sexta-feira, setembro 25, 2026
Relator vota contra abertura de investigação sobre Gonet e afastamento do procurador do caso Master
Relator vota contra abertura de investigação sobre Gonet e afastamento do procurador do caso Master
Por Isadora Albernaz, Anna Júlia Lopes e Ana Pompeu/Folhapress
25/09/2026 às 11:13
Foto: Rosinei Coutinho/Arquivo/STF
Paulo Gonet
O subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino votou nesta sexta-feira (24) contra a abertura de uma investigação para apurar a conduta do chefe do MPF (Ministério Público Federal), Paulo Gonet, pela condução das investigações envolvendo o Banco Master. Ele também defendeu a manuteção do procurador-geral à frente do caso.
Sanseverino é o relator do procedimento aberto no início de setembro pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal para apurar menções a Gonet em mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O PGR não participa da sessão realizada na sede do órgão, em Brasília, mas já negou irregularidades.
O relator, que ainda lê sua manifestação, afirmou que não foram encontradas mensagens diretas entre Gonet e Vorcaro ou contato do PGR na lista telefônica do ex-banqueiro. Segundo o subprocurador, isso já enfraqueceria a tese de que existiria uma "amizade íntima" com o dono do Master.
"Em primeiro lugar, cabe lembrar que não se pode examinar frases ou troca de mensagens de forma isolada e ou descontextualizada para não criar uma situação artificial que não corresponda à realidade dos fatos", disse Sanseverino.
O relator é o primeiro a votar. Os demais conselheiros votarão em ordem do mais recente ao mais antigo. Eles decidem se escolhem um subprocurador-geral para investigar possível prática de crime comum atribuível a Gonet.
"Desde logo, eu voto pelo indeferimento do pedido de designação de subprocurador-geral da República para conhecer a documentação antes mencionada. É necessário existir elementos mínimos de materialidade de autoria dos fatos", disse.
Paulo Gonet é o presidente do Conselho Superior do MPF, mas, por ser o alvo da análise, a sessão desta sexta é presidida pelo vice-presidente do órgão, subprocurador-geral da República Nicolao Dino –que é irmão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino.
Também fazem parte do conselho Hindenburgo Chateaubriand, que é o vice-PGR, Ana Borges Coelho Santos, José Adônis Callou de Araujo Sá, Alexandre Camanho de Assis, Samantha Chantal Dobrowolski, Celso de Albuquerque Silva e Janice Agostinho Barreto Ascari.
O procedimento contra Gonet foi aberto após pedido feito por deputados federais do Novo. No documento, os parlamentares afirmam não apontar conduta ilícita do procurador-geral, mas defendem o afastamento considerando que parte da apuração inclui interlocuções sobre ele.
O procurador-geral da República foi citado em relatório da PF (Polícia Federal) feito a pedido do então relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça.
No documento, há mensagens que o advogado Ciro Soares encaminha a Vorcaro que supostamente seriam de Gonet. "Já estou com saudades de você! Estou embarcando para Roma. Manda essa mensagem para ele", diz um dos trechos.
A investigação também revelou que o filho do procurador-geral teria pedido ao dono do Master para ir a um evento em Londres, com as despesas pagas, e que Vorcaro teria pedido ao ministro Alexandre de Moraes que acionasse Gonet e o chefe da PF, Andrei Rodrigues, para barrar uma operação contra a instituição financeira.
Depois de Mendonça tornar público o documento, Gonet, em nome da PGR (Procuradoria-Geral da República), pediu para que o relatório fosse anulado por entender que o magistrado "se valeu da polícia" para "impor a investigação" do colega, exercendo "atividades que não lhe foram assinaladas".
Como mostrou a Folha, Gonet queria aproveitar o procedimento no Conselho Superior do MPF para negar interferências na investigação e relação de proximidade com Vorcaro.
Aliados entendiam que é melhor que ele se antecipasse para responder e comprovar ausência de interferência, para, assim, evitar a instauração de investigação formal. Pela estratégia, ele estancaria "a sangria" e preservaria o caso. Ainda, preveniria especulações ao dar a sua versão dos fatos.
Internamente, Gonet optou por estabelecer um grupo de trabalho para lidar com os casos do Master e diluir a responsabilidade e a pressão sobre o procurador-geral.
Na sessão que o STF marcou para discutir o pedido da PGR, Gonet teve a oportunidade de falar e negou uma eventual amizade ou sequer conhecer Vorcaro. O chefe do Ministério Público afirmou ter falado apenas uma vez, e de forma banal, com o ex-banqueiro.
Contudo, dias depois, veio a público uma foto em que Gonet aparece bebendo uísque e fumando charutos com o dono do Master. A imagem apareceu em conversas extraídas do celular do ex-banqueiro pela Polícia Federal que foram obtidas pela Folha.
