terça-feira, abril 07, 2026

Master negou crise ao TCU meses antes de liquidação decretada pelo Banco Central



Feliz Dia do Jornalista e Feliz Aniversário da ABI


secretaria1@abi.org.br

 

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A edição do jornal O Paiz de quinta-feira, 9 de abril de 1908, estampou na primeira página a notícia da fundação, dois dias antes, de uma associação de imprensa. Entre seus objetivos estavam criar e manter uma caixa de pensões e auxílios para os sócios e suas famílias; oferecer assistência médica e farmacêutica; e manter, no centro da cidade do Rio de Janeiro, uma sede social com biblioteca, salões de conferência e espaços de convivência para profissionais de imprensa. A primeira diretoria era formada por Gustavo de Lacerda, seu fundador e idealizador, Francisco Souto e Luiz Honório, entre outros.

Hoje, 7 de abril de 2026, celebramos com orgulho os 118 anos de criação daquela que viria a se tornar a Associação Brasileira de Imprensa (ABI). O prédio-sede, sonho desde a fundação, só se concretizaria trinta anos depois, em 1938, durante a presidência de Herbert Moses, que dá nome ao edifício — projetado pelos irmãos Marcelo e Milton Roberto e hoje considerado uma referência da arquitetura moderna brasileira.

Ao longo de sua trajetória, grandes nomes do jornalismo brasileiro integraram o quadro de associados da ABI, e muitos deles assumiram, com firmeza e coragem, a liderança da entidade em momentos desafiadores da conjuntura nacional. Entre eles, destacam-se Prudente de Morais Neto, com atuação decisiva no enfrentamento à ditadura, e Barbosa Lima Sobrinho, que lutou pelo fim do regime militar, pela anistia, pelas Diretas Já e deu início ao impeachment de Fernando Collor. Barbosa destacou também na defesa da soberania nacional, contra os contratos de rico e as políticas de privatização.

Mulheres jornalistas, hoje ampla maioria nas redações, também deixaram sua marca na história da entidade e no exercício da profissão, com atuação pioneira. Entre os nomes de destaque estão, por exemplo, Ana Arruda Callado — jornalista, escritora, educadora e a primeira mulher a chefiar a redação de um jornal no Brasil — e Maria Ignez Duque Estrada, que iniciou sua trajetória na imprensa quando a presença feminina nesses espaços ainda era incomum. No card desta edição, escolhemos Ana Arruda e Maria Ignez como símbolo da presença feminina nas redações e nas lutas de nossa profissão. As duas também tiveram presença de destaque na ABI. Ana, aos 88 anos, continua presente.

Além de marcar a fundação da ABI, o 7 de abril é também o Dia do Jornalista. A data homenageia Líbero Badaró, defensor da liberdade de imprensa, assassinado em 21 de novembro de 1830 por adversários políticos. O crime agravou a crise no Império e contribuiu para a abdicação de D. Pedro I em 7 de abril de 1831. Em 1931, um século depois, a ABI instituiu o 7 de abril como o Dia do Jornalista, reafirmando a luta de Badaró pela liberdade de expressão.

Desde sua fundação, a ABI se destacou — e continua a se destacar — como um baluarte da defesa da democracia, da liberdade de expressão, dos direitos humanos e da liberdade de imprensa. Esses princípios permanecem centrais na vida da entidade.

Por isso, apesar de dos tempos difíceis de precarização de nossa profissão, a ABI aproveita o 7 de abril para reafirmar seu lema em 2026: “Compromisso com a Verdade. Resistência Democrática. Defesa da Soberania”. Essas bandeiras ganham importância especial neste ano marcado por eleições gerais em que a democracia estará novamente em jogo em nosso país. A ABI estará como sempre ao lado das forças progressistas, dando combate às correntes reacionárias de direita e extrema direita.

Democracia Sempre! Ditadura nunca mais!

Octávio Costa

Presidente da ABI

EUA acabaram de perder para o Irã - Irã exige compensação de guerra - China impõe novo ritmo à indústria global e muito mais....

 

Munições de Fragmentação Podem Derrotar Defesas Aéreas Modernas?

