segunda-feira, junho 28, 2021

Pazuello em pânico! Sua ex-mulher procura a CPI da Covid e se oferece para depor contra ele

Publicado em 28 de junho de 2021 por Tribuna da Internet

Andréa frequenta as redes sociais criticando Bolsonaro

Lauro Jardim
O Globo

A ex-mulher de Eduardo Pazuello, Andréa Barbosa, procurou a CPI da Covid se oferecendo para depor. Andréa enviou um e-mail elencando os pontos que poderia abordar num depoimento sobre atos que têm o ex-marido como protagonista.

A partir do que foi relatado na mensagem, a CPI está avaliando se vai chamá-la. É provável que a decisão final sobre ouvi-la ocorra depois de uma conversa pessoal entre o senador Omar Aziz e Andréa, que mora em Manaus.

A esse respeito, o senador Omar Aziz entrar em contato com esta coluna para esclarecer que, se houver mesmo uma conversa prévia com Andréa, será feita junto com outros senadores.

SERÁ CANDIDATO? – Ainda é tudo muito incipiente, mas se progredir a ideia de Eduardo Pazuello sair candidato a alguma coisa em 2022, não seria no Rio de Janeiro. Mas, sim, no Norte do Brasil. Mais provavelmente, no Amazonas.

Esse protagonismo do general despertou um desejo secreto do comandante do Exército. Em conversas privadas, o general Paulo Sérgio Nogueira não esconde dos mais próximos: quer é que Eduardo Pazuello peça para ir para reserva o quanto antes.

Hoje, Pazuello na ativa é um constrangimento à corporação.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 O general Pazuello deve estar em pânico com esse procedimento de sua ex-mulher. Ela não é fácil e vem marcando presença nas redes sociais com críticas a Bolsonaro, que ela chama de Bozo. É lógico que ela nada sabe a respeito de irregularidades na gestão do general no Ministério da Saúde. Porém, ela conhece a vida pregressa dele na Intendência do Exército, onde fez uma carreira meteórica. Se a CPI não aceitar seu depoimento, é claro que Andréa vai procurar a imprensa. É aí que mora o perigo. E haja Lexotan… (C.N.)

Jornalista acende o alerta sobre o escancarado nepotismo no governo da prefeita Cordélia Torres

 

Por: Agazetabahia informações Aline Wernek e facoatual
26/06/2021 - 06:45:19

Foto: agazetabahia

A jornalista Aline Werneck, comentarista da rádio Ativa FM, acendeu o alerta sobre o escancarado nepotismo dentro do governo da prefeita Cordélia Torres.
O texto abaixo, publicado no blog facoatual.com, faz um chamado ao Ministério Público Estadual sobre esta questão.

Veja o alerta da jornalista:

 Um atentado a moral administrativa, diversos parentes da prefeita Cordélia Torres possuem cargo público no município de Eunápolis.

Podemos mencionar alguns nomes que mesmo não estando formalmente nomeados em Eunapolis, ditam regras e ganham salários altíssimos subtraído dos cofres públicos:

• Mariana Bahia, nora de Cordélia, esposa de Marcos Fagner, nomeada como assessora, recebe o salário de 3.000 reais.

• Cleciana Torres: Nomeada no Gabinete do Deputado Federal Ronaldo Carletto, trabalha no RH do Hospital Regional. Sobrinha de Cordélia. Salario 5.100 reais

• Heloisa Melo: Nomeada na secretaria de saúde, com salário no valor de 3.000

• Paulo Ernesto Dapé, inelegível por desvio de dinheiro público destinado a saúde enquanto prefeito de Eunápolis, também envolvido em diversos outros escândalos de corrupção, além do nao pagamento de professores e distribuição de mais de 300 cheques sem fundos. Marido de Cordélia. Salário 10.000 Reais

• Jairo Bomfim de Azevedo: Cunhado de Cordelia Torres, nomeado como Secretario da Fazenda, recebe o salário de 10.000 reais.

• Leandro Carlos Lima, nomeado no departamento de cultura, esposo da sobrinha da prefeita, Cleciana Torres.