O CSMPF é responsável por promoções na carreira, processos administrativos e aprova normas, critérios de atuação e a proposta orçamentária da instituição.
Politica Livre
Empresários mudam a rota do dinheiro e partidos viram ponte para financiar eleições
Publicado em 25 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet
Charge do Bruno Galvão (Instagram)
Bruno Ribeiro
Folha
Grandes empresários vêm doando recursos financeiros para os partidos políticos neste ano, em vez de doar às campanhas eleitorais. A prática cria uma camada entre doador e candidato: o dinheiro não aparece diretamente na prestação de contas de quem disputa a eleição, e é identificado em um sistema separado, o das contas anuais partidárias, cuja prestação de contas é mais elástica e pode ser feita até o ano que vem.
Até o dia 24 de agosto, ainda início da campanha, os partidos declararam ter recebido R$ 43,4 milhões de origem privada para a manutenção partidária. É um montante que equivale a mais da metade do que as campanhas haviam recebido de pessoas físicas, R$ 78 milhões. Ambas as cifras ainda devem crescer.
DIFERENÇAS – No caso dos partidos, há diferença entre as pequenas contribuições — repasses contínuos, feitos ao longo do ano por dezenas de milhares de militantes — e as grandes doações, que foram concentradas entre junho e agosto, meses de pré-campanha. Do total deste ano, R$ 21,7 milhões entraram nesses três meses.
Em 2026, até o momento, 114 pessoas doaram mais de R$ 20 mil aos partidos, somando R$ 24,4 milhões. Ao menos cinco deles doaram também a campanhas específicas. Do total, 53 doaram mais de R$ 100 mil e seis, R$ 1 milhão ou mais. Em 2025, ano sem eleição, os doadores acima de R$ 20 mil somaram R$ 15,4 milhões, e nenhum chegou a transferir mais de R$ 1 milhão às siglas.
O dinheiro do fundo partidário serve para custear as operações dos partidos, mas pode ser transferido para as eleições. Quando isso ocorre, as campanhas precisam declarar o envio e indicar a origem da receita. Já o fundo eleitoral é apenas para a campanha.
PRESTAÇÃO DE CONTAS – Uma das principais diferenças é no prazo da prestação de contas. As informações financeiras das campanhas devem ser repassadas à Justiça Eleitoral até 30 dias após a eleição. No caso das contas partidárias, a prestação pode ser feita até 30 de junho do ano seguinte.
O Republicanos, que não apoiará nenhum presidenciável e tem candidatos ao governo em oito estados (o principal deles é Tarcísio de Freitas, em São Paulo), é o caso mais concentrado.
No intervalo de 15 a 30 de junho, 16 pessoas, entre executivos e conselheiros de empresas do setor sucroenergético como Rubens Ometto, da Cosan, integrantes da família Ometto da usina São Martinho, membros da família Garms, da Cocal, e conselheiros da Copersucar, doaram cerca de R$ 1,3 milhão ao diretório nacional da sigla. Ao todo, o partido somou R$ 7,4 milhões de doações de pessoas físicas.
LEGALIDADE – As assessorias de imprensa das quatro empresas afirmaram que as doações são legais, feitas por dirigentes e familiares como pessoas físicas, e não fizeram outros comentários.
Tarcísio exaltou, no debate da Band com Fernando Haddad (PT), no começo do mês, sua relação com empresários do setor. O governador disse manter um grupo de trabalho com a área para discutir revisão de tributos e combater sonegação, quando destacava sua relação positiva com o agro paulista.
A campanha de Tarcísio recebeu, até o último dia 27 de agosto, R$ 7,8 milhões do diretório nacional do partido e R$ 1 milhão do diretório estadual, via fundo partidário —modelo que é hoje a principal fonte de financiamento das campanhas majoritárias. A maior doação de pessoa física à campanha é de Fernando de Castro Marques, presidente da União Química.
EXPLICAÇÕES – O administrador financeiro da campanha é seu cunhado, Maurício Pozzobon Martins, que ocupou a mesma função em 2022. Alguns doadores identificados da campanha anterior levaram Tarcísio a prestar explicações, como Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master, com R$ 2 milhões, e a pecuarista Maribel Golin, citada em investigação da Polícia Federal sobre lavagem de dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital), mas não chegou a ser indiciada, e que havia doado R$ 500 mil.
A campanha de Tarcísio e a assessoria do Republicanos não responderam aos pedidos de esclarecimento feitos pela Folha sobre as doações ao partido. No mesmo partido, o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), doou R$ 250 mil à própria campanha. Nas contas do partido, há registro do envio de outros R$ 3 milhões em seu nome —a maior doação individual do ano às contas partidárias.
