segunda-feira, março 25, 2019

Joice chama Kim de ‘oportunista’ e ‘moleque’ após críticas do demista ao PSL

Poder360
8 h
Os deputados trocaram ofensas neste domingo (23.mar.2019) por meio do Twitter.
PODER360.COM.BR
Trocaram farpas pelo Twitter Maia e Bolsonaro foram assunto

Não há dúvida, o maior culpado pela crise do governo chama-se Jair Messias Bolsonaro


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Charge do Aroeira (Portal O Dia/RJ)
Carlos Newton
Durante a campanha eleitoral, anunciei aqui na Tribuna da Internet meu voto em Bolsonaro, por ser a única opção para impedir a perpetuação do PT no poder, que já havia levado o paÍs a ter cerca de 17 mil sindicatos, um número inteiramente absurdo, por representar mais de 90% das entidades sindicais existentes no mundo, um fenômeno totalmente insano e ameaçador, porque envolvia corrupção em escala industrial, algo jamais visto no mundo, absolutamente inédito, nem se poderia comparar com a Itália da Operação Mãos Limpas. Graças à Lava Jato, o país conseguiu dar um basta nisso tudo e os políticos começaram a ir para a cadeia.
Eleger Fernando Haddad significaria um retrocesso, era preciso prosseguir a limpeza ética da política e da administração pública. Por esse motivo, muitos brasileiros foram levados a votar em Bolsonaro, especialmente devido ao aval dos generais Augusto Heleno, Hamilton Mourão e Eduardo Villas Bôas.
UMA RESSALVA – Ao revelar meu voto, iniciativa que eu jamais tivera em 53 anos de jornalismo político, tive o cuidado de fazer uma ressalva e disse que, pessoalmente, considerava Bolsonaro um idiota completo.
Narrei aqui na Tribuna a experiência que tivera com ele em 2007, na Câmara, quando o Brasil assinou o tratado da ONU que dava independência territorial, política, econômica e social a todas as nações indígenas. Isso significaria que o Brasil perderia cerca de 20% de seu território. Procurei Bolsonaro para que denunciasse esse fato da tribuna da Câmara, e fiquei com a impressão de que ele não entendia direito o que eu estava falando. Insisti, expliquei tudo de novo, mas ele não conseguiu entender e nem se interessou pelo gravíssimo assunto.
Na época, escrevi uma série de reportagens na “Tribuna da Imprensa”, com informações obtidas na Maçonaria (Loja Dous de Dezembro, no Rio). A cúpula das Forças Armadas então pressionou o governo Lula e o tratado da ONU jamais foi enviado ao Congresso, impedindo-se assim que pudesse entrar em vigor. Foi o jeito que se deu. E até hoje, passados 12 anos, o Congresso ainda desconhece a existência deste impatriótico tratado.
NÃO SABE GOVERNAR – Meu voto não foi em vão, porque. Bolsonaro inviabilizou a república sindicalista, ao acabar com a contribuição sindical obrigatória. Mas seu governo, reconheça-se, tem sido um desastre. Há ministros verdadeiramente imbecis e com parafuso frouxo. Mas o pior é o banqueiro Paulo Guedes a dominar a economia, agindo livremente sem jamais levar em conta o interesse público.
Sua proposta de reforma da Previdência é um acinte à inteligência dos brasileiros. O sistema de capitalização não protege o trabalhador, porque não prevê pensão à viúva e não tem auxílio em caso de doença ou invalidez. Só interessa aos banqueiros. Aliás, nas agências, há anos os gerentes não fazem outra coisa a não ser empurrar planos de previdência privada nos clientes.
Enquanto isso, o verdadeiro problema do país – a descontrolada dívida pública – fica escondido na gaveta de Guedes, que não dá uma palavra a respeito, é realmente muito estranho. Como disse Carlos Lessa em 2004, quando afirmou que Guido Mantega era um brasileiro com “b” minúsculo, pode-se dizer agora que Paulo Guedes nem brasileiro parece ser.
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P.S. 1
 – Bolsonaro é tão despreparado que não percebe o mal que os filhos fazem ao governo. A crise com Rodrigo Maia, o maior aliado do governo no Congresso, foi agravada gratuitamente, devido a uma nova asneira de Carlos Bolsonaro, o 02, que a gente não sabe se é um pit bill ou um pit burro. O outro, 03, posando de falso “chanceler”, diverte-se criando problemas diplomáticos para o Brasil. Aliás, não foi por mera coincidência que esses príncipes-regentes foram apelidados de “Os Três Patéticos”.
P.S. 2 – Agora, é definitivo. Ou Bolsonaro enquadra os filhos e os afasta do governo, ou a previsão de Olavo de Carvalho se concretizará em menos de seis meses, mostrando que o guru é realmente um tremendo profeta .(C.N.)