05/04/2026 Por 

Neste vídeo, analisamos os desafios táticos e econômicos enfrentados pelos modernos sistemas de defesa aérea de múltiplas camadas. Usando um cenário estratégico, exploramos como as táticas de saturação e as munições de fragmentação (como as associadas aos mísseis balísticos Kheibar Shekan) impactam redes de interceptadores avançadas, como o Domo de Ferro, Estilingue de Davi e … Ler mais

Irã exige compensação de guerra para reabrir estreito de Ormuz

05/04/2026 Por 

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05/04/2026 Por 

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05/04/2026 Por 

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Entre a promessa e a guerra real

05/04/2026 Por 

Como a guerra do século XXI expõe a distância entre a promessa de invulnerabilidade vendida pela indústria militar e a realidade de sistemas caros. Este não é um texto sobre engenharia de armamentos. É uma análise da guerra contemporânea a partir da guerra híbrida, das operações psicológicas e da geopolítica da tecnologia. Nos conflitos recentes, … Ler mais

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05/04/2026 Por 

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Folha diz que Flávio é golpista e que não existe “bolsonarismo moderado”

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"Márcio Notari ASPECTOS DA CORRUPÇÃO..." by Marcio Notari

 

Márcio Notari ASPECTOS DA CORRUPÇÃO NO CENÁRIO JURÍDICO NACIONAL E INTERNACIONAL
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EDITORIAL: Entre a Indignação e a Justiça – O Peso das Denúncias sobre o Dinheiro da Educação



Por José Montalvão

O vídeo que recebo para republicar neste espaço não causa apenas reflexão, causa náusea e uma profunda indignação. Como cidadão e comunicador, é impossível permanecer indiferente diante de acusações que ferem o coração da nossa região. Estamos falando de supostos atos de improbidade administrativa que envolveriam um pré-candidato a deputado estadual — que se apresenta como representante de Jeremoabo — e uma vereadora da vizinha Paulo Afonso.

Embora a corrupção no meio político pareça banalizada para alguns, Jeremoabo e o sertão baiano merecem eleger representantes probos, cujas trajetórias sejam pautadas pela ética, e não por esquemas de favorecimento com recursos públicos.


1. O Teor das Graves Acusações: O Dinheiro do FUNDEB em Jogo

Segundo as informações detalhadas no vídeo e as apurações citadas, o caso envolve o suposto recebimento de R$ 33.093,50 por parte da vereadora Márcia Goretti, de Paulo Afonso. O mais grave: esse montante teria sido pago com recursos do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) através da Prefeitura de Coronel João Sá.

A denúncia aponta para a existência de "funcionárias fantasmas": as filhas da vereadora — Ialy Stefanny e Layla Beatriz — teriam sido incluídas na folha de pagamento como agentes administrativas, recebendo salários mensais de R$ 1.504,25 entre fevereiro e dezembro de 2025, sem, supostamente, prestarem o serviço correspondente.

2. O Papel das Instituições de Controle

O autor da denúncia informa que o caso, junto a outros fatos correlatos, já foi encaminhado aos órgãos de controle competentes:

  • Ministério Público Federal (MPF)

  • Controladoria-Geral da União (CGU)

  • Tribunal de Contas da União (TCU)

Trata-se de recursos federais destinados à educação, o que atrai a competência desses órgãos. O dinheiro que deveria estar reformando escolas, pagando professores e garantindo merenda de qualidade não pode, sob hipótese alguma, servir de moeda de troca para apoios políticos ou enriquecimento ilícito de aliados.


3. O Direito à Defesa e o Dever de Transparência

Como sempre defendemos neste Blog, não devemos condenar ninguém por antecipação. Vivemos em um Estado Democrático de Direito, e todos os citados — Carlinhos Sobral e a vereadora Márcia Goretti — têm o pleno direito de se defender e apresentar suas justificativas à sociedade.

No entanto, por serem figuras públicas que buscam ou detêm o voto popular, eles têm o dever moral e legal de explicar o que realmente aconteceu. A sociedade exige respostas claras. Quem denunciou, por sua vez, deve ter em mãos as provas cabais que a gravidade do caso requer.


Conclusão: Jeremoabo está de Olho

Vamos aguardar as manifestações oficiais dos envolvidos. Se as denúncias forem confirmadas, estaremos diante de um tapa na cara do povo sertanejo. Se forem infundadas, que a justiça também esclareça. O que não podemos aceitar é o silêncio ou a tentativa de "pular da barca" sem prestar contas.

O dinheiro da educação é sagrado. Jeremoabo precisa de deputados que tragam recursos, não de candidatos que, supostamente, vejam nos cofres públicos uma extensão de seus interesses pessoais.


