quarta-feira, setembro 30, 2026

AGU prepara ofensiva no STF contra as bets e aponta prejuízo de R$ 140 bilhões


Governo leva ao STF a conta da indústria da aposta

Bela Megale
O Globo

A Advocacia-Geral da União (AGU) usará o prazo de 72 horas pedido ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux sobre o julgamento das bets para preparar um documento com os prejuízos causados pelos jogos online no Brasil. O foco é manter o banimento dos jogos de apostas, destacando seus efeitos nocivos sobre a saúde pública e a economia.

Entre os principais pontos que a AGU pretende mostrar ao STF, está o agravamento dos problemas de saúde mental. Uma pesquisa da UNIFESP indicou que mais de 28 milhões de brasileiros apostaram nos 12 meses anteriores ao levantamento, dos quais quase 11 milhões, ou seja, 39% dos entrevistados, apresentavam padrão de risco ou uso problemático. O estudo associa as apostas a quadros sérios como dependência, ansiedade, depressão, transtorno do jogo e até ideação suicida.

SOBRECARGA – Outro foco do documento será a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS), que registrou um aumento de 140% nos atendimentos relacionados a jogo patológico entre 2018 e 2025. Enquanto os ganhos com apostas ficam na esfera privada, os custos de tratamento recaem sobre o sistema público, ampliando o impacto social da atividade.

A AGU aponta perda estimada de R$ 62,5 bilhões para as famílias brasileiras com apostas só em 2025. Além disso, dados do Ministério da Fazenda mostram que apostas podem ter reduzido a atividade econômica entre R$ 120 bilhões e R$ 141 bilhões só no ano passado. Os efeitos da inadimplência associados às apostas teriam retirado aproximadamente R$ 143 bilhões do comércio varejista, segundo os dados do governo.

ENDIVIDAMENTO E CUSTOS – O documento deve ressaltar que as plataformas capturam a receita, enquanto endividamento e custos com tratamentos de saúde recaem sobre as famílias, ao SUS e à sociedade como um todo.

Os levantamentos da AGU mostram que impacto das bets é mais severo sobre as populações de menor renda, que apresentam risco três vezes maior de desenvolver problemas com os jogos, e para jovens e adolescentes, mesmo com a proibição de menores fazerem apostas. Conforme o Ministério da Saúde, um em cada cinco estudantes já teria apostado online, com mais da metade deles em situação de risco ou de uso problemático.


GRAVIDADE E DEVER DE OFÍCIO: As Declarações na Rádio, os Impactos Jurídicos e o Limite do Debate Público

GRAVIDADE E DEVER DE OFÍCIO: As Declarações na Rádio, os Impactos Jurídicos e o Limite do Debate Público


Por José Montalvão


Desde a posse da atual legislatura, decidi praticamente me afastar do acompanhamento diário das sessões da Câmara de Vereadores de Jeremoabo, restringindo a cobertura deste espaço quase que exclusivamente aos atos institucionais da Presidência da Casa. Contudo, este Blog alcançou um patamar de audiência consolidação que não me permite fechar os olhos às demandas da nossa terra: diariamente, a depender das publicações, registramos picos de visitação que variam de vinte mil a mais de uma centena de milhar de leitores.

Respeitar essa imensa audiência e prestar contas aos cidadãos de Jeremoabo é um dever inegociável. Por isso, dentro do possível, atendo e respondo a quem nos procura.

Na noite de hoje, recebi mais um desdobramento em vídeo referente ao desentendimento entre o vice-prefeito e o vereador Eriks. Se dependesse do meu desejo pessoal, preferiria me abster de qualquer comentário sobre disputas dessa natureza. Mas o dever de ofício de um jornalismo independente me impõe a obrigação moral e profissional de analisar fatos que extrapolam a esfera privada e passam a afetar o interesse da coletividade.

A Declaração na Rádio e a Gravidade dos Fatos

O vídeo em questão traz o trecho de uma entrevista concedida a uma rádio local na qual o vice-prefeito afirma, categoricamente, que "ajudou financeiramente" o vereador Eriks em dois momentos políticos distintos: quando ambos aderiram ao grupo do ex-prefeito Deri do Paloma e, posteriormente, quando decidiram migrar para o grupo do atual prefeito Tista de Deda.