“Olavo de Carvalho é desequilibrado”, diz Santos Cruz, ministro general de Bolsonaro


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Santos Cruz afirma que jamais se interessou pelas idéias de Olavo
Thais Bilenky
Folha
O incômodo da cúpula militar do governo Jair Bolsonaro (PSL) com Olavo de Carvalho cresce à medida que se avolumam os ataques do polemista reverenciado pelo presidente e pelo grupo ideológico que o cerca. O ministro general Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de Governo, reagiu às ofensas de Olavo aos militares que hoje trabalham no Palácio do Planalto, em especial o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB).
“Eu nunca me interessei pelas ideias desse sr. Olavo de Carvalho”, disse Santos Cruz à Folha. Nem a forma nem o conteúdo agradam a ele. “Por suas últimas colocações na mídia, com linguajar chulo, com palavrões, inconsequente, o desequilíbrio fica evidente”, criticou o ministro.
ESTRELA DA FESTA – No dia 16, Olavo de Carvalho foi uma das estrelas da festa que precedeu a chegada de Bolsonaro a Washington. Lá o polemista disse que Mourão é um “cara idiota”, “um estúpido”, uma figura “que não tem ideia do que é a Vice-Presidência”. “Não o critico, eu o desprezo”, soltou.
Considerado o guru do bolsonarismo, Olavo afirmou que o presidente da República está de “mãos amarradas”, que militares de seu governo têm “mentalidade golpista”, “são um bando de cagões” e que, se nada mudar, o governo acaba em seis meses. No dia seguinte, quando desembarcou nos EUA e tais declarações já eram públicas, Bolsonaro tratou Olavo com deferência.
Sentou-se a seu lado no jantar na residência oficial do embaixador Sergio Amaral e o homenageou ao discursar. “Um dos grandes inspiradores meus está aqui à minha direita, o professor Olavo de Carvalho, inspirador de muitos jovens no Brasil. Em grande parte devemos a ele a revolução que estamos vivendo”, declarou. A cena, filmada, foi para as redes sociais.
ELOGIOS DE EDUARDO – O filho do presidente e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que o escritor, que se considera um filósofo, é “uma das pessoas mais importantes da história do Brasil”, sem a qual “Jair Bolsonaro não existiria”. Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse a Olavo que ele “é o líder da revolução”.
A ala militar do governo não tem reagido da mesma forma. Alvejado por Olavo nas redes sociais há meses, Mourão costumava reagir com deboche. Nesta semana, mudou o tom. Mostrou-se incomodado com os ataques vindos de alguém que não o conhece.
Na viagem aos EUA, a ala ideológica do governo, à qual Eduardo se associa, estava com representação numericamente alta. Foram a Washington o chanceler Ernesto Araújo, indicação de Olavo, e Filipe Martins, assessor especial da Presidência, entre outros. Receberam a comitiva o executivo Gerald Brant e o diplomata Nestor Forster, cotado para assumir a embaixada na capital americana.
RECLAMAÇÕES – Da ala militar, viajaram os generais Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, e o porta-voz, Otávio Rêgo Barros. Segundo relatos feitos à reportagem, Heleno foi abordado por olavistas com reclamações do comportamento de Mourão.
O general, inicialmente, elogiou o colega de farda, uma pessoa que ele considera estudiosa e preparada, contaram interlocutores. Depois, percebendo o incômodo, tratou de minimizar a rebeldia do vice-presidente, que em diversas ocasiões manifesta opinião divergente da de Bolsonaro.
Mourão defendeu, por exemplo, que fazer ou não um aborto deve ser uma decisão da mulher e discordou de que a posse de arma ajude a combater a violência.
MENOS NOCIVO – No grupo de Olavo, Heleno é considerado leal a Bolsonaro, um conselheiro menos nocivo que Mourão. Tolera-se sua ascendência sobre o presidente. Mourão, porém, primeiro beneficiário de uma hipotética queda do presidente, é tratado como inimigo.
Olavistas dizem que o vice precisa ser constantemente atacado e desqualificado, porque ele combate agressivamente os princípios da revolução bolsonarista. O objetivo da ofensiva é fazer a defesa da alma e coração do governo, afirmou um integrante do grupo que pediu para não ser identificado.
O norte-americano Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump e seu ex-assessor na Casa Branca, tornou-se um porta-voz público do olavismo. Criticou o vice Mourão em entrevista à Folha em fevereiro e voltou à carga nesta semana ao falar com a BBC.
UM TRAIDOR – O papel a que se prestou Bannon, expurgado da família Trump por ser considerado um traidor, colocou-o na mira de Santos Cruz.
“Sobre o cidadão norte-americano Steve Bannon, eu só posso dizer que, para mim, ele nunca teve qualquer significado”, disse o ministro. “Eu só vi um comentário absolutamente inconveniente, que demonstra falta de preparo político e social e falta de noção de limites”, concluiu Santos Cruz.
Associado a racistas nos Estados Unidos, Bannon já afirmou que Mourão não ajuda o governo Bolsonaro e se mete onde não é chamado, mesmo sem ter atribuições formais.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Enfim, chegamos à fase de definição do governo. Ou Bolsonaro enquadra os filhos, ou a coisa degringola. Ou Bolsonaro se liberta de Olavo de Carvalho, ou os militares se revoltam. Em tradução simultânea, o presidente está sem saída. Ou vira o jogo para governar com os militares ou está lascado, como se diz lá no meu amado Nordeste. (C.N.)