• Maiane Ferreira Moreira, é a madastra de Marcos Fagner, filho da prefeita. Salario 5.000 reais (aproximadamente).

Cordélia Torres dá um show do que é renegar ao que ela mesmo pregou na campanha política. O Ministério Publico da Bahia tem atuado de maneira firme para coibir escândalos de nepotismo, prova disso é a prefeita de Guaratinga, Marlene Dantas ter recebido recomendação para exonerar parentes da folha de pagamento. É possível que a Promotoria bata na porta do Gabinete de Cordélia Torres.

https://agazetabahia.com/


Nota da redação deste Blog - Enquanto isso, o que  noutros brasis é imoral e ilegal em Jeremoabo é normal; o pior é que todo mundo sabe do vergonhoso e criminoso  nepotismo escancarado  e ninguém toma uma providência, verdadeiro incentivo ao descumprimento da lei, sinal que em Jeremoabo ser fora da Lei é um grande passo para galgar altos cargos na colônia  Jeremoabo.

Mesmo já sendo multado e condenado pelo TCM-Ba o prefeito de Jeremoabo perdeu a noção do ridículo e da responsabilidade, continua persistindo no erro amparado na impunidade.

Mais uma vez fica comprovado que : Justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada.  (Rui Barbosa)

"Justiça atrasada não é Justiça, senão injustiça qualificada e manifesta. Porque a dilação ilegal nas mãos do julgador contraria o direito das partes e, assim, as lesa no patrimônio, honra e liberdade". (Andrey Cavalcante)


domingo, junho 27, 2021

Por que Bolsonaro lavou as mãos para o rolo de milhões de dólares justamente na Saúde?


Eliane Cantanhêde  Estadão / Charge do Latuff  Brasil247

O presidente Jair Bolsonaro vem perdendo condições de governabilidade rapidamente. Esta realidade está aí, à vista de todos, mas ele é incapaz de reagir demonstrando alguma capacidade de liderança, reassumindo seu próprio governo, dando um choque de gestão e adotando um discurso minimamente condizente com o tamanho da crise – crise dele e do País. Bolsonaro está fora de órbita e seu governo, perdido no espaço.

Não, o presidente não é acusado de comandar ou arquitetar a negociação espantosa da vacina Covaxin. A questão é de prevaricação e expõe o quanto ele não governa, não quer saber, não dá bola para o que acontece nos ministérios e no País e está mergulhado até o último fio de cabelo no Centrão, na defesa dos filhos, na sua própria ideologia e, acima de tudo e de todos, na sua reeleição.

RELATO PESSOAL – O funcionário concursado Luís Ricardo Miranda e seu irmão, deputado Luis Miranda, foram à residência oficial do presidente num sábado, relataram a pressa e a pressão no Ministério da Saúde em favor da Covaxin e entregaram a ele a nota fiscal (NF) com discrepâncias graves em relação ao contrato. Não eram erros burocráticos, superficiais nem “de digitação”, mas uma evidente tentativa de roubo do dinheiro público. Na compra de vacinas!

A NF previa o pagamento para uma empresa não citada no contrato e que, ora, ora, é, nada mais nada menos, uma offshore com sede em paraíso fiscal e patrimônio de US$ 1 mil. O pagamento de US$ 45 milhões seria integralmente antecipado e o “importador”, ou seja, nós, o povo brasileiro, arcaríamos com frete e seguro.

TUDO ERRADO – Soma daqui, diminui dali, a quantidade de doses era uma no contrato e outra na NF e mais: o Brasil pagaria antecipadamente por vacinas com prazo de validade prestes a vencer. Ah! Pelo preço mais caro do que o de todas as demais, inclusive da desprezada Pfizer.

Mais do que não ter sido autorizada, a Covaxin tinha sido desautorizada pela Anvisa e não era reconhecida nem pela agência reguladora do seu país, a Índia. Não bastasse, sua representante no Brasil, a Precisa, é envolta em suspeitas no setor público, por superfaturamento e má qualidade de testes de covid, além de sócia da Global, processada por receber a grana, mas não entregar os medicamentos para… o Ministério da Saúde.