No entendimento deste jornalista e sob a luz do Direito Público, trata-se de uma declaração de extrema gravidade. No meio político e administrativo, a máxima de que "não existe almoço grátis" é uma regra de ouro. Trazer a público a afirmação de que houve repasse de recursos financeiros entre agentes públicos — a depender do contexto, da origem e da finalidade desse dinheiro — aciona imediatamente o alarme dos órgãos de fiscalização e controle, como o Ministério Público e a Justiça Eleitoral.

┌─────────────────────────────────────────────────────────────┐
│          RISCOS E IMPLICAÇÕES JURÍDICAS DAS DECLARAÇÕES     │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ ⚖️ CORRUPÇÃO (Ativa/Passiva): Se o repasse visou compra de  │
│    apoio parlamentar ou favorecimento no Poder Legislativo. │
│ 💳 CRIME ELEITORAL / CAIXA DOIS: Se o dinheiro ocorreu "por │
│    fora" em período de campanha sem prestação de contas.    │
│ 📢 CONFISSÃO PÚBLICA: A entrevista em rádio serve como prova│
│    material para instauração de inquéritos no MP e na Justiça.│
└─────────────────────────────────────────────────────────────┘

Os Cenários Jurídicos e as Infrações Configuradas

A depender do que for apurado pelas autoridades competentes, repasses financeiros dessa natureza não declarados podem enquadrar os envolvidos em severas sanções legais:

  1. Se a "Ajuda" Visava Apoio Político ou Votos no Legislativo (Corrupção): O vereador possui o dever constitucional de atuar com independência, fiscalizando o Poder Executivo. Se o repasse financeiro foi realizado para garantir votos favoráveis, alianças ou transações de bastidor, configura-se em tese o crime de corrupção ativa e passiva, ferindo mortalmente a ética e a autonomia entre os Poderes;

  2. Se a "Ajuda" Ocorreu em Período Eleitoral (Crime Eleitoral e Caixa Dois): Toda doação de campanha deve seguir ritos estritos, transitando obrigatoriamente por contas bancárias específicas e sendo devidamente declarada à Justiça Eleitoral. O repasse informal de dinheiro ("caixa dois") ou a compra de apoio político pode resultar em Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), cassação de mandatos e inelegibilidade por abuso de poder econômico;

  3. Mesmo no Âmbito Pessoal, Há Limites Legais: Ainda que um agente público deseje utilizar recursos próprios como pessoa física para apoiar um aliado, a lei exige que o valor respeite os limites percentuais de renda e seja formalizado. Doações diretas, informais e não registradas continuam sendo clandestinas e ilegais.

A Infelicidade do Discurso na Emissora de Rádio

Ao ir a uma rádio de grande alcance e bradar publicamente que doou dinheiro a um parlamentar, o vice-prefeito produziu, contra si e contra o seu interlocutor, um indício direto de materialidade e uma confissão pública que não pode ser apagada.

O conteúdo dessa gravação agora pertence ao domínio público e serve de munição legal não apenas para a oposição, mas para que qualquer cidadão ou o próprio Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaure Inquérito Civil ou Penal para apurar eventuais crimes contra a Administração Pública e a ordem eleitoral.

Conclusão: Transparência e Respeito à População de Jeremoabo

Não nos cabe antecipar condenações ou julgar intenções, mas é imperativo registrar que a vida pública exige decoro, responsabilidade e absoluto respeito às leis. A população de Jeremoabo, que acompanha este Blog em busca da verdade, não pode ser tratada com leviandade.

O vice-prefeito foi extremamente infeliz em suas declarações na rádio. Que as autoridades competentes cumpram o seu papel de fiscalizar e que os agentes políticos locais aprendam, de uma vez por todas, que o patrimônio público, o mandato parlamentar e a confiança do eleitor não são moedas de troca em balcões de bastidor!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Cumprindo o dever de informar com independência, fiscalizando o poder público e defendendo a ética na política de Jeremoabo!

ACIMA DAS PEQUENAS DISPUTAS: O Legado de Trabalho de Tista de Deda a Verdadeira Missão por Jeremoabo

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ACIMA DAS PEQUENAS DISPUTAS: O Legado de Trabalho de Tista de Deda e a Verdadeira Missão por Jeremoabo


Por José Montalvão


Quem acompanha as publicações deste espaço sabe perfeitamente qual é o nosso compromisso prioritário: registrar e divulgar o volume expressivo de benfeitorias, obras e transformações que vêm alcançando todos os cantos e recantos do município de Jeremoabo. Sob a condução do prefeito e grande líder Tista de Deda, a gestão municipal tem demonstrado que está muito acima de picuinhas políticas, intrigas de bastidor e discussões pequenas que em nada somam para a vida do cidadão. A missão assumida pelo gestor é clara e inegociável: reconstruir Jeremoabo com trabalho, dignidade e respeito ao povo.