Blog de Dede Montalvão: Onde a verdade é o único lado que defendemos.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)


O texto e vídeo acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal  blogdedemontalvão. 

Janela partidária redesenha forças: PL de Bolsonaro cresce e partidos governistas recuam


Maior partido da Casa, a bancada do PL saiu fortalecida, chegando a 100 integrantes. A legenda foi uma das que mais conquistou novas filiações e recuperou perdas registradas ao longo dos últimos anos. A sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro elegeu 99 deputados em 2022, mas contava com 87 integrantes antes do período de trocas. O União Brasil foi a bancada que mais perdeu nomes — 28, no total —, mas conseguiu equilibrar as perdas com 21 novas adesões. A sigla tem agora 51 integrantes, sete a menos do que no período pré-janela, mas ainda segue como o terceiro maior partido da Casa.

MUDANÇAS – Legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT teve ao menos uma baixa, a deputada Luizianne Lins (CE), que deixou a sigla após 37 anos para se filiar à Rede. A bancada petista também filiou Paulo Lemos (AP), antes do PSOL, e se mantém como o segundo maior partido da Câmara, com 67 integrantes. As mudanças também deram fôlego para o PSDB, que registrou 11 entradas e sete saídas, chegando a 19 integrantes na Câmara. Já o PDT, proporcionalmente, foi uma das siglas com saldo mais negativo, filiando apenas um deputado e perdendo outros oito.

Partidos como PP, PSD e Republicanos registraram números semelhantes de saídas e novas filiações. A estimativa de ganhos e perdas por sigla aponta: União Brasil, com 28 saídas e 21 adesões; Republicanos, com 15 saídas e 15 adesões; PSD, com 13 saídas e 9 adesões; MDB, com 13 saídas e 7 adesões; PP, com 9 saídas e 6 adesões; PL, com 7 saídas e 20 adesões; PDT, com 8 saídas e uma adesão; PSDB, com 7 saídas e 11 adesões; PSB, com 5 saídas e 6 adesões; Avante, com 4 saídas e uma adesão; PRD, com 3 saídas e uma adesão; Podemos, com duas saídas e 13 adesões; Solidariedade, com três saídas e quatro adesões; Rede, com uma saída e duas adesões; PT, com uma saída e uma adesão; Cidadania, com uma saída e nenhuma adesão; MISSÃO, com nenhuma saída e uma adesão; PC do B, com nenhuma saída e uma adesão; PSOL, com uma saída e uma adesão; e PV, com nenhuma saída e uma adesão.

TROCA-TROCA – A janela partidária tem duração de 30 dias e, neste ano, começou em 5 de março. Previsto na legislação eleitoral, o período permite que deputados federais, estaduais e distritais mudem de sigla sem sofrer punições. O princípio da fidelidade partidária estabelece que o mandato pertence ao partido, e não ao candidato eleito, razão pela qual a janela para esses cargos é aberta apenas em anos eleitorais e seis meses antes das eleições. Após o período de trocas, o próximo passo das articulações envolve as convenções partidárias, nas quais os candidatos serão escolhidos. Em 2026, os brasileiros irão às urnas para o primeiro turno das eleições em 4 de outubro.

No Senado, onde os cargos são majoritários e eleitos os mais votados independentemente do desempenho partidário, não há necessidade de janela para mudanças de legenda. Prefeitos, governadores, senadores e o presidente da República podem trocar de partido a qualquer momento, desde que respeitem o prazo mínimo de seis meses de filiação antes da eleição. Ainda assim, a corrida eleitoral também motivou trocas recentes na Casa.

O PSD perdeu três integrantes: Rodrigo Pacheco, cotado para disputar o governo de Minas Gerais, deixou a legenda para se filiar ao PSB; a senadora Eliziane Gama (MA), aliada do governo, também saiu do PSD rumo ao PT; e o senador Angelo Coronel (BA), que mira a reeleição, migrou para o Republicanos. O PSD, por sua vez, ganhou um novo integrante com a filiação de Carlos Viana (MG), vindo do Podemos. O PL ampliou sua presença com a chegada de dois senadores oriundos do União Brasil, Sergio Moro (PR) e Efraim Filho (PB), mas perdeu a senadora Dra. Eudócia Caldas (AL), que se filiou ao PSDB.

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