quarta-feira, março 27, 2019

Irresponsavelmente, Mourão culpa o aumento do salário mínimo pela crise do país


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O vice Mourão perdeu uma esplendorosa oportunidade de ficar calado
Francisco Bendl
Os crimes praticados pelos políticos, autoridades e empresários nas últimas décadas foram tantos e tão variáveis que deixaram esta nação em estado de não poder mais se reerguer. E as autoridades cada vez nos decepcionam mais. O vice Hamilton Mourão, por exemplo, criticou o reajuste do salário mínimo, porque vinha sendo acima da inflação, no governo petista.
É verdade que Lula devolveu uma pequena parte da perda do salário desde a sua criação, possibilitando que, de fato, aquele que recebia tal remuneração tivesse seu poder aquisitivo minimamente melhorado, e houve esse aumento, reconheço porque não sou fanático oponente do PT.
MOURÃO DECEPCIONA – Certamente picado pela mosca mercadológica trazida do exterior por Guedes, que não se vacinou ao voltar para o Brasil e então inoculou a todos do primeiro escalão do governo, o vice Mourão profere uma declaração que depõe poderosamente contra até então o seu equilíbrio, a sua sensatez, a conquista que fizera com a mídia.
Não sei qual foi o objetivo do vice ao criticar o ridículo salário mínimo e, de troco, acusá-lo dos problemas previdenciários, não sei. O certo é que o general mostrou escancaradamente que conhece tanto de economia quanto a primeira-dama entende de motor de helicóptero!
Mais uma vez – e parece ser uma praga – alguém do atual governo vem a público acusar os pobres e miseráveis de serem responsáveis pela crise financeira do país. Embora o salário esteja muito aquém da necessidade do trabalhador, Mourão declarou de forma cretina que esses reajustes são demasiados, e que tal procedimento deve ser reparado!!!
PIADA DE GENERAL – O “aumento” brutal do salário este ano, 2019, que na ótica do general afetou consideravelmente as finanças brasileiras, alcançou a formidável quantia de R$ 44,00 (quarenta e quatro reais)! A queixa só pode ser piada do militar.
Só o auxílio-moradia das duas castas, Legislativo e Judiciário, é de quase R$ 5 mil. Cada benefício de auxílio-moradia que o trabalhador para repasse à nata dos servidores equivale ao reajuste recebido este ano 114 trabalhadores juntos.
Cada parlamentar custa aos trabalhadores cerca de 150 mil reais ao mês. Se formos somar as custas do Legislativo a cada ano, nas suas esferas federal, estaduais e municipais, um poder corrupto, inútil, vagabundo, ladrão, estelionatário, irresponsável e perdulário, só essa chaga nacional, esse vazamento sem fim de recursos do povo, atinge 40 bilhões de reais ao ano.
A REALIDADE – Não creio que Mourão seja tão mentecapto assim, que desconheça a realidade brasileira e do povo, a ponto de vir diante de microfones e dizer essas asneiras imperdoáveis, que denotam este governo como uma ameaça perigosíssima aos pobres e miseráveis, mais ou menos como ocorreu no combate aos subversivos, comunistas e guerrilheiros, depois que os militares ascenderam ao poder pela força em 64.
Pois estamos sendo tratados exatamente dessa forma:
somos os mais novos inimigos do Brasil, então devemos morrer e, desta vez, de maneira mais cruel ainda: à base da fome, da miséria, da falta de saneamento básico, pois nem armas mais temos para nos defender.
ASNEIRAS – Mourão não pode dar de graça o atestado de inconsequente, de não pensar antes de abrir a boca, de sair dizendo besteiras. Precisa sair à ruas e ver a realidade em que vive o povo.
Se eu acrescentar a esses cálculos o Judiciário, que anda perto desses valores astronômicos pagos aos parlamentares, embora não exista justiça municipal, e Mourão ainda bater pé que o salário mínimo é o responsável pela crise na Previdência e no país, sinceramente, pela primeira vez na minha vida me inscreverei em uma quadrilha ou partido político, como quiserem, e abrirei ficha no PT!!!
Pelo menos os ladrões aumentavam o mínimo acima da inflação, pelo menos 

Clima de debate sobre Previdência esquenta entre Guedes e senadores

Estadão
Senador diz que ministro mandou parlamentar calar a boca (via Economia Estadão#estadão
'Se ninguém quiser meu serviço, não tenho apego', afirmou o economista sobre seu cargo

