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Apenas após a aprovação ajeitada numa sessão extraordinária sem as formalidades legais, apenas questiono sua posição e o descaso com a saúde e vida habitantes de Jeremoabo mais uma vez de forma oficial e irresponsável expostos ao vírus do COVID-19, sem nenhum recurso na cidade já que no hospital falta até testes e dipirona como denunciado elos próprios vereadores.
Qual o estudo cientifico feito pelos vereadores de Jeremoabo para de maneira enganosa afirmar para população que academias empata a expansão do vírus, principalmente que frequenta as ditas academias.
Digo para os senhores que isso não passa de mais uma propaganda enganosa, fazendo o povo de Jeremoabo de trouxas, de imbecis.
Uso de salões e academias traz riscos, dizem especialistas da área de saúde.
O uso de máscaras, o distanciamento físico e a higienização com álcool em gel minimizam, mas não eliminam o risco de contaminação do coronavírus nos salões de beleza e barbearias. Nas academias, a situação é ainda mais grave. Os frequentadores tocam o rosto com frequência para remover o excesso de suor, saliva ou secreções oculares e encostam nos equipamentos que serão usados por outras pessoas, causando a disseminação dos vírus.
Essa é a visão de especialistas da área de saúde sobre o decreto publicado pelo presidente Jair Bolsonaro que inclui academias, salões de beleza e barbearias na lista de serviços essenciais e que, portanto, poderiam voltar a funcionar durante a quarentena. O uso de máscara e de luvas não elimina o risco de contaminação, na opinião de Eduardo Flores, virologista da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no Rio Grande do Sul.
"Prova disso é que médicos e enfermeiras, profissionais treinados, também acabam se infectando. O contato entre o profissional e o cliente é muito próximo nos salões de beleza", completa o especialista.
Outro virologista, Paulo Eduardo Brandão, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), lembra o fluxo constante de pessoas nesses locais. "Isso eleva a probabilidade de entrada do vírus e de sua disseminação", diz o especialista.
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Risco maior nas academias
Embora os especialistas sejam unânimes em afirmar que não há evidências sobre a transmissão do vírus pelo suor, todos consideram as academias locais de alto risco de transmissão do vírus, maior que os salões de beleza. A maioria dos frequentadores toca o rosto com frequência para remover o excesso de suor, saliva ou secreções oculares. Com isso, toalhas, bebedouros, halteres, barras e todos os equipamentos que foram tocados são passíveis de contaminação.
Além disso, as pessoas respiram de forma intensa durante os exercícios e podem transmitir, pela respiração, gotículas com mais força e de forma mais abundante. Com isso, elas podem contaminar o instrutor ou outros clientes. "O risco de uma pessoa transmitir o coronavírus é maior do que de uma pessoa em repouso", garante Eduardo Flores.
Especialistas afirmam que o uso de álcool 70% nas mãos, objetos e equipamentos pode ajudar, mas não garante a desinfecção. Além disso, os ambientes são fechados, com grande circulação de pessoas. Brandão afirma que uma saída para diminuir o risco seria reduzir o número de clientes, criando um sistema de rodízios, por exemplo, descontaminando os materiais e equipamentos com álcool em gel. Mesmo assim há riscos, alerta o especialista. "Nem todos sabem usar máscaras adequadamente, nem todas as máscaras são adequadas. "Não consigo imaginar alguém usando máscara numa academia. Não vão usar", argumenta
O guia médico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a volta gradual do futebol após a pandemia traz tópicos específicos sobre os treinos em academias. "Deverá observar e manter o ambiente de treino ventilado em caso de treinamento em academia, com uso de ventiladores, portas e janelas abertas", diz trecho do documento entregue ao Ministério da Saúde e aguarda aprovação.
Stanislau afirma que a única forma de diminuir o risco de contaminação nas academias é não as abrir. "Não há como abrir uma academia coletiva em um momento de pandemia. É uma medida tresloucada, sem suporte e que não poderá ser adotada. O exercício teria de ser feito sob controle, em academias individuais ou ao ar livre", opina.
Eduardo Flores concorda que os treinos deveriam ser individuais, com professor e aluno usando máscaras e luvas, e desinfecção total dos aparelhos antes do uso pelo próximo aluno. Por outro lado, ele admite que, na prática, o modelo dificilmente seria adotado.
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Nota da redação deste Blog - Está ai a explicação por cientistas, professores e medicos, onde categoricamente afirmam que: " "Não há como abrir uma academia coletiva em um momento de pandemia. É uma medida tresloucada, sem suporte e que não poderá ser adotada.
Diante do exposto, só encontrei uma justificativas para os vereadores de forma duvidosa e não republicana, encaixar um Projeto de Lei numa sessão extraordinária para beneficiar de forma enganosa e que põe em risco a vida de toda uma população que é:
Expandir o número de contaminados com o COVID-19, consequentemente aumentar o número de mortes, e quem sabe, angariar mais recursos .
Estão permitindo o funcionamento em Jeremoabo de uma máquina de fabricar defuntos!!!