Nesta data, no entanto, fomos provocados por leitores que nos enviaram um vídeo contendo denúncias e declarações cruzadas entre o vereador Eriks de João Ferreira e o vice-prefeito — este último que tomou a decisão de se desligar do grupo e do candidato ao Governo do Estado apoiado pelo prefeito para marchar com a oposição.

Sobre esse "pulo" político e as trocas de lado, este jornalista nada tem a declarar. A sabedoria popular e a experiência de vida ensinam que cada um dá apenas o que tem; ninguém é obrigado a dar mais ou menos do que possui em termos de lealdade, coerência e princípios. O julgamento sobre as escolhas individuais cabe exclusivamente à consciência de cada um e, no tempo certo, ao eleitorado nas urnas.

A Honra ao Legado de João Ferreira

Vale ressaltar e reconhecer a postura do vereador Eriks de João Ferreira, que vem honrando com altivez a história e o legado deixados por seu saudoso pai, o ex-prefeito João Ferreira.

João Ferreira não foi apenas um gestor; foi um marco divisor de águas na história política de Jeremoabo. Homem simples, trabalhador e agricultor calejado pelo sol do nosso sertão, ele quebrou paradigmas históricos ao provar que a Prefeitura não era feudo exclusivo da elite tradicional, mas sim um espaço que podia e devia ser ocupado por um filho do povo, autêntico representante da nossa gente rural.

┌─────────────────────────────────────────────────────────────┐
│ O COMPROMISSO COM O TRABALHO EM JEREMOABO │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 🚜 O LEGADO HISTÓRICO: A política aberta ao povo do campo │
│ 🏛️ A COERÊNCIA PARLAMENTAR: Eriks honrando a memória do pai │
│ 🏗️ O FOCO NO PROGRESSO: Tista de Deda reconstruindo a cidade │
│ 🚫 O REPUSE ÀS PICUINHAS: O trabalho acima do jogo político │
└─────────────────────────────────────────────────────────────┘

Ao manter-se firme no propósito de defender o povo e honrar essa trajetória de lutas, Eriks demonstra maturidade e respeito às suas raízes.

O Foco Permanece no Desenvolvimento de Jeremoabo

Enquanto alguns se perdem em bate-bocas e arranjos eleitoreiros de ocasião, o prefeito Tista de Deda continua focado no que realmente interessa: honrar cada voto e cada demonstração de confiança depositada pelo eleitor jeremoabense.

A resposta do governo às críticas e movimentações não se faz com palavras ao vento ou desavenças públicas, mas com:

  • Água e energia chegando às comunidades mais distantes da zona rural;

  • Escolas e postos de saúde estruturados para servir com dignidade;

  • Obras de infraestrutura que mudam a cara dos bairros e facilitam a vida do agricultor e do comerciante.

Conclusão: O Trabalho Fala Mais Alto

A politicagem miúda passa, os discursos de bastidor se dissipam com o vento, mas as obras e o respeito ao dinheiro público permanecem gravados na história de Jeremoabo.

Aplaudimos o trabalho sério do prefeito Tista de Deda e a postura daqueles que, como o vereador Eriks, colocam o bem-estar da população acima de vaidades pessoais. Continuaremos firmes na nossa missão de informar com verdade, valorizar quem constrói e acompanhar o ritmo acelerado de crescimento da nossa amada terra!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Priorizando o trabalho, valorizando a história de lutas do sertanejo e defendendo o progresso contínuo de Jeremoabo!

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28/09/2026 Por

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Eduardo Bolsonaro ameaça retaliar diplomatas que 'sabotaram' governo de seu pai caso Flávio seja eleito

 

Eduardo Bolsonaro ameaça retaliar diplomatas que 'sabotaram' governo de seu pai caso Flávio seja eleito

Por Patrícia Campos Mello, Folhapress

30/09/2026 às 17:22

Foto: Reprodução/YouTube/Arquivo

Imagem de Eduardo Bolsonaro ameaça retaliar diplomatas que 'sabotaram' governo de seu pai caso Flávio seja eleito

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro

Em vídeo publicado na tarde desta quarta-feira (30) em suas redes sociais, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro prometeu fazer "uma faxina" no Itamaraty caso seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), vença a eleição.