Relator vai retirar do pacote anticrime a prisão após condenação em 2ª instância


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Capitão Augusto parou com a mania de ir fardado ao plenário
Camila BomfimTV Globo — Brasília
O deputado Capitão Augusto (PR-SP), relator do grupo de trabalho que analisa os projetos anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e da comissão de juristas liderada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, afirmou que poderá retirar da proposta a previsão de prisão após condenação em segunda instância judicial.
Os dois projetos propõem mudanças na legislação penal e processual penal, para reforçar o combate ao crime organizado e à violência.
O cronograma do grupo de trabalho que analisará os pacotes conjuntamente não prevê a discussão de temas relacionados à corrupção, apesar de haver propostas sobre o assunto nos textos.
PRESSÃO – Nos bastidores, existe a pressão de deputados contrários à previsão de prisões após condenação em segunda instância para que o trecho seja retirado.
Grupo de trabalho que analisa pacote anticrime na Câmara lista prioridades. Segundo o relator do grupo, caso a proposta de prisão após condenação em segunda instância atrapalhe a tramitação do restante do projeto, é melhor deixar a análise deste ponto específico para o segundo semestre e tentar aprovar os outros trechos do pacote, que tratam de segurança pública e crime organizado.
“Eu sou plenamente favorável à manutenção para que haja sim a condenação e a prisão após condenação em segunda instância. Porém, nós vamos estar sentindo o clima aqui na Casa: se nós virmos que isso aí pode atrapalhar todo o pacote, é obvio que nós poderemos estrategicamente retirar nesse momento pra aprovar o máximo possível e deixar para um segundo momento, até que haja um consenso pra votação”, disse Augusto em entrevista à TV Globo.
SEM CONSENSO – “Não adianta nada você insistir no projeto se não tem consenso pra votar na Casa. Você acaba perdendo todo o pacote, e nós temos que pensar que nesse pacote nós temos os projetos de combate à violência e de combate à corrupção. […] Se ver que isso vai atrapalhar também o pacote da segurança, que é consensual, que não haverá nenhum problema a gente aprovar, aí é preferível até uma retirada estratégica, aguardar um pouquinho até que haja consenso na Casa pra votar, não adianta insistir”, complementou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Prisão somente após terceira instância (decisão no Superior Tribunal de Justiça) é a grande meta da bancada da corrupção, que é majoritária nas duas casas do Congresso e também no Supremo. Por isso, a proposta do ministro Moro tem pouquíssima chance de ser aprovada. Este é o Brasil da “nova política”. O assunto é importantíssimo e vamos voltar a ele. (C.N.)

Moro apoia proposta de Raquel Dodge para manter crimes de caixa 2 na Justiça Federal


O ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro Foto: Stringer / Reuters
Moro diz que a Justiça Eleitoral está despreparada para a função
Deu em O Globo
O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou que considera positivo que crimes conexos à prática de caixa 2 sejam levados para a Justiça comum, mas não para a Justiça Eleitoral, embora ache que deve ser respeitada a decisão do Supremo com tal objetivo. Moro endossou a solicitação feita pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que juízes federais possam exercer função eleitoral.
“Tudo que melhore o processo de investigação deve ser analisado em atenção”, afirmou Moro ao ressalvar que ainda não conhece em detalhes o teor do pedido da procuradora-geral Raquel Dodge, encaminhado segunda-feira ao TSE.
SEM PREPARO – “Embora a Justiça Eleitoral faça um trabalho digno de elogios na organização das eleições, na redução das controvérsias eleitorais, eu acho que ela não está muito bem preparada para julgar esses casos. Agora, a decisão do Supremo e dos ministros deve ser respeitada” – disse o ministro em entrevista à “Rádio BandNews”.
A proposta de Raquel Dodge para que juízes possam exercer função eleitoral acontece dias depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os crimes conexos à caixa dois devem ser julgados pela Justiça Eleitoral e não pela Justiça comum, o que foi alvo de críticas das forças-tarefas da Lava-Jato por conta do receio de que isso enfraqueça a punição dos casos de corrupção.
Moro também afirmou que o atrito envolvendo ele e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre a tramitação do projeto anticrime, está resolvido. Maia havia dito que o ministro descumpriu um acordo com o governo ao sugerir que o projeto tramitasse em paralelo com a reforma da Previdência e que Moro “conhece pouco a política” e está “passando” daquilo que é sua responsabilidade como ministro. Depois, Maia fingiu recuar e fazer tramitar a proposta de Moro, mas misturada a outros projetos. 
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Moro deve estar arrependidíssimo de ter abandonado a carreira de juiz para se meter no meio dos políticos. Realmente, ele não merece ter de engolir tanto sapo. Pode sofrer uma indigestão. (C.N.)

Ao alegar caixa 2, defesa de Lula está praticamente confessando o crime de corrupção