O movimento ocorreu também em outras siglas. No PT, o empresário José Seripieri Filho, fundador da Qualicorp e dono da Amil, fez duas doações de R$ 1 milhão cada ao diretório municipal do partido em Araraquara (SP), cidade que teve como prefeito o atual presidente da legenda, Edinho Silva. O empresário é amigo do presidente Lula (PT).
VIA FUNDO ELEITORAL – Na prestação de contas de Edinho, candidato a deputado federal, há R$ 1,1 milhão transferidos via fundo eleitoral, do diretório nacional para sua conta, e outros R$ 19,9 mil do diretório municipal —estes com Seripieri como doador originário. Ele não aparece, porém, na relação de doadores de campanha do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Já o advogado Fabiano Silveira, ex-ministro de Michel Temer (MDB), repassou R$ 2 milhões ao diretório estadual do MDB na Paraíba, e seus dados constam da relação de doadores da Justiça Eleitoral.
A assessoria de José Seripieri Filho disse, por nota, que “a doação é de caráter estritamente pessoal e está em total conformidade com a legislação eleitoral”. A Folha procurou Edinho Silva, que não respondeu. A reportagem deixou recado no escritório de Fabiano Silveira e o enviou questionamento por email, mas ele não respondeu.
QUITAÇÃO DE DÍVIDA – A diferença é que a doação a um partido pode ser registrada como recurso para campanha ou como verba para manutenção da legenda. No segundo caso, ainda assim, pode ser usada nas campanhas para, por exemplo, quitar dívidas após o período eleitoral.
“É necessária uma autorização da executiva do partido, e essa é uma discussão que sempre ocorre”, diz o advogado Alberto Rollo, professor de direito eleitoral da EPD (Escola Paulista de Direito).
Sob reserva, um integrante do diretório estadual de um dos partidos descreveu outra dinâmica: as legendas recebem as doações, registram como manutenção do partido e usam para as atividades partidárias. Mas transferem um valor equivalente do fundo partidário às eleições, sem associá-los aos doadores privados às campanhas.
FINANCIAMENTO – Neste ano, o fundo partidário está estimado em R$ 1,4 bilhão na Lei Orçamentária Anual; os partidos declaram ter recebido R$ 451 milhões até agosto. O dinheiro é repassado mensalmente e financia as atividades das legendas.
Já o fundo eleitoral distribui R$ 4,96 bilhões, com objetivo exclusivo de custear as eleições. Os partidos podem transferir recursos do fundo partidário para as campanhas, desde que os declarem. Nesse caso, porém, não há doador originário a indicar — a obrigação de identificar a origem vale apenas para o dinheiro privado.
Os dados são provisórios. As contas partidárias de 2026 só têm entrega obrigatória em junho de 2027, e a base do TSE é atualizada conforme os diretórios lançam. Entre 15 e 22 de agosto, entraram 119 doações novas, somando R$ 3,1 milhões, algumas com data de fevereiro.
Sexo, drogas e rock and roll animam as íntimas relações entre Vorcaro, Alcolumbre, Motta etc…
Publicado em 25 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet
Charge do Marcelo Martinez (Arquivo Google)
Deu na CNN
Mensagens obtidas pela PF (Polícia Federal) mostram uma relação de amizade entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). As conversas, reveladas na revista Veja por Robson Bonin e Laryssa Borges, e confirmadas pela CNN, incluem declarações de cumplicidade e menções ao nome do senador em um grupo sobre festas com mulheres contratadas.
Em diálogo registrado no dia 1º de fevereiro de 2025, Vorcaro parabeniza Alcolumbre pela vitória na disputa pela presidência do Senado. O ex-banqueiro trata o senador como “amigo” e deseja os “melhores anos” na “empreitada”. Alcolumbre responde: “Fala meu amor! Muito obrigado por tudo, em especial pelo seu carinho e amizade fraterna! Gratidão!“.
‘SEU IRMÃO’ – No mês seguinte, em 30 de março, o presidente do Senado volta a enviar mensagens para o banqueiro: “Sou seu irmão!!!”; “Pra vida toda!!!”. Vorcaro responde com emojis de coração e continua: “E eu seu [irmão]. A qualquer tempo pra qualquer coisa. Nunca vou esquecer“.
Em outro trecho, de 17 julho de 2025, Vorcaro volta a chamar Alcolumbre de “irmão” e pede notícias sobre um amigo: “Fala irmãozão! Se tiver notícias do nosso amigo me chame! Abração”. Alcolumbre responde: “Estou em cima. Pressão!!!”. Não há referência sobre quem é o “amigo” citado.
Em nota, a assessoria da presidência do Senado disse que as “supostas mensagens” são de “teor pessoal” e “não indicam ilegalidade alguma”.
MOTTA TAMBÉM – Nos trechos obtidos por Veja e confirmados pela CNN, também há uma conversa de Vorcaro com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PI). O diálogo também acontece no dia 17 de julho de 2025.
