quarta-feira, janeiro 13, 2016

Lula de Dalvinho deve disputar a Prefeitura de Jeremoabo

Lula de Dalvinho deve disputar a Prefeitura de Jeremoabo

Por Luiz Brito DRT/BA 3.913
Reprodução
O ex-prefeito Luiz Carlos Bartillote, deve mesmo tentar voltar à prefeitura, de Jeremoabo. Os adversários da prefeita Anabel de Carvalho (PSB) já começaram a definir a estratégia para enfrentar as forças governistas. O que se diz em Jeremoabo é que Lula de Dalvinho em relação aos nomes até ventialdos se destaca como um candidato com um perfil de ‘imbatível’. Outro nome apresentado poderia levar a oposição à derrota. 

Nota da redação deste Blog - Não digo oposição, mas os contrários ao grupo de Anabel possuem candidatos  com boas perspectiva de enfrentamento com vitória, dependendo apenas de acertos na escolha do mais forte aglutinar forças e vencer. 

Caso não haja acordos, conversas e acertos, será mais uma derrota, perdendo assim uma grande oportunidade de eliminar com a panelinha que já se encontra podre.
 Lula, Deri, José Leão, ou quem quer que seja, tem que agir com a cabeça e muito jogo de cintura, senão a vaca irá para o brejo. 



PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO
CNPJ N: 13.809.041/0001-75
AVISOS DE LICITAÇÃO, EXTRATO DE CONTRATO E HOMOLOGÇÃO


O Município de Jeremoabo, através da Prefeita Municipal,Homologa o procedimento refrente ao PP n. 77/15, cujo objeto é contratação de empresa para fornecimento de medicamentos injetáveis (lotes 01 e 02) Adjudicando-o à empresa Pombal Med Drogaria e Produtos Hospitalares Ltda, no valor global de R$ 775.998,84, para que sejam tomadas as medidas cabíveis para a contratação (Anabelde Sá Lima Carvalho, Prefeita do Município).  
 

injecao

PERGUNTAR NÃO OFENDE. E NÃO É CRIME. 

Então aqui fica uma pergunta: Como é de conhecimentos de todos, o Hospital Municipal de Jeremoabo é inoperante, até um simples parto a parturiente é constrangida a parir em Antas, Paulo Afonso ou outra cidade qualquer.

Diante desse caso bizarro, o Hospital irá enfiar R$ 775.998,84, de injeções, em quem,  em que lugar, ou no BUMBUM de quem?




PSDB quer incluir a delação premiada de Cerveró que cita Dilma em ações no TSE

RICARDO BRITO
Representação do partido pode levar a Corte a cassar a chapa da petista e do vice-presidente Michel Temer
Diário do Poder compartilhou um link.
20 min ·

Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras, declarou à Procuradoria-Geral da República ter ouvido do senador Fernando Collor (PTB-AL) menção à presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, em setembro de…
diariodopoder.com.br


iBahia.com
11 h ·

Novo Barravento terá bar, restaurante, espaço para crianças e massagistas; obras devem acabar em novembro
ibahia.com


Diário do Poder compartilhou um link.
2 h ·

A cobrança que Renan teria feito da propina, segundo disse Cerveró à força-tarefa da Lava Jato, ocorreu em reunião no ano eleitoral de 2012.
diariodopoder.com.br


Diário do Poder compartilhou um link.
8 h ·

Em delação premiada, Cerveró afirmou que foi indicado para o cargo de diretor da BR Distribuidora como prêmio de Lula por ter facilitado o contrato do grupo…
diariodopoder.com.br


ACABOU O MITO LULA!

Lula loteou BR Distribuidora entre Collor e PT, diz o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. Essa matéria assinada pelos jornalistas Márcio…
cristalvox.com.br


Quem nunca comeu melado quando

come se lambuza!


 Crônica,

 O Estado de S. Paulo

Roberto DaMatta

13 Janeiro 2016 | 02h 00 - Atualizado: 13 Janeiro 2016 | 02h 00 



Eis uma pérola da sabedoria tradicional, ressuscitada pelo inconsciente do ministro-

chefe da Casa Civil, o lulopetista Jaques Wagner, numa entrevista concedida à Folha de

S. Paulo, no dia 3 deste tenebroso janeiro de 2016. Ao lado da entrevista da presidente,

no dia 7, ela dá uma medida clara da nossa lambuzagem.

A suprema mandatária do nação – num misto de meditação e descoberta psicológica –

admite que “errar é humano!”. Diante do tamanho do axioma, toda incompetência e má-

fé, além dos pixulecos cometidos nesses 14 anos de governo do PT, podem ser

esquecidas. “Não há coelhos na cartola”, reitera Dilma, repetindo Jaques Wagner, o hoje

lambuzado compositor-chefe da Casa Civil.

Estamos vivendo um clima de magia. O Brasil deixa de ser o “jambon” de Lima

Barreto, para virar o mel de engenho sorvido à indigestão, pelos gerentes gatunos do

lulopetismo em todo lugar. Esses passes de mágica, contudo, não aliviam. Pelo

contrário, dão a toda pessoa responsável uma enorme e nada poética vontade de se

matar. Coelhos e lambuzados são hoje, vejam o tamanho da desonra!, os emblemas de

um Brasil que se suicida.

Como um estruturalista canhestro, embora pioneiro, não posso deixar de observar que o

ditado invocado por Jaques Wagner desvenda os tabus de um governo manifestamente

desenhado para o povo, mas que, em latência, se lambuzou, como jamais se viu na

história do capitalismo, no melado do poder tal como o poder é vivido no Brasil.