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Merval PereiraO Globo
O pedido da defesa para que o processo que resultou na condenação do ex-presidente Lula pelo triplex do Guarujá vá para a Justiça Eleitoral, além de uma tentativa patética de chicana, é quase uma confissão de culpa. Ele não foi condenado por caixa 2, mas sua defesa alega que o processo acusa Lula de ter liderado um esquema de arrecadação de dinheiro para custear campanhas eleitorais do PT e de partidos aliados.
Todo político quer ser acusado de caixa 2, e não de corrupção e lavagem de dinheiro, que valeram a Lula uma condenação de 12 anos e um mês. Querer se beneficiar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que mandou para a Justiça Eleitoral os crimes conexos ao caixa 2 é também admitir, o que nega até hoje, a existência de um fundo formado pelo dinheiro de propina em obras públicas para financiar as campanhas eleitorais de seu partido.
CRIME ELEITORAL? – Ganhar de empreiteiras um triplex na praia ou melhorias no sítio em Atibaia que usava como se fosse seu, dificilmente pode ser considerado um crime eleitoral. No limite, o ex-presidente terá desviado dinheiro da propina para a campanha eleitoral para uso próprio, o que descaracteriza a finalidade política. E, como os desvios foram de dinheiro público, através da Petrobras e de outras estatais, não existe caixa 2, mas sim peculato, como ficou decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão.
Lula volta, quase 14 anos depois, a utilizar-se de uma estratégia de defesa montada pelo então ministro da Justiça Marcio Thomas Bastos para amenizar as acusações contra o PT, pois naquela época o crime eleitoral quase nunca levava políticos para a cadeia. Ainda hoje pelo menos a percepção continua a mesma.
Em 2005, no auge das acusações sobre o mensalão, o então presidente em duas oportunidades jogou para o caixa 2 o esquema de corrupção que montou em seu governo. Em julho, em entrevista no Fantástico da Rede Globo gravada em Paris, Lula disse que “o que o PT fez, do ponto de vista eleitoral, é o que é feito no Brasil sistematicamente”.
LULA E JEFFERSON – Em novembro de 2005, em entrevista no Roda Viva da TV Cultura, Lula disse que a denúncia do deputado cassado Roberto Jefferson revelou o caixa 2 nas campanhas eleitorais do PT, o que o então presidente da República classificou como uma ação “contra a história do próprio partido”.
Agora, Lula, depois de tantos anos de revelações terríveis sobre a corrupção institucionalizada que patrocinou nos governos do PT, comprovadamente não contra a história do partido, quer através de sua defesa que essa corrupção, que de fato foi geradora das benesses que ele e sua família usufruíram, sejam transformadas em ações de cunho político-eleitoral.
É como se o ex-governador Sérgio Cabral, que depois de anos preso confessou afinal seu esquema de corrupção, alegasse que tudo o que ganhou de propina – joias, helicópteros, roupas de grife, bebidas caras – tinha um objetivo político-eleitoral.
DECISÃO NO STJ – A única maneira de essa chicana dar certo seria os juízes do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que vão julgar nos próximos dias os recursos a favor de Lula, aceitarem a tese de que o ex-presidente, por ser o chefe da organização criminosa que atuou durante os anos petistas, usou o caixa 2 do partido para obter o triplex, e, por extensão, também o sítio de Atibaia.
Mas o simples senso comum, além da delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antonio Palloci e de outros, impedem que essa tramóia dê certo.
MAIS CONFISSÕES – Outro que acabou confessando seus crimes foi o terrorista Cesare Battisti, que admitiu a participação direta e o envolvimento em quatro assassinatos durante interrogatório feito na prisão pelo procurador Alberto Nobili, responsável pelo grupo antiterrorista da cidade italiana de Milão.
Na confissão, Battisti disse que alegava inocência para obter apoio político da esquerda do México, da França e do Brasil, principalmente do ex-presidente Lula, que proibiu sua extradição autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, que pediu a Lula que não extraditasse o terrorista agora confesso, e o ex-senador Eduardo Suplicy, ainda alimentam dúvidas sobre sua culpabilidade. Querem saber por que Battisti confessou. Muito simples: perdeu a proteção dos governos de esquerda.

Por conluio na lava jato, CNJ abre processo contra juíza Hardt - GGN Conluio ao homologar e tornar sigiloso o acordo do MPF com a Petrobras, prevendo a criação de um fundo de R$ 2,5 bilhões com recursos da estatal, a ser administrado por fundação de direito privado a ser gerida por membros do Ministério Público Federal de Curitiba.


JORNALGGN.COM.BR
Conluio ao homologar e tornar sigiloso o acordo do MPF com a Petrobras, prevendo a criação de um fundo de R$ 2,5 bilhões com recursos da estatal, a ser administrado por fundação de direito privado a ser gerida por membros do Ministério Público Federal de Curitiba.

Confira novo golpe de estelionato comum nas feiras do interior


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A Delegacia Regional de Itabaiana abriu inquérito policial, visando identificar e localizar duas mulheres envolvidas em golpes de estelionato na cidade de Itabaiana. A dupla é responsável por abordar e ludibriar vítimas no entorno de um banco do muni

Jeremoabo precisa de uma Ação Pente Fino semelhante a dessa matéria é concernente a CONTRATAÇÃO DAS BANDAS PARA AS FESTAS JUNINAS


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Órgão ministerial pede junto à Justiça a na perda da função pública de Carlos Eduardo Fonseca Belfort.

Nota da redação deste Blog - Jeremoabo precisa de uma Ação Pente Fino semelhante a dessa matéria é concernente a CONTRATAÇÃO DAS BANDAS PARA AS FESTAS JUNINAS E CONTRATAÇÃO PARA FESTEJOS E CAVALGADAS NA ZONA RURAL.

Exemplo de só tem direito quem luta por seus direitos

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O que vocês estão lendo acima é mais um exemplo de que ainda compensa lutar por seus direitos.



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QUANDO O CONSELHO É IGNORADO  SÓ A JUSTIÇA CONSERTA.

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