Aumentando temores de que haveria uma "caça às bruxas" no Ministério das Relações Exteriores em um governo de Flávio, Eduardo afirmou que "mapeou" todos os embaixadores que saíram e entraram em postos no governo Lula e que estará "na cola" dos servidores que "sabotaram" o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Então, meu caro servidor do Itamaraty, se você ajudou a sabotar o governo Bolsonaro, preocupe-se de verdade, porque eu vou estar na sua cola", diz Eduardo no vídeo. "Se você não fez isso, parabéns, você fará parte do time que vai resgatar a credibilidade do Itamaraty, que vai virar a página, de serem servidores de corruptos e filhos de corruptos para passar a servir o povo brasileiro."

O ex-deputado inicia o vídeo mostrando um áudio de uma suposta mensagem de um diplomata brasileiro oferecendo ajuda da embaixada do Brasil na Espanha para encontrar uma escola para os filhos de Lulinha, que se mudou para Madri, em 2025.

"Eu não tive recepção de embaixador, de diplomata, nem nada [quando mudei para os EUA]", diz Eduardo. "O dinheiro do brasileiro não é para proteger filho do presidente."

Ele prometeu retaliação contra o embaixador do Brasil na Espanha, o ex-chanceler Luiz Alberto Figueiredo. "Flávio Bolsonaro sendo eleito, certamente um dos primeiros a sair do posto será o embaixador do Brasil na Espanha para dar o exemplo de que isso não acontecerá."

Eduardo vive nos EUA desde março de 2025, quando deixou o Brasil afirmando que o Supremo Tribunal Federal (STF) recolheria seu passaporte para impedir sua articulação internacional contra o julgamento do pai no caso da trama golpista.

Naquele momento, licenciou-se por quatro meses do mandato de deputado e, encerrado o afastamento, permaneceu no exterior e passou a acumular faltas na Câmara. Em dezembro, perdeu seu mandato por excesso de ausências.

Já em junho deste ano, o STF o condenou a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo, por articular nos EUA medidas de pressão contra autoridades brasileiras para interferir no processo contra o pai. Em setembro, ainda perdeu seu cargo de escrivão da PF por abandono de cargo.

Como mostrou reportagem da Folha, em caso de vitória de Flávio, há uma avaliação de que Eduardo sairia muito fortalecido, após o lobby por medidas de Trump contra o governo Lula, e seria difícil negar o comando do Itamaraty se ele quiser. Mas uma alternativa em discussão seria Eduardo assumir a Embaixada do Brasil em Washington.

No vídeo, Eduardo afirma que houve uma "sabotagem" ao governo Bolsonaro por parte dos diplomatas e que "eles ficaram tão à vontade que colocaram isso na matéria do Jamil Chade de maneira heroica".

A reportagem do então colunista do UOL relata a existência de uma rede clandestina de diplomatas do Itamaraty que, durante o governo Jair Bolsonaro, teria atuado para conter ou contornar diretrizes da política externa do governo.

"[A faxina] é para evitar esse tipo de coisa e relembrar que diplomatas, embaixadores e qualquer cargo dentro do Itamaraty são de servidores públicos, que servem ao público, não a seus próprios gostos, inclusive isso configura o crime de prevaricação."

Em conversas fechadas, Marcos Degaut, braço direito de Eduardo em política externa, afirmou que há o plano de implementar o "Marco Rubio overhaul" (reforma do Marco Rubio), uma ampla reestruturação das carreiras no Itamaraty.

Os diplomatas passariam a estar focados em regiões geográficas e temas específicos e teriam de cumprir metas de exportação, investimentos e inserção comercial, entre outras. Haveria também uma reforma total do sistema de promoções, fonte de insatisfação disseminada no Itamaraty hoje.

No Departamento de Estado, o "overhaul" de Rubio levou à eliminação de 1.300 vagas, fechamento de departamentos e postos, estabelecimento de metas quantitativas e qualitativas (com critérios como fidelidade à agenda de Donald Trump).

Rubio decretou que mérito seria o principal critério para promoções, não tempo de carreira. Sob seu comando, o Departamento de Estado atingiu número recorde de indicados políticos em substituição a funcionários de carreira —apenas 9% dos embaixadores vêm do serviço diplomático. Durante os 50 anos anteriores, esse percentual variou de 57% a 74%.

Degaut afirmou a interlocutores ouvidos pela Folha que haveria necessidade de atribuir funções a algumas pessoas de fora do Itamaraty. Mas disse que não haverá uma caça às bruxas com perseguição por motivos políticos.

Politica Livre

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