Não precisa ser advogado, economista, contador, basta saber ler para ver que aí tem!

PRESIDENTE OMISSO – Responsável pela área de importações do ministério, Luiz Ricardo Miranda leu, assustou-se, contou para o irmão, aliado de Bolsonaro, e foram ambos relatar ao presidente, que prometeu levar para a PF e não fez nada. Agora ataca os dois e inventa que repassou para o general Eduardo Pazuello, o bobo que mata todas as bolas no peito.

A revista Veja informa que o empresário Francisco Maximiano, da Precisa, foi introduzido no BNDES pelo 01, senador Flávio Bolsonaro. Ok, acontece.

Quem está no olho do furacão é o ex-ministro da Saúde Ricardo Barros, líder de todos os governos anteriores e do atual. Segundo o deputado Miranda, o presidente nem ficou surpreso com o novo “rolo” do próprio líder.

SEM JUSTIFICATIVA – Por que Bolsonaro lavou as mãos? Deixar para lá uma roubalheira desse tamanho na Saúde só para preservar Ricardo Barros? Quando Ricardo Salles cai por denúncia de corrupção?

Em nome do que, e de quem, o ministro Onyx Lorenzoni e o coronel Élcio Franco jogam lama, PF e MP em cima dos irmãos Miranda, acusando uma nota fiscal verdadeira de fraudulenta? Não é fake news, é calúnia, difamação e coação de testemunhas.

Enquanto suas condições de governabilidade e seu governo esfarelam ao vivo e em cores, o que faz Jair Bolsonaro? Motociatas, ameaças ao Supremo, ataques a jornalistas (mulheres, em geral) e campanha contra máscaras e a urna eletrônica, um orgulho nacional. E as pesquisas dizem que não está dando certo.


Já era esperado! Gabinete do Ódio ressuscita notícias velhas para denegrir o deputado Luis Miranda

A denúncia é de 2019, referente a um cheque já pago

Pedro Alves
G1 DF

O juiz João Lourenço da Silva, da 3ª Vara Criminal de Taguatinga, aceitou denúncia contra o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e outras duas pessoas por estelionato. Com a decisão, os três acusados se tornam réus.

Segundo a acusação, o trio apresentou um cheque falso para pagar uma dívida de aluguel. Acionado pelo G1, o deputado Luis Miranda negou as acusações e afirmou que a aceitação da denúncia é “ato normal com a finalidade de garantir a ampla discussão da acusação e do direito a defesa”.

A reportagem não conseguiu contato com as defesas de Halison Ribeiro Vitorino e Eurico Cândido de Miranda. O espaço está aberto para posicionamento.

CHEQUE FOI PAGO – A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do DF (MPDFT) no dia 21 de outubro. Segundo a acusação, em 2010, o deputado e os outros dois acusados apresentaram um cheque sem fundo e outro falso para pagar dívida de R$ 11,5 mil referente a contrato de aluguel em que o parlamentar era fiador.

Após a denúncia, Luis Miranda pediu a rejeição das acusações. Segundo a defesa do deputado, ele apenas apresentou o cheque sem fundo, enquanto o falso teria sido de responsabilidade dos outros dois acusados.

O advogado do parlamentar argumentou ainda que a dívida já foi paga e que “que o valor irrisório do cheque impede a configuração do ardil ou meio fraudulento necessário à configuração do crime de estelionato”.

DISSE O JUIZ – Ao analisar o caso, no entanto, o juiz João Lourenço da Silva entendeu que, nos crimes cometidos em sociedade, nem sempre é possível determinar a conduta específica de cada um dos acusados.

Por isso, para ele, “tem-se por válida a denúncia quando, apesar de não descrever minuciosamente as atuações individuais de cada um dos investigados, demonstra o liame entre o seu agir e a suposta prática delituosa, possibilitando, pois, o exercício da ampla defesa”.

O caso ocorreu em 2010. Segundo a acusação, Halison alugou um imóvel em Taguatinga e apresentou o deputado Luis Miranda como fiador. Durante a vigência do contrato, os dois não teriam pagado os alugueis, o que motivou uma ação de despejo movida pela empresa dona do imóvel.

