar recursos ou funcionários públicos para alimentar sua rede social pessoal.

É necessário ter em mente que, quando tratamos do uso das redes sociais na política, as regras do uso para um político do Poder Executivo são diferentes das regras para políticos do Poder Legislativo. Como o foco é na caracterização da promoção pessoal de prefeitos, as regras abordadas são especificamente em relação ao poder executivo.

A promoção pessoal de prefeito é improbidade administrativa?

A Constituição Federal em seu art. 37, §1º, estabelece que é vedada a utilização do aparelho estatal para fins de autopromoção ou promoção pessoal, bem como tal ato poderia se caracterizar como improbidade administrativa, nos termos do art. 11 da Lei nº 8.429/1992, por ferir expressa vedação constitucional e violar princípios da Administração Pública já mencionados.

A promoção da imagem pessoal do prefeito mediante publicidade de atos, obras, programas, serviços e campanhas do município, bem com gastos com propaganda e publicidade desprovidas de interesse público veiculadas no órgão de divulgação oficial do município configuram improbidade administrativa.

Assim, qualquer uso do que é público para se comunicar configura improbidade administrativa, violando princípios da impessoalidade e moralidade administrativa.

Então como evitar a promoção pessoal de um prefeito?

O prefeito, para não caracterizar promoção pessoal, precisa observar a regra constitucional sobre publicidade dos atos dos órgãos públicos, que devem ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracteriza a promoção de autoridades ou servidores públicos, sob pena de caracterização de improbidade administrativa.

Além disso, o prefeito não pode deixar nenhum funcionário público como responsável por suas redes e páginas pessoais, o ideal é que haja a contratação de algum profissional pelo partido e que o partido ceda ao prefeito.

Em relação às páginas oficias da prefeitura, a saída para não caracterizar promoção pessoal é sempre ter como objetivo a informação, falar sempre em nome da prefeitura e não em nome do prefeito. Entretanto, o prefeito poderá fazer a sua divulgação em rede própria.

https://marketingpoliticohoje.com.br/promocao-pessoal-prefeitos/

 

Prefeito Deri do Paloma a " celebridade" que saiu do ármario, dessa vez citado pelo colunista do Jornal A Tarde O Carrasco

Confira a coluna desta segunda-feira

                                 Foto Divulgação - Jornal A Tarde

      Os bastidores da política passam por aqui - 

                                                                       (...)


                                                            ESPERTINHO



 O MPF pediu a prisão do prefeito de Jeremoabo, já que ele teria desviado recursos públicos usando o posto de combustíveis de propriedade da própria filha. O prefeito ainda vai ter que devolver uma boa grana aos cofres públicos. O Carrasco está de olho nos próximos capítulos.

Fonte: Jornal A Tarde

Nota da redação deste Blog  - Para não fugir da rotina:

                                  





Desmandos em Jeremoabo tem a conivência dos vereadores aliados do prefeito

 Luiz Brito DRT BA 3.913


Foto: Divulgação

A Prefeitura de Jeremoabo tem um longo histórico de equívocos administrativos  que remonta décadas. Porém, a população da terra da jurema sem flor, não via tantos desmandos como se vê  na administração do prefeito  Deri do Paloma (PP). 

As denúncias contra o gestor começaram desde o primeiro mandato. Mesmo assim, Deri  sempre foi socorrido pelo TCM. Nunca foi julgado, consegue acertar as contas com a Justiça e a Câmara e reina com o aval dos ilustres vereadores, aliados incondicionais 

Agora mesmo por envolver recursos federais, Deri se vê às voltas novamente com a justiça . As investigações continuam e se a justiça agir com isenção  Deri não termina o mandato.

http://www.bobcharles.com.br/internas/read/?id=21078

Nota da redação deste Blog -  Para tecer comentários a essa matéria do Bob Charles faço  alusão indireta à célebre frase de Joseph Goebbels, ministro da propaganda da Alemanha nazista de Adolf Hitler, que dizia que "uma mentira dita mil vezes torna-se verdade"
Pois é os vereadores omissos e prevaricadores da situação passam o tempo todo eleogiando e parabenizando o prefeito e seus secretários, que terminou induzindo os mesmos a acreditar e continuar praticando todo tipo de de desmandos e improbidades.

A citação e sua história ilustram o que os psicólogos chamam de efeito da verdade ilusória (illusory truth effect): afirmações familiares, que ouvimos várias vezes, nos parecem confiáveis apenas em virtude da repetição, mesmo que ninguém saiba a fonte.

Exemplos clássicos de afirmações falsas que passam por verdadeiras porque “todo mundo sabe”: dá para ver a Muralha da China da Lua (não, não dá); seres humanos usam apenas 10% do cérebro (usamos 100%, e às vezes não basta); unhas e cabelos continuam crescendo após a morte (só em lendas de vampiros).

Informações novas, por sua vez, sofrem com o efeito oposto. Desconfiamos delas, simplesmente por serem inéditas.

Outro fenômeno que trabalha a favor de lendas urbanas e fake news é o da influência continuada (continued illusion effect): as pessoas seguem agindo com base em informações falsas mesmo depois de descobrirem que são falsas.

Isso não vale só para negacionistas convictos, que ignoram a refutação. Até gente disposta a aceitar a explicação correta se comporta de maneira irracional, por inércia.

É por isso que usamos blusas para evitar resfriados, mesmo sabendo que são causados por vírus, e não por temperaturas baixas. O inverno só amplifica a transmissão por causa das aglomerações em ambientes fechados. (https://interd.net.br/negacionistas-uma-mentira-repetida-mil-vezes-se-torna-verdade/08/03/2022/)

Não corra atrás de elogios. Antes, fuja deles. Uma crítica justa e sincera nos ajuda a crescer, enquanto a bajulação nos ilude e nos deixa na mediocridade.


Só quem nos ama é capaz de nos corrigir. Os bajuladores, muitas vezes, são pessoas levianas que desejam fazer média e receber a paga com a mesma moeda."

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