A data coincide com o período em que o Banco Central se debruçou sobre a possibilidade de o BRB (Banco de Brasília) comprar o Banco Master. O acordo foi vetado pela autoridade monetária.
Na conversa, Vorcaro diz que havia tentado contato com Alcolumbre, mas que o presidente do Senado não tinha informações sobre algo relacionado ao Banco Central.
DIZ VORCARO – “Perguntei Davi mas ele também não sabe”, escreveu Vorcaro. Hugo Motta responde: “Galípolo ficou de ir lá para casa de Davi quando encerrasse a reunião. Eu tava decolando quando o Davi me ligou para dizer isso“.
Vorcaro, então, complementa: “Sim. parece que tá em reunião”. Motta reage com um emoji de risada e finaliza: “Ele disse também que seria uma reunião demorada”.
A CNN procurou Hugo Motta para comentar as mensagens, mas ainda não teve retorno. A matéria será atualizada caso o presidente da Câmara se manifeste. O Banco Central também foi procurado, mas não respondeu até a publicação da reportagem.
“MACALLAN” – Alcolumbre também é citado por Vorcaro em um grupo chamado “Macallan” (marca de uísque). Nele, o ex-dono do Master troca mensagens com o ex-ministro das Comunicações do governo Bolsonaro (PL), Fábio Faria, sobre festas e eventos.
Os diálogos nesse grupo são de outubro de 2023. Ou seja, anteriores a Alcolumbre assumir a presidência do Senado. Vorcaro e Fábio Faria fazem menção ao presidente do Senado enquanto falam de uma suposta festa com mulheres.
Vorcaro faz referência a uma mulher alta: “Aquela de 3 metros estará lá, Fabio“. O ex-ministro responde: “Foda que o Davi aprendeu a falar pelo Google tradutor e pode assustar a menina“. Vorcaro dá risada: “Kkkkkk. Bonde do tigrão“. Faria, complementa: “Davi falou que está com dança nova“.
COM MULHERES – Outras mensagens sugerem a contratação de mulheres para um evento fora do Brasil. Há preocupação sobre discrição e articulação para encontros paralelos.
Faria escreve: “Depois vamos pra um menor. Pegar uma suíte em outro hotel. Deixa umas quatro lá“. Vorcaro responde: “Pode ser”. Faria finaliza: “Fazemos um pacto com Davi”.
A CNN procurou Fábio Faria para se manifestar sobre as mensagens, mas ainda não teve retorno. À Veja, o ex-ministro afirmou que a conversa citada tratava de reserva suítes de hotel de uma viagem para Londres com outros quatro empresários. E que o assunto não tinha relação alguma com Davi Alcolumbre.
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ALCOLUMBRE CRITICA SENSACIONALISMO BARATO
“A Revista Veja promove mais um injusto ataque ao Presidente do Congresso Nacional, dessa vez lançando mão de supostas mensagens de teor pessoal, inclusive de terceiros, que não indicam ilegalidade alguma.
Esse sensacionalismo barato, movido por interesses ilegítimos, veio acompanhado da mais absoluta falta de ética da revista, que não cumpriu a regra básica de checar a informação e ouvir a parte atingida. Se fazem isso com um chefe de Poder, é de se imaginar o que estão a fazer com outros indivíduos e instituições.
No entanto, não conseguirá intimidar a Presidência do Congresso Nacional com esse expediente.
O presidente do Senado sabe de onde partiram essas falsas acusações e quais interesses estão por trás dessa ofensiva. Não se intimidará diante de ataques, pressões ou tentativas de atingir sua honra e sua trajetória pública. Irá até as últimas consequências, dentro da lei, para que a verdade seja integralmente esclarecida e para que sejam identificados e responsabilizados aqueles que estiverem por trás desse ataque baixo.”
Medidas judiciais serão tomadas, não só para reparação dos danos causados, mas para a reposição da verdade”.
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FÁBIO FARIA TENTA EXPLICAR:
“O empresário Fabio Faria esclarece que a conversa citada pela Veja tratava de reservas de 4 suítes de hotel de uma viagem para Londres com outros quatro empresários, que avaliavam uma possível sociedade minoritária no Queens Park Rangers, clube da segunda divisão inglesa. A negociação não prosperou.”
O assunto não tem relação alguma com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que em nenhum momento foi cogitado para essa viagem. A única vez que o empresário encontrou Davi Alcolumbre fora do Brasil foi em outubro de 2023, durante um evento empresarial em Paris.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Sensacional a matéria enviada por José Perez. Mostra que a coisa está evoluindo e as relações entre Vorcaro e Fábio Faria com políticos e autoridades eram mesmo na base do sexo, drogas e rock and roll”. É assunto para CPI, mas o ministro Cristiano Zanin é muito educado e não quer constranger os amigos. (C.N.)
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