FAZER ACORDO – De acordo com o MP, após a instauração do processo, o terceiro denunciado, Eurico de Miranda, procurou a empresa a mando do deputado e de Halison, com o objetivo de fazer um acordo.

Os denunciados aceitaram pagar o valor de R$ 11,5 mil em dois cheques. De acordo com o MP, um deles, no valor de R$ 7,5 mil, em nome de pessoas não relacionadas ao negócio. O segundo teria sido emitido pela Fitcorpus, clínica de estética fundada por Luis Miranda.

Segundo o Ministério Público, no entanto, ambos os cheques foram devolvidos, sendo que um deles era falso. O outro, em nome da Fitcorpus, também não foi debitado por insuficiência de fundos.

DIZ O DEPUTADO – O parlamentar se pronunciou por meio da assessoria de imprensa. Confira a nota na íntegra:

“O recebimento da denúncia é ato normal com a finalidade de garantir a ampla discussão da acusação e do direito a defesa. A cobrança em questão, no valor de R$ 10.000,00, foi devidamente quitada por Luís Miranda, na condição de fiador, antes mesmo de qualquer ação do Ministério Público neste sentido, o que pôs fim ao processo de execução.

Quanto a um suposto pagamento realizado por terceiros, mediante cheque fraudado, não há qualquer relação com Luís Miranda, o que ficará provado no processo.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
Pensei que fosse alguma noticia nova. Depois, percebi que é coisa antiga, de 2019, e o deputado já havia pago a dívida, da qual era apenas avalista. Ou seja, estão ressuscitando o passado de Miranda, tentando desclassificar as acusações dele. Mas perto de Ricardo Barros e Jair Bolsonaro, o deputado é um “santinho”. (C.N.)

CPI está perdendo o prazo de validade e os senadores precisam prorrogar os trabalhos

Publicado em 27 de junho de 2021 por Tribuna da Internet

CPI precisa de mais 90 dias para concluir as apurações

Ana Flor
G1 Política

Senadores que integram a CPI da Covid calculam que já há apoio suficiente entre os colegas para aprovar a prorrogação dos trabalhos por mais 90 dias. A comissão foi instalada no fim de abril, com prazo inicial até julho.

A estimativa vem do grupo conhecido como “G7”, formado pelos senadores de oposição e independentes que compõem a CPI. A expectativa, segundo parlamentares ouvidos pelo blog, é de que pelo menos 35 senadores assinem o requerimento.

27 ASSINATURAS – O artigo 152 do regimento interno do Senado Federal determina que o prazo poderá ser prorrogado por meio de requerimento de um terço dos membros da Casa. Ou seja, é preciso um mínimo de 27 assinaturas.

O documento tem de ser enviado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que oficializa a prorrogação ao ler o requerimento em plenário.

O governo não quer a extensão da CPI – que tem sido fonte de desgaste desde sua instalação, em abril. A oposição dos governistas deve aumentar agora que os senadores passaram a investigar denúncias de pressão para a compra da vacina Covaxin quando o imunizante ainda não tinha sequer sido aprovado pela Anvisa. O aval da agência reguladora era um dos argumentos usados pelo governo para justificar o atraso nos contratos.

SEM GOVERNADORES – A CPI foi instalada para investigar a condução da pandemia pelo governo federal e a crise de oxigênio em Manaus, no início deste ano.

Senadores governistas ainda conseguiram incluir, no escopo das investigações, a investigação da aplicação de repasses federais para estados e municípios. A convocação dos governadores, no entanto, esbarrou em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) – os gestores estaduais podem ser apenas convidados, sem obrigação de comparecer.