Quando um escolado político menciona num entrevista que “Quem nunca comeu

melado, quando come, se lambuza”, usando o ditado como uma metáfora para ocultar o

comportamento injurioso do governo, ele, sem querer, entrega o inconsciente do

lulopetismo.

Cabe a indagação: como um comentário tão politicamente (in)correto, saiu de um

petista tão consciente da sua (in)correção? Eis uma entrevista digna de um Pedro

Malasartes – esse padrinho de todos os macunaímas e malandros nacionais, hoje

promovidos a canalhas.

Além de ser uma verdade, a invocação do ministro revela – no momento em que

escrevo, leio que J. Wagner está envolvido em mais uma familiar troca de pixulecos –

um preconceito aristocrático. Ela diz que quem está fora de sincronia com sua posição

social se lambuza. Acaba, como afirma o ministro, reproduzindo “metodologias” fora de

lugar.

Comer melado, lambuzando-se, tem, no nosso vasto almanaque de preconceitos

reveladores de um viés hierárquico, o claríssimo: “X ou Y – Você leitor, define o sujeito

– quando não faz na entrada, faz na saída!”.

Os ditados bradam por um limite social para quem pode estar no poder. Com os que

tudo sabem e tendo o direito de comer mais do que podem, dão um passo maior que as

pernas e se lambuzam. Na sua folclórica defesa, o ministro admite que o PT assim

procedeu e hoje paga o preço por esse descuido depois de 14 anos de poder!

Uma fome insaciável de mel confirma a falta de modos à mesa. Em política, essa fome

insaciável denuncia os que têm “um olho maior do que a barriga” típico dos

corrompidos. Num caso, querem todo o melado; no outro, quase (espero!) compraram a

República.

Lambuzar-se no mel do poder (ou do poder comido como mel) é (e eu tenho afirmado

isso faz tempo) uma manifestação do governar à brasileira. O besuntar-se mostra como

o poder é usado, abusado e possuído por um grupo que – como “governo” – dele se

utiliza como bem entende, familisticamente. Raymundo Faoro acertou na mosca ao falar

em “donos do poder”. Entre nós, o poder, como o mel descrito e analisado por Lévi-

Strauss nas suas Mitológicas, é um poderoso adoçante associado ao mundo

sobrenatural.

Os méis ricos em levulose de certas abelhas, “possuem” – observa Lévi-Strauss no seu

livro Do Mel às Cinzas – sabores tão marcantes que se tornam quase intoleráveis. Um

gozo mais delicioso do que qualquer um daqueles proporcionados habitualmente pelo

paladar e pelo odor perturba os liminares da sensibilidade e confunde seus registros. Já

não sabemos mais – como redescobre o nosso Wagner, o “compositor” – se degustamos

ou se ardemos de amor. Mas, como contraponto, há também méis alcalinos, que são

laxantes e perigosos! Produzidos por abelhas “feiticeiras” ou “vamo-nos embora”. Eis

uma minúscula amostra da sabedoria de um especialista em olhar distanciado a elucidar

o olhar próximo, possessivo e ávido do ministro, que admite como o seu partido queria

extrair toda a doçura do poder, mas, infelizmente, lambuzou-se.

A metáfora revela-se muito mais correta do que imagina a nossa vã ignorância. O mel

de pau, a ser procurado na floresta, e o melado de cana, produzido por braço escravo

nos engenhos baianos, são tão gostosos que sobrepujam o comedimento, o pudor e a

honestidade. Doces e sedutores, eles, porém, melam e grudam, denunciando a

sofreguidão dos seus comedores.

Não é, pois, por acaso que o mel natural dos ameríndios tem laços com o jaguar e com o

fogo civilizatório da cozinha que lhe pertencia. Já em outros mitos, seu paladar

extraordinário delata uma insaciedade a ser punida, porque ultrapassa os limites da

decência.

O mel, como o poder, pune o lambuzado, conforme confirma o ministro lulopetista, que

hoje entra, como mais um papa-mel, na mira das procuradorias republicanas.





IstoÉ denuncia os esquemas de Gabas, o motoqueiro da Dilma

Sérgio Pardellas
IstoÉ


Para anular fraude no Supremo, exige-se o devido processo legal

Lewandowski decidiu encerrar ação sem julgar o mérito…
Carlos Newton


Nem uma palavra sobre a impunidade

Charge do Newton Silva (reprodução da Charge Online)
Carlos Chagas

Justiça mantém bloqueio de bens de Rosemary, a segunda-dama

Josias de Souza

Projetos de reajuste salarial do governo são inconstitucionais

Charge do Nef (reprodução do Jornal de Brasília)
Pedro do Coutto


Justiça convoca Neymar e sua família para depor

Neymar, um dos três melhores jogadores do mundo em 2015, pode ser indiciado na Espanha por corrupção - AP
JAMIL CHADE
Atleta terá que explicar negócio com o Barcelona; ex-presidentes do Santos também serão ouvidos
 


Lula indicou WTorre para obra da Petrobrás, diz delator

FAUSTO MACEDO, JULIA AFFONSO E RICARDO BRANDT
Prédio abriga 10 mil da área administrativa da estatal; obra foi orçada em R$ 1,2 bilhão

Em destaque

Ministros do STF veem poucas chances de revisão criminal de Bolsonaro, apesar de expectativa no PL

  Ministros do STF veem poucas chances de revisão criminal de Bolsonaro, apesar de expectativa no PL Por Redação 10/07/2026 às 07:49 Foto: V...

Mais visitadas