domingo, março 24, 2019

Justiça Eleitoral não tem estrutura para julgar crimes conexos ao caixa 2, diz procurador


Rogério Nascimento foi procurador regional eleitoral no Rio entre 2008 e 2010 e faz parte da força-tarefa da Lava-Jato no Rio na segunda instância Foto: Senado
Nascimento explica que a Justiça Eleitoral não se adapta aos crimes
Juliana CastroO Globo
Procurador regional eleitoral no Rio entre 2008 e 2010, Rogério Nascimento atualmente faz parte da força-tarefa da Lava-Jato que atua na segunda instância. Diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que crimes ligados a caixa 2, como corrupção, devem ir para Justiça Eleitoral, ele diz que haverá perda de eficiência na análise dos casos. E não porque a Justiça Eleitoral seja ineficiente, mas porque ela não foi concebida com essa finalidade. Como o juiz eleitoral acumula função com sua Vara original, boa parte dos magistrados que atua junto aos tribunais regionais eleitorais não atuam na área criminal, em que crimes de corrupção são julgados – eles podem ser juízes da Vara de Família, de Fazenda, por exemplo.
Além disso, Nascimento alerta que os processos podem ser impactados por conta da descontinuidade dos mandatos de juízes eleitorais e promotores eleitorais, que duram dois anos.
Falta estrutura à Justiça Eleitoral para julgar esses casos de crimes de corrupção conexos ao caixa dois?Tenho dito que não é exatamente falta de estrutura. Eu diria que é inadequação de estrutura, porque a estrutura da Justiça Eleitoral é boa para as finalidades para a qual ela foi concebida originalmente. Para julgar causas eleitorais, ela está aparelhada, para organizar eleição, para alistar eleitor, apurar voto ela está muito bem organizada e dá show de eficiência. Mas desde o início, ela não teve a investigação e julgamento de causas criminais como uma de suas funções primordiais e, portanto, não se estruturou para isso. Não é que falta estrutura à Justiça Eleitoral. Isso acaba virando um argumento que lá no próprio julgamento do STF terminou distorcido. Não estamos dizendo que a Justiça Eleitoral é ineficiente para aquilo que ela tem vocação. Mas ela não tem estrutura adequada e suficiente para julgar crime, muito menos crime complexo. 
Por quê?Porque os juízes eleitorais têm um curto mandato de dois anos. Os promotores e procuradores também. A estrutura do Ministério Público Eleitoral, por exemplo, é um procurador-eleitoral e um procurador substituto e um promotor por zona eleitoral, acumulando suas funções ordinárias de promotor de Justiça com a função de promotor eleitoral. Hoje, temos forças-tarefas (da Lava-Jato), mais de uma dezena de procuradores em tempo integral dedicados a trabalhar com esses crimes e ainda está levando cinco anos (tempo da Lava-Jato) para trabalhar essas investigações. Você vai tirar isso, vai colocar na mão de um procurador regional eleitoral que tem toda a matéria eleitoral para cuidar, como prestação de contas, propaganda, abuso de poder político e econômico, compra de votos, e agora ainda ter que fazer o trabalho que uma força-tarefa, em tempo integral, faz. Não vai funcionar.
A corrupção é um crime julgado no âmbito criminal. Os juízes eleitorais têm áreas de atuação diversas. Como fica esse julgamento?O juiz eleitoral nunca é só um juiz eleitoral. Ele é um juiz emprestado. Este é o problema. O juiz eleitoral pode ser um juiz de Vara de Família, de Vara de Fazenda, que acumula com o eleitoral. Às vezes, pode ser um juiz criminal que está ali acumulando essa função. Pode ser um juiz de qualquer competência. Ele (juiz) tem que estar no mesmo dia pensando toda a complexidade de direito de família, todo o eleitoral e todo o criminal ao mesmo tempo. Existe uma lição básica de divisão de trabalho que a humanidade aprendeu há centenas de anos: sempre que possível tem que especializar. Então, você vai ter esse juiz tendo que lidar com a complexidade do cível, do crime e com a complexidade do eleitoral, tudo ao mesmo tempo. Não é difícil imaginar que vai perder eficiência.
Não é que o juiz eleitoral não esteja preparado…Coloca ele só para fazer crime, ele vai se adaptar, vai se atualizar e ele vai dar conta. Coloca para fazer eleitoral, ele vai dar conta, para fazer Vara de Família, ele vai dar conta. Coloca ele (juiz) para fazer as três coisas ao mesmo tempo e é muitíssimo provável que seja um gênio ou vai perder eficiência porque acaba tendo uma atribuição muito ampla. É um oceano de um metro de profundidade. Vai ter uma enorme extensão e não vai ter profundidade nenhuma. Não faz sentido. 
Como fica a parte de estrutura de servidores?Não existe um quadro de servidores do MP Eleitoral. Ou ele (promotor) vai usar a estrutura do gabinete dele ou ele não vai usar porque não tem outro.  Não existe uma estrutura de apoio para o MP Eleitoral. O que o promotor tem (de estrutura) já está dimensionado para dar conta das tarefas dele fora da área eleitoral. Se ele tem uma estrutura que dá conta de uma tarefa, e agora passa a ter aquela tarefa e mais uma, não dá conta. Essa atribuição não é exclusiva, ele não vai fazer só isso. Ele vai continuar fazendo tudo o que ele fazia, mais o eleitoral. O promotor eleitoral não necessariamente é um promotor criminal, muito frequentemente não é. Tem ainda o problema da descontinuidade por ser mandato. Ele fica ali dois anos. Além de não ter exclusividade, esse procurador perde atribuição no meio do caminho, O processo (sobre corrupção e caixa dois) começa, entra um novo procurador e quando esse novo estiver familiarizado, já vai vir um novo. Em cinco anos de Lava-Jato já estaríamos na terceira equipe.
Na Justiça Federal, o então juiz Sergio Moro, em Curitiba, e o juiz Marcelo Bretas, no Rio, ficaram um bom tempo se dedicando exclusivamente à Lava-Jato e suas varas na recebiam outros casos. Isso seria possível se fosse na Justiça Eleitoral?A ideia de força-tarefa é para isso. Quando você tem muita complexidade, você precisa, pelo menos em alguns períodos, ter exclusividade e o eleitoral não vai dar margem para isso. Imagina se você tem um promotor eleitoral numa zona eleitoral que corresponda à área da Barra da Tijuca. E próximo à eleição, ele está com a investigação de um suposto crime envolvendo corrupção e caixa dois. E ai? Não tem eleição na zona eleitoral da Barra? Ele pode ficar com exclusividade? Não tem como.  
Como será definido onde ficarão os processos de corrupção como crime conexo ao caixa dois que devem migrar da Justiça comum para a Eleitoral?Vai para o juízo da prestação de contas. Se a eleição for municipal, vai para a zona eleitoral onde o político fez o registro e prestação de contas. Se for eleição geral, vai ser direto no TRE, em caso de candidatos a governador, senador e deputados.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, o Supremo fez uma lambança ao transferir para a Justiça Eleitoral os crimes de corrupção conexos ao caixa 2. Apenas isso. (C.N.) 

Blog Dedemontalvao 3 milhões de visitas e as muitas lições aprendidas para ter um Blog Memorável

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Se você acredita plenamente no que está fazendo, mesmo sabendo dos riscos e incertezas pelo caminho, não se importe com que outras pessoas dizem sobre você ou sobre suas ideias.
Elas podem rir, debochar e inferiorizar você…
Mas se você se responsabiliza por cada atitude tomada e coloca, de verdade, uma forte intenção no que faz para o benefício de outras pessoas, esse é o seu destino.
Seja melhor do que você imagina, até o ponto em que você não será tratado como louco, mas sim como uma lenda.
Eu acredito que por trás de casos de sucesso existem excelentes histórias que valem a pena serem compartilhadas. 

(Henrique Carvalho)

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