A CPI já demonstrou que o governo ignorou mais de 80 comunicações da empresa Pfizer, que fazia testes de fase 3 da vacina contra Covid no Brasil e ofereceu ao governo a compra antecipada do imunizante. Não fosse isso, o Brasil poderia ter recebido milhões de doses já em dezembro. O atraso na compra de vacinas também se estendeu à vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

 

Projeto de reforma tributária de Guedes foi logo derrubando a Bolsa de Valores

Publicado em 27 de junho de 2021 por Tribuna da Internet

Para variar, projeto é muito confuso e está gerando reação

Rosana Hessel
Correio Braziliense

A entrega do projeto de lei que amplia de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), nesta sexta-feira (25/06), foi marcada por confusão de números que ajudou a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) cair 0,5% logo após o início da divulgação da proposta e continuou caindo mais de 1,2% logo em seguida e, por volta das 16h05, desabava 2,18%, fechando negativo em 1,97%..

Após encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou que a base de beneficiados pela isenção seria ampliada de 8 milhões para 16 milhões.

DESCULPE, FOI ENGANO – Mas, durante a videoconferência com jornalistas, o secretário especial da Receita, José Barroso Tostes Neto, corrigiu o dado citado por Guedes mais cedo, afirmando que o número estava desatualizado, porque se tratava da base do ano anterior. Neste ano, o número correto de isentos, segundo ele, é de 10,7 milhões e, em 2022, passará para 16,3 milhões, “o que representará um aumento de 5,6 milhões de isentos”.

Mas a confusão dos números não parou por aí. Apesar de Tostes garantir “impacto nulo” na carga tributária, até agora, os técnicos da pasta não apresentaram números que comprovem essa teoria, o que foi prometido pela pasta, mas ainda não foi apresentado.

A proposta da segunda etapa da reforma tributária do Executivo prevê que o desconto de 20% para a declaração no modelo simplificado será restrito a quem recebe até R$ 40 mil por ano, e permite atualização do valor dos imóveis declarados à Receita Federal, mediante ao pagamento de uma alíquota de 5%.

TUDO MUITO CONFUSO – Hoje, na declaração, são mantidos os valores da aquisição e, no caso da venda, o imposto a pagar sobre o ganho de capital varia de 15% a 22,5%. Esse tributo é mantido, mas, com a atualização, Tostes Neto explicou que o valor do imposto devido poderá ser menor, porque incidirá sobre a atualização e o preço de venda. “Se não houver diferença, o imposto é zerado”, afirmou o secretário.

A nova proposta ainda institui a cobrança de Imposto de Renda para lucros e dividendos distribuídos aos acionistas com alíquota de 20%. De acordo com o chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita, Claudemir Malaquias, a receita com esse novo tributo será de R$ 18,5 bilhões, em 2022; de R$ 54,9 bilhões, em 2023; e de R$ 58,16 bilhões em 2024.

FUNDOS TRIBUTADOS – O projeto também altera a tributação dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIS) e mantém a isenção do IRPF para a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e para a Letra de Crédito Agrícola (LCA).

Técnicos da pasta negaram pressões da bancada ruralista e justificaram a medida como resultado de uma “análise de cenário e da pandemia”. Já os fundos atrelados a esses papeis, serão tributados normalmente pelas novas regras de equalização dos impostos sobre esse tipo de investimento.  Todos os investimentos ligados à Bolsa e fundos de investimentos serão tributados em 15%, independente do prazo de aplicação, de acordo com Tostes.

Ao justificar a falta de uma nova faixa para o imposto de renda para quem ganha mais, Tostes citou a tributação sobre fundos exclusivos prevista no projeto, uma vez que essas aplicações não pagavam tributos e, geralmente, são compostos ou geridos por donos de grandes fortunas.

IR DAS EMPRESAS – O projeto de lei também prevê redução do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), passando dos atuais 15% para 12,5%, em 2022, e para 10%, em 2023.  Com a redução dessas alíquotas,

Malaquias prevê perdas para o Fisco de R$ 18,52 bilhões em 2022; de R$ 39,2 bilhões, em 2023; e de R$ 41,53 bilhões em 2024. O técnico contou ainda que, com a atualização da tabela do IRPF, segundo Malaquias, as perdas para o Fisco serão de R$ 13,5 bilhões em 2022, de R$ 14,46 bilhões, em 2023; e de R$ 15,44 bilhões, em 2024.